Conceição do Rio Verde – MG | Setembro de 2014 FC da Cidade 
22 FOLHA 
FC nota 10 
Uma história de perseverança e superação. 
Desde 1993, ano que me formei, iniciei minhas ati vidades profi ssionais como cirurgião denti sta na cidade de 
Arujá-SP. São mais de 20 anos de trabalho, experiência e dedicação, além de vários cursos de atualização, especia-lização 
e congressos. 
Agora retorno à nossa cidade, onde pretendo colocar em práti ca minha experiência e vivência clínica adquiridas 
ao longo desses anos. 
Além dos implantes e de suas respecti vas próteses, realizo também enxertos ósseos, muitas vezes necessários 
para reabilitar o leito ósseo que receberá os implantes. 
Além de especialista em implantodonti a, também sou especialista em endodonti a (tratamento de canal), contan-do 
no meu consultório, com equipamentos de últi ma geração, como localizador apical, motor computadorizado 
VDW, com limas rotatórias e reciprocante, para um tratamento de canal mais efi ciente e preciso, podendo, depen-dendo 
do caso, realiza-lo em uma única consulta. 
Agende também seu clareamento, que se trata de um procedimento seguro, sem prejuízo para a estrutura dental. 
Clareamento também realizado com equipamento apropriado, equipado com laser de baixa potência para trata-mento 
de sensibilidade, aft as, herpes e outras lesões bucais. 
Dr. Luciano Bueno Maciel - Telefone: (35) 9703-6561 (vivo) - (11) 4651-1524 (fixo em São Paulo) 
e-mail: dr.lucianobuenomaciel@gmail.com 
O ano de 1995 foi realmente trágico pra Kenia e sua família. Ela ti nha apenas 
17 anos quando sofreu um grave acidente de carro enquanto ela e o noivo vol-tavam 
da formatura dele. “Ele estava sem cinto de segurança, bateu a cabeça, 
teve traumati smo craneano e morreu uma semana depois”, conta. Ela, que 
também estava sem cinto, foi arremessada pela janela e caiu em um barranco. 
O que ela se lembra é que o microônibus que colidiu com o carro fi cou em cima 
dela. Kenia sofreu politraumati smo (bacia, tórax, tí bia, fí bula, fêmur, ulna e o 
osso malar D foram afetados) e perdeu 4 litros de sangue. Além disso ela teve 
os dois pulmões perfurados e chegou ao hospital com 1% de vida. Se a história 
já era críti ca, depois de 11 dias no UTI ela desenvolveu pneumotórax bilateral e 
teve que fazer um tratamento com drenagem. Só no hospital ela fi cou cerca de 
um mês, sem contar os longos e difí ceis 8 meses na cama. Kenia perdeu todos 
os movimentos do corpo e necessitava de cuidados 24 horas por dia. 
Hoje, aos 36 anos, ela se lembra que a vontade de voltar a andar era tanta que 
ela conseguiu isso antes mesmo de iniciar o tratamento com fi sioterapia. A 
determinação foi, sem dúvida, o mehor remédio. Do acidente, fi caram as lem-branças, 
a saudade do namorado e a certeza de que venceu todos os limites, 
tanto fí sicos quanto emocionais. 
A prova disso é que Kenia correu, no mês passado a Meia Maratona Inter-nacional 
do Rio de Janeiro. “Sempre vi essas corridas pela televisão e nunca 
imaginei que pudesse completar uma prova dessa distância”. Ela conseguiu. 
Foram 21 km correndo. 21 km vencidos. Chegar até aqui não foi fácil. Kênia 
conta que sempre gostou de esportes mas ti nha medo de correr por causa das 
diversas fraturas. Ela consultou um médico que disse que ela poderia correr 
pouco e que deveria parar caso senti sse dores. E assim ela começou entre 
trotes e caminhadas. E não parou mais. “A cada minuto da prova eu agradecia 
a Deus por estar realizando um sonho que pra mim parecia impossível”, ela 
conta. “Em qualquer kilometragem que eu parasse eu já iria me senti r reali-zada, 
mas Deus me provou, mais uma vez, que eu podia mais, e eu consegui”. 
Mas foi só em 2013, incenti vada por uma prima nutricionista, que ela real-mente 
retomou o ritmo das ati vidades fí sicas e começou também a controlar 
a dieta. E foi aí que ela percebeu que ainda podia fazer muito mais, correr 
muito mais e começou a se preparar pra Meia maratona do Rio. A história de 
kenia chamou atenção e ela foi destque em vários sites, revistas e até no Globo 
Esporte. 
“É correndo que eu me sinto livre e viva”, conta com brilho nos olhos de um 
azul intenso. “É minha terapia diária e é por meio do esporte que testo todos 
os meus limites”, conclui. “Espero que minha história de superação possa ins-pirar 
muitas pessoas que passam ou já passaram por algo parecido com o que 
passei. Amor e esportes são armas poderosíssimas, basta você acreditar.”

Jornal CRV

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    Conceição do RioVerde – MG | Setembro de 2014 FC da Cidade 22 FOLHA FC nota 10 Uma história de perseverança e superação. Desde 1993, ano que me formei, iniciei minhas ati vidades profi ssionais como cirurgião denti sta na cidade de Arujá-SP. São mais de 20 anos de trabalho, experiência e dedicação, além de vários cursos de atualização, especia-lização e congressos. Agora retorno à nossa cidade, onde pretendo colocar em práti ca minha experiência e vivência clínica adquiridas ao longo desses anos. Além dos implantes e de suas respecti vas próteses, realizo também enxertos ósseos, muitas vezes necessários para reabilitar o leito ósseo que receberá os implantes. Além de especialista em implantodonti a, também sou especialista em endodonti a (tratamento de canal), contan-do no meu consultório, com equipamentos de últi ma geração, como localizador apical, motor computadorizado VDW, com limas rotatórias e reciprocante, para um tratamento de canal mais efi ciente e preciso, podendo, depen-dendo do caso, realiza-lo em uma única consulta. Agende também seu clareamento, que se trata de um procedimento seguro, sem prejuízo para a estrutura dental. Clareamento também realizado com equipamento apropriado, equipado com laser de baixa potência para trata-mento de sensibilidade, aft as, herpes e outras lesões bucais. Dr. Luciano Bueno Maciel - Telefone: (35) 9703-6561 (vivo) - (11) 4651-1524 (fixo em São Paulo) e-mail: dr.lucianobuenomaciel@gmail.com O ano de 1995 foi realmente trágico pra Kenia e sua família. Ela ti nha apenas 17 anos quando sofreu um grave acidente de carro enquanto ela e o noivo vol-tavam da formatura dele. “Ele estava sem cinto de segurança, bateu a cabeça, teve traumati smo craneano e morreu uma semana depois”, conta. Ela, que também estava sem cinto, foi arremessada pela janela e caiu em um barranco. O que ela se lembra é que o microônibus que colidiu com o carro fi cou em cima dela. Kenia sofreu politraumati smo (bacia, tórax, tí bia, fí bula, fêmur, ulna e o osso malar D foram afetados) e perdeu 4 litros de sangue. Além disso ela teve os dois pulmões perfurados e chegou ao hospital com 1% de vida. Se a história já era críti ca, depois de 11 dias no UTI ela desenvolveu pneumotórax bilateral e teve que fazer um tratamento com drenagem. Só no hospital ela fi cou cerca de um mês, sem contar os longos e difí ceis 8 meses na cama. Kenia perdeu todos os movimentos do corpo e necessitava de cuidados 24 horas por dia. Hoje, aos 36 anos, ela se lembra que a vontade de voltar a andar era tanta que ela conseguiu isso antes mesmo de iniciar o tratamento com fi sioterapia. A determinação foi, sem dúvida, o mehor remédio. Do acidente, fi caram as lem-branças, a saudade do namorado e a certeza de que venceu todos os limites, tanto fí sicos quanto emocionais. A prova disso é que Kenia correu, no mês passado a Meia Maratona Inter-nacional do Rio de Janeiro. “Sempre vi essas corridas pela televisão e nunca imaginei que pudesse completar uma prova dessa distância”. Ela conseguiu. Foram 21 km correndo. 21 km vencidos. Chegar até aqui não foi fácil. Kênia conta que sempre gostou de esportes mas ti nha medo de correr por causa das diversas fraturas. Ela consultou um médico que disse que ela poderia correr pouco e que deveria parar caso senti sse dores. E assim ela começou entre trotes e caminhadas. E não parou mais. “A cada minuto da prova eu agradecia a Deus por estar realizando um sonho que pra mim parecia impossível”, ela conta. “Em qualquer kilometragem que eu parasse eu já iria me senti r reali-zada, mas Deus me provou, mais uma vez, que eu podia mais, e eu consegui”. Mas foi só em 2013, incenti vada por uma prima nutricionista, que ela real-mente retomou o ritmo das ati vidades fí sicas e começou também a controlar a dieta. E foi aí que ela percebeu que ainda podia fazer muito mais, correr muito mais e começou a se preparar pra Meia maratona do Rio. A história de kenia chamou atenção e ela foi destque em vários sites, revistas e até no Globo Esporte. “É correndo que eu me sinto livre e viva”, conta com brilho nos olhos de um azul intenso. “É minha terapia diária e é por meio do esporte que testo todos os meus limites”, conclui. “Espero que minha história de superação possa ins-pirar muitas pessoas que passam ou já passaram por algo parecido com o que passei. Amor e esportes são armas poderosíssimas, basta você acreditar.”