Diferentes mais iguais!!! 
Alunas: Li, Malu e Lara 
Turma: 403
Diferentes mais iguais!!! 
Uma pessoa com a síndrome pode apresentar todas ou 
algumas das seguintes condições físicas: olhos 
amendoados, uma prega palmar transversal única 
(também conhecida como prega simiesca), dedos 
curtinhos, fissuras palpebrais oblíquas, ponte nasal 
achatada, língua protusa (devido à pequena cavidade 
oral), pescoço curto, pontos brancos nas íris conhecidos 
como manchas de Brushfield6 , uma flexibilidade 
excessiva nas articulações, defeitos cardíacos 
congênitos, espaço excessivo entre o hálux e o segundo 
dedo do pé.
Em 1862, o médico britânico John Langdon Down descreve a síndrome; baseado nas teorias racistas da época, 
ele atribui a causa a uma degeneração, que fazia com que filhos de europeus se parecessem com mongóis, e 
sugere que a causa da degeneração seria a tuberculose nos pais1 . Apesar do tom racista de Down, ele 
recomenda que as pessoas com a síndrome sejam treinadas, e que a resposta ao treinamento é sempre positiva1 
. 
Durante vários anos, os pais de crianças com Síndrome de Down recebiam a recomendação de entregar as 
crianças a instituições, que passariam a cuidar delas (pela vida toda). 
O termo foi referido pela primeira vez pelo editor do The Lancet, em 1961 [1]. Era, até a data, denominado 
como mongolismo pela semelhança observada por Down na expressão facial de alguns pacientes seus e os 
indivíduos oriundos da Mongólia. Porém, a designação mongol ou mongolóide dada aos portadores da 
síndrome ganhou um sentido pejorativo e até ofensivo, pelo que se tornou banida no meio científico. 
O termo mongol ou mongolismo, quando usado de forma pejorativa, ofensiva, poderá ser considerado como 
crime de preconceito, sem direito à fiança, quando o processo transitar em julgado. 
Na Segunda Guerra Mundial, pessoas com qualquer tipo de deficiência (física ou mental) foram exterminadas 
pelos nazistas, no programa chamado Aktion T4[carece de fontes]. 
Atualmente, estima-se que entre 91% e 93% das crianças detectadas com Síndrome de Down antes do parto 
sejam abortadas.
Fotos
Vídeo 
●https://www.youtube.com/watch?v=qkz9OKlBrvI

Lia , malu e lara

  • 1.
    Diferentes mais iguais!!! Alunas: Li, Malu e Lara Turma: 403
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    Diferentes mais iguais!!! Uma pessoa com a síndrome pode apresentar todas ou algumas das seguintes condições físicas: olhos amendoados, uma prega palmar transversal única (também conhecida como prega simiesca), dedos curtinhos, fissuras palpebrais oblíquas, ponte nasal achatada, língua protusa (devido à pequena cavidade oral), pescoço curto, pontos brancos nas íris conhecidos como manchas de Brushfield6 , uma flexibilidade excessiva nas articulações, defeitos cardíacos congênitos, espaço excessivo entre o hálux e o segundo dedo do pé.
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    Em 1862, omédico britânico John Langdon Down descreve a síndrome; baseado nas teorias racistas da época, ele atribui a causa a uma degeneração, que fazia com que filhos de europeus se parecessem com mongóis, e sugere que a causa da degeneração seria a tuberculose nos pais1 . Apesar do tom racista de Down, ele recomenda que as pessoas com a síndrome sejam treinadas, e que a resposta ao treinamento é sempre positiva1 . Durante vários anos, os pais de crianças com Síndrome de Down recebiam a recomendação de entregar as crianças a instituições, que passariam a cuidar delas (pela vida toda). O termo foi referido pela primeira vez pelo editor do The Lancet, em 1961 [1]. Era, até a data, denominado como mongolismo pela semelhança observada por Down na expressão facial de alguns pacientes seus e os indivíduos oriundos da Mongólia. Porém, a designação mongol ou mongolóide dada aos portadores da síndrome ganhou um sentido pejorativo e até ofensivo, pelo que se tornou banida no meio científico. O termo mongol ou mongolismo, quando usado de forma pejorativa, ofensiva, poderá ser considerado como crime de preconceito, sem direito à fiança, quando o processo transitar em julgado. Na Segunda Guerra Mundial, pessoas com qualquer tipo de deficiência (física ou mental) foram exterminadas pelos nazistas, no programa chamado Aktion T4[carece de fontes]. Atualmente, estima-se que entre 91% e 93% das crianças detectadas com Síndrome de Down antes do parto sejam abortadas.
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