Este documento discute a prática da genealogia no Brasil desde os séculos XVI até o início do século XX. Apresenta como a genealogia foi inicialmente usada para provar nobreza e pureza de sangue, mas passou a ser usada no Brasil colonial também para construção de identidade e origens. No século XX, genealogistas brasileiros passaram a ter outros objetivos além de nobreza, como preservar a memória de famílias e sua contribuição histórica.