Introdução a Bilateria:
Filos Xenacoelomorpha e
Platyhelminthes
Os “Vermes”
Systema Naturae (1735), Lineu definiu dois filos
para incluir todos os invertebrados conhecidos:
Insetos e Vermes.
“A palavra “verme” aplica- se de forma pouco
precisa para animais invertebrados bilaterais,
alongados e desprovidos de apêndices.”
Entre esses estão: platelmintos, nemertinos,
nematódeos e vermes segmentados.
Já foi um Táxon!
“Biólogos distinguiam grupos de
protostômios com base no plano corpóreo.
Assumia-se que os táxons acelomados seriam
proximamente aparentados entre si, como o
seriam os protostômios celomados.”
Hoje essas classificações não são válidas!
Xenacoelomorpha e Plathyhelminthes são
acelomados!
(13) simetria primária bilateral;
(14) cefalização com concentração dos
corpos celulares neurais na cabeça,
formando gânglios cerebrais (ou seus
rudimentos);
(15) presença da terceira camada
germinativa/mesoderme formada pela
endoderme embrionária.
Os deuterostômios e os protostômios
reunidos formam um clado conhecido como
Nephrozoa, unidos pela presença de
estruturas excretoras bem definidas (i. e.,
bilatérios com exceção dos
Xenacelomórficos).
Fonte: Brusca et al. 2018
Filo Xenacoelomorpha
• Acoelos, nemertodermatídeos e Xenoturbella
• Discussões filogenéticas...
• Platelmitos basais, platelmintos secundariamente
reduzidos, Turbellaria?
• Hoje bilatérios basais, não platelmintos.
• 400 sp. (2 sp. subfilo Xenoturbellida e 398 sp. no
Acoelomorpha).
• Xenoturbellida x Deuterostomia?
“Embora a posição do filo
Xenacoelomorpha ainda seja debatida
(o consenso é que eles sejam bilatérios
basais, mas não possam ser
classificados inequivocamente como
deuterostômios ou protostômios)”
Filo Xenacoelomorpha
• Acelomados de corpos moles e achatados no sentido
dorsoventral; quase exclusivamente vermes marinhos.
• A epiderme tem corpos pulsáteis singulares, que não são
encontrados em qualquer outro filo de Metazoa;
• Cílios dos xenacelomórficos: cílios da epiderme com
disposição característica dos microfilamentos (disposição clássica
9 + 2 estendendo-se pela maior parte da haste, mas 4 a 6 duplas de
microfilamentos não alcançam a extremidade do cílio).
Fonte: Brusca et al. 2018
Filo Xenacoelomorpha
• Boca medioventral e trato digestivo incompleto (i. e., não tem
ânus).
• Praticamente não têm órgãos bem-definidos (p. ex., não têm
sistema circulatório, protonefrídios ou nefrídios, ou gônadas
organizadas).
• Gânglio cerebral com um neurópilo; com estatocistos
anteriores e sistema nervoso intraepitelial difuso.
• Músculos circulares e longitudinais (origem mesoderme).
• Genes Hox e ParaHox (embora numericamente menores que
nos outros metazoários).
• Desenvolvimento direto (sem formas larvais).
Fonte: Brusca et al. 2018
• As radículas dos cílios epidérmicos
formam uma rede interconectada
• Maioria em sedimentos marinhos e
de vida livre
• MEC reduzida
• Intestino ausente ou, se presente,
incompleto e sacular
• Sistema difuso de neurônios
anteriores conectado a cordões
nervosos radiais
• Carece de gânglios anteriores
verdadeiros.
As partículas de alimento
entram pela boca e penetram
em uma massa celular ou
sincicial derivada do
endoderma (sem cavidade
digestiva ou temporária).
Fonte: HICKMAN JR. et al. 2013
O desenvolvimento deuterostômio (blastóporo originando o
ânus) ocorre em alguns Protostomia (nematomórficos,
priápulos, muitos crustáceos e, talvez, quetognatos)
O desenvolvimento protostômio ocorre em cnidários e
ctenóforos.
As clivagens (espiral e radial) também geram confusão!
Deuterostomia e Protostomia são Termos tradicionais!
Deuterostomia e Protostomia
Protostomia. (23) gânglio cerebral dorsal
forma conectivos circum-esofágicos com os
cordões nervosos
ventrais.
Fonte: Brusca et al. 2018
• Gr. platys, achatado, + helmins, verme.
• 26.500 sp.
• 1 mm a 10 metros, maioria de 1 a 3 cm.
• Corpos finos foliáceos ou em fitas.
• Vida livre ou parasitos.
• Com a exclusão do clado Acoelomorpha, hoje são
considerados um filo monofilético.
Filo Platyhelminthes
Filo Platyhelminthes
Sinapomorfias inequívocas que definam o filo Platyhelminthes
ainda não são conhecidas
• Vermes não segmentados, parasitários ou de vida livre.
• Triploblásticos, acelomados, bilateralmente simétricos;
achatados dorsoventralmente.
• Clivagem espiral (nas espécies não parasitárias) e mesoderme
4d.
• Intestino complexo, embora incompleto, geralmente presente;
ausente em algumas formas parasitárias (Cestoda).
Filo Platyhelminthes
• Cefalizados com sistema nervoso central formado por um
gânglio cerebral anterior e (geralmente) cordões nervosos
longitudinais conectados por comissuras transversais (sistema
nervoso em forma de escada).
• Têm protonefrídios como estruturas excretoras
/osmorreguladoras.
• Hermafroditas com sistema reprodutivo complexo.
Parênquima (mesoderma – celular)
• Protonefrídio – Tubular, um ou mais nefridióporos,
unidades celulares terminais fechadas em forma de
taça, nefridioduto.
• Acelomados, alguns blastocelomados e alguns
anelídeos.
Turbellaria – maioria de vida livre, outros simbiontes e
parasitas.
• Marinhos ou de água doce e terrestres.
• Substrato ou coluna de água.
• Parafilético! Necessita de revisão!
Filo Platyhelminthes: “Turbellaria”
Turbellaria: vida livre, simbiontes e parasitas (parafilético)
Parasitas: Neodermata (neoderme ou tegumento sincicial).
Parasitos:
• Monogenea - ectoparasito
• Trematoda (endoparasitos, Schistosoma spp.)
• Cestoda (tênias) são endoparasitos.
• Alguns com ciclo complexo, hospedeiros definitivos
geralmente vertebrados. Invertebrados como primeiro
hospedeiro.
Filo Platyhelminthes: Neodermata
Na maioria dos turbelários:
• Epiderme celular ciliada
• Rabditos – bastões, formam camada muco protetora
• Glândulas mucosas unicelulares
• Órgãos adesivos duoglandulares (células viscosas,
liberadoras e de fixação)
Epiderme e músculos
• Embaixo da membrana celular existem fibras musculares
circular, longitudinal e diagonal.
• Células parenquimáticas (mesoderme) preenche espaços
entre músculos e órgãos viscerais.
Epiderme e músculos
Nos parasitas:
• Tegumento sincicial
• Adultos de Trematoda, Monogenea e Cestoda apresentam
um revestimento sincicial completamente sem cílios
(tegumento)
• Algumas formas larvais são ciliadas
Epiderme e músculos
• As extensões citoplasmáticas dos corpos celulares estão sob
a membrana basal e fusionam-se.
• Neoderme
• Neodermata
• Proteção contra o sistema imune e suco gástrico do
hospedeiro? Por que?
• Pode ser absortivo ou secretor
Epiderme e músculos
• De forma geral:
• Boca, faringe e intestino
• Nos turbelários: bolsa faríngea
• Intestino ramificado – cavidade gastrovascular
• Maioria das planárias são carnívoras (quimioreceptores e
muco)
• Digestão extra e intracelular
• Restos expelidos pela boca
Nutrição e Digestão
Nos Trematoda e Monogenea:
• Boca geralmente anterior ou em suas proximidades, faringe
muscular não extensível.
• Esôfago e intestino tipicamente em Y, ou pode ser muito
ramificado ou carecer de ramos.
Nutrição e Digestão
Nos Cestoda:
• Não apresentam tubo digestivo, dependem da digestão do
seu hospedeiro e sua absorção é limitada a pequenas
moléculas do tubo digestivo do hospedeiro.
Nutrição e Digestão
• Excreção – eliminação de produtos residuais do
metabolismo (CO2, H2O, nitrogênio)
• Osmorregulação – regulação da água e fluidos
corpóreos, mantém concentração de fluidos.
• Amoniotélicos, ureotélicos (mamíferos, anfíbios e peixes
cartilaginosos) e uricotélicos (artrópodes e gastrópodes
terrestres).
• As vezes agem em conjunto, sendo os resíduos
eliminados juntos com a água.
Excreção e Osmorregulação
• Protonefrídios: excreção e osmorregulação. Geralmente na
extremidade anterior.
• Maior parte da amônia é excretada por difusão pela parede
do corpo
• Células-flama: caliciforme, flagelos (pressão negativa) +
célula do tubo.
• Alguns turbelários e Neodermata: rede (malha)
• Reabsorção?
• Número variável de nefridióporos.
Excreção e Osmorregulação
• Em alguns turbelários - plexo nervoso subepidérmico
• Outros têm de um a cinco pares de cordões nervosos
longitudinais sob a camada muscular
• Planárias: padrão de escada
• Gânglio bilobado
• Neurônios sensoriais, motores e de associação
Sistema Nervoso
• Ocelos
• Células táteis e quimiorreceptoras
• Estatocistos
• Reorreceptores- direção da água.
Órgãos dos sentidos
• Sexuada e Assexuada.
• Assexuada por fragmentação (outras modalidades como
parte dos complexos ciclos de vida parasita).
• Maioria monóica com fertilização cruzada.
• Sistema reprodutor complexo, geralmente com gônadas
bem desenvolvidas, ductos e órgãos acessórios; fertilização
interna.
• Desenvolvimento direto nas formas livre-natantes e
naquelas com um hospedeiro.
• Frequentemente complicados ciclos de vida no caso de
muitos endoparasitos, envolvendo vários hospedeiros.
Reprodução
• Maioria de vida livre
• Boca central e ventral
• Epiderme celular e ciliada
• Locomoção por cílios, muco ou ondulações musculares
• Taxonomia: intestino e faringe.
Classe Turbellaria
• Todos parasitas, a maioria endoparasita de vertebrados
• Forma foliácea predominante
• Boca anterior
• Uma ou mais ventosas
• Glândulas de penetração ou de encistamento, ventosas e
ganchos e uma capacidade de reprodução incrementada.
Classe Trematoda
• 200 milhões de infectados
• Trematódeos do sangue
• Dióicos
• Macho maior com sulco
• Três espécies:
S. mansoni
S. japonicum
S. haematobium
Classe Trematoda: Schistosoma
• Ovos liberados nas fezes ou urina humana
• Na água eclodem miracídios
• Entram no caramujo, onde produzem esporocistos
• Cercárias eclodem e penetram na pele humana
• Vasos sanguíneos, sistema porta-hepático e vasos que
drenam intestino grosso.
• Ovos podem voltar
para o fígado/ inflamação.
Classe Trematoda: Schistosoma
• Todos parasitos, principalmente de brânquias e superfícies
dos peixes. Tb na bexiga urinária de rãs e tartarugas, olho
de hipopótamos.
• Causam poucos danos
• Único hospedeiro
• Órgão posterior de fixação portador de ganchos
(Opistáptor)
• Resistir a correnteza
Classe Monogenea
• Tênias
• Bastante diferenciados
• Corpo longo e achatado.
• Escólex: ventosas e/ou ganchos (posteriormente)
• Proglótides/ estróbilo: unidades reprodutoras
• Zona germinativa
• Sem trato digestório
Classe Cestoda
• Microtricos (como microvilos), ausentes nos Trematoda e
Monogenea.
• Aumenta a área de absorção.
• Ovários e Testículos em uma proglótide.
• Autofertilização ou
cruzada.
• Liberam embriões ou proglótides.
Classe Cestoda
• Ovos encapsulados (oncosferas) engolidas pelo gado.
• Intestino – vasos- músculos: cisticercos (escólex invaginado)
• Humano come a carne: escólex evagina, desenvolve as
proglótides e fixa no intestino.
• T. solium: pode gerar Cisticercose, quando o homem ingere
ovos ou proglótides, cisticercos desenvolvem-se em vários
órgãos.
Cestoda: Taenia saginata e T. solium

Filos Xenacoelomorpha e Platyhelminthes.pdf

  • 1.
    Introdução a Bilateria: FilosXenacoelomorpha e Platyhelminthes
  • 2.
    Os “Vermes” Systema Naturae(1735), Lineu definiu dois filos para incluir todos os invertebrados conhecidos: Insetos e Vermes. “A palavra “verme” aplica- se de forma pouco precisa para animais invertebrados bilaterais, alongados e desprovidos de apêndices.” Entre esses estão: platelmintos, nemertinos, nematódeos e vermes segmentados. Já foi um Táxon!
  • 3.
    “Biólogos distinguiam gruposde protostômios com base no plano corpóreo. Assumia-se que os táxons acelomados seriam proximamente aparentados entre si, como o seriam os protostômios celomados.” Hoje essas classificações não são válidas! Xenacoelomorpha e Plathyhelminthes são acelomados!
  • 4.
    (13) simetria primáriabilateral; (14) cefalização com concentração dos corpos celulares neurais na cabeça, formando gânglios cerebrais (ou seus rudimentos); (15) presença da terceira camada germinativa/mesoderme formada pela endoderme embrionária. Os deuterostômios e os protostômios reunidos formam um clado conhecido como Nephrozoa, unidos pela presença de estruturas excretoras bem definidas (i. e., bilatérios com exceção dos Xenacelomórficos). Fonte: Brusca et al. 2018
  • 5.
    Filo Xenacoelomorpha • Acoelos,nemertodermatídeos e Xenoturbella • Discussões filogenéticas... • Platelmitos basais, platelmintos secundariamente reduzidos, Turbellaria? • Hoje bilatérios basais, não platelmintos. • 400 sp. (2 sp. subfilo Xenoturbellida e 398 sp. no Acoelomorpha). • Xenoturbellida x Deuterostomia?
  • 6.
    “Embora a posiçãodo filo Xenacoelomorpha ainda seja debatida (o consenso é que eles sejam bilatérios basais, mas não possam ser classificados inequivocamente como deuterostômios ou protostômios)”
  • 7.
    Filo Xenacoelomorpha • Acelomadosde corpos moles e achatados no sentido dorsoventral; quase exclusivamente vermes marinhos. • A epiderme tem corpos pulsáteis singulares, que não são encontrados em qualquer outro filo de Metazoa; • Cílios dos xenacelomórficos: cílios da epiderme com disposição característica dos microfilamentos (disposição clássica 9 + 2 estendendo-se pela maior parte da haste, mas 4 a 6 duplas de microfilamentos não alcançam a extremidade do cílio). Fonte: Brusca et al. 2018
  • 8.
    Filo Xenacoelomorpha • Bocamedioventral e trato digestivo incompleto (i. e., não tem ânus). • Praticamente não têm órgãos bem-definidos (p. ex., não têm sistema circulatório, protonefrídios ou nefrídios, ou gônadas organizadas). • Gânglio cerebral com um neurópilo; com estatocistos anteriores e sistema nervoso intraepitelial difuso. • Músculos circulares e longitudinais (origem mesoderme). • Genes Hox e ParaHox (embora numericamente menores que nos outros metazoários). • Desenvolvimento direto (sem formas larvais). Fonte: Brusca et al. 2018
  • 9.
    • As radículasdos cílios epidérmicos formam uma rede interconectada • Maioria em sedimentos marinhos e de vida livre • MEC reduzida • Intestino ausente ou, se presente, incompleto e sacular • Sistema difuso de neurônios anteriores conectado a cordões nervosos radiais • Carece de gânglios anteriores verdadeiros. As partículas de alimento entram pela boca e penetram em uma massa celular ou sincicial derivada do endoderma (sem cavidade digestiva ou temporária). Fonte: HICKMAN JR. et al. 2013
  • 10.
    O desenvolvimento deuterostômio(blastóporo originando o ânus) ocorre em alguns Protostomia (nematomórficos, priápulos, muitos crustáceos e, talvez, quetognatos) O desenvolvimento protostômio ocorre em cnidários e ctenóforos. As clivagens (espiral e radial) também geram confusão! Deuterostomia e Protostomia são Termos tradicionais! Deuterostomia e Protostomia
  • 11.
    Protostomia. (23) gângliocerebral dorsal forma conectivos circum-esofágicos com os cordões nervosos ventrais. Fonte: Brusca et al. 2018
  • 12.
    • Gr. platys,achatado, + helmins, verme. • 26.500 sp. • 1 mm a 10 metros, maioria de 1 a 3 cm. • Corpos finos foliáceos ou em fitas. • Vida livre ou parasitos. • Com a exclusão do clado Acoelomorpha, hoje são considerados um filo monofilético. Filo Platyhelminthes
  • 13.
    Filo Platyhelminthes Sinapomorfias inequívocasque definam o filo Platyhelminthes ainda não são conhecidas • Vermes não segmentados, parasitários ou de vida livre. • Triploblásticos, acelomados, bilateralmente simétricos; achatados dorsoventralmente. • Clivagem espiral (nas espécies não parasitárias) e mesoderme 4d. • Intestino complexo, embora incompleto, geralmente presente; ausente em algumas formas parasitárias (Cestoda).
  • 14.
    Filo Platyhelminthes • Cefalizadoscom sistema nervoso central formado por um gânglio cerebral anterior e (geralmente) cordões nervosos longitudinais conectados por comissuras transversais (sistema nervoso em forma de escada). • Têm protonefrídios como estruturas excretoras /osmorreguladoras. • Hermafroditas com sistema reprodutivo complexo. Parênquima (mesoderma – celular)
  • 15.
    • Protonefrídio –Tubular, um ou mais nefridióporos, unidades celulares terminais fechadas em forma de taça, nefridioduto. • Acelomados, alguns blastocelomados e alguns anelídeos.
  • 16.
    Turbellaria – maioriade vida livre, outros simbiontes e parasitas. • Marinhos ou de água doce e terrestres. • Substrato ou coluna de água. • Parafilético! Necessita de revisão! Filo Platyhelminthes: “Turbellaria” Turbellaria: vida livre, simbiontes e parasitas (parafilético) Parasitas: Neodermata (neoderme ou tegumento sincicial).
  • 17.
    Parasitos: • Monogenea -ectoparasito • Trematoda (endoparasitos, Schistosoma spp.) • Cestoda (tênias) são endoparasitos. • Alguns com ciclo complexo, hospedeiros definitivos geralmente vertebrados. Invertebrados como primeiro hospedeiro. Filo Platyhelminthes: Neodermata
  • 18.
    Na maioria dosturbelários: • Epiderme celular ciliada • Rabditos – bastões, formam camada muco protetora • Glândulas mucosas unicelulares • Órgãos adesivos duoglandulares (células viscosas, liberadoras e de fixação) Epiderme e músculos
  • 19.
    • Embaixo damembrana celular existem fibras musculares circular, longitudinal e diagonal. • Células parenquimáticas (mesoderme) preenche espaços entre músculos e órgãos viscerais. Epiderme e músculos
  • 20.
    Nos parasitas: • Tegumentosincicial • Adultos de Trematoda, Monogenea e Cestoda apresentam um revestimento sincicial completamente sem cílios (tegumento) • Algumas formas larvais são ciliadas Epiderme e músculos
  • 21.
    • As extensõescitoplasmáticas dos corpos celulares estão sob a membrana basal e fusionam-se. • Neoderme • Neodermata • Proteção contra o sistema imune e suco gástrico do hospedeiro? Por que? • Pode ser absortivo ou secretor Epiderme e músculos
  • 22.
    • De formageral: • Boca, faringe e intestino • Nos turbelários: bolsa faríngea • Intestino ramificado – cavidade gastrovascular • Maioria das planárias são carnívoras (quimioreceptores e muco) • Digestão extra e intracelular • Restos expelidos pela boca Nutrição e Digestão
  • 23.
    Nos Trematoda eMonogenea: • Boca geralmente anterior ou em suas proximidades, faringe muscular não extensível. • Esôfago e intestino tipicamente em Y, ou pode ser muito ramificado ou carecer de ramos. Nutrição e Digestão
  • 24.
    Nos Cestoda: • Nãoapresentam tubo digestivo, dependem da digestão do seu hospedeiro e sua absorção é limitada a pequenas moléculas do tubo digestivo do hospedeiro. Nutrição e Digestão
  • 25.
    • Excreção –eliminação de produtos residuais do metabolismo (CO2, H2O, nitrogênio) • Osmorregulação – regulação da água e fluidos corpóreos, mantém concentração de fluidos. • Amoniotélicos, ureotélicos (mamíferos, anfíbios e peixes cartilaginosos) e uricotélicos (artrópodes e gastrópodes terrestres). • As vezes agem em conjunto, sendo os resíduos eliminados juntos com a água. Excreção e Osmorregulação
  • 26.
    • Protonefrídios: excreçãoe osmorregulação. Geralmente na extremidade anterior. • Maior parte da amônia é excretada por difusão pela parede do corpo • Células-flama: caliciforme, flagelos (pressão negativa) + célula do tubo. • Alguns turbelários e Neodermata: rede (malha) • Reabsorção? • Número variável de nefridióporos. Excreção e Osmorregulação
  • 27.
    • Em algunsturbelários - plexo nervoso subepidérmico • Outros têm de um a cinco pares de cordões nervosos longitudinais sob a camada muscular • Planárias: padrão de escada • Gânglio bilobado • Neurônios sensoriais, motores e de associação Sistema Nervoso
  • 28.
    • Ocelos • Célulastáteis e quimiorreceptoras • Estatocistos • Reorreceptores- direção da água. Órgãos dos sentidos
  • 29.
    • Sexuada eAssexuada. • Assexuada por fragmentação (outras modalidades como parte dos complexos ciclos de vida parasita). • Maioria monóica com fertilização cruzada. • Sistema reprodutor complexo, geralmente com gônadas bem desenvolvidas, ductos e órgãos acessórios; fertilização interna. • Desenvolvimento direto nas formas livre-natantes e naquelas com um hospedeiro. • Frequentemente complicados ciclos de vida no caso de muitos endoparasitos, envolvendo vários hospedeiros. Reprodução
  • 30.
    • Maioria devida livre • Boca central e ventral • Epiderme celular e ciliada • Locomoção por cílios, muco ou ondulações musculares • Taxonomia: intestino e faringe. Classe Turbellaria
  • 31.
    • Todos parasitas,a maioria endoparasita de vertebrados • Forma foliácea predominante • Boca anterior • Uma ou mais ventosas • Glândulas de penetração ou de encistamento, ventosas e ganchos e uma capacidade de reprodução incrementada. Classe Trematoda
  • 32.
    • 200 milhõesde infectados • Trematódeos do sangue • Dióicos • Macho maior com sulco • Três espécies: S. mansoni S. japonicum S. haematobium Classe Trematoda: Schistosoma
  • 33.
    • Ovos liberadosnas fezes ou urina humana • Na água eclodem miracídios • Entram no caramujo, onde produzem esporocistos • Cercárias eclodem e penetram na pele humana • Vasos sanguíneos, sistema porta-hepático e vasos que drenam intestino grosso. • Ovos podem voltar para o fígado/ inflamação. Classe Trematoda: Schistosoma
  • 34.
    • Todos parasitos,principalmente de brânquias e superfícies dos peixes. Tb na bexiga urinária de rãs e tartarugas, olho de hipopótamos. • Causam poucos danos • Único hospedeiro • Órgão posterior de fixação portador de ganchos (Opistáptor) • Resistir a correnteza Classe Monogenea
  • 35.
    • Tênias • Bastantediferenciados • Corpo longo e achatado. • Escólex: ventosas e/ou ganchos (posteriormente) • Proglótides/ estróbilo: unidades reprodutoras • Zona germinativa • Sem trato digestório Classe Cestoda
  • 36.
    • Microtricos (comomicrovilos), ausentes nos Trematoda e Monogenea. • Aumenta a área de absorção. • Ovários e Testículos em uma proglótide. • Autofertilização ou cruzada. • Liberam embriões ou proglótides. Classe Cestoda
  • 37.
    • Ovos encapsulados(oncosferas) engolidas pelo gado. • Intestino – vasos- músculos: cisticercos (escólex invaginado) • Humano come a carne: escólex evagina, desenvolve as proglótides e fixa no intestino. • T. solium: pode gerar Cisticercose, quando o homem ingere ovos ou proglótides, cisticercos desenvolvem-se em vários órgãos. Cestoda: Taenia saginata e T. solium