Com licença, concedam - me o espaço de cinco minutos no planejamento de 2011.1.  Desculpem – me pelo anonimato. A causa não é individual, é de TODOS...
Em estado de desalento chego a este local.  Que local é este? Escola Estadual de Educação Profissional : Balbina  Viana Arrais Brejo Santo - Ceará
Quando esta porta se abriu, nela adentrei. Inicia o desfeito da minha escuridão, Encontrei a luz da INCLUSÃO SOCIAL.
Aqui cabe tudo no que diz respeito a cidadania; * Dignidade humana * Prevalência dos direitos sociais *  Abraço das múltiplas  convicções: religiosa, política e filosófica.
Aqui ouvi: entra, a casa é sua! Nesta casa aprendi que:  “... Dessa vida obscura e injustiçada, o canto não pode ser uma traição à vida, e só é justo cantar se o nosso canto arrasta consigo as pessoas e as coisas que não tem voz”.
 
A biblioteca da vida e a sensatez do verdadeiro educador, me ensinou a fazer a grande diferença entre o público e o privado. Peço desculpas, não subestimo o privado, este significou EXCLUSÃO ao um SER que trazia de forma silenciosa a tristeza de perceber que ali tratava- se de  uma tortura psicológica em decorrência do seu baixo rendimento, acarretando prejuízo como a repetência e a desistência de prosseguir  na caminhada da vida escolar.
Cheio de prejuízo, com escrita permeada de erros, desde a omissão e troca das letras, inversão dos fonemas e com aparência de um prisioneiro inocente nas garras de educadores insensatos
Caiu por terra...
Neste singelo lugar, já não vi meu filho chorar, mas gargalhando, pois nem mesmo a piscina, área de lazer do ensino privado NÃO ERA MOTIVO DE ALEGRIA, PORÉM DE LÁGRIMAS.
Só com o olhar de educador sensato é que se podia perceber que tratava-se de um SER com DEFICIÊNCIA INTELECTUAL  ABAIXO DA MÉDIA DO QUE PRECONIZA A AVALIAÇÃO DA PSICOLOGIA.
Onde encontrei este olhar? Em toda a equipe da E.E.E.P. Balbina Viana Arrais, desde a portaria até o refeitório.
No olhar da DIREÇÃO em exercício, composta por: * Cícero Pereira de Oliveira * Maria de Lurdes Cavalcante  Napoleão G. de Sousa * Alessandro A. Moura * Francisca A. Pereira
Nos diversos olhares religiosos, desde o Catolicismo ao Hinduísmo.
Em cada professor, pois cada um foi verdadeiro mestre em compreender a necessidade de cada SER e respeitar as limitações.
Pois:  “ Uma gota na direção certa é muito valiosa. Um pequeno passo parece nada, mas é assim que tudo começa para melhor”.
Em nome de todos eles , de todas as mães, todos os professores que lutam contra as barreiras discriminatórias  das inúmeras tipologias das necessidades especiais da vida humana, digo:
Obrigado Universo! Obrigado Escola Estadual de Ensino Profissionalizante Balbina Viana Arrais!
Obrigado aos grandes lutadores pela conquista da LEI 9.394/96, Cap. V, e da efetivação desta pelos educadores sensatos.
Obrigado pela inclusão educacional dos alunos com necessidades especiais , que E.E.E.P. Balbina Viana Arrais realiza com qualidade cumprindo os princípios igualitários, onde ver que a inclusão é um direito fundamental, regido na Constituição onde diz:  Educação é um direito de todo cidadão.
Enfim,  tudo pode ficar no anonimato, porém jamais deixarei de expressar o quanto vocês representam na vida de Vashti.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Gratidão

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    Com licença, concedam- me o espaço de cinco minutos no planejamento de 2011.1. Desculpem – me pelo anonimato. A causa não é individual, é de TODOS...
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    Em estado dedesalento chego a este local. Que local é este? Escola Estadual de Educação Profissional : Balbina Viana Arrais Brejo Santo - Ceará
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    Quando esta portase abriu, nela adentrei. Inicia o desfeito da minha escuridão, Encontrei a luz da INCLUSÃO SOCIAL.
  • 4.
    Aqui cabe tudono que diz respeito a cidadania; * Dignidade humana * Prevalência dos direitos sociais * Abraço das múltiplas convicções: religiosa, política e filosófica.
  • 5.
    Aqui ouvi: entra,a casa é sua! Nesta casa aprendi que: “... Dessa vida obscura e injustiçada, o canto não pode ser uma traição à vida, e só é justo cantar se o nosso canto arrasta consigo as pessoas e as coisas que não tem voz”.
  • 6.
  • 7.
    A biblioteca davida e a sensatez do verdadeiro educador, me ensinou a fazer a grande diferença entre o público e o privado. Peço desculpas, não subestimo o privado, este significou EXCLUSÃO ao um SER que trazia de forma silenciosa a tristeza de perceber que ali tratava- se de uma tortura psicológica em decorrência do seu baixo rendimento, acarretando prejuízo como a repetência e a desistência de prosseguir na caminhada da vida escolar.
  • 8.
    Cheio de prejuízo,com escrita permeada de erros, desde a omissão e troca das letras, inversão dos fonemas e com aparência de um prisioneiro inocente nas garras de educadores insensatos
  • 9.
  • 10.
    Neste singelo lugar,já não vi meu filho chorar, mas gargalhando, pois nem mesmo a piscina, área de lazer do ensino privado NÃO ERA MOTIVO DE ALEGRIA, PORÉM DE LÁGRIMAS.
  • 11.
    Só com oolhar de educador sensato é que se podia perceber que tratava-se de um SER com DEFICIÊNCIA INTELECTUAL ABAIXO DA MÉDIA DO QUE PRECONIZA A AVALIAÇÃO DA PSICOLOGIA.
  • 12.
    Onde encontrei esteolhar? Em toda a equipe da E.E.E.P. Balbina Viana Arrais, desde a portaria até o refeitório.
  • 13.
    No olhar daDIREÇÃO em exercício, composta por: * Cícero Pereira de Oliveira * Maria de Lurdes Cavalcante Napoleão G. de Sousa * Alessandro A. Moura * Francisca A. Pereira
  • 14.
    Nos diversos olharesreligiosos, desde o Catolicismo ao Hinduísmo.
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    Em cada professor,pois cada um foi verdadeiro mestre em compreender a necessidade de cada SER e respeitar as limitações.
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    Pois: “Uma gota na direção certa é muito valiosa. Um pequeno passo parece nada, mas é assim que tudo começa para melhor”.
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    Em nome detodos eles , de todas as mães, todos os professores que lutam contra as barreiras discriminatórias das inúmeras tipologias das necessidades especiais da vida humana, digo:
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    Obrigado Universo! ObrigadoEscola Estadual de Ensino Profissionalizante Balbina Viana Arrais!
  • 19.
    Obrigado aos grandeslutadores pela conquista da LEI 9.394/96, Cap. V, e da efetivação desta pelos educadores sensatos.
  • 20.
    Obrigado pela inclusãoeducacional dos alunos com necessidades especiais , que E.E.E.P. Balbina Viana Arrais realiza com qualidade cumprindo os princípios igualitários, onde ver que a inclusão é um direito fundamental, regido na Constituição onde diz: Educação é um direito de todo cidadão.
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    Enfim, tudopode ficar no anonimato, porém jamais deixarei de expressar o quanto vocês representam na vida de Vashti.
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