O documento discute o arquétipo do guerreiro de acordo com a psicologia analítica de Jung. Apresenta o guerreiro como ligado ao desenvolvimento do ego e impulsionado pela necessidade de afirmação e conquista, embora um guerreiro evoluído saiba confiar em suas próprias verdades e lidar com derrotas sem agressividade. Também defende que a sociedade ocidental valoriza as qualidades do guerreiro como representantes do progresso e da capacidade de ação.