Trabalho de cidadania
        Para


  Professor Moniz
Trabalho realizado
       por:
   José Ferraz
    HEROÍNA
Nome

O nome Heroína foi o nome comercial com
que foi registrada pela farmacêutica alemã
Bayer(da palavra alemã "heroisch", heroico,
uma referência à sua estimulação e
analgesia). Foi usada enquanto fármaco de
1898 até 1910, ironicamente (uma vez que é
muito mais viciante) como substituto não
causador de dependência para a morfina e
antitússico para crianças. O seu nome
comercial foi cedido pela Alemanha aos
Aliados em 1918 como reparação devido à
Primeira Guerra Mundial.
O medicamento
Administração

A injeção é preferida no abuso recreativo,
devido ao efeito de prazer súbito intenso
(denominado "orgasmo abdominal"). A
inalação tem vindo a ganhar terreno,
numa modalidade denominada "chasing
the dragon", com origens orientais, onde
a disponibilidade de seringas e agulhas é
menor.
 Também pode ser ingerida, absorvida
pela pele ou fumada. O consumo com
cocaína ("speedballs" ou "moonrocks")
tem vindo a generalizar-se.
A droga
Efeitos

A heroína tem efeitos similares aos outros
opióides. Logo após o uso, a pessoa fica
num estado sonolento, fora da realidade. Os
batimentos cardíacos e respiração aceleram,
causando uma sensação de calor. As
primeiras sensações são de euforia e
conforto.   Causa     surdez,     cegueira e
inflamações nas válvulas cardíacas.
O dependente de heroína também pode ter
problemas sociais e familiares. Ele torna-se
apático, desanimado, perdendo o interesse
por sua vida profissional e familiar.
Administração
Efeitos imediatos

Euforia e disforia: São necessárias
maiores doses do que antes para causar
analgesia. Consiste num sentimento de
estar no paraíso. A euforia após um
período de tempo de aproximadamente 10
minutos, é substituída pela disforia, um
estado de ansiedade desagradável e mal-
estar. A euforia produzida pela droga
transforma-se em depressão e ansiedade
após passarem os efeitos.
A consumir
Efeitos imediatos

 Analgesia (perda da sensação de dor física e
emocional): pode levar à inflição de ferimentos
no heroinómano sem que este se dê conta e se
afaste do agente agressor, pode levar a um
infarto do miocárdio.
Sonolência, embotamento mental sem amnésia.
 Disfunção sexual em altos graus.
Sensação de tranquilidade e de diminuição do
sentimento de desconfiança.
Maior autoconfiança e indiferença aos outros:
comportamentos agressivos.
A consumir
Efeitos imediatos

Miose: contração da pupila. Ao contrário
da grande maioria das outras drogas de
abuso, como cocaína e anfetaminas
(metanfetaminas      e    ecstasy)    que
produzem midríase (dilatação da pupila).
É uma característica importante na
distinção clínica da overdose de heroína
daquelas produzidas por outras drogas
Obstipação ("prisão de ventre") e
vómitos. Só são sentidos na primeira
semana de consumo continuado, depois
o corpo habitua-se e torna-se adicto.
A consumir
Efeitos imediatos
Depressão do centro neuronal respiratório. É a
principal causa de morte por overdose.
 Supressão do reflexo da tosse: devido à depressão
do centro neuronal cerebral da tosse. Náuseas e
vómitos: podem ocorrer se for ativado os centros
quimiorrecetores do cérebro, espasmos nas vias
biliares, hipotensão, prurido.
 Os seus efeitos, quando fumada, são sentidos
quase imediatamente (cerca de 3 a 8 segundos)
 Perda do controle humorístico, ou seja, o famoso
humor bipolar. Ao ser usada, a droga pode acarretar
a mudança de humor bipolar, em um momento o
dependente está irritado, um pequeno período de
tempo depois, ele se torna muito brincalhão por
exemplo.
Efeitos a longo prazo
Efeitos a longo prazo

Tendência para aumentar a quantidade de
 heroína autoadministrada, com o fim de
 conseguir os mesmos efeitos que antes
 eram conseguidos com doses menores, o
 que    conduz      a   uma      manifesta
 dependência. Passadas várias horas da
 última dose, o viciado necessita de uma
 nova dose para evitar a síndrome de
 abstinência provocada pela falta dela.
Efeitos a longo prazo
Efeitos a longo prazo

Desenvolve tolerância em relação aos
efeitos    de   euforia,   de  depressão
respiratória, analgesia, sedação, vómitos
e    alterações    hormonais.   Não    há
desenvolvimento para a miose nem para a
obstipação. Estes efeitos, junto com a
diminuição da libido, a insónia e a
transpiração, são os sintomas dos
consumidores crónicos.
Efeitos a longo prazo
Efeitos a longo prazo

 Há alguma imunossupressão com maior
risco de infeções, principalmente aquelas
introduzidas pelas agulhas partilhadas
(SIDA/AIDS, Hepatite B) ou por bactérias
através da pele quebrada pela agulha. A
síndrome de privação pode levar à
cegueira, dores, epilepsia, enfarte do
miocárdio ou AVCs potencialmente fatais.
A longo prazo leva sempre a lesões
cerebrais extensas, claramente visíveis
macroscópica e microscopicamente em
autópsia.
Efeitos a longo prazo
Tratamentos

 Tratamento com agonistas
    opióides.(metadona)
   Tratamento com agonistas α2-
    Adrenérgicos.(subtex)
   Tratamento por antagonistas
    opióides.(naltrexona)
   Tratamento com
    Benzodiazepinas.(ansiolíticos)
   Tratamentos com sedativos ou anestesia
    geral.(internamentos)
   Sangue frio
COMO É FABRICADA A
       HEROÍNA?
Da planta ao pó, é um processo demorado, pois
 para chegar até na Heroína, tem que passar
 antes por várias etapas.
Ao lado nós temos uma plantação de papoila.
COMO É FABRICADA A
       HEROÍNA?
Antes de abrir a flor, na papoila formam-se os
bolbos, e o traficante faz pequenas incisões nos
mesmos, donde sai um líquido branco e viscoso,
parecido com a resina.
COMO É FABRICADA A
      HEROÍNA?
Assim que o líquido endurece, ele é raspado com
uma faca ou canivete.
COMO É FABRICADA A
      HEROÍNA?
E depois de alguns processos químicos em
laboratórios, se obtêm o pó branco, que parece
muito com a cocaína, para ser utilizada pelos
consumidores.
Os produtores
Uma História verídica

Quando te conheci, julguei que eras mais
uma na minha vida!
Depois estive contigo mais uma vez e senti
que serias diferente. Depois de vários
encontros é que vi que já não havia mais
nada a fazer, pois já estava muito agarrado a
ti, meu maldito amor!
Grandes noites que passámos juntos e com
a tua prima branca. Era só festas atrás de
festas. Dias e noites passados juntos e eu já
não tinha olhos para mais ninguém, porque o
meu tempo era só para ti e não queria saber
de mais nada!
Uma História verídica
Tanto dinheiro gastei contigo… e quando o dinheiro
 acabou tu mandaste-me roubar para te sustentar!
 Mas, mesmo assim, não te chegava e comecei a
 vender-te!
 O meu amor era tão cego que, quando acordei, já
 estava preso, mas, mesmo assim, ainda foste atrás
 de mim! Não me querias largar e eu mesmo assim te
 perdoei!
 Continuei a curtir contigo e só acordei quando vim
 passar a minha primeira precária. Cheguei à
 liberdade e todas as portas se fecharam! A minha tia
 não me aceitou em sua casa para passar o Natal e,
 então, fui para a rua e lá estavas tu toda sorridente
 para mim!
Uma História verídica

Estávamos a curtir como das outras
vezes, só com uma pequena diferença:
desta vez é que estávamos sozinhos, ao
frio, numa noite de natal! Tu conseguiste
com que eu nunca mais gostasse do
Natal!
 Tu tens o nome maldito que é heroína.
Ainda me persegues, mas agora sei que
já não significas nada para mim!
 Livre de ti sou mais feliz! Diz não às
drogas!
Eu já fui toxicodependente
Ouve o que eu digo e
não faças o que eu fiz!




         FIM

Heroina

  • 1.
    Trabalho de cidadania Para Professor Moniz
  • 2.
    Trabalho realizado por: José Ferraz HEROÍNA
  • 3.
    Nome O nome Heroínafoi o nome comercial com que foi registrada pela farmacêutica alemã Bayer(da palavra alemã "heroisch", heroico, uma referência à sua estimulação e analgesia). Foi usada enquanto fármaco de 1898 até 1910, ironicamente (uma vez que é muito mais viciante) como substituto não causador de dependência para a morfina e antitússico para crianças. O seu nome comercial foi cedido pela Alemanha aos Aliados em 1918 como reparação devido à Primeira Guerra Mundial.
  • 4.
  • 5.
    Administração A injeção épreferida no abuso recreativo, devido ao efeito de prazer súbito intenso (denominado "orgasmo abdominal"). A inalação tem vindo a ganhar terreno, numa modalidade denominada "chasing the dragon", com origens orientais, onde a disponibilidade de seringas e agulhas é menor. Também pode ser ingerida, absorvida pela pele ou fumada. O consumo com cocaína ("speedballs" ou "moonrocks") tem vindo a generalizar-se.
  • 6.
  • 7.
    Efeitos A heroína temefeitos similares aos outros opióides. Logo após o uso, a pessoa fica num estado sonolento, fora da realidade. Os batimentos cardíacos e respiração aceleram, causando uma sensação de calor. As primeiras sensações são de euforia e conforto. Causa surdez, cegueira e inflamações nas válvulas cardíacas. O dependente de heroína também pode ter problemas sociais e familiares. Ele torna-se apático, desanimado, perdendo o interesse por sua vida profissional e familiar.
  • 8.
  • 9.
    Efeitos imediatos Euforia edisforia: São necessárias maiores doses do que antes para causar analgesia. Consiste num sentimento de estar no paraíso. A euforia após um período de tempo de aproximadamente 10 minutos, é substituída pela disforia, um estado de ansiedade desagradável e mal- estar. A euforia produzida pela droga transforma-se em depressão e ansiedade após passarem os efeitos.
  • 10.
  • 11.
    Efeitos imediatos Analgesia(perda da sensação de dor física e emocional): pode levar à inflição de ferimentos no heroinómano sem que este se dê conta e se afaste do agente agressor, pode levar a um infarto do miocárdio. Sonolência, embotamento mental sem amnésia. Disfunção sexual em altos graus. Sensação de tranquilidade e de diminuição do sentimento de desconfiança. Maior autoconfiança e indiferença aos outros: comportamentos agressivos.
  • 12.
  • 13.
    Efeitos imediatos Miose: contraçãoda pupila. Ao contrário da grande maioria das outras drogas de abuso, como cocaína e anfetaminas (metanfetaminas e ecstasy) que produzem midríase (dilatação da pupila). É uma característica importante na distinção clínica da overdose de heroína daquelas produzidas por outras drogas Obstipação ("prisão de ventre") e vómitos. Só são sentidos na primeira semana de consumo continuado, depois o corpo habitua-se e torna-se adicto.
  • 14.
  • 15.
    Efeitos imediatos Depressão docentro neuronal respiratório. É a principal causa de morte por overdose. Supressão do reflexo da tosse: devido à depressão do centro neuronal cerebral da tosse. Náuseas e vómitos: podem ocorrer se for ativado os centros quimiorrecetores do cérebro, espasmos nas vias biliares, hipotensão, prurido. Os seus efeitos, quando fumada, são sentidos quase imediatamente (cerca de 3 a 8 segundos) Perda do controle humorístico, ou seja, o famoso humor bipolar. Ao ser usada, a droga pode acarretar a mudança de humor bipolar, em um momento o dependente está irritado, um pequeno período de tempo depois, ele se torna muito brincalhão por exemplo.
  • 16.
  • 17.
    Efeitos a longoprazo Tendência para aumentar a quantidade de heroína autoadministrada, com o fim de conseguir os mesmos efeitos que antes eram conseguidos com doses menores, o que conduz a uma manifesta dependência. Passadas várias horas da última dose, o viciado necessita de uma nova dose para evitar a síndrome de abstinência provocada pela falta dela.
  • 18.
  • 19.
    Efeitos a longoprazo Desenvolve tolerância em relação aos efeitos de euforia, de depressão respiratória, analgesia, sedação, vómitos e alterações hormonais. Não há desenvolvimento para a miose nem para a obstipação. Estes efeitos, junto com a diminuição da libido, a insónia e a transpiração, são os sintomas dos consumidores crónicos.
  • 20.
  • 21.
    Efeitos a longoprazo Há alguma imunossupressão com maior risco de infeções, principalmente aquelas introduzidas pelas agulhas partilhadas (SIDA/AIDS, Hepatite B) ou por bactérias através da pele quebrada pela agulha. A síndrome de privação pode levar à cegueira, dores, epilepsia, enfarte do miocárdio ou AVCs potencialmente fatais. A longo prazo leva sempre a lesões cerebrais extensas, claramente visíveis macroscópica e microscopicamente em autópsia.
  • 22.
  • 23.
    Tratamentos  Tratamento comagonistas opióides.(metadona)  Tratamento com agonistas α2- Adrenérgicos.(subtex)  Tratamento por antagonistas opióides.(naltrexona)  Tratamento com Benzodiazepinas.(ansiolíticos)  Tratamentos com sedativos ou anestesia geral.(internamentos)  Sangue frio
  • 24.
    COMO É FABRICADAA HEROÍNA? Da planta ao pó, é um processo demorado, pois para chegar até na Heroína, tem que passar antes por várias etapas. Ao lado nós temos uma plantação de papoila.
  • 25.
    COMO É FABRICADAA HEROÍNA? Antes de abrir a flor, na papoila formam-se os bolbos, e o traficante faz pequenas incisões nos mesmos, donde sai um líquido branco e viscoso, parecido com a resina.
  • 26.
    COMO É FABRICADAA HEROÍNA? Assim que o líquido endurece, ele é raspado com uma faca ou canivete.
  • 27.
    COMO É FABRICADAA HEROÍNA? E depois de alguns processos químicos em laboratórios, se obtêm o pó branco, que parece muito com a cocaína, para ser utilizada pelos consumidores.
  • 28.
  • 29.
    Uma História verídica Quandote conheci, julguei que eras mais uma na minha vida! Depois estive contigo mais uma vez e senti que serias diferente. Depois de vários encontros é que vi que já não havia mais nada a fazer, pois já estava muito agarrado a ti, meu maldito amor! Grandes noites que passámos juntos e com a tua prima branca. Era só festas atrás de festas. Dias e noites passados juntos e eu já não tinha olhos para mais ninguém, porque o meu tempo era só para ti e não queria saber de mais nada!
  • 30.
    Uma História verídica Tantodinheiro gastei contigo… e quando o dinheiro acabou tu mandaste-me roubar para te sustentar! Mas, mesmo assim, não te chegava e comecei a vender-te! O meu amor era tão cego que, quando acordei, já estava preso, mas, mesmo assim, ainda foste atrás de mim! Não me querias largar e eu mesmo assim te perdoei! Continuei a curtir contigo e só acordei quando vim passar a minha primeira precária. Cheguei à liberdade e todas as portas se fecharam! A minha tia não me aceitou em sua casa para passar o Natal e, então, fui para a rua e lá estavas tu toda sorridente para mim!
  • 31.
    Uma História verídica Estávamosa curtir como das outras vezes, só com uma pequena diferença: desta vez é que estávamos sozinhos, ao frio, numa noite de natal! Tu conseguiste com que eu nunca mais gostasse do Natal! Tu tens o nome maldito que é heroína. Ainda me persegues, mas agora sei que já não significas nada para mim! Livre de ti sou mais feliz! Diz não às drogas!
  • 32.
    Eu já fuitoxicodependente
  • 33.
    Ouve o queeu digo e não faças o que eu fiz! FIM