EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO
                  A COR DO SEU CADERNO DE QUESTÕES É AZUL.
                      MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTA


                                                                                                            2º DIA
                                                                                                           CADERNO

                                                                                                              7 AZUL
                                                                        2011
PROVA DE REDAÇÃO E DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
           PROVA DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
                             LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES
1   Este CADERNO DE QUESTÕES contém a Proposta de Redação e             9    No CARTÃO-RESPOSTA, preencha todo o espaço
    90 questões numeradas de 91 a 180, dispostas da seguinte maneira:        compreendido no círculo correspondente à opção escolhida
            a. as questões de número 91 a 135 são relativas à área           para a resposta. A marcação em mais de uma opção anula a
               de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias;                    questão, mesmo que uma das respostas esteja correta.
            b. as questões de número 136 a 180 são relativas à          10 O tempo disponível para estas provas é de cinco horas e trinta
               área de Matemática e suas Tecnologias.                      minutos.
    ATENÇÃO: as questões de 91 a 95 são relativas à língua
    estrangeira. Você deverá responder apenas às questões               11 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA.
                                                                           Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DE
    relativas à língua estrangeira (inglês ou espanhol) escolhida          QUESTÕES não serão considerados na avaliação.
    no ato de sua inscrição.
                                                                        12 Somente serão corrigidas as redações transcritas na FOLHA DE
2   Confira se o seu CADERNO DE QUESTÕES contém a                          REDAÇÃO.
    quantidade de questões e se essas questões estão na ordem
    mencionada na instrução anterior. Caso o caderno esteja             13 Quando terminar as provas, acene para chamar o aplicador e
    incompleto, tenha qualquer defeito ou apresente                        entregue este CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO-
                                                                           RESPOSTA/FOLHA DE REDAÇÃO.
    divergência, comunique ao aplicador da sala para que ele
    tome as providências cabíveis.                                      14 Você poderá deixar o local de prova somente após decorridas
                                                                           duas horas do início da aplicação e poderá levar seu CADERNO
3   Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA e na FOLHA DE REDAÇÃO, que               DE QUESTÕES ao deixar em definitivo a sala de provas nos
    se encontra no verso do CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dados              últimos 30 minutos que antecedem o término da prova.
    estão registrados corretamente. Caso haja alguma divergência,
                                                                        15   Você será excluído do exame no caso de:
    comunique-a imediatamente ao aplicador da sala.
                                                                                   a) prestar, em qualquer documento, declaração falsa
4   ATENÇÃO: após a conferência, escreva e assine seu nome nos                        ou inexata;
    espaços próprios do CARTÃO-RESPOSTA e da FOLHA DE                              b) agir com incorreção ou descortesia para com
    REDAÇÃO com caneta esferográfica de tinta preta.                                  qualquer participante ou pessoa envolvida no
5   ATENÇÃO: transcreva no espaço apropriado do seu CARTÃO-                           processo de aplicação das provas;
    RESPOSTA, com sua caligrafia usual, considerando as letras                     c) perturbar, de qualquer modo, a ordem no local de
    maiúsculas e minúsculas, a seguinte frase:                                        aplicação das provas, incorrendo em comportamento
                                                                                      indevido durante a realização do Exame;
           Lenta, descansa a onda que a maré deixa.                                d) se comunicar, durante as provas, com outro
                                                                                      participante verbalmente, por escrito ou por
                                                                                      qualquer outra forma;
6   Marque no CARTÃO-RESPOSTA, no espaço apropriado, a                             e) utilizar qualquer tipo de equipamento eletrônico e
    opção correspondente à cor desta capa. ATENÇÃO: se você                           de comunicação durante a realização do Exame;
    assinalar mais de uma opção de cor ou deixar todos os campos                   f) utilizar ou tentar utilizar meio fraudulento, em
    em branco, sua prova não será corrigida.                                          benefício próprio ou de terceiros, em qualquer
7   Não dobre, não amasse nem rasure o CARTÃO-RESPOSTA,                               etapa do Exame;
    pois ele não poderá ser substituído.                                           g) utilizar livros, notas ou impressos durante a
                                                                                      realização do Exame;
8   Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 opções                h) se ausentar da sala de provas levando consigo o
    identificadas com as letras A, B, C, D e E. Apenas uma                            CADERNO DE QUESTÕES antes do prazo estabelecido
    responde corretamente à questão.                                                  e/ou o CARTÃO-RESPOSTA a qualquer tempo.


                                                                                                       *AZUL25DOM0*
*AZUL25dom1*

                                            PROPOSTA DE REDAÇÃO
Com base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação,
redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema VIVER EM REDE NO
SÉCULO XXI: OS LIMITES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO, apresentando proposta de conscientização social
que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos
para defesa de seu ponto de vista.

                                                    /LEHUGDGH VHP ¿R
   A ONU acaba de declarar o acesso à rede um direito fundamental do ser humano – assim como saúde, moradia
e educação. No mundo todo, pessoas começam a abrir seus sinais privados de ZL¿, organizações e governos se
mobilizam para expandir a rede para espaços públicos e regiões onde ela ainda não chega, com acesso livre e gratuito.
                                                                                       ROSA, G.; SANTOS, P. Galileu. Nº 240, jul. 2011 (fragmento).


                                             $ LQWHUQHW WHP RXYLGRV H PHPyULD
    Uma pesquisa da consultoria Forrester Research revela que, nos Estados Unidos, a população já passou
mais tempo conectada à internet do que em frente à televisão. Os hábitos estão mudando. No Brasil, as pessoas
já gastam cerca de 20% de seu tempo on-line em redes sociais. A grande maioria dos internautas (72%, de
DFRUGR FRP R ,ERSH 0tGLD
SUHWHQGH FULDU DFHVVDU H PDQWHU XP SHU¿O HP UHGH ³)D] SDUWH GD SUySULD VRFLDOL]DomR
do indivíduo do século XXI estar numa rede social. Não estar equivale a não ter uma identidade ou um número
de telefone no passado”, acredita Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análise
de mídias.
    $V UHGHV VRFLDLV VmR yWLPDV SDUD GLVVHPLQDU LGHLDV WRUQDU DOJXpP SRSXODU H WDPEpP DUUXLQDU UHSXWDo}HV 8P
GRV PDLRUHV GHVD¿RV GRV XVXiULRV GH LQWHUQHW p VDEHU SRQGHUDU R TXH VH SXEOLFD QHOD (VSHFLDOLVWDV UHFRPHQGDP
que não se deve publicar o que não se fala em público, pois a internet é um ambiente social e, ao contrário do que
se pensa, a rede não acoberta anonimato, uma vez que mesmo quem se esconde atrás de um pseudônimo pode
VHU UDVWUHDGR H LGHQWL¿FDGR $TXHOHV TXH SRU LPSXOVR VH exaltam e cometem gafes podem pagar caro.
                                                                          Disponível em: http://www.terra.com.br. Acesso em: 30 jun. 2011 (adaptado).




                                                                 DAHMER, A. Disponível em: http://malvados.wordpress.com. Acesso em: 30 jun. 2011.




INSTRUÇÕES:
 ‡    2 UDVFXQKR da redação deve ser feito no espaço apropriado.
 ‡    2 WH[WR GH¿QLWLYR deve ser escrito à tinta, na IROKD SUySULD, em até 30 linhas.
 ‡    $ UHGDomR FRP DWp  VHWH
OLQKDV HVFULWDV VHUi FRQVLGHUDGD ³LQVX¿FLHQWH´ H UHFHEHUi QRWD ]HUR
 ‡    $ UHGDomR TXH IXJLU DR WHPD RX TXH QmR DWHQGHU DR WLSR GLVVHUWDWLYRDUJXPHQWDWLYR receberá nota zero.
 ‡    $ UHGDomR TXH DSUHVHQWDU FySLD GRV WH[WRV GD 3URSRVWD GH 5HGDomR RX GR DGHUQR GH 4XHVW}HV WHUi R
      número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.

LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 1
*AZUL25dom2*

LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS                                                  Na fase escolar, é prática comum que os professores
Questões de 91 a 135                                                                    passem atividades extraclasse e marquem uma data
4XHVW}HV GH  D  RSomR LQJOrV
para que as mesmas sejam entregues para correção.
                                                                                        No caso da cena da charge, a professora ouve uma
QUESTÃO 91                                                                              estudante apresentando argumentos para
    Going to univerVLW VHHPV WR UHGXFH WKH ULVN RI                                     A   discutir sobre o conteúdo do seu trabalho já entregue.
dying from coronary heart disease. An American study                                    B   HORJLDU R WHPD SURSRVWR SDUD R UHODWyULR VROLFLWDGR
that involved 10 000 patients from around the world has                                 C   VXJHULU WHPDV SDUD QRYDV SHVTXLVDV H UHODWyULRV
found that people who leave school before the age of 16
                                                                                        D   reclamar do curto prazo para entrega do trabalho.
DUH ¿YH WLPHV PRUH OLNHO WR VXIIHU D KHDUW DWWDFN DQG GLH
                                                                                        E   FRQYHQFHU GH TXH IH] R UHODWyULR VROLFLWDGo.
than university graduates.
      :RUOG 5HSRUW 1HZV 0DJD]LQH 6SHDN 8S. Ano XIV, nº 170. Editora Camelot, 2001.     QUESTÃO 93
Em relação às pesquisas, a utilização da expressão                                                           +RZ¶V RXU PRRG
university graduates evidencia a intenção de informar que
A as doenças do coração atacam dez mil pacientes.
B as doenças do coração ocorrem na faixa dos
    dezesseis anos.
C as pesquisas sobre doenças são divulgadas no meio
    DFDGrPLFR
D jovens americanos são alertados dos riscos de
    doenças do coração.
E maior nível de estudo reduz riscos de ataques do
    coração.
QUESTÃO 92
                                                                                            For an interesting attempt to measure cause and
                                                                                        effect try Mappiness, a project run by the London School
                                                                                        of Economics, which offers a phone app that prompts
                                                                                        you to record your mood and situation.
                                                                                            7KH 0DSSLQHVV ZHEVLWH VDV ³:H¶UH SDUWLFXODUO
                                                                                        LQWHUHVWHG LQ KRZ SHRSOH¶V KDSSLQHVV LV DIIHFWHG E WKHLU
                                                                                        ORFDO HQYLURQPHQW ʊ DLU SROOXWLRQ QRLVH JUHHQ VSDFHV
                                                                                        DQG VR RQ ʊ ZKLFK WKH GDWD IURP 0DSSLQHVV ZLOO EH
                                                                                        absolutely great for investigating.”
                                                                                            :LOO LW ZRUN :LWK HQRXJK SHRSOH LW PLJKW %XW WKHUH
                                                                                        DUH RWKHU SUREOHPV :H¶YH EHHQ XVLQJ KDSSLQHVV DQG
                                                                                        ZHOOEHLQJ LQWHUFKDQJHDEO ,V WKDW RN 7KH GLIIHUHQFH
                                                                                        FRPHV RXW LQ D VHQWLPHQW OLNH ³:H ZHUH KDSSLHU GXULQJ
                                                                                        WKH ZDU´ %XW ZDV RXU ZHOOEHLQJ DOVR JUHDWHU WKHQ
                                                                                                   'LVSRQtYHO HP KWWSZZZEEFFRXN $FHVVR HP  MXQ  DGDSWDGR
O projeto Mappiness, idealizado pela London School of
                                                                                        Economics, ocupa-se do tema relacionado
                                                                                        A ao nível de felicidade das pessoas em tempos de
                                                                                           guerra.
                                                                                        B j GL¿FXOGDGH GH PHGLU R QtYHO GH IHOLFLGDGH GDV
                                                                                           pessoas a partir de seu humor.
                                                                                        C ao nível de felicidade das pessoas enquanto falam
                                                                                           ao celular com seus familiares.
                                                                                        D à relação entre o nível de felicidade das pessoas e o
                                                                                           ambiente no qual se encontram.
                                                 GLASBERGEN, R. 7RGD¶V FDUWRRQ.
                                                                                        E j LQÀXrQFLD GDV LPDJHQV JUD¿WDGDV SHODV UXDV QR
                   Disponível em: http://www.glasbergen.com. Acesso em: 23 jul. 2010.      aumento do nível de felicidade das pessoas.

                                                                                                                    LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 2
*AZUL25dom3*

QUESTÃO 94
                               War
Until the philosophy which holds one race superior         :DU LQ WKH HDVW ZDU LQ WKH ZHVW
And another inferior                                       :DU XS QRUWK ZDU GRZQ VRXWK ʊ
,V ¿QDOO DQG SHUPDQHQWO GLVFUHGLWHG DQG DEDQGRQHG       :DU ʊ ZDU ʊ 5XPRUV RI ZDU
(YHUZKHUH LV ZDU ʊ 0H VD ZDU                            $QG XQWLO WKDW GD WKH $IULFDQ FRQWLQHQW ZLOO QRW NQRZ SHDFH
                                                           :H $IULFDQV ZLOO ¿JKW ʊ ZH ¿QG LW QHFHVVDU ʊ
That until there is no longer                              $QG ZH NQRZ ZH VKDOO ZLQ
First class and second class citizens of any nation,       $V ZH DUH FRQ¿GHQW LQ WKH YLFWRU
8QWLO WKH FRORU RI D PDQ¶V VNLQ                            […]
,V RI QR PRUH VLJQL¿FDQFH WKDQ WKH FRORU RI KLV HHV ʊ       MARLEY, B. Disponível em: http://www.sing365.com. Acesso em: 30 jun. 2011 (fragmento).
Me say war.
[…]

And until the ignoble and unhappy regimes
that hold our brothers in Angola, in Mozambique,
South Africa, sub-human bondage have been toppled,
8WWHUO GHVWURHG ʊ
:HOO HYHUZKHUH LV ZDU ʊ 0H VD ZDU
Bob Marley foi um artista popular e atraiu muLWRV ImV FRP VXDV FDQo}HV LHQWH GH VXD LQÀXrQFLD VRFLDO QD P~VLFD
War, o cantor se utiliza de sua arte para alertar sobre

A   a inércia do continente africano diante das injustiças sociais.
B   D SHUVLVWrQFLD GD JXHUUD HQTXDQWR KRXYHU GLIHUHQoDV UDFLDLV H VRFLDLV
C   as acentuadas diferenças culturais entre os países africanos.
D   DV GLVFUHSkQFLDV VRFLDLV HQWUH PRoDPELFDQRV H DQJRODQRV FRPR FDXVD GH FRQÀLWRV
E   a fragilidade das diferenças raciais e sociaiV FRPR MXVWL¿FDWLYDV SDUD R LQtFLo de uma guerra.
QUESTÃO 95




                                                                                     'LVSRQtYHO HP KWWSZZZJDU¿HOGFRP $FHVVR HP  MXO 


$ WLUD GH¿QLGD FRPR XP VHJPHQWR GH KLVWyULD HP TXDGULQKRV SRGH WUDQVPLWLU XPD mensagem com efeito de humor.
$ SUHVHQoD GHVVH HIHLWR QR GLiORJR HQWUH -RQ H *DU¿HOG DFRQWHFH SRUTXH
A -RQ SHQVD TXH VXD H[QDPRUDGD p PDOXFD H TXH *DU¿HOG QmR VDELD GLVVR
B -RGHOO p D ~QLFD QDPRUDGD PDOXFD TXH -RQ WHYH H *DU¿HOG DFKD LVVR HVWUDQKR
C *DU¿HOG WHP FHUWH]D GH TXH D H[QDPRUDGD GH -RQ p VHQVDWD R PDOXFR p R DPLJR
D *DU¿HOG FRQKHFH DV H[QDPRUDGDV GH -RQ H FRQVLGHUD PDLV GH XPD FRPR PDOXFD
E -RQ FDUDFWHUL]D D H[QDPRUDGD FRPR PDOXFD H QmR HQWHQGH D FDUD GH *DU¿HOG

LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 3
*AZUL25dom4*

LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS                                                 La SFLC recuerda graves fallos informáticos
                                                                                   ocurridos en otros campos, como en elecciones, en la
Questões de 91 a 135                                                               IDEULFDFLyQ GH FRFKHV HQ ODV OtQHDV DpUHDV FRPHUFLDOHV
4XHVW}HV GH  D  RSomR HVSDQKRO
R HQ ORV PHUFDGRV ¿QDQFLHURV
QUESTÃO 91                                                                                     Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 24 jul. 2010 (adaptado).

              µ'HVPDFKXSL]DU¶ HO WXULVPR                                           O título da palestra, citado no texto, antecipa o tema que
                                                                                   será tratado e mostra que o autor tem a intenção de
     Es ya un lugar común escuchar aquello de que
hay que desmachupizar el turismo en Perú y buscar                                  A UHODWDU QRYDV H[SHULrQFLDV HP WUDWDPHQWR GH VD~GH
visitantes en las demás atracciones (y son muchas) que                             B alertar sobre os riscos mortais de determinados
WLHQH HO SDtV QDWXUDOHV  DUTXHROyJLFDV SHUR OD FLXGDGHOD                            softwares de uso médico para o ser humano.
                                                                                   C denunciar falhas médicas na implantação de
inca tiene un imán innegable. La Cámara Nacional de
                                                                                       softwares em seres humanos.
7XULVPR FRQVLGHUD TXH 0DFKX 3LFFKX VLJQL¿FD HO 
                                                                                   D divulgar novos softwares presentes em aparelhos
de los ingresos por turismo en Perú, ya que cada turista
                                                                                       médicos lançados no mercado.
que tiene como primer destino la ciudadela inca visita
                                                                                   E apresentar os defeitos mais comuns de softwares
entre tres y cinco lugares más (la ciudad de Cuzco, la                                 em aparelhos médicos.
de Arequipa, las líneas de Nazca, el Lago Titicaca y la
VHOYD
GHMD HQ HO SDtV XQ SURPHGLR GH   GyODUHV                              QUESTÃO 93
(unos 1 538 euros).                                                                                     %LHQYHQLGR D %UDVtOLD
    DUORV DQDOHV SUHVLGHQWH GH DQDWXU VHxDOy TXH                                  El Gobierno de Brasil, por medio del Ministerio de la
la ciudadela tiene capacidad para recibir más visitantes                           XOWXUD  GHO ,QVWLWXWR GHO 3DWULPRQLR +LVWyULFR  $UWtVWLFR
que en la actualidad (un máximo de 3 000) con un sistema                           Nacional (IPHAN), da la bienvenida a los participantes
SODQL¿FDGR GH KRUDULRV  UXWDV SHUR QR TXLVR DYDQ]DU                              GH OD  6HVLyQ GHO RPLWp GHO 3DWULPRQLR 0XQGLDO
una cifra. Sin embargo, la Unesco ha advertido en varias                           HQFXHQWUR UHDOL]DGR SRU OD 2UJDQL]DFLyQ GH ODV 1DFLRQHV
ocasiones que el monumento se encuentra cercano al                                 8QLGDV SDUD OD (GXFDFLyQ OD LHQFLD  OD XOWXUD
SXQWR GH VDWXUDFLyQ  HO *RELHUQR QR GHEH HPSUHQGHU                                (UNESCO).
QLQJXQD SROtWLFD GH FDSWDFLyQ GH QXHYRV YLVLWDQWHV DOJR
                                                                                       5HVSDOGDGR SRU OD RQYHQFLyQ GHO 3DWULPRQLR
con lo que coincide el viceministro Roca Rey.
                                                                                   0XQGLDO GH  HO RPLWp UH~QH HQ VX  VHVLyQ PiV
                  Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 21 jun. 2011.   de 180 delegaciones nacionales para deliberar sobre las
                                                                                   QXHYDV FDQGLGDWXUDV  HO HVWDGR GH FRQVHUYDFLyQ  GH
A reportagem do jornal espanhol mostra a preocupação                               riesgo de los bienes ya declarados Patrimonio Mundial,
diante de um problema no Peru, que pode ser resumido                               con base en los análisis del Consejo Internacional de
SHOR YRFiEXOR ³GHVPDFKXSL]DU´ UHIHULQGRVH                                        Monumentos y Sitios (Icomos), del Centro Internacional
A à escassez de turistas no país.                                                  SDUD HO (VWXGLR GH OD 3UHVHUYDFLyQ  OD 5HVWDXUDFLyQ GHO
B ao difícil acesso ao lago Titicaca.                                              3DWULPRQLR XOWXUDO ,520
GH OD 8QLyQ ,QWHUQDFLRQDO
C à destruição da arqueologia no país.                                             SDUD OD RQVHUYDFLyQ GH OD 1DWXUDOH]D ,81
D ao excesso de turistas na terra dos incas.
                                                                                            Disponível em: http://www.34whc.brasilia2010.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010.
E à falta de atrativos turísticos em Arequipa.
                                                                                   2 RPLWr GR 3DWULP{QLR 0XQGLDO UH~QHVH UHJXODUPHQWH
QUESTÃO 92
                                                                                   para deliberar sobre ações que visem à conservação e
    Los fallos de software en aparatos médicos, como                               à preservação do patrimônio mundial. Entre as tarefas
marcapasos, van a ser una creciente amenaza para la                                atribuídas às delegações nacionais que participaram
salud pública, según el informe de Software Freedom Law                            GD  6HVVmR GR RPLWr GR 3DWULP{QLR 0XQGLDO
Center (SFLC) que ha sido presentado hoy en Portland                               destaca-se a
(EEUU), en la Open Source Convention (OSCON).                                      A participação em reuniões do Conselho Internacional
    /D SRQHQFLD ³0XHUWR SRU HO FyGLJR WUDQVSDUHQFLD                                   de Monumentos e Sítios.
de software en los dispositivos médicos implantables”                              B realização da cerimônia de recepção da Convenção
aborda el riesgo potencialmente mortal de los defectos                                 do Patrimônio Mundial.
informáticos en los aparatos médicos implantados en las                            C organização das análises feitas pelo Ministério da
personas.                                                                              Cultura brasileiro.
                                                                                   D discussão sobre o estado de conservação dos bens
    Según SFLC, millones de personas con condiciones                                   já declarados patrimônios mundiais.
FUyQLFDV GHO FRUD]yQ HSLOHSVLD GLDEHWHV REHVLGDG H                             E HVWUXWXUDomR GD SUy[LPD UHXQLmR GR RPLWr GR
LQFOXVR OD GHSUHVLyQ GHSHQGHQ GH LPSODQWHV SHUR HO
software permanece oculto a los pacientes y sus médicos.                               Patrimônio Mundial.

                                                                                                                 LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 4
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QUESTÃO 94                                                                                  QUESTÃO 95

                                    (O WDQJR                                                                (V SRVLEOH UHGXFLU OD EDVXUD

   Ya sea como danza, música, poesía o cabal                                                    En México se producen más de 10 millones de m3
H[SUHVLyQ GH XQD ¿ORVRItD GH YLGD HO WDQJR SRVHH XQD                                       de basura mensualmente, depositados en más de 50 mil
larga y valiosa trayectoria, jalonada de encuentros y                                       tiraderos de basura legales y clandestinos, que afectan
desencuentros, amores y odios, nacida desde lo más                                          de manera directa nuestra calidad de vida, pues nuestros
hondo de la historia argentina.                                                             recursos naturales son utilizados desproporcionalmente,
   El nuevo ambiente es el cabaret, su nuevo cultor                                         como materias primas que luego desechamos y tiramos
la clase media porteña, que ameniza sus momentos                                            convirtiéndolos en materiales inútiles y focos de
GH GLYHUVLyQ FRQ QXHYDV FRPSRVLFLRQHV VXVWLWXHQGR                                         LQIHFFLyQ
el carácter malevo del tango primitivo por una nueva                                            Todo aquello que compramos y consumimos tiene
poesía más acorde con las concepciones estéticas                                            XQD UHODFLyQ GLUHFWD FRQ OR TXH WLUDPRV RQVXPLHQGR
provenientes de Londres y París.                                                            UDFLRQDOPHQWH HYLWDQGR HO GHUURFKH  XVDQGR VyOR OR
   Ya en la década del ‘20 el tango se anima incluso                                        indispensable, directamente colaboramos con el cuidado
a traspasar las fronteras del país, recalando en lujosos                                    del ambiente.
salones parisinos donde es aclamado por públicos
                                                                                                Si la basura se compone de varios desperdicios
selectos que adhieren entusiastas a la sensualidad
                                                                                            y si como desperdicios no fueron basura, si los
del nuevo baile. Ya no es privativo de los bajos fondos
                                                                                            separamos adecuadamente, podremos controlarlos
porteños; ahora se escucha y se baila en salones
                                                                                            y evitar posteriores problemas. Reciclar se traduce
elegantes, clubs y casas particulares.
                                                                                            en importantes ahorros de energía, ahorro de agua
   El tango revive con juveniles fuerzas en ajironadas                                      potable, ahorro de materias primas, menor impacto en
YHUVLRQHV GH JUXSRV URFNHURV SUHVHQWDFLRQHV HQ                                             los ecosistemas y sus recursos naturales y ahorro de
elegantes reductos de San Telmo, Barracas y La Boca y                                       tiempo, dinero y esfuerzo.
películas foráneas que lo divulgan por el mundo entero.
                                                                                                Es necesario saber para empezar a actuar...
   Disponível em: http://www.elpolvorin.over-blog.es. Acesso em: 22 jun. 2011 (adaptado).
                                                                                                  Disponível em: http://www.tododecarton.com. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado).

Sabendo-se que a produção cultural de um país
                                                                                            $ SDUWLU GR TXH VH D¿UPD QR ~OWLPR SDUiJUDIR ³(V
SRGH LQÀXHQFLDU UHWUDWDU RX LQFOXVLYH VHU UHÀH[R GH
                                                                                            necesario saber para empezar a actuar...”, pode-se
DFRQWHFLPHQWRV GH VXD KLVWyULD R WDQJR GHQWUR GR
                                                                                            constatar que o texto foi escrito com a intenção de
FRQWH[WR KLVWyULFR DUJHQWLQR p UHFRQKHFLGR SRU
                                                                                            A informar o leitor a respeito da importância da
A PDQWHUVH LQDOWHUDGR DR ORQJR GH VXD KLVWyULD QR
                                                                                                reciclagem para a conservação do meio ambiente.
   país.                                                                                    B indicar os cuidados que se deve ter para não consumir
B LQÀXHQFLDU RV VXE~UELRV VHP FKHJDU D RXWUDV                                                  alimentos que podem ser focos de infecção.
   regiões.                                                                                 C denunciar o quanto o consumismo é nocivo, pois é o
C sobreviver e se difundir, ultrapassando as fronteiras                                         gerador dos dejetos produzidos no México.
   do país.                                                                                 D ensinar como economizar tempo, dinheiro e esforço
D manifestar seu valor primitivo nas diferentes                                                 D SDUWLU GRV  PLO GHSyVLWRV GH OL[R OHJDOL]DGRV
   camadas sociais.                                                                         E alertar a população mexicana para os perigos
E LJQRUDU D LQÀXrQFLD GH SDtVHV HXURSHXV FRPR                                                  causados pelos consumidores de matéria-prima
   Inglaterra e França.                                                                         reciclável.
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*AZUL25dom6*

QUESTÃO 96
    Na modernidade, o corpo foi descoberto, despido e modelado pelos exercícios físicos da moda. Novos espaços
e práticas esportivas e de ginástica passaram a convocar as pessoas a modelarem seus corpos. Multiplicaram-se
as academias de ginástica, as salas de musculação e o número de pessoas correndo pelas ruas.
                                                           SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. DGHUQR GR SURIHVVRU: educação física. São Paulo, 2008.

Diante do exposto, é possível perceber que houve um aumento da procura por
A exercícios físicos aquáticos (natação/hidroginástica), que são exercícios de baixo impacto, evitando o atrito
   (não prejudicando as articulações), e que previnem o envelhecimento precoce e melhoram a qualidade de vida.
B mecanismos que permitem combinar alimentação e exercício físico, que permitem a aquisição e manutenção de
   níveis adequados de saúde, sem a preocupação com padrões de beleza instituídos socialmente.
C SURJUDPDV VDXGiYHLV GH HPDJUHFLPHQWR TXH HYLWDP RV SUHMXt]RV FDXVDGRV QD UHJXODomR PHWDEyOLFD IXQomR
   LPXQROyJLFD LQWHJULGDGH yVVHD H PDQXWHQomR GD FDSDFLGDGH IXQFLRQDO DR ORQJR GR HQYHOKHFLPHQWR
D exercícios de relaxamento, reeducação postural e alongamentos, que permitem um melhor funcionamento do
   organismo como um todo, bem como uma dieta alimentar e hábitos saudáveis com base em produtos naturais.
E dietas que preconizam a ingestão excessiva ou restrita de um ou mais macronutrientes (carboidratos, gorduras
   ou proteínas), bem como exercícios que permitem um aumento de massa muscular e/ou modelar o corpo.
QUESTÃO 97




                                                                                          COSTA, C. 6XSHULQWHUHVVDQWH. Fev. 2011 (adaptado).

Os amigos são um dos principais indicadores de bem-estar na vida social das pessoas. Da mesma forma que em
RXWUDV iUHDV D LQWHUQHW WDPEpP LQRYRX DV PDQHLUDV GH YLYHQFLDU D DPL]DGH 'D OHLWXUD GR LQIRJUi¿FR GHSUHHQGHPVH
GRLV WLSRV GH DPL]DGH YLUWXDO D VLPpWULFD H D DVVLPpWULFD DPEDV FRP VHXV SUyV H FRQWUDV (QTXDQWR D SULPHLUD VH
baseia na relação de reciprocidade, a segunda
A reduz o número de amigos virtuais, ao limitar o acesso à rede.
B SDUWH GR DQRQLPDWR REULJDWyULR SDUD VH GLIXQGLU
C UHIRUoD D FRQ¿JXUDomR GH ODoRV PDLV SURIXQGRV GH DPL]DGH
D facilita a interação entre pessoas em virtude de interesses comuns.
E tem a responsabilidade de promover a proximidade física.

                                                                                         LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 6
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QUESTÃO 98                                                                             QUESTÃO 99

    O hipertexto refere-se à escritura eletrônica não                                                                 TEXTO I
sequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor o                          O meu nome é Severino,
acesso a um número praticamente ilimitado de outros textos                             não tenho outro de pia.
                                                                                       Como há muitos Severinos,
a partir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real.
                                                                                       que é santo de romaria,
$VVLP R OHLWRU WHP FRQGLo}HV GH GH¿QLU LQWHUDWLYDPHQWH R                              deram então de me chamar
ÀX[R GH VXD OHLWXUD D SDUWLU GH DVVXQWRV WUDWDGRV QR WH[WR VHP                         Severino de Maria;
VH SUHQGHU D XPD VHTXrQFLD ¿[D RX D WySLFRV HVWDEHOHFLGRV                              como há muitos Severinos
por um autor. Trata-se de uma forma de estruturação textual                            com mães chamadas Maria,
                                                                                       ¿TXHL VHQGR R GD 0DULD
TXH ID] GR OHLWRU VLPXOWDQHDPHQWH FRDXWRU GR WH[WR ¿QDO
                                                                                       GR ¿QDGR =DFDULDV
O hipertexto se caracteriza, pois, como um processo de                                 mas isso ainda diz pouco:
escritura/leitura eletrônica multilinearizado, multisequencial                         há muitos na freguesia,
e indeterminado, realizado em um novo espaço de escrita.                               por causa de um coronel
Assim, ao permitir vários níveis de tratamento de um                                   que se chamou Zacarias
                                                                                       e que foi o mais antigo
tema, o hipertexto oferece a possibilidade de múltiplos
                                                                                       senhor desta sesmaria.
graus de profundidade simultaneamente, já que não tem                                  Como então dizer quem fala
VHTXrQFLD GH¿QLGD PDV OLJD WH[WRV QmR QHFHVVDULDPHQWH                                 RUD D 9RVVDV 6HQKRULDV
correlacionados.                                                                               MELO NETO, J. C. 2EUD FRPSOHWD 5LR GH -DQHLUR $JXLODU  IUDJPHQWR
0$586+, / $ 'LVSRQtYHO HP KWWSZZZSXFVSEU $FHVVR HP  MXQ                                  TEXTO II

O computador mudou nossa maneira de ler e escrever,                                        João Cabral, que já emprestara sua voz ao rio,
                                                                                       transfere-a, aqui, ao retirante Severino, que, como
e o hipertexto pode ser considerado como um novo
                                                                                       o Capibaribe, também segue no caminho do Recife.
HVSDoR GH HVFULWD H OHLWXUD 'H¿QLGR FRPR XP FRQMXQWR                                  A autoapresentação do personagem, na fala inicial
de blocos autônomos de texto, apresentado em meio                                      do texto, nos mostra um Severino que, quanto mais
eletrônico computadorizado e no qual há remissões                                      VH GH¿QH PHQRV VH LQGLYLGXDOL]D SRLV VHXV WUDoRV
associando entre si diversos elementos, o hipertexto                                   ELRJUi¿FRV VmR VHPSUH SDUWLOKDGRV SRU RXWURV KRPHQV
                                                                                                                         SECCHIN, A. C. -RmR DEUDO: a poesia do menos.
A é uma estratégia que, ao possibilitar caminhos                                                                             5LR GH -DQHLUR 7RSERRNV  IUDJPHQWR
totalmente abertos, desfavorece o leitor, ao confundir                             Com base no trecho de Morte e Vida Severina (Texto I)
    os conceitos cristalizados tradicionalmente.                                       e na análise crítica (Texto II), observa-se que a relação
B p XPD IRUPD DUWL¿FLDO GH SURGXomR GD HVFULWD                                        entre o texto poético e o contexto social a que ele faz
    que, ao desviar o foco da leitura, pode ter como                                   UHIHUrQFLD DSRQWD SDUD XP SUREOHPD VRFLDO H[SUHVVR
                                                                                       OLWHUDULDPHQWH SHOD SHUJXQWD ³RPR HQWmR GL]HU TXHP
    FRQVHTXrQFLD R PHQRVSUH]R SHOD HVFULWD WUDGLFLRQDO
                                                                                       IDOD  RUD D 9RVVDV 6HQKRULDV´ $ UHVSRVWD j SHUJXQWD
C exige do leitor um maior grau de conhecimentos                                       expressa no poema é dada por meio da
    prévios, por isso deve ser evitado pelos estudantes                                A descrição minuciosa GRV WUDoRV ELRJUi¿FRV GR
    nas suas pesquisas escolares.                                                        personagem-narrador.
D facilita a pesquisa, pois proporciona uma informação                                 B FRQVWUXomR GD ¿JXUD GR UHWLUDQWH QRUGHVWLQR FRPR
    HVSHFt¿FD VHJXUD H YHUGDGHLUD HP TXDOTXHU site de                                  um homem resignado com a sua situação.
    busca ou blog oferecidos na internet.                                              C UHSUHVHQWDomR QD ¿JXUD GR SHUVRQDJHPQDUUDGRU
                                                                                         de outros Severinos que compartilham sua condição.
E SRVVLELOLWD DR OHLWRU HVFROKHU VHX SUySULR SHUFXUVR
                                                                                       D apresentação do personagem-narrador como uma
    GH OHLWXUD VHP VHJXLU VHTXrQFLD SUHGHWHUPLQDGD                                     SURMHomR GR SUySULR SRHWD HP VXD FULVH H[LVWHQFLDO
    constituindo-se em atividade mais coletiva e                                       E descrição de Severino, que, apesar de humilde,
    colaborativa.                                                                        orgulha-se de ser descendente do coronel Zacarias.

LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 7
*AZUL25dom8*

QUESTÃO 100                                                                          grande valor para o patrimônio cultural brasileiro. Muitas
                                                                                     de suas letras representam a sociedade contemporânea,
                                                                                     como se tivessem sido escritas no século XXI.
                                                                                                           Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010.

                                                                                     Um texto pertencente ao patrimônio literário-cultural
                                                                                     brasileiro é atualizável, na medida em que ele se
                                                                                     refere a valores e situações de um povo. A atualidade
                                                                                     da canção Onde está a honestidade?, de Noel Rosa,
                                                                                     evidencia-se por meio
                                                                                     A da ironia, ao se referir ao enriquecimento de origem
               Disponível em: www.ccsp.com.br. Acesso em: 26 jul. 2010 (adaptado).
                                                                                         duvidosa de alguns.
                                                                                     B GD FUtWLFD DRV ULFRV TXH SRVVXHP MRLDV PDV QmR WrP
O anúncio publicitário está intimamente ligado ao ideário                                herança.
de consumo quando sua função é vender um produto.                                    C da maldade do povo a perguntar sobre a honestidade.
No texto apresentado, utilizam-se elementos linguísticos                             D do privilégio de alguns em clamar pela honestidade.
H H[WUDOLQJXtVWLFRV SDUD GLYXOJDU D DWUDomR ³1RLWHV GR                               E GD LQVLVWrQFLD HP SURPRYHU HYHQWRV EHQH¿FHQWHV
Terror”, de um parque de diversões. O entendimento da
                                                                                     QUESTÃO 102
propaganda requer do leitor
                                                                                           4Xem é pobre, pouco se apega, é um giro-o-giro no
A D LGHQWL¿FDomR FRP R S~EOLFRDOYR D TXH VH GHVWLQD
    o anúncio.                                                                       vago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. O
B a avaliação da imagem como uma sátira às atrações                                  VHQKRU Yr R =p=LP R PHOKRU PHHLUR PHX DTXL ULVRQKR
    de terror.                                                                       H KDELOLGRVR 3HUJXQWR ʊ =p=LP SRU TXH p TXH YRFr
C a atenção para a imagem da parte do corpo humano                                   QmR FULD JDOLQKDVG¶DQJROD FRPR WRGR R PXQGR ID] ʊ
    selecionada aleatoriamente.                                                      4XHUR FULDU QDGD QmR ʊ PH GHX UHVSRVWD ʊ (X JRVWR
D o reconhecimento do intertexto entre a publicidade e                               muito de mudar... [...] Belo um dia, ele tora. Ninguém
    um dito popular.                                                                 discrepa. Eu, tantas, mesmo digo. Eu dou proteção.
E D SHUFHSomR GR VHQWLGR OLWHUDO GD H[SUHVVmR ³QRLWHV                                [...] Essa não faltou também à minha mãe, quando eu
    do terror”, equivalente à expUHVVmR ³QRLWHV de terror”.                          era menino, no sertãozinho de minha terra. [...] Gente
QUESTÃO 101                                                                          melhor do lugar eram todos dessa família Guedes,
                        TEXTO I                                                      Jidião Guedes; quando saíram de lá, nos trouxeram
              2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH                                               MXQWR PLQKD PmH H HX )LFDPRV H[LVWLQGR HP WHUULWyULR
                                                                                     baixio da Sirga, da outra banda, ali onde o de-Janeiro vai
9RFr WHP SDODFHWH UHOX]HQWH
Tem joias e criados à vontade                                                        no São Francisco, o senhor sabe.
                                                                                            ROSA, J. G. *UDQGH 6HUWmR: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento).
Sem ter nenhuma herança ou parente
6y DQGD GH DXWRPyYHO QD FLGDGH                                                    Na passagem citada, Riobaldo expõe uma situação
E o povo pergunta com maldade:                                                       decorrente de uma desigualdade social típica das áreas
2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH                                                             rurais brasileiras marcadas pela concentração de terras
2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH                                                             H SHOD UHODomR GH GHSHQGrQFLD HQWUH DJUHJDGRV H
                                                                                     fazendeiros. No texto, destaca-se essa relação porque
O seu dinheiro nasce de repente                                                      o personagem-narrador
E embora não se saiba se é verdade
                                                                                     A UHODWD D VHX LQWHUORFXWRU D KLVWyULD GH =p=LP
9RFr DFKD QDV UXDV GLDULDPHQWH                                                           demonstrando sua pouca disposição em ajudar seus
Anéis, dinheiro e felicidade...                                                          agregados, uma vez que superou essa condição
Vassoura dos salões da sociedade                                                         graças à sua força de trabalho.
4XH YDUUH R TXH HQFRQWUDU HP VXD IUHQWH                                              B descreve o processo de transformação de um meeiro
Promove festivais de caridade                                                            — espécie de agregado — em proprietário de terra.
Em nome de qualquer defunto ausente...                                               C denuncia a falta de compromisso e a desocupação
           ROSA, N. Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010.       dos moradores, que pouco se envolvem no trabalho
                       TEXTO II                                                          da terra.
    Um vulto da histyULD GD P~VLFD SRSXODU EUDVLOHLUD                               D mostra como a condição material da vida do
reconhecido nacionalmente, é Noel Rosa. Ele nasceu                                       VHUWDQHMR p GL¿FXOWDGD SHOD VXD GXSOD FRQGLomR GH
HP  QR 5LR GH -DQHLUR SRUWDQWR VH HVWLYHVVH YLYR                                 homem livre e, ao mesmo tempo, dependente.
estaria completando 100 anos. Mas faleceu aos 26 anos                                E mantém o distanciamento narrativo condizente com
de idade, vítima de tuberculose, deixando um acervo de                                   sua posição social, de proprietário de terras.

                                                                                                                   LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 8
*AZUL25dom9*

QUESTÃO 103                                                                                As canções de Noel Rosa, compositor brasileiro de Vila
    $ GLVFXVVmR VREUH ³R ¿P GR OLYUR GH papel” com a                                       Isabel, apesar de revelarem uma aguçada preocupação
chegada da mídia eletrônica me lembra a discussão                                          do artista com seu tempo e com as mudanças político-
LGrQWLFD VREUH D REVROHVFrQFLD GR IROKHWR GH FRUGHO 2V                                    FXOWXUDLV QR %UDVLO QR LQtFLR GRV DQRV  DLQGD
folhetos talvez não existam mais daqui a 100 ou 200                                        são modernas. Nesse fragmento do samba Não tem
anos, mas, mesmo que isso aconteça, os poemas de
Leandro Gomes de Barros ou Manuel Camilo dos Santos                                        tradução, por meio do recurso da metalinguagem, o
continuarão sendo publicados e lidos — em CD-ROM,                                          poeta propõe
HP OLYUR HOHWU{QLFR HP ³FKLSV TXkQWLFRV´ VHL Oi R TXr 2                                 A incorporar novos costumes de origem francesa e
texto é uma espécie de alma imortal, capaz de reencarnar
em corpos variados: página impressa, livro em Braille,                                       americana, juntamente com vocábulos estrangeiros.
IROKHWR ³coffee-table book´ FySLD PDQXVFULWD DUTXLYR                                    B UHVSHLWDU H SUHVHUYDU R SRUWXJXrV SDGUmR FRPR
3') 4XDOTXHU WH[WR SRGH VH UHHQFDUQDU QHVVHV H                                           forma de fortalecimento do idioma do Brasil.
em outros) formatos, não importa se é Moby Dick ou                                         C valorizar a fala popular brasileira como patrimônio
Viagem a São Saruê, se é Macbeth ou O livro de piadas                                        linguístico e forma legítima de identidade nacional.
de Casseta  Planeta.
                                                                                           D mudar os valores sociais vigentes à época, com o
                            TAVARES, B. Disponível em: http://jornaldaparaiba.globo.com.     advento do novo e quente ritmo da música popular
$R UHÀHWLU VREUH D SRVVtYHO H[WLQomR GR OLYUR LPSUHVVR                                       brasileira.
e o surgimento de outros suportes em via eletrônica, o                                     E ironizar a malandragem carioca, aculturada pela
cronista manifesta seu ponto de vista, defendendo que                                        invasão de valores étnicos de sociedades mais
A R FRUGHO p XP GRV JrQHURV WH[WXDLV SRU H[HPSOR                                           desenvolvidas.
    que será extinto com o avanço da tecnologia.
B o livro impresso permanecerá como objeto cultural                                        QUESTÃO 105
    veiculador de impressões e de valores culturais.
C R VXUJLPHQWR GD PtGLD HOHWU{QLFD GHFUHWRX R ¿P GR                                            A dança é um importante componente cultural da
    prazer de se ler textos em livros e suportes impressos.                                humanidade. O folclore brasileiro é rico em danças que
D os textos continuarão vivos e passíveis de                                               representam as tradições e a cultura de várias regiões
    reprodução em novas tecnologias, mesmo que os
    livros desapareçam.                                                                    do país. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas,
E os livros impressos desaparecerão e, com eles,                                           OHQGDV IDWRV KLVWyULFRV DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR H
    a possibilidade de se ler obras literárias dos mais                                    brincadeiras e caracterizam-se pelas músicas animadas
    GLYHUVRV JrQHURV
                                                                                           FRP OHWUDV VLPSOHV H SRSXODUHV
¿JXULQRV H FHQiULRV
QUESTÃO 104                                                                                representativos.
                            1mR WHP WUDGXomR                                                      SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. 3URSRVWD XUULFXODU GR (VWDGR GH 6mR 3DXOR:
[...]                                                                                                                      (GXFDomR )tVLFD 6mR 3DXOR  DGDSWDGR
/i QR PRUUR VH HX ¿]HU XPD IDOVHWD                                                        A dança, como manifestação e representação da cultura
$ 5LVROHWD GHVLVWH ORJR GR IUDQFrV H GR LQJOrV                                             UtWPLFD HQYROYH D H[SUHVVmR FRUSRUDO SUySULD GH XP
                                                                                           SRYR RQVLGHUDQGRD FRPR HOHPHQWR IROFOyULFR D
A gíria que o nosso morro criou
                                                                                           dança revela
Bem cedo a cidade aceitou e usou
                                                                                           A PDQLIHVWDo}HV DIHWLYDV KLVWyULFDV LGHROyJLFDV
[...]                                                                                        LQWHOHFWXDLV H HVSLULWXDLV GH XP SRYR UHÀHWLQGR VHX
Essa gente hoje em dia que tem mania de exibição                                             modo de expressar-se no mundo.
Não entende que o samba não tem tradução no idioma                                         B aspectos eminentemente afetivos, espirituais e de
IUDQFrV                                                                                      entretenimento de um povo, desconsiderando fatos
Tudo aquilo que o malandro pronuncia                                                         KLVWyULFRV
                                                                                           C DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR VRE LQÀXrQFLD
RP YR] PDFLD p EUDVLOHLUR Mi SDVVRX GH SRUWXJXrV                                           PLWROyJLFD H UHOLJLRVD GH FDGD UHJLmR VREUHSRQGR
Amor lá no morro é amor pra chuchu                                                           aspectos políticos.
As rimas do samba não são I love you                                                       D tradições culturais de cada região, cujas
                                                                                             PDQLIHVWDo}HV UtWPLFDV VmR FODVVL¿FDGDV HP XP
( HVVH QHJyFLR GH alô, alô boy e alô Johnny
                                                                                             ranking das mais originais.
6y SRGH VHU FRQYHUVD GH WHOHIRQH                                                           E OHQGDV TXH VH VXVWHQWDP HP LQYHUGDGHV KLVWyULFDV
    ROSA, N. In: SOBRAL, João J. V. A tradução dos bambas. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD.        uma vez que são inventadas, e servem apenas para
                               Ano 4, nº 54. São Paulo: Segmento, abr. 2010 (fragmento).     D YLYrQFLD O~GLFD GH XP SRYR

 /  ž GLD _ DGHUQR   $=8/  3iJLQD
*AZUL25dom10*

QUESTÃO 106                                                                  Utilizadas desde a Antiguidade, as colunas, elementos
                                                                             YHUWLFDLV GH VXVWHQWDomR IRUDP VRIUHQGR PRGL¿FDo}HV
   Cultivar um estilo de vida saudável é extremamente
                                                                             e incorporando novos materiais com ampliação de
importante para diminuir o risco de infarto, mas também                      possibilidades. Ainda que as clássicas colunas gregas
GH SUREOHPDV FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH 6LJQL¿FD                           sejam retomadas, notáveis inovações são percebidas,
                                                                             por exemplo, nas obras de Oscar Niemeyer, arquiteto
que manter uma alimentação saudável e praticar
                                                                             EUDVLOHLUR QDVFLGR QR 5LR GH -DQHLUR HP  1R
DWLYLGDGH ItVLFD UHJXODUPHQWH Mi UHGX] SRU VL Vy DV                        desenho de Niemeyer, das colunas do Palácio da
chances de desenvolver vários problemas. Além disso, é                       Alvorada, observa-se
importante para o controle da pressão arterial, dos níveis                   A a presença de um capitel muito simples, reforçando
                                                                               a sustentação.
de colesterol e de glicose no sangue. Também ajuda
                                                                             B o traçado simples de amplas linhas curvas opostas,
a diminuir o estresse e aumentar a capacidade física,                          resultando em formas marcantes.
fatores que, somados, reduzem as chances de infarto.                         C a disposição simétrica das curvas, conferindo
                                                                               VDOLrQFLD H GLVWRUomR j EDVH
Exercitar-se, nesses casos, com acompanhamento
                                                                             D D RSRVLomR GH FXUYDV HP FRQFUHWR FRQ¿JXUDQGR
médico e moderação, é altamente recomendável.                                  certo peso e rebuscamento.
                             ATALIA, M. Nossa vida. eSRFD  PDU      E o excesso de linhas curvas, levando a um exagero
                                                                               na ornamentação.
As ideias veiculadas no texto se organizam estabelecendo
                                                                             QUESTÃO 108
relações que atuam na construção do sentido. A esse
                                                                                         RQFHLWRV H LPSRUWkQFLD GDV OXWDV
UHVSHLWR LGHQWL¿FDVH QR IUDJPHQWR TXH
                                                                                 Antes de se tornarem esporte, as lutas ou as artes
A D H[SUHVVmR ³$OpP GLVVR´ PDUFD XPD VHTXHQFLDomR                            marciais tiveram duas conotações principais: eram
   de ideias.                                                                praticadas com o objetivo guerreiro ou tinham um apelo
                                                                             ¿ORVy¿FR FRPR FRQFHSomR GH YLGD EDVWDQWH VLJQL¿FDWLYR
B R FRQHFWLYR ³PDV WDPEpP´ LQLFLD RUDomR TXH H[SULPH
   ideia de contraste.                                                           Atualmente, nos deparamos com a grande expansão
                                                                             das artes marciais em nível mundial. As raízes orientais
C R WHUPR ³FRPR´ HP ³FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH´
                                                                             foram se disseminando, ora pela necessidade de luta
   introduz uma generalização.                                               SHOD VREUHYLYrQFLD RX SDUD D ³GHIHVD SHVVRDO´ RUD SHOD
D R WHUPR ³7DPEpP´ H[SULPH XPD MXVWL¿FDWLYD                                 SRVVLELOLGDGH GH WHU DV DUWHV PDUFLDLV FRPR SUySULD
E R WHUPR ³IDWRUHV´ UHWRPD FRHVLYDPHQWH ³QtYHLV GH                           ¿ORVR¿D GH YLGD
                                                                                CARREIRO, E. A. (GXFDomR )tVLFD QD HVFROD: ,PSOLFDo}HV SDUD D SUiWLFD SHGDJyJLFD
   colesterol e de glicose no sangue”.                                                                      Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008 (fragmento).

QUESTÃO 107                                                                  8P GRV SUREOHPDV GD YLROrQFLD TXH HVWi SUHVHQWH
                                                                             principalmente nos grandes centros urbanos são as
                                                                             brigas e os enfrentamentos de torcidas organizadas, além
                                                                             da formação de gangues, que se apropriam de gestos
                                                                             das lutas, resultando, muitas vezes, em fatalidades.
                                                                             Portanto, o verdadeiro objetivo da aprendizagem desses
                                                                             PRYLPHQWRV IRL PDO FRPSUHHQGLGR D¿QDO DV OXWDV
                                                                             A se tornaram um esporte, mas eram praticadas com
                                                                               R REMHWLYR JXHUUHLUR D ¿P GH JDUDQWLU D VREUHYLYrQFLD
                                                                             B apresentam a possibilidade de desenvolver o
                                                                               autocontrole, o respeito ao outro e a formação do
                                                                               caráter.
                                                                             C SRVVXHP FRPR REMHWLYR SULQFLSDO D ³GHIHVD SHVVRDO´
                                                                               por meio de golpes agressivos sobre o adversário.
                                                                             D VRIUHUDP WUDQVIRUPDo}HV HP VHXV SULQFtSLRV ¿ORVy¿FRV
                                                                               em razão de sua disseminação pelo mundo.
                                                                             E se disseminaram pela necessidade de luta pela
                              %UDVtOLD  DQRV. Veja 1ž   QRY      VREUHYLYrQFLD RX FRPR ¿ORVR¿D SHVVRDO GH YLGD

                                                                                                           LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 10
*AZUL25dom11*

QUESTÃO 109                                                                                A relação observada entre a imagem e o texto

    O tema da velhice foi objeto de estudo de brilhantes                                   apresentados permite o entendimento da intenção de
¿OyVRIRV DR ORQJR GRV tempos. Um dos melhores livros                                       um artista contemporâneo. Neste caso, a obra apresenta
sobre o assunto foi escrito pelo pensador e orador                                         características
romano Cícero: A Arte do Envelhecimento. Cícero nota,
                                                                                           A IXQFLRQDLV H GH VR¿VWLFDomR GHFRUDWLYD
SULPHLUDPHQWH TXH WRGDV DV LGDGHV WrP VHXV HQFDQWRV
                                                                                           B futuristas e do abstrato geométrico.
H VXDV GL¿FXOGDGHV ( GHSRLV DSRQWD SDUD XP SDUDGR[R
da humanidade. Todos sonhamos ter uma vida longa,                                          C construtivistas e de estruturas modulares.
R TXH VLJQL¿FD YLYHU PXLWRV DQRV 4XDQGR UHDOL]DPRV                                        D abstracionistas e de releitura do objeto.
a meta, em vez de celebrar o feito, nos atiramos a um                                      E ¿JXUDWLYDV H GH UHpresentação do cotidiano.
estado de melancolia e amargura. Ler as palavras de
                                                                                           QUESTÃO 111
Cícero sobre envelhecimento pode ajudar a aceitar
melhor a passagem do tempo.                                                                                           1R FDSULFKR
          NOGUEIRA, P. Saúde  Bem-Estar Antienvelhecimento. eSRFD. 28 abr. 2008.

O autor discute problemas relacionados ao                                                      O Adãozinho, meu cumpade, enquanto esperava
envelhecimento, apresentando argumentos que levam a                                        pelo delegado, olhava para um quadro, a pintura de
inferir que seu objetivo é
                                                                                           uma senhora. Ao entrar a autoridade e percebendo que
A esclarecer que a velhice é inevitável.
                                                                                           R FDE{FR DGPLUDYD WDO ¿JXUD SHUJXQWRX ³4XH WDO *RVWD
B contar fatos sobre a arte de envelhecer.
C defender a ideia de que a velhice é desagradável.                                        GHVVH TXDGUR´
D LQÀXHQFLDU R OHLWRU                  SDUD       TXH        OXWH      FRQWUD        R
                                                                                               E o Adãozinho, com toda a sinceridade que Deus dá
  envelhecimento.
E mostrar às pessoas que é possível aceitar, sem                                           DR FDE{FR GD URoD ³0DV SHOR DPRU GH 'HXV KHLQ GRW{
  angústia, o envelhecimento.                                                              4XH PXLp IHLD 3DUHFH ¿RWH GH FUXLVFUHGR SDUHQWH GR
QUESTÃO 110                                                                                deus-me-livre, mais horríver que briga de cego no escuro.”

                                                                                               Ao que o delegado não teve como deixar de
                                                                                           FRQIHVVDU XP SRXFR VHFDPHQWH ³e D PLQKD PmH´ (
                                                                                           R FDE{FR HP FLPD GD EXFKD QmR SHUGH D OLQKD ³0DLV
                                                                                           dotô, inté que é uma feiura caprichada.”
                                                                                                                         BOLDRIN, R. $OPDQDTXH %UDVLO GH XOWXUD 3RSXODU.
                                                                                                           São Paulo: Andreato Comunicação e Cultura, nº 62, 2004 (adaptado).


                                                                                           Por suas características formais, por sua função e uso,
                                                                                           R WH[WR SHUWHQFH DR JrQHUR
                                    /(,51(5 1 7URQFR FRP FDGHLUD GHWDOKH
Disponível em: http://www.itaucultural.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010.
                                                                                           A anedota, pelo enredo e humor característicos.
     Nessa estranha dignidade e nesse abandono, o objeto
                                                                                           B crônica, pela abordagem literária de fatos do cotidiano.
IRL H[DOWDGR GH PDQHLUD LOLPLWDGD H JDQKRX XP VLJQL¿FDGR
TXH VH SRGH FRQVLGHUDU PiJLFR 'Dt VXD ³YLGD LQTXLHWDQWH                                   C GHSRLPHQWR SHOD DSUHVHQWDomR GH H[SHULrQFLDV
e absurda”. Tornou-se ídolo e, ao mesmo tempo, objeto de                                       pessoais.
zombaria. Sua realidade intrínseca foi anulada.                                            D relato, pela descrição minuciosa de fatos verídicos.
                   JAFFÉ, A. O simbolismo nas artes plásticas. In: JUNG, C.G. (org.).
                2 KRPHP H RV VHXV VtPERORV. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.          E reportagem, pelo registro impessoal de situações reais.
LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 11
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QUESTÃO 112                                                                            QUESTÃO 113
                             TEXTO I
                                                                                                                  Estrada

                                                                                       Esta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho,

                                                                                       Interessa mais que uma avenida urbana.

                                                                                       Nas cidades todas as pessoas se parecem.

                                                                                       Todo mundo é igual. Todo mundo é toda a gente.

                                                                                       Aqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua alma.

                                                                                       Cada criatura é única.
                                                           Toca do Salitre - Piauí
               Disponível em: http://www.fumdham.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010.      Até os cães.
                             TEXTO II
                                                                                       (VWHV FmHV GD URoD SDUHFHP KRPHQV GH QHJyFLRV

                                                                                       Andam sempre preocupados.

                                                                                       ( TXDQWD JHQWH YHP H YDL

                                                                                       E tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar:

                                                                                       Enterro a pé ou a carrocinha de leite puxada por um
                                                                                       bodezinho manhoso.

                                                                                       Nem falta o murmúrio da água, para sugerir, pela voz

                                                    Arte Urbana. Foto: Diego Singh
                                                                                       dos símbolos,
               Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 27 jul. 2010.
                                                                                       4XH D YLGD SDVVD TXH D YLGD SDVVD
2 JUD¿We contemporâneo, considerado em alguns                                          E que a mocidade vai acabar.
momentos como uma arte marginal, tem sido                                                              BANDEIRA, M. 2 ULWPR GLVVROXWR 5LR GH -DQHLUR $JXLODU 

comparado às pinturas murais de várias épocas e
                                                                                       A lírica de Manuel Bandeira é pautada na apreensão
jV HVFULWDV SUpKLVWyULFDV 2EVHUYDQGR DV LPDJHQV                                      GH VLJQL¿FDGRV SURIXQGRV D SDUWLU GH HOHPHQWRV GR
apresentadas, é possível reconhecer elementos comuns                                   cotidiano. No poema Estrada, o lirismo presente no
entre os tipos de pinturas murais, tais como                                           contraste entre campo e cidade aponta para

A D SUHIHUrQFLD SRU WLQWDV QDWXUDLV HP UD]mR GH VHX                                   A o desejo do eu lírico de resgatar a movimentação
   efeito estético.                                                                       dos centros urbanos, o que revela sua nostalgia com

B a inovação na técnica de pintura, rompendo com                                          relação à cidade.
                                                                                       B D SHUFHSomR GR FDUiWHU HIrPHUR GD YLGD SRVVLELOLWDGD
   modelos estabelecidos.
                                                                                          pela observação da aparente inércia da vida rural.
C o registro do pensamento e das crenças das
                                                                                       C D RSomR GR HX OtULFR SHOR HVSDoR EXFyOLFR FRPR
   sociedades em várias épocas.
                                                                                          possibilidade de meditação sobre a sua juventude.
D a repetição dos temas e a restrição de uso pelas                                     D a visão negativa da passagem do tempo, visto que
   classes dominantes.                                                                    esta gera insegurança.
E o uso exclusivista da arte para atender aos interesses                               E D SURIXQGD VHQVDomR GH PHGR JHUDGD SHOD UHÀH[mR
   da elite.                                                                              acerca da morte.
                                                                                                              LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 12
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QUESTÃO 114                                                                                 Ao argumentar que a aquisição das habilidades de leitura
                                                                                            H HVFULWD QmR VmR VX¿FLHQWHV SDUD JDUDQWLU R H[HUFtFLR GD
                                                                                            cidadania, o autor
                                                                                            A critica os processos de aquisição da leitura e da
                                                                                              escrita.
                                                                                            B fala sobre o domínio da leitura e da escrita no Brasil.
                                                                                            C incentiva a participação efetiva na vida da
                                                                                              comunidade.
                                                                                            D faz uma avaliação crítica a respeito da condição
                                                                                              cidadã do brasileiro.
                                                                                            E GH¿QH LQVWUXPHQWRV H¿FD]HV SDUD HOHYDU D FRQGLomR
                                                                                              social da população do Brasil.

PICASSO, P. Guernica ÏOHR VREUH WHOD  ;  FP 0XVHX 5HLQD 6R¿D (VSDQKD 
                                                                                            QUESTÃO 116
           'LVSRQtYHO HP KWWSZZZIGGUHLV¿OHVZRUGSUHVVFRP $FHVVR HP  MXO 
                                                                                                                            /pSLGD H OHYH
O pintor espanhol Pablo Picasso
XP GRV
mais valorizados no mundo artístico, tanto em termos                                        Língua do meu Amor velosa e doce,
¿QDQFHLURV TXDQWR KLVWyULFRV FULRX D REUD Guernica                                         que me convences de que sou frase,
em protesto ao ataque aéreo à pequena cidade basca                                          que me contornas, que me vestes quase,
de mesmo nome. A obra, feita para integrar o Salão                                          como se o corpo meu de ti vindo me fosse.
Internacional de Artes Plásticas de Paris, percorreu toda                                   Língua que me cativas, que me enleias
a Europa, chegando aos EUA e instalando-se no MoMA,
                                                                                            os surtos de ave estranha,
GH RQGH VDLULD DSHQDV HP  (VVD REUD FXELVWD
                                                                                            em linhas longas de invisíveis teias,
DSUHVHQWD HOHPHQWRV SOiVWLFRV LGHQWL¿FDGRV SHOR
                                                                                            de que és, há tanto, habilidosa aranha...
A SDLQHO LGHRJUi¿FR PRQRFURPiWLFR TXH HQIRFD YiULDV
  dimensões de um evento, renunciando à realidade,                                          [...]
  colocando-se em plano frontal ao espectador.                                              Amo-te as sugestões gloriosas e funestas,
B KRUURU GD JXHUUD GH IRUPD IRWRJUi¿FD FRP R XVR                                           amo-te como todas as mulheres
  da perspectiva clássica, envolvendo o espectador                                          WH DPDP y OtQJXDODPD y OtQJXDUHVSOHQGRU
  nesse exemplo brutal de crueldade do ser humano.                                          pela carne de som que à ideia emprestas
C uso das formas geométricas no mesmo plano, sem
                                                                                            e pelas frases mudas que proferes
  emoção e expressão, despreocupado com o volume,
                                                                                            QRV VLOrQFLRV GH $PRU 
  D SHUVSHFWLYD H D VHQVDomR HVFXOWyULFD
                                                                                             MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR.
D esfacelamento dos objetos abordados na mesma                                                                                           Rio de Janeiro: Objetiva, 2001 (fragmento).
  narrativa, minimizando a dor humana a serviço da
                                                                                            $ SRHVLD GH *LOND 0DFKDGR LGHQWL¿FDVH FRP DV
  objetividade, observada pelo uso do claro-escuro.
                                                                                            concepções artísticas simbolistas. Entretanto, o texto
E uso de vários ícones que representam personagens
                                                                                            VHOHFLRQDGR LQFRUSRUD UHIHUrQFLDV WHPiWLFDV H IRUPDLV
  fragmentados bidimensionalmente, de forma fotográ-
                                                                                            modernistas, já que, nele, a poeta
  ¿FD OLYUH GH VHQWLPHQWDOLVPR
                                                                                            A procura dHVFRQVWUXLU D YLVmR PHWDIyULFD GR DPRU H
QUESTÃO 115
                                                                                              abandona o cuidado formal.
     No Brasil, a condição cidadã, embora dependa da                                        B concebe a mulher como um ser sem linguagem e
leitura e da escrita, não se basta pela enunciação do                                         questiona o poder da palavra.
direito, nem pelo domínio desses instrumentos, o que,
                                                                                            C questiona o trabalho intelectual da mulher e antecipa
sem dúvida, viabiliza melhor participação social. A
                                                                                              a construção do verso livre.
condição cidadã depende, seguramente, da ruptura com
                                                                                            D propõe um modelo novo de erotização na lírica
o ciclo da pobreza, que penaliza um largo contingente
populacional.                                                                                 DPRURVD H SURS}H D VLPSOL¿FDomR YHUEDO
   )RUPDomR GH OHLWRUHV H FRQVWUXomR GD FLGDGDQLD PHPyULD H SUHVHQoD GR 352/(5.            E H[SORUD D FRQVWUXomR GD HVVrQFLD IHPLQLQD D SDUWLU
                                                         Rio de Janeiro: FBN, 2008.
                                                                                              GD SROLVVHPLD GH ³OtQgua”, e inova o léxico.
LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 13
*AZUL25dom14*

QUESTÃO 117                                                                             A memyULD p XP LPSRUWDQWH UHFXUVR GR SDWULP{QLR
    Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dos                                   cultural de uma nação. Ela está presente nas lembranças
desterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, se                                    do passado e no acervo cultural de um povo. Ao tratar o
concentrando e caindo em tristeza; mas, de repente,                                     fazer poético como uma das maneiras de se guardar o
R FDYDTXLQKR GH 3RU¿UR DFRPSDQKDGR SHOR YLROmR                                         que se quer, o texto
do Firmo, romperam vibrantemente com um chorado
baiano. Nada mais que os primeiros acordes da                                           A UHVVDOWD D LPSRUWkQFLD GRV HVWXGRV KLVWyULFRV SDUD D
música crioula para que o sangue de toda aquela gente                                     FRQVWUXomR GD PHPyULD VRFLDO GH XP SRYR
despertasse logo, como se alguém lhe fustigasse o                                       B valoriza as lembranças individuais em detrimento
corpo com urtigas bravas. E seguiram-se outras notas,                                     das narrativas populares ou coletivas.
e outras, cada vez mais ardentes e mais delirantes. Já
não eram dois instrumentos que soavam, eram lúbricos                                    C reforça a capacidade da literatura em promover a
gemidos e suspiros soltos em torrente, a correrem                                         subjetividade e os valores humanos.
VHUSHQWHDQGR FRPR FREUDV QXPD ÀRUHVWD LQFHQGLDGD                                      D destaca a importância de reservar o texto literário
eram ais convulsos, chorados em frenesi de amor:                                          jTXHOHV TXH SRVVXHP PDLRU UHSHUWyULR FXOWXUDO
música feita de beijos e soluços gostosos; carícia de                                   E revela a superioridade da escrita poética como forma
fera, carícia de doer, fazendo estalar de gozo.
                                                                                          LGHDO GH SUHVHUYDomR GD PHPyULD FXOWXUDO
                           AZEVEDO, A. 2 RUWLoR 6mR 3DXOR ÈWLFD  IUDJPHQWR
No romance O Cortiço
GH $OXt]LR $]HYHGR DV                                     QUESTÃO 119
personagens são observadas como elementos coletivos                                         4XDQGR RV SRUWXJXHVHV VH LQVWDODUDP QR %UDVLO
caracterizados por condicionantes de origem social,
sexo e etnia. Na passagem transcrita, o confronto                                       o país era povoado de índios. Importaram, depois, da
HQWUH EUDVLOHLURV H SRUWXJXHVHV UHYHOD SUHYDOrQFLD GR                                   ÈIULFD JUDQGH Q~PHUR GH HVFUDYRV 2 3RUWXJXrV R
elemento brasileiro, pois                                                               Índio e o Negro constituem, durante o período colonial,
A destaca o nome de personagens brasileiras e omite                                     DV WUrV EDVHV GD SRSXODomR EUDVLOHLUD 0DV QR TXH VH
    o de personagens portuguesas.                                                       UHIHUH j FXOWXUD D FRQWULEXLomR GR 3RUWXJXrV IRL GH ORQJH
B exalta a força do cenário natural brasileiro e                                        a mais notada.
    FRQVLGHUD R GR SRUWXJXrV LQH[SUHVVLYR
C mostra o poder envolvente da música brasileira, que                                       'XUDQWH PXLWR WHPSR R SRUWXJXrV H R WXSL YLYHUDP
    FDOD R IDGR SRUWXJXrV                                                              lado a lado como línguas de comunicação. Era o tupi
D destaca o sentimentalismo brasileiro, contrário à
                                                                                        que utilizavam os bandeirantes nas suas expedições.
    tristeza dos portugueses.
E atribui aos brasileiros uma habilidade maior com                                      (P  GL]LD R 3DGUH $QW{QLR 9LHLUD TXH ³DV IDPtOLDV
    instrumentos musicais.                                                              dos portugueses e índios em São Paulo estão tão
QUESTÃO 118                                                                             ligadas hoje umas com as outras, que as mulheres e os
                                   Guardar                                              ¿OKRV VH FULDP PtVWLFD H GRPHVWLFDPHQWH H D OtQJXD TXH
                                                                                        nas ditas famílias se fala é a dos Índios, e a portuguesa
*XDUGDU XPD FRLVD QmR p HVFRQGrOD RX WUDQFiOD                                        a vão os meninos aprender à escola.”
Em cofre não se guarda coisa alguma.                                                                           TEYSSIER, P. +LVWyULD GD OtQJXD SRUWXJXHVD. Lisboa:
Em cofre perde-se a coisa à vista.                                                                                           /LYUDULD 6i GD RVWD  DGDSWDGR
*XDUGDU XPD FRLVD p ROKiOD ¿WiOD PLUiOD SRU                                        A identidade de uma nação está diretamente ligada à
admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado.                                 cultura de seu povo. O texto mostra que, no período
Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por                                 FRORQLDO EUDVLOHLUR R 3RUWXJXrV R ËQGLR H R 1HJUR
ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela,                             formaram a base da população e que o patrimônio
isto é, estar por ela ou ser por ela.                                                   linguístico brasileiro é resultado da
Por isso melhor se guarda o voo de um pássaro                                           A contribuição dos índios na escolarização dos
Do que um pássaro sem voos.                                                               brasileiros.
Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica,                              B diferença entre as línguas dos colonizadores e as
por isso se declara e declama um poema:                                                   dos indígenas.
Para guardá-lo:                                                                         C importância do padre Antônio Vieira para a literatura
Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:                                           de língua portuguesa.
Guarde o que quer que guarda um poema:                                                  D origem das diferenças entre a língua portuguesa e
Por isso o lance do poema:                                                                as línguas tupi.
Por guardar-se o que se quer guardar.                                                   E LQWHUDomR SDFt¿FD QR XVR GD OtQJXD SRUWXJXHVD H GD
MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR.  .
                                                      Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.     língua tupi.
                                                                                                             LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 14
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QUESTÃO 120                                                                               7H[WR SDUD DV TXHVW}HV  H 
          3HTXHQR FRQFHUWR TXH YLURX FDQomR

Não, não há por que mentir ou esconder
A dor que foi maior do que é capaz meu coração
1mR QHP Ki SRU TXH VHJXLU FDQWDQGR Vy SDUD H[SOLFDU
Não vai nunca entender de amor quem nunca soube amar                                          1yV DGRUDUtDPRV GL]HU TXH VRPRV SHUIHLWRV 4XH
Ah, eu vou voltar pra mim                                                                 VRPRV LQIDOtYHLV 4XH QmR FRPHWHPRV QHP PHVPR R
Seguir sozinho assim                                                                      PHQRU GHVOL]H ( Vy QmR IDODPRV LVVR SRU XP SHTXHQR
                                                                                          detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra
Até me consumir ou consumir toda essa dor
                                                                                          ³PHQWLUD´ FRPR DFDEDPRV GH ID]HU SRGHUtDPRV RSWDU
Até sentir de novo o coração capaz de amor                                                SRU XP HXIHPLVPR ³0HLDYHUGDGH´ SRU H[HPSOR VHULD
     9$1'5e * 'LVSRQtYHO HP KWWSZZZOHWUDVWHUUDFRPEU $FHVVR HP  MXQ 
                                                                                          XP WHUPR PXLWR PHQRV DJUHVVLYR 0DV QyV QmR XVDPRV
Na canção de Geraldo Vandré, tem-se a manifestação                                        esta palavra simplesmente porque não acreditamos que
da função poética da linguagem, que é percebida na                                        H[LVWD XPD ³0HLDYHUGDGH´ 3DUD R RQDU RQVHOKR
elaboração artística e criativa da mensagem, por meio                                     Nacional de Autorregulamentação Publicitária, existem
de combinações sonoras e rítmicas. Pela análise do                                        a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a
texto, entretanto, percebe-se, também, a presença                                         desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar
marcante da função emotiva ou expressiva, por meio da                                     QDVFHX Ki  DQRV YLX Vy QmR DUUHGRQGDPRV SDUD

Enem 2011-07-azul-gabarito

  • 1.
    EXAME NACIONAL DOENSINO MÉDIO A COR DO SEU CADERNO DE QUESTÕES É AZUL. MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTA 2º DIA CADERNO 7 AZUL 2011 PROVA DE REDAÇÃO E DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS PROVA DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES 1 Este CADERNO DE QUESTÕES contém a Proposta de Redação e 9 No CARTÃO-RESPOSTA, preencha todo o espaço 90 questões numeradas de 91 a 180, dispostas da seguinte maneira: compreendido no círculo correspondente à opção escolhida a. as questões de número 91 a 135 são relativas à área para a resposta. A marcação em mais de uma opção anula a de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; questão, mesmo que uma das respostas esteja correta. b. as questões de número 136 a 180 são relativas à 10 O tempo disponível para estas provas é de cinco horas e trinta área de Matemática e suas Tecnologias. minutos. ATENÇÃO: as questões de 91 a 95 são relativas à língua estrangeira. Você deverá responder apenas às questões 11 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DE relativas à língua estrangeira (inglês ou espanhol) escolhida QUESTÕES não serão considerados na avaliação. no ato de sua inscrição. 12 Somente serão corrigidas as redações transcritas na FOLHA DE 2 Confira se o seu CADERNO DE QUESTÕES contém a REDAÇÃO. quantidade de questões e se essas questões estão na ordem mencionada na instrução anterior. Caso o caderno esteja 13 Quando terminar as provas, acene para chamar o aplicador e incompleto, tenha qualquer defeito ou apresente entregue este CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO- RESPOSTA/FOLHA DE REDAÇÃO. divergência, comunique ao aplicador da sala para que ele tome as providências cabíveis. 14 Você poderá deixar o local de prova somente após decorridas duas horas do início da aplicação e poderá levar seu CADERNO 3 Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA e na FOLHA DE REDAÇÃO, que DE QUESTÕES ao deixar em definitivo a sala de provas nos se encontra no verso do CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dados últimos 30 minutos que antecedem o término da prova. estão registrados corretamente. Caso haja alguma divergência, 15 Você será excluído do exame no caso de: comunique-a imediatamente ao aplicador da sala. a) prestar, em qualquer documento, declaração falsa 4 ATENÇÃO: após a conferência, escreva e assine seu nome nos ou inexata; espaços próprios do CARTÃO-RESPOSTA e da FOLHA DE b) agir com incorreção ou descortesia para com REDAÇÃO com caneta esferográfica de tinta preta. qualquer participante ou pessoa envolvida no 5 ATENÇÃO: transcreva no espaço apropriado do seu CARTÃO- processo de aplicação das provas; RESPOSTA, com sua caligrafia usual, considerando as letras c) perturbar, de qualquer modo, a ordem no local de maiúsculas e minúsculas, a seguinte frase: aplicação das provas, incorrendo em comportamento indevido durante a realização do Exame; Lenta, descansa a onda que a maré deixa. d) se comunicar, durante as provas, com outro participante verbalmente, por escrito ou por qualquer outra forma; 6 Marque no CARTÃO-RESPOSTA, no espaço apropriado, a e) utilizar qualquer tipo de equipamento eletrônico e opção correspondente à cor desta capa. ATENÇÃO: se você de comunicação durante a realização do Exame; assinalar mais de uma opção de cor ou deixar todos os campos f) utilizar ou tentar utilizar meio fraudulento, em em branco, sua prova não será corrigida. benefício próprio ou de terceiros, em qualquer 7 Não dobre, não amasse nem rasure o CARTÃO-RESPOSTA, etapa do Exame; pois ele não poderá ser substituído. g) utilizar livros, notas ou impressos durante a realização do Exame; 8 Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 opções h) se ausentar da sala de provas levando consigo o identificadas com as letras A, B, C, D e E. Apenas uma CADERNO DE QUESTÕES antes do prazo estabelecido responde corretamente à questão. e/ou o CARTÃO-RESPOSTA a qualquer tempo. *AZUL25DOM0*
  • 2.
    *AZUL25dom1* PROPOSTA DE REDAÇÃO Com base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema VIVER EM REDE NO SÉCULO XXI: OS LIMITES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO, apresentando proposta de conscientização social que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. /LEHUGDGH VHP ¿R A ONU acaba de declarar o acesso à rede um direito fundamental do ser humano – assim como saúde, moradia e educação. No mundo todo, pessoas começam a abrir seus sinais privados de ZL¿, organizações e governos se mobilizam para expandir a rede para espaços públicos e regiões onde ela ainda não chega, com acesso livre e gratuito. ROSA, G.; SANTOS, P. Galileu. Nº 240, jul. 2011 (fragmento). $ LQWHUQHW WHP RXYLGRV H PHPyULD Uma pesquisa da consultoria Forrester Research revela que, nos Estados Unidos, a população já passou mais tempo conectada à internet do que em frente à televisão. Os hábitos estão mudando. No Brasil, as pessoas já gastam cerca de 20% de seu tempo on-line em redes sociais. A grande maioria dos internautas (72%, de DFRUGR FRP R ,ERSH 0tGLD
  • 3.
    SUHWHQGH FULDU DFHVVDUH PDQWHU XP SHU¿O HP UHGH ³)D] SDUWH GD SUySULD VRFLDOL]DomR do indivíduo do século XXI estar numa rede social. Não estar equivale a não ter uma identidade ou um número de telefone no passado”, acredita Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análise de mídias. $V UHGHV VRFLDLV VmR yWLPDV SDUD GLVVHPLQDU LGHLDV WRUQDU DOJXpP SRSXODU H WDPEpP DUUXLQDU UHSXWDo}HV 8P GRV PDLRUHV GHVD¿RV GRV XVXiULRV GH LQWHUQHW p VDEHU SRQGHUDU R TXH VH SXEOLFD QHOD (VSHFLDOLVWDV UHFRPHQGDP que não se deve publicar o que não se fala em público, pois a internet é um ambiente social e, ao contrário do que se pensa, a rede não acoberta anonimato, uma vez que mesmo quem se esconde atrás de um pseudônimo pode VHU UDVWUHDGR H LGHQWL¿FDGR $TXHOHV TXH SRU LPSXOVR VH exaltam e cometem gafes podem pagar caro. Disponível em: http://www.terra.com.br. Acesso em: 30 jun. 2011 (adaptado). DAHMER, A. Disponível em: http://malvados.wordpress.com. Acesso em: 30 jun. 2011. INSTRUÇÕES: ‡ 2 UDVFXQKR da redação deve ser feito no espaço apropriado. ‡ 2 WH[WR GH¿QLWLYR deve ser escrito à tinta, na IROKD SUySULD, em até 30 linhas. ‡ $ UHGDomR FRP DWp VHWH
  • 4.
    OLQKDV HVFULWDV VHUiFRQVLGHUDGD ³LQVX¿FLHQWH´ H UHFHEHUi QRWD ]HUR ‡ $ UHGDomR TXH IXJLU DR WHPD RX TXH QmR DWHQGHU DR WLSR GLVVHUWDWLYRDUJXPHQWDWLYR receberá nota zero. ‡ $ UHGDomR TXH DSUHVHQWDU FySLD GRV WH[WRV GD 3URSRVWD GH 5HGDomR RX GR DGHUQR GH 4XHVW}HV WHUi R número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 1
  • 5.
    *AZUL25dom2* LINGUAGENS, CÓDIGOS ESUAS TECNOLOGIAS Na fase escolar, é prática comum que os professores Questões de 91 a 135 passem atividades extraclasse e marquem uma data 4XHVW}HV GH D RSomR LQJOrV
  • 6.
    para que asmesmas sejam entregues para correção. No caso da cena da charge, a professora ouve uma QUESTÃO 91 estudante apresentando argumentos para Going to univerVLW VHHPV WR UHGXFH WKH ULVN RI A discutir sobre o conteúdo do seu trabalho já entregue. dying from coronary heart disease. An American study B HORJLDU R WHPD SURSRVWR SDUD R UHODWyULR VROLFLWDGR that involved 10 000 patients from around the world has C VXJHULU WHPDV SDUD QRYDV SHVTXLVDV H UHODWyULRV found that people who leave school before the age of 16 D reclamar do curto prazo para entrega do trabalho. DUH ¿YH WLPHV PRUH OLNHO WR VXIIHU D KHDUW DWWDFN DQG GLH E FRQYHQFHU GH TXH IH] R UHODWyULR VROLFLWDGo. than university graduates. :RUOG 5HSRUW 1HZV 0DJD]LQH 6SHDN 8S. Ano XIV, nº 170. Editora Camelot, 2001. QUESTÃO 93 Em relação às pesquisas, a utilização da expressão +RZ¶V RXU PRRG university graduates evidencia a intenção de informar que A as doenças do coração atacam dez mil pacientes. B as doenças do coração ocorrem na faixa dos dezesseis anos. C as pesquisas sobre doenças são divulgadas no meio DFDGrPLFR D jovens americanos são alertados dos riscos de doenças do coração. E maior nível de estudo reduz riscos de ataques do coração. QUESTÃO 92 For an interesting attempt to measure cause and effect try Mappiness, a project run by the London School of Economics, which offers a phone app that prompts you to record your mood and situation. 7KH 0DSSLQHVV ZHEVLWH VDV ³:H¶UH SDUWLFXODUO LQWHUHVWHG LQ KRZ SHRSOH¶V KDSSLQHVV LV DIIHFWHG E WKHLU ORFDO HQYLURQPHQW ʊ DLU SROOXWLRQ QRLVH JUHHQ VSDFHV DQG VR RQ ʊ ZKLFK WKH GDWD IURP 0DSSLQHVV ZLOO EH absolutely great for investigating.” :LOO LW ZRUN :LWK HQRXJK SHRSOH LW PLJKW %XW WKHUH DUH RWKHU SUREOHPV :H¶YH EHHQ XVLQJ KDSSLQHVV DQG ZHOOEHLQJ LQWHUFKDQJHDEO ,V WKDW RN 7KH GLIIHUHQFH FRPHV RXW LQ D VHQWLPHQW OLNH ³:H ZHUH KDSSLHU GXULQJ WKH ZDU´ %XW ZDV RXU ZHOOEHLQJ DOVR JUHDWHU WKHQ 'LVSRQtYHO HP KWWSZZZEEFFRXN $FHVVR HP MXQ DGDSWDGR
  • 7.
    O projeto Mappiness,idealizado pela London School of Economics, ocupa-se do tema relacionado A ao nível de felicidade das pessoas em tempos de guerra. B j GL¿FXOGDGH GH PHGLU R QtYHO GH IHOLFLGDGH GDV pessoas a partir de seu humor. C ao nível de felicidade das pessoas enquanto falam ao celular com seus familiares. D à relação entre o nível de felicidade das pessoas e o ambiente no qual se encontram. GLASBERGEN, R. 7RGD¶V FDUWRRQ. E j LQÀXrQFLD GDV LPDJHQV JUD¿WDGDV SHODV UXDV QR Disponível em: http://www.glasbergen.com. Acesso em: 23 jul. 2010. aumento do nível de felicidade das pessoas. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 2
  • 8.
    *AZUL25dom3* QUESTÃO 94 War Until the philosophy which holds one race superior :DU LQ WKH HDVW ZDU LQ WKH ZHVW And another inferior :DU XS QRUWK ZDU GRZQ VRXWK ʊ ,V ¿QDOO DQG SHUPDQHQWO GLVFUHGLWHG DQG DEDQGRQHG :DU ʊ ZDU ʊ 5XPRUV RI ZDU (YHUZKHUH LV ZDU ʊ 0H VD ZDU $QG XQWLO WKDW GD WKH $IULFDQ FRQWLQHQW ZLOO QRW NQRZ SHDFH :H $IULFDQV ZLOO ¿JKW ʊ ZH ¿QG LW QHFHVVDU ʊ That until there is no longer $QG ZH NQRZ ZH VKDOO ZLQ First class and second class citizens of any nation, $V ZH DUH FRQ¿GHQW LQ WKH YLFWRU 8QWLO WKH FRORU RI D PDQ¶V VNLQ […] ,V RI QR PRUH VLJQL¿FDQFH WKDQ WKH FRORU RI KLV HHV ʊ MARLEY, B. Disponível em: http://www.sing365.com. Acesso em: 30 jun. 2011 (fragmento). Me say war. […] And until the ignoble and unhappy regimes that hold our brothers in Angola, in Mozambique, South Africa, sub-human bondage have been toppled, 8WWHUO GHVWURHG ʊ :HOO HYHUZKHUH LV ZDU ʊ 0H VD ZDU Bob Marley foi um artista popular e atraiu muLWRV ImV FRP VXDV FDQo}HV LHQWH GH VXD LQÀXrQFLD VRFLDO QD P~VLFD War, o cantor se utiliza de sua arte para alertar sobre A a inércia do continente africano diante das injustiças sociais. B D SHUVLVWrQFLD GD JXHUUD HQTXDQWR KRXYHU GLIHUHQoDV UDFLDLV H VRFLDLV C as acentuadas diferenças culturais entre os países africanos. D DV GLVFUHSkQFLDV VRFLDLV HQWUH PRoDPELFDQRV H DQJRODQRV FRPR FDXVD GH FRQÀLWRV E a fragilidade das diferenças raciais e sociaiV FRPR MXVWL¿FDWLYDV SDUD R LQtFLo de uma guerra. QUESTÃO 95 'LVSRQtYHO HP KWWSZZZJDU¿HOGFRP $FHVVR HP MXO $ WLUD GH¿QLGD FRPR XP VHJPHQWR GH KLVWyULD HP TXDGULQKRV SRGH WUDQVPLWLU XPD mensagem com efeito de humor. $ SUHVHQoD GHVVH HIHLWR QR GLiORJR HQWUH -RQ H *DU¿HOG DFRQWHFH SRUTXH A -RQ SHQVD TXH VXD H[QDPRUDGD p PDOXFD H TXH *DU¿HOG QmR VDELD GLVVR B -RGHOO p D ~QLFD QDPRUDGD PDOXFD TXH -RQ WHYH H *DU¿HOG DFKD LVVR HVWUDQKR C *DU¿HOG WHP FHUWH]D GH TXH D H[QDPRUDGD GH -RQ p VHQVDWD R PDOXFR p R DPLJR D *DU¿HOG FRQKHFH DV H[QDPRUDGDV GH -RQ H FRQVLGHUD PDLV GH XPD FRPR PDOXFD E -RQ FDUDFWHUL]D D H[QDPRUDGD FRPR PDOXFD H QmR HQWHQGH D FDUD GH *DU¿HOG LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 3
  • 9.
    *AZUL25dom4* LINGUAGENS, CÓDIGOS ESUAS TECNOLOGIAS La SFLC recuerda graves fallos informáticos ocurridos en otros campos, como en elecciones, en la Questões de 91 a 135 IDEULFDFLyQ GH FRFKHV HQ ODV OtQHDV DpUHDV FRPHUFLDOHV 4XHVW}HV GH D RSomR HVSDQKRO
  • 10.
    R HQ ORVPHUFDGRV ¿QDQFLHURV QUESTÃO 91 Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 24 jul. 2010 (adaptado). µ'HVPDFKXSL]DU¶ HO WXULVPR O título da palestra, citado no texto, antecipa o tema que será tratado e mostra que o autor tem a intenção de Es ya un lugar común escuchar aquello de que hay que desmachupizar el turismo en Perú y buscar A UHODWDU QRYDV H[SHULrQFLDV HP WUDWDPHQWR GH VD~GH visitantes en las demás atracciones (y son muchas) que B alertar sobre os riscos mortais de determinados WLHQH HO SDtV QDWXUDOHV DUTXHROyJLFDV SHUR OD FLXGDGHOD softwares de uso médico para o ser humano. C denunciar falhas médicas na implantação de inca tiene un imán innegable. La Cámara Nacional de softwares em seres humanos. 7XULVPR FRQVLGHUD TXH 0DFKX 3LFFKX VLJQL¿FD HO D divulgar novos softwares presentes em aparelhos de los ingresos por turismo en Perú, ya que cada turista médicos lançados no mercado. que tiene como primer destino la ciudadela inca visita E apresentar os defeitos mais comuns de softwares entre tres y cinco lugares más (la ciudad de Cuzco, la em aparelhos médicos. de Arequipa, las líneas de Nazca, el Lago Titicaca y la VHOYD
  • 11.
    GHMD HQ HOSDtV XQ SURPHGLR GH GyODUHV QUESTÃO 93 (unos 1 538 euros). %LHQYHQLGR D %UDVtOLD DUORV DQDOHV SUHVLGHQWH GH DQDWXU VHxDOy TXH El Gobierno de Brasil, por medio del Ministerio de la la ciudadela tiene capacidad para recibir más visitantes XOWXUD GHO ,QVWLWXWR GHO 3DWULPRQLR +LVWyULFR $UWtVWLFR que en la actualidad (un máximo de 3 000) con un sistema Nacional (IPHAN), da la bienvenida a los participantes SODQL¿FDGR GH KRUDULRV UXWDV SHUR QR TXLVR DYDQ]DU GH OD  6HVLyQ GHO RPLWp GHO 3DWULPRQLR 0XQGLDO una cifra. Sin embargo, la Unesco ha advertido en varias HQFXHQWUR UHDOL]DGR SRU OD 2UJDQL]DFLyQ GH ODV 1DFLRQHV ocasiones que el monumento se encuentra cercano al 8QLGDV SDUD OD (GXFDFLyQ OD LHQFLD OD XOWXUD SXQWR GH VDWXUDFLyQ HO *RELHUQR QR GHEH HPSUHQGHU (UNESCO). QLQJXQD SROtWLFD GH FDSWDFLyQ GH QXHYRV YLVLWDQWHV DOJR 5HVSDOGDGR SRU OD RQYHQFLyQ GHO 3DWULPRQLR con lo que coincide el viceministro Roca Rey. 0XQGLDO GH HO RPLWp UH~QH HQ VX  VHVLyQ PiV Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 21 jun. 2011. de 180 delegaciones nacionales para deliberar sobre las QXHYDV FDQGLGDWXUDV HO HVWDGR GH FRQVHUYDFLyQ GH A reportagem do jornal espanhol mostra a preocupação riesgo de los bienes ya declarados Patrimonio Mundial, diante de um problema no Peru, que pode ser resumido con base en los análisis del Consejo Internacional de SHOR YRFiEXOR ³GHVPDFKXSL]DU´ UHIHULQGRVH Monumentos y Sitios (Icomos), del Centro Internacional A à escassez de turistas no país. SDUD HO (VWXGLR GH OD 3UHVHUYDFLyQ OD 5HVWDXUDFLyQ GHO B ao difícil acesso ao lago Titicaca. 3DWULPRQLR XOWXUDO ,520
  • 12.
    GH OD 8QLyQ,QWHUQDFLRQDO C à destruição da arqueologia no país. SDUD OD RQVHUYDFLyQ GH OD 1DWXUDOH]D ,81
  • 13.
    D ao excessode turistas na terra dos incas. Disponível em: http://www.34whc.brasilia2010.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010. E à falta de atrativos turísticos em Arequipa. 2 RPLWr GR 3DWULP{QLR 0XQGLDO UH~QHVH UHJXODUPHQWH QUESTÃO 92 para deliberar sobre ações que visem à conservação e Los fallos de software en aparatos médicos, como à preservação do patrimônio mundial. Entre as tarefas marcapasos, van a ser una creciente amenaza para la atribuídas às delegações nacionais que participaram salud pública, según el informe de Software Freedom Law GD  6HVVmR GR RPLWr GR 3DWULP{QLR 0XQGLDO Center (SFLC) que ha sido presentado hoy en Portland destaca-se a (EEUU), en la Open Source Convention (OSCON). A participação em reuniões do Conselho Internacional /D SRQHQFLD ³0XHUWR SRU HO FyGLJR WUDQVSDUHQFLD de Monumentos e Sítios. de software en los dispositivos médicos implantables” B realização da cerimônia de recepção da Convenção aborda el riesgo potencialmente mortal de los defectos do Patrimônio Mundial. informáticos en los aparatos médicos implantados en las C organização das análises feitas pelo Ministério da personas. Cultura brasileiro. D discussão sobre o estado de conservação dos bens Según SFLC, millones de personas con condiciones já declarados patrimônios mundiais. FUyQLFDV GHO FRUD]yQ HSLOHSVLD GLDEHWHV REHVLGDG H E HVWUXWXUDomR GD SUy[LPD UHXQLmR GR RPLWr GR LQFOXVR OD GHSUHVLyQ GHSHQGHQ GH LPSODQWHV SHUR HO software permanece oculto a los pacientes y sus médicos. Patrimônio Mundial. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 4
  • 14.
    *AZUL25dom5* QUESTÃO 94 QUESTÃO 95 (O WDQJR (V SRVLEOH UHGXFLU OD EDVXUD Ya sea como danza, música, poesía o cabal En México se producen más de 10 millones de m3 H[SUHVLyQ GH XQD ¿ORVRItD GH YLGD HO WDQJR SRVHH XQD de basura mensualmente, depositados en más de 50 mil larga y valiosa trayectoria, jalonada de encuentros y tiraderos de basura legales y clandestinos, que afectan desencuentros, amores y odios, nacida desde lo más de manera directa nuestra calidad de vida, pues nuestros hondo de la historia argentina. recursos naturales son utilizados desproporcionalmente, El nuevo ambiente es el cabaret, su nuevo cultor como materias primas que luego desechamos y tiramos la clase media porteña, que ameniza sus momentos convirtiéndolos en materiales inútiles y focos de GH GLYHUVLyQ FRQ QXHYDV FRPSRVLFLRQHV VXVWLWXHQGR LQIHFFLyQ el carácter malevo del tango primitivo por una nueva Todo aquello que compramos y consumimos tiene poesía más acorde con las concepciones estéticas XQD UHODFLyQ GLUHFWD FRQ OR TXH WLUDPRV RQVXPLHQGR provenientes de Londres y París. UDFLRQDOPHQWH HYLWDQGR HO GHUURFKH XVDQGR VyOR OR Ya en la década del ‘20 el tango se anima incluso indispensable, directamente colaboramos con el cuidado a traspasar las fronteras del país, recalando en lujosos del ambiente. salones parisinos donde es aclamado por públicos Si la basura se compone de varios desperdicios selectos que adhieren entusiastas a la sensualidad y si como desperdicios no fueron basura, si los del nuevo baile. Ya no es privativo de los bajos fondos separamos adecuadamente, podremos controlarlos porteños; ahora se escucha y se baila en salones y evitar posteriores problemas. Reciclar se traduce elegantes, clubs y casas particulares. en importantes ahorros de energía, ahorro de agua El tango revive con juveniles fuerzas en ajironadas potable, ahorro de materias primas, menor impacto en YHUVLRQHV GH JUXSRV URFNHURV SUHVHQWDFLRQHV HQ los ecosistemas y sus recursos naturales y ahorro de elegantes reductos de San Telmo, Barracas y La Boca y tiempo, dinero y esfuerzo. películas foráneas que lo divulgan por el mundo entero. Es necesario saber para empezar a actuar... Disponível em: http://www.elpolvorin.over-blog.es. Acesso em: 22 jun. 2011 (adaptado). Disponível em: http://www.tododecarton.com. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado). Sabendo-se que a produção cultural de um país $ SDUWLU GR TXH VH D¿UPD QR ~OWLPR SDUiJUDIR ³(V SRGH LQÀXHQFLDU UHWUDWDU RX LQFOXVLYH VHU UHÀH[R GH necesario saber para empezar a actuar...”, pode-se DFRQWHFLPHQWRV GH VXD KLVWyULD R WDQJR GHQWUR GR constatar que o texto foi escrito com a intenção de FRQWH[WR KLVWyULFR DUJHQWLQR p UHFRQKHFLGR SRU A informar o leitor a respeito da importância da A PDQWHUVH LQDOWHUDGR DR ORQJR GH VXD KLVWyULD QR reciclagem para a conservação do meio ambiente. país. B indicar os cuidados que se deve ter para não consumir B LQÀXHQFLDU RV VXE~UELRV VHP FKHJDU D RXWUDV alimentos que podem ser focos de infecção. regiões. C denunciar o quanto o consumismo é nocivo, pois é o C sobreviver e se difundir, ultrapassando as fronteiras gerador dos dejetos produzidos no México. do país. D ensinar como economizar tempo, dinheiro e esforço D manifestar seu valor primitivo nas diferentes D SDUWLU GRV PLO GHSyVLWRV GH OL[R OHJDOL]DGRV camadas sociais. E alertar a população mexicana para os perigos E LJQRUDU D LQÀXrQFLD GH SDtVHV HXURSHXV FRPR causados pelos consumidores de matéria-prima Inglaterra e França. reciclável. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 5
  • 15.
    *AZUL25dom6* QUESTÃO 96 Na modernidade, o corpo foi descoberto, despido e modelado pelos exercícios físicos da moda. Novos espaços e práticas esportivas e de ginástica passaram a convocar as pessoas a modelarem seus corpos. Multiplicaram-se as academias de ginástica, as salas de musculação e o número de pessoas correndo pelas ruas. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. DGHUQR GR SURIHVVRU: educação física. São Paulo, 2008. Diante do exposto, é possível perceber que houve um aumento da procura por A exercícios físicos aquáticos (natação/hidroginástica), que são exercícios de baixo impacto, evitando o atrito (não prejudicando as articulações), e que previnem o envelhecimento precoce e melhoram a qualidade de vida. B mecanismos que permitem combinar alimentação e exercício físico, que permitem a aquisição e manutenção de níveis adequados de saúde, sem a preocupação com padrões de beleza instituídos socialmente. C SURJUDPDV VDXGiYHLV GH HPDJUHFLPHQWR TXH HYLWDP RV SUHMXt]RV FDXVDGRV QD UHJXODomR PHWDEyOLFD IXQomR LPXQROyJLFD LQWHJULGDGH yVVHD H PDQXWHQomR GD FDSDFLGDGH IXQFLRQDO DR ORQJR GR HQYHOKHFLPHQWR D exercícios de relaxamento, reeducação postural e alongamentos, que permitem um melhor funcionamento do organismo como um todo, bem como uma dieta alimentar e hábitos saudáveis com base em produtos naturais. E dietas que preconizam a ingestão excessiva ou restrita de um ou mais macronutrientes (carboidratos, gorduras ou proteínas), bem como exercícios que permitem um aumento de massa muscular e/ou modelar o corpo. QUESTÃO 97 COSTA, C. 6XSHULQWHUHVVDQWH. Fev. 2011 (adaptado). Os amigos são um dos principais indicadores de bem-estar na vida social das pessoas. Da mesma forma que em RXWUDV iUHDV D LQWHUQHW WDPEpP LQRYRX DV PDQHLUDV GH YLYHQFLDU D DPL]DGH 'D OHLWXUD GR LQIRJUi¿FR GHSUHHQGHPVH GRLV WLSRV GH DPL]DGH YLUWXDO D VLPpWULFD H D DVVLPpWULFD DPEDV FRP VHXV SUyV H FRQWUDV (QTXDQWR D SULPHLUD VH baseia na relação de reciprocidade, a segunda A reduz o número de amigos virtuais, ao limitar o acesso à rede. B SDUWH GR DQRQLPDWR REULJDWyULR SDUD VH GLIXQGLU C UHIRUoD D FRQ¿JXUDomR GH ODoRV PDLV SURIXQGRV GH DPL]DGH D facilita a interação entre pessoas em virtude de interesses comuns. E tem a responsabilidade de promover a proximidade física. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 6
  • 16.
    *AZUL25dom7* QUESTÃO 98 QUESTÃO 99 O hipertexto refere-se à escritura eletrônica não TEXTO I sequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor o O meu nome é Severino, acesso a um número praticamente ilimitado de outros textos não tenho outro de pia. Como há muitos Severinos, a partir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real. que é santo de romaria, $VVLP R OHLWRU WHP FRQGLo}HV GH GH¿QLU LQWHUDWLYDPHQWH R deram então de me chamar ÀX[R GH VXD OHLWXUD D SDUWLU GH DVVXQWRV WUDWDGRV QR WH[WR VHP Severino de Maria; VH SUHQGHU D XPD VHTXrQFLD ¿[D RX D WySLFRV HVWDEHOHFLGRV como há muitos Severinos por um autor. Trata-se de uma forma de estruturação textual com mães chamadas Maria, ¿TXHL VHQGR R GD 0DULD TXH ID] GR OHLWRU VLPXOWDQHDPHQWH FRDXWRU GR WH[WR ¿QDO GR ¿QDGR =DFDULDV O hipertexto se caracteriza, pois, como um processo de mas isso ainda diz pouco: escritura/leitura eletrônica multilinearizado, multisequencial há muitos na freguesia, e indeterminado, realizado em um novo espaço de escrita. por causa de um coronel Assim, ao permitir vários níveis de tratamento de um que se chamou Zacarias e que foi o mais antigo tema, o hipertexto oferece a possibilidade de múltiplos senhor desta sesmaria. graus de profundidade simultaneamente, já que não tem Como então dizer quem fala VHTXrQFLD GH¿QLGD PDV OLJD WH[WRV QmR QHFHVVDULDPHQWH RUD D 9RVVDV 6HQKRULDV correlacionados. MELO NETO, J. C. 2EUD FRPSOHWD 5LR GH -DQHLUR $JXLODU IUDJPHQWR
  • 17.
    0$586+, / $'LVSRQtYHO HP KWWSZZZSXFVSEU $FHVVR HP MXQ TEXTO II O computador mudou nossa maneira de ler e escrever, João Cabral, que já emprestara sua voz ao rio, transfere-a, aqui, ao retirante Severino, que, como e o hipertexto pode ser considerado como um novo o Capibaribe, também segue no caminho do Recife. HVSDoR GH HVFULWD H OHLWXUD 'H¿QLGR FRPR XP FRQMXQWR A autoapresentação do personagem, na fala inicial de blocos autônomos de texto, apresentado em meio do texto, nos mostra um Severino que, quanto mais eletrônico computadorizado e no qual há remissões VH GH¿QH PHQRV VH LQGLYLGXDOL]D SRLV VHXV WUDoRV associando entre si diversos elementos, o hipertexto ELRJUi¿FRV VmR VHPSUH SDUWLOKDGRV SRU RXWURV KRPHQV SECCHIN, A. C. -RmR DEUDO: a poesia do menos. A é uma estratégia que, ao possibilitar caminhos 5LR GH -DQHLUR 7RSERRNV IUDJPHQWR
  • 18.
    totalmente abertos, desfavoreceo leitor, ao confundir Com base no trecho de Morte e Vida Severina (Texto I) os conceitos cristalizados tradicionalmente. e na análise crítica (Texto II), observa-se que a relação B p XPD IRUPD DUWL¿FLDO GH SURGXomR GD HVFULWD entre o texto poético e o contexto social a que ele faz que, ao desviar o foco da leitura, pode ter como UHIHUrQFLD DSRQWD SDUD XP SUREOHPD VRFLDO H[SUHVVR OLWHUDULDPHQWH SHOD SHUJXQWD ³RPR HQWmR GL]HU TXHP FRQVHTXrQFLD R PHQRVSUH]R SHOD HVFULWD WUDGLFLRQDO IDOD RUD D 9RVVDV 6HQKRULDV´ $ UHVSRVWD j SHUJXQWD C exige do leitor um maior grau de conhecimentos expressa no poema é dada por meio da prévios, por isso deve ser evitado pelos estudantes A descrição minuciosa GRV WUDoRV ELRJUi¿FRV GR nas suas pesquisas escolares. personagem-narrador. D facilita a pesquisa, pois proporciona uma informação B FRQVWUXomR GD ¿JXUD GR UHWLUDQWH QRUGHVWLQR FRPR HVSHFt¿FD VHJXUD H YHUGDGHLUD HP TXDOTXHU site de um homem resignado com a sua situação. busca ou blog oferecidos na internet. C UHSUHVHQWDomR QD ¿JXUD GR SHUVRQDJHPQDUUDGRU de outros Severinos que compartilham sua condição. E SRVVLELOLWD DR OHLWRU HVFROKHU VHX SUySULR SHUFXUVR D apresentação do personagem-narrador como uma GH OHLWXUD VHP VHJXLU VHTXrQFLD SUHGHWHUPLQDGD SURMHomR GR SUySULR SRHWD HP VXD FULVH H[LVWHQFLDO constituindo-se em atividade mais coletiva e E descrição de Severino, que, apesar de humilde, colaborativa. orgulha-se de ser descendente do coronel Zacarias. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 7
  • 19.
    *AZUL25dom8* QUESTÃO 100 grande valor para o patrimônio cultural brasileiro. Muitas de suas letras representam a sociedade contemporânea, como se tivessem sido escritas no século XXI. Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010. Um texto pertencente ao patrimônio literário-cultural brasileiro é atualizável, na medida em que ele se refere a valores e situações de um povo. A atualidade da canção Onde está a honestidade?, de Noel Rosa, evidencia-se por meio A da ironia, ao se referir ao enriquecimento de origem Disponível em: www.ccsp.com.br. Acesso em: 26 jul. 2010 (adaptado). duvidosa de alguns. B GD FUtWLFD DRV ULFRV TXH SRVVXHP MRLDV PDV QmR WrP O anúncio publicitário está intimamente ligado ao ideário herança. de consumo quando sua função é vender um produto. C da maldade do povo a perguntar sobre a honestidade. No texto apresentado, utilizam-se elementos linguísticos D do privilégio de alguns em clamar pela honestidade. H H[WUDOLQJXtVWLFRV SDUD GLYXOJDU D DWUDomR ³1RLWHV GR E GD LQVLVWrQFLD HP SURPRYHU HYHQWRV EHQH¿FHQWHV Terror”, de um parque de diversões. O entendimento da QUESTÃO 102 propaganda requer do leitor 4Xem é pobre, pouco se apega, é um giro-o-giro no A D LGHQWL¿FDomR FRP R S~EOLFRDOYR D TXH VH GHVWLQD o anúncio. vago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. O B a avaliação da imagem como uma sátira às atrações VHQKRU Yr R =p=LP R PHOKRU PHHLUR PHX DTXL ULVRQKR de terror. H KDELOLGRVR 3HUJXQWR ʊ =p=LP SRU TXH p TXH YRFr C a atenção para a imagem da parte do corpo humano QmR FULD JDOLQKDVG¶DQJROD FRPR WRGR R PXQGR ID] ʊ selecionada aleatoriamente. 4XHUR FULDU QDGD QmR ʊ PH GHX UHVSRVWD ʊ (X JRVWR D o reconhecimento do intertexto entre a publicidade e muito de mudar... [...] Belo um dia, ele tora. Ninguém um dito popular. discrepa. Eu, tantas, mesmo digo. Eu dou proteção. E D SHUFHSomR GR VHQWLGR OLWHUDO GD H[SUHVVmR ³QRLWHV [...] Essa não faltou também à minha mãe, quando eu do terror”, equivalente à expUHVVmR ³QRLWHV de terror”. era menino, no sertãozinho de minha terra. [...] Gente QUESTÃO 101 melhor do lugar eram todos dessa família Guedes, TEXTO I Jidião Guedes; quando saíram de lá, nos trouxeram 2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH MXQWR PLQKD PmH H HX )LFDPRV H[LVWLQGR HP WHUULWyULR baixio da Sirga, da outra banda, ali onde o de-Janeiro vai 9RFr WHP SDODFHWH UHOX]HQWH Tem joias e criados à vontade no São Francisco, o senhor sabe. ROSA, J. G. *UDQGH 6HUWmR: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento). Sem ter nenhuma herança ou parente 6y DQGD GH DXWRPyYHO QD FLGDGH Na passagem citada, Riobaldo expõe uma situação E o povo pergunta com maldade: decorrente de uma desigualdade social típica das áreas 2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH rurais brasileiras marcadas pela concentração de terras 2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH H SHOD UHODomR GH GHSHQGrQFLD HQWUH DJUHJDGRV H fazendeiros. No texto, destaca-se essa relação porque O seu dinheiro nasce de repente o personagem-narrador E embora não se saiba se é verdade A UHODWD D VHX LQWHUORFXWRU D KLVWyULD GH =p=LP 9RFr DFKD QDV UXDV GLDULDPHQWH demonstrando sua pouca disposição em ajudar seus Anéis, dinheiro e felicidade... agregados, uma vez que superou essa condição Vassoura dos salões da sociedade graças à sua força de trabalho. 4XH YDUUH R TXH HQFRQWUDU HP VXD IUHQWH B descreve o processo de transformação de um meeiro Promove festivais de caridade — espécie de agregado — em proprietário de terra. Em nome de qualquer defunto ausente... C denuncia a falta de compromisso e a desocupação ROSA, N. Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010. dos moradores, que pouco se envolvem no trabalho TEXTO II da terra. Um vulto da histyULD GD P~VLFD SRSXODU EUDVLOHLUD D mostra como a condição material da vida do reconhecido nacionalmente, é Noel Rosa. Ele nasceu VHUWDQHMR p GL¿FXOWDGD SHOD VXD GXSOD FRQGLomR GH HP QR 5LR GH -DQHLUR SRUWDQWR VH HVWLYHVVH YLYR homem livre e, ao mesmo tempo, dependente. estaria completando 100 anos. Mas faleceu aos 26 anos E mantém o distanciamento narrativo condizente com de idade, vítima de tuberculose, deixando um acervo de sua posição social, de proprietário de terras. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 8
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    *AZUL25dom9* QUESTÃO 103 As canções de Noel Rosa, compositor brasileiro de Vila $ GLVFXVVmR VREUH ³R ¿P GR OLYUR GH papel” com a Isabel, apesar de revelarem uma aguçada preocupação chegada da mídia eletrônica me lembra a discussão do artista com seu tempo e com as mudanças político- LGrQWLFD VREUH D REVROHVFrQFLD GR IROKHWR GH FRUGHO 2V FXOWXUDLV QR %UDVLO QR LQtFLR GRV DQRV DLQGD folhetos talvez não existam mais daqui a 100 ou 200 são modernas. Nesse fragmento do samba Não tem anos, mas, mesmo que isso aconteça, os poemas de Leandro Gomes de Barros ou Manuel Camilo dos Santos tradução, por meio do recurso da metalinguagem, o continuarão sendo publicados e lidos — em CD-ROM, poeta propõe HP OLYUR HOHWU{QLFR HP ³FKLSV TXkQWLFRV´ VHL Oi R TXr 2 A incorporar novos costumes de origem francesa e texto é uma espécie de alma imortal, capaz de reencarnar em corpos variados: página impressa, livro em Braille, americana, juntamente com vocábulos estrangeiros. IROKHWR ³coffee-table book´ FySLD PDQXVFULWD DUTXLYR B UHVSHLWDU H SUHVHUYDU R SRUWXJXrV SDGUmR FRPR 3') 4XDOTXHU WH[WR SRGH VH UHHQFDUQDU QHVVHV H forma de fortalecimento do idioma do Brasil. em outros) formatos, não importa se é Moby Dick ou C valorizar a fala popular brasileira como patrimônio Viagem a São Saruê, se é Macbeth ou O livro de piadas linguístico e forma legítima de identidade nacional. de Casseta Planeta. D mudar os valores sociais vigentes à época, com o TAVARES, B. Disponível em: http://jornaldaparaiba.globo.com. advento do novo e quente ritmo da música popular $R UHÀHWLU VREUH D SRVVtYHO H[WLQomR GR OLYUR LPSUHVVR brasileira. e o surgimento de outros suportes em via eletrônica, o E ironizar a malandragem carioca, aculturada pela cronista manifesta seu ponto de vista, defendendo que invasão de valores étnicos de sociedades mais A R FRUGHO p XP GRV JrQHURV WH[WXDLV SRU H[HPSOR desenvolvidas. que será extinto com o avanço da tecnologia. B o livro impresso permanecerá como objeto cultural QUESTÃO 105 veiculador de impressões e de valores culturais. C R VXUJLPHQWR GD PtGLD HOHWU{QLFD GHFUHWRX R ¿P GR A dança é um importante componente cultural da prazer de se ler textos em livros e suportes impressos. humanidade. O folclore brasileiro é rico em danças que D os textos continuarão vivos e passíveis de representam as tradições e a cultura de várias regiões reprodução em novas tecnologias, mesmo que os livros desapareçam. do país. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas, E os livros impressos desaparecerão e, com eles, OHQGDV IDWRV KLVWyULFRV DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR H a possibilidade de se ler obras literárias dos mais brincadeiras e caracterizam-se pelas músicas animadas GLYHUVRV JrQHURV FRP OHWUDV VLPSOHV H SRSXODUHV
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    ¿JXULQRV H FHQiULRV QUESTÃO104 representativos. 1mR WHP WUDGXomR SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. 3URSRVWD XUULFXODU GR (VWDGR GH 6mR 3DXOR: [...] (GXFDomR )tVLFD 6mR 3DXOR DGDSWDGR
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    /i QR PRUURVH HX ¿]HU XPD IDOVHWD A dança, como manifestação e representação da cultura $ 5LVROHWD GHVLVWH ORJR GR IUDQFrV H GR LQJOrV UtWPLFD HQYROYH D H[SUHVVmR FRUSRUDO SUySULD GH XP SRYR RQVLGHUDQGRD FRPR HOHPHQWR IROFOyULFR D A gíria que o nosso morro criou dança revela Bem cedo a cidade aceitou e usou A PDQLIHVWDo}HV DIHWLYDV KLVWyULFDV LGHROyJLFDV [...] LQWHOHFWXDLV H HVSLULWXDLV GH XP SRYR UHÀHWLQGR VHX Essa gente hoje em dia que tem mania de exibição modo de expressar-se no mundo. Não entende que o samba não tem tradução no idioma B aspectos eminentemente afetivos, espirituais e de IUDQFrV entretenimento de um povo, desconsiderando fatos Tudo aquilo que o malandro pronuncia KLVWyULFRV C DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR VRE LQÀXrQFLD RP YR] PDFLD p EUDVLOHLUR Mi SDVVRX GH SRUWXJXrV PLWROyJLFD H UHOLJLRVD GH FDGD UHJLmR VREUHSRQGR Amor lá no morro é amor pra chuchu aspectos políticos. As rimas do samba não são I love you D tradições culturais de cada região, cujas PDQLIHVWDo}HV UtWPLFDV VmR FODVVL¿FDGDV HP XP ( HVVH QHJyFLR GH alô, alô boy e alô Johnny ranking das mais originais. 6y SRGH VHU FRQYHUVD GH WHOHIRQH E OHQGDV TXH VH VXVWHQWDP HP LQYHUGDGHV KLVWyULFDV ROSA, N. In: SOBRAL, João J. V. A tradução dos bambas. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD. uma vez que são inventadas, e servem apenas para Ano 4, nº 54. São Paulo: Segmento, abr. 2010 (fragmento). D YLYrQFLD O~GLFD GH XP SRYR / ž GLD _ DGHUQR $=8/ 3iJLQD
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    *AZUL25dom10* QUESTÃO 106 Utilizadas desde a Antiguidade, as colunas, elementos YHUWLFDLV GH VXVWHQWDomR IRUDP VRIUHQGR PRGL¿FDo}HV Cultivar um estilo de vida saudável é extremamente e incorporando novos materiais com ampliação de importante para diminuir o risco de infarto, mas também possibilidades. Ainda que as clássicas colunas gregas GH SUREOHPDV FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH 6LJQL¿FD sejam retomadas, notáveis inovações são percebidas, por exemplo, nas obras de Oscar Niemeyer, arquiteto que manter uma alimentação saudável e praticar EUDVLOHLUR QDVFLGR QR 5LR GH -DQHLUR HP 1R DWLYLGDGH ItVLFD UHJXODUPHQWH Mi UHGX] SRU VL Vy DV desenho de Niemeyer, das colunas do Palácio da chances de desenvolver vários problemas. Além disso, é Alvorada, observa-se importante para o controle da pressão arterial, dos níveis A a presença de um capitel muito simples, reforçando a sustentação. de colesterol e de glicose no sangue. Também ajuda B o traçado simples de amplas linhas curvas opostas, a diminuir o estresse e aumentar a capacidade física, resultando em formas marcantes. fatores que, somados, reduzem as chances de infarto. C a disposição simétrica das curvas, conferindo VDOLrQFLD H GLVWRUomR j EDVH Exercitar-se, nesses casos, com acompanhamento D D RSRVLomR GH FXUYDV HP FRQFUHWR FRQ¿JXUDQGR médico e moderação, é altamente recomendável. certo peso e rebuscamento. ATALIA, M. Nossa vida. eSRFD PDU E o excesso de linhas curvas, levando a um exagero na ornamentação. As ideias veiculadas no texto se organizam estabelecendo QUESTÃO 108 relações que atuam na construção do sentido. A esse RQFHLWRV H LPSRUWkQFLD GDV OXWDV UHVSHLWR LGHQWL¿FDVH QR IUDJPHQWR TXH Antes de se tornarem esporte, as lutas ou as artes A D H[SUHVVmR ³$OpP GLVVR´ PDUFD XPD VHTXHQFLDomR marciais tiveram duas conotações principais: eram de ideias. praticadas com o objetivo guerreiro ou tinham um apelo ¿ORVy¿FR FRPR FRQFHSomR GH YLGD EDVWDQWH VLJQL¿FDWLYR B R FRQHFWLYR ³PDV WDPEpP´ LQLFLD RUDomR TXH H[SULPH ideia de contraste. Atualmente, nos deparamos com a grande expansão das artes marciais em nível mundial. As raízes orientais C R WHUPR ³FRPR´ HP ³FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH´ foram se disseminando, ora pela necessidade de luta introduz uma generalização. SHOD VREUHYLYrQFLD RX SDUD D ³GHIHVD SHVVRDO´ RUD SHOD D R WHUPR ³7DPEpP´ H[SULPH XPD MXVWL¿FDWLYD SRVVLELOLGDGH GH WHU DV DUWHV PDUFLDLV FRPR SUySULD E R WHUPR ³IDWRUHV´ UHWRPD FRHVLYDPHQWH ³QtYHLV GH ¿ORVR¿D GH YLGD CARREIRO, E. A. (GXFDomR )tVLFD QD HVFROD: ,PSOLFDo}HV SDUD D SUiWLFD SHGDJyJLFD colesterol e de glicose no sangue”. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008 (fragmento). QUESTÃO 107 8P GRV SUREOHPDV GD YLROrQFLD TXH HVWi SUHVHQWH principalmente nos grandes centros urbanos são as brigas e os enfrentamentos de torcidas organizadas, além da formação de gangues, que se apropriam de gestos das lutas, resultando, muitas vezes, em fatalidades. Portanto, o verdadeiro objetivo da aprendizagem desses PRYLPHQWRV IRL PDO FRPSUHHQGLGR D¿QDO DV OXWDV A se tornaram um esporte, mas eram praticadas com R REMHWLYR JXHUUHLUR D ¿P GH JDUDQWLU D VREUHYLYrQFLD B apresentam a possibilidade de desenvolver o autocontrole, o respeito ao outro e a formação do caráter. C SRVVXHP FRPR REMHWLYR SULQFLSDO D ³GHIHVD SHVVRDO´ por meio de golpes agressivos sobre o adversário. D VRIUHUDP WUDQVIRUPDo}HV HP VHXV SULQFtSLRV ¿ORVy¿FRV em razão de sua disseminação pelo mundo. E se disseminaram pela necessidade de luta pela %UDVtOLD DQRV. Veja 1ž QRY VREUHYLYrQFLD RX FRPR ¿ORVR¿D SHVVRDO GH YLGD LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 10
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    *AZUL25dom11* QUESTÃO 109 A relação observada entre a imagem e o texto O tema da velhice foi objeto de estudo de brilhantes apresentados permite o entendimento da intenção de ¿OyVRIRV DR ORQJR GRV tempos. Um dos melhores livros um artista contemporâneo. Neste caso, a obra apresenta sobre o assunto foi escrito pelo pensador e orador características romano Cícero: A Arte do Envelhecimento. Cícero nota, A IXQFLRQDLV H GH VR¿VWLFDomR GHFRUDWLYD SULPHLUDPHQWH TXH WRGDV DV LGDGHV WrP VHXV HQFDQWRV B futuristas e do abstrato geométrico. H VXDV GL¿FXOGDGHV ( GHSRLV DSRQWD SDUD XP SDUDGR[R da humanidade. Todos sonhamos ter uma vida longa, C construtivistas e de estruturas modulares. R TXH VLJQL¿FD YLYHU PXLWRV DQRV 4XDQGR UHDOL]DPRV D abstracionistas e de releitura do objeto. a meta, em vez de celebrar o feito, nos atiramos a um E ¿JXUDWLYDV H GH UHpresentação do cotidiano. estado de melancolia e amargura. Ler as palavras de QUESTÃO 111 Cícero sobre envelhecimento pode ajudar a aceitar melhor a passagem do tempo. 1R FDSULFKR NOGUEIRA, P. Saúde Bem-Estar Antienvelhecimento. eSRFD. 28 abr. 2008. O autor discute problemas relacionados ao O Adãozinho, meu cumpade, enquanto esperava envelhecimento, apresentando argumentos que levam a pelo delegado, olhava para um quadro, a pintura de inferir que seu objetivo é uma senhora. Ao entrar a autoridade e percebendo que A esclarecer que a velhice é inevitável. R FDE{FR DGPLUDYD WDO ¿JXUD SHUJXQWRX ³4XH WDO *RVWD B contar fatos sobre a arte de envelhecer. C defender a ideia de que a velhice é desagradável. GHVVH TXDGUR´ D LQÀXHQFLDU R OHLWRU SDUD TXH OXWH FRQWUD R E o Adãozinho, com toda a sinceridade que Deus dá envelhecimento. E mostrar às pessoas que é possível aceitar, sem DR FDE{FR GD URoD ³0DV SHOR DPRU GH 'HXV KHLQ GRW{ angústia, o envelhecimento. 4XH PXLp IHLD 3DUHFH ¿RWH GH FUXLVFUHGR SDUHQWH GR QUESTÃO 110 deus-me-livre, mais horríver que briga de cego no escuro.” Ao que o delegado não teve como deixar de FRQIHVVDU XP SRXFR VHFDPHQWH ³e D PLQKD PmH´ ( R FDE{FR HP FLPD GD EXFKD QmR SHUGH D OLQKD ³0DLV dotô, inté que é uma feiura caprichada.” BOLDRIN, R. $OPDQDTXH %UDVLO GH XOWXUD 3RSXODU. São Paulo: Andreato Comunicação e Cultura, nº 62, 2004 (adaptado). Por suas características formais, por sua função e uso, R WH[WR SHUWHQFH DR JrQHUR /(,51(5 1 7URQFR FRP FDGHLUD GHWDOKH
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    Disponível em: http://www.itaucultural.org.br.Acesso em: 27 jul. 2010. A anedota, pelo enredo e humor característicos. Nessa estranha dignidade e nesse abandono, o objeto B crônica, pela abordagem literária de fatos do cotidiano. IRL H[DOWDGR GH PDQHLUD LOLPLWDGD H JDQKRX XP VLJQL¿FDGR TXH VH SRGH FRQVLGHUDU PiJLFR 'Dt VXD ³YLGD LQTXLHWDQWH C GHSRLPHQWR SHOD DSUHVHQWDomR GH H[SHULrQFLDV e absurda”. Tornou-se ídolo e, ao mesmo tempo, objeto de pessoais. zombaria. Sua realidade intrínseca foi anulada. D relato, pela descrição minuciosa de fatos verídicos. JAFFÉ, A. O simbolismo nas artes plásticas. In: JUNG, C.G. (org.). 2 KRPHP H RV VHXV VtPERORV. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008. E reportagem, pelo registro impessoal de situações reais. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 11
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    *AZUL25dom12* QUESTÃO 112 QUESTÃO 113 TEXTO I Estrada Esta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho, Interessa mais que uma avenida urbana. Nas cidades todas as pessoas se parecem. Todo mundo é igual. Todo mundo é toda a gente. Aqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua alma. Cada criatura é única. Toca do Salitre - Piauí Disponível em: http://www.fumdham.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010. Até os cães. TEXTO II (VWHV FmHV GD URoD SDUHFHP KRPHQV GH QHJyFLRV Andam sempre preocupados. ( TXDQWD JHQWH YHP H YDL E tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar: Enterro a pé ou a carrocinha de leite puxada por um bodezinho manhoso. Nem falta o murmúrio da água, para sugerir, pela voz Arte Urbana. Foto: Diego Singh dos símbolos, Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 27 jul. 2010. 4XH D YLGD SDVVD TXH D YLGD SDVVD 2 JUD¿We contemporâneo, considerado em alguns E que a mocidade vai acabar. momentos como uma arte marginal, tem sido BANDEIRA, M. 2 ULWPR GLVVROXWR 5LR GH -DQHLUR $JXLODU comparado às pinturas murais de várias épocas e A lírica de Manuel Bandeira é pautada na apreensão jV HVFULWDV SUpKLVWyULFDV 2EVHUYDQGR DV LPDJHQV GH VLJQL¿FDGRV SURIXQGRV D SDUWLU GH HOHPHQWRV GR apresentadas, é possível reconhecer elementos comuns cotidiano. No poema Estrada, o lirismo presente no entre os tipos de pinturas murais, tais como contraste entre campo e cidade aponta para A D SUHIHUrQFLD SRU WLQWDV QDWXUDLV HP UD]mR GH VHX A o desejo do eu lírico de resgatar a movimentação efeito estético. dos centros urbanos, o que revela sua nostalgia com B a inovação na técnica de pintura, rompendo com relação à cidade. B D SHUFHSomR GR FDUiWHU HIrPHUR GD YLGD SRVVLELOLWDGD modelos estabelecidos. pela observação da aparente inércia da vida rural. C o registro do pensamento e das crenças das C D RSomR GR HX OtULFR SHOR HVSDoR EXFyOLFR FRPR sociedades em várias épocas. possibilidade de meditação sobre a sua juventude. D a repetição dos temas e a restrição de uso pelas D a visão negativa da passagem do tempo, visto que classes dominantes. esta gera insegurança. E o uso exclusivista da arte para atender aos interesses E D SURIXQGD VHQVDomR GH PHGR JHUDGD SHOD UHÀH[mR da elite. acerca da morte. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 12
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    *AZUL25dom13* QUESTÃO 114 Ao argumentar que a aquisição das habilidades de leitura H HVFULWD QmR VmR VX¿FLHQWHV SDUD JDUDQWLU R H[HUFtFLR GD cidadania, o autor A critica os processos de aquisição da leitura e da escrita. B fala sobre o domínio da leitura e da escrita no Brasil. C incentiva a participação efetiva na vida da comunidade. D faz uma avaliação crítica a respeito da condição cidadã do brasileiro. E GH¿QH LQVWUXPHQWRV H¿FD]HV SDUD HOHYDU D FRQGLomR social da população do Brasil. PICASSO, P. Guernica ÏOHR VREUH WHOD ; FP 0XVHX 5HLQD 6R¿D (VSDQKD QUESTÃO 116 'LVSRQtYHO HP KWWSZZZIGGUHLV¿OHVZRUGSUHVVFRP $FHVVR HP MXO /pSLGD H OHYH O pintor espanhol Pablo Picasso
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    XP GRV mais valorizadosno mundo artístico, tanto em termos Língua do meu Amor velosa e doce, ¿QDQFHLURV TXDQWR KLVWyULFRV FULRX D REUD Guernica que me convences de que sou frase, em protesto ao ataque aéreo à pequena cidade basca que me contornas, que me vestes quase, de mesmo nome. A obra, feita para integrar o Salão como se o corpo meu de ti vindo me fosse. Internacional de Artes Plásticas de Paris, percorreu toda Língua que me cativas, que me enleias a Europa, chegando aos EUA e instalando-se no MoMA, os surtos de ave estranha, GH RQGH VDLULD DSHQDV HP (VVD REUD FXELVWD em linhas longas de invisíveis teias, DSUHVHQWD HOHPHQWRV SOiVWLFRV LGHQWL¿FDGRV SHOR de que és, há tanto, habilidosa aranha... A SDLQHO LGHRJUi¿FR PRQRFURPiWLFR TXH HQIRFD YiULDV dimensões de um evento, renunciando à realidade, [...] colocando-se em plano frontal ao espectador. Amo-te as sugestões gloriosas e funestas, B KRUURU GD JXHUUD GH IRUPD IRWRJUi¿FD FRP R XVR amo-te como todas as mulheres da perspectiva clássica, envolvendo o espectador WH DPDP y OtQJXDODPD y OtQJXDUHVSOHQGRU nesse exemplo brutal de crueldade do ser humano. pela carne de som que à ideia emprestas C uso das formas geométricas no mesmo plano, sem e pelas frases mudas que proferes emoção e expressão, despreocupado com o volume, QRV VLOrQFLRV GH $PRU D SHUVSHFWLYD H D VHQVDomR HVFXOWyULFD MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR. D esfacelamento dos objetos abordados na mesma Rio de Janeiro: Objetiva, 2001 (fragmento). narrativa, minimizando a dor humana a serviço da $ SRHVLD GH *LOND 0DFKDGR LGHQWL¿FDVH FRP DV objetividade, observada pelo uso do claro-escuro. concepções artísticas simbolistas. Entretanto, o texto E uso de vários ícones que representam personagens VHOHFLRQDGR LQFRUSRUD UHIHUrQFLDV WHPiWLFDV H IRUPDLV fragmentados bidimensionalmente, de forma fotográ- modernistas, já que, nele, a poeta ¿FD OLYUH GH VHQWLPHQWDOLVPR A procura dHVFRQVWUXLU D YLVmR PHWDIyULFD GR DPRU H QUESTÃO 115 abandona o cuidado formal. No Brasil, a condição cidadã, embora dependa da B concebe a mulher como um ser sem linguagem e leitura e da escrita, não se basta pela enunciação do questiona o poder da palavra. direito, nem pelo domínio desses instrumentos, o que, C questiona o trabalho intelectual da mulher e antecipa sem dúvida, viabiliza melhor participação social. A a construção do verso livre. condição cidadã depende, seguramente, da ruptura com D propõe um modelo novo de erotização na lírica o ciclo da pobreza, que penaliza um largo contingente populacional. DPRURVD H SURS}H D VLPSOL¿FDomR YHUEDO )RUPDomR GH OHLWRUHV H FRQVWUXomR GD FLGDGDQLD PHPyULD H SUHVHQoD GR 352/(5. E H[SORUD D FRQVWUXomR GD HVVrQFLD IHPLQLQD D SDUWLU Rio de Janeiro: FBN, 2008. GD SROLVVHPLD GH ³OtQgua”, e inova o léxico. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 13
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    *AZUL25dom14* QUESTÃO 117 A memyULD p XP LPSRUWDQWH UHFXUVR GR SDWULP{QLR Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dos cultural de uma nação. Ela está presente nas lembranças desterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, se do passado e no acervo cultural de um povo. Ao tratar o concentrando e caindo em tristeza; mas, de repente, fazer poético como uma das maneiras de se guardar o R FDYDTXLQKR GH 3RU¿UR DFRPSDQKDGR SHOR YLROmR que se quer, o texto do Firmo, romperam vibrantemente com um chorado baiano. Nada mais que os primeiros acordes da A UHVVDOWD D LPSRUWkQFLD GRV HVWXGRV KLVWyULFRV SDUD D música crioula para que o sangue de toda aquela gente FRQVWUXomR GD PHPyULD VRFLDO GH XP SRYR despertasse logo, como se alguém lhe fustigasse o B valoriza as lembranças individuais em detrimento corpo com urtigas bravas. E seguiram-se outras notas, das narrativas populares ou coletivas. e outras, cada vez mais ardentes e mais delirantes. Já não eram dois instrumentos que soavam, eram lúbricos C reforça a capacidade da literatura em promover a gemidos e suspiros soltos em torrente, a correrem subjetividade e os valores humanos. VHUSHQWHDQGR FRPR FREUDV QXPD ÀRUHVWD LQFHQGLDGD D destaca a importância de reservar o texto literário eram ais convulsos, chorados em frenesi de amor: jTXHOHV TXH SRVVXHP PDLRU UHSHUWyULR FXOWXUDO música feita de beijos e soluços gostosos; carícia de E revela a superioridade da escrita poética como forma fera, carícia de doer, fazendo estalar de gozo. LGHDO GH SUHVHUYDomR GD PHPyULD FXOWXUDO AZEVEDO, A. 2 RUWLoR 6mR 3DXOR ÈWLFD IUDJPHQWR
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    No romance OCortiço
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    GH $OXt]LR $]HYHGRDV QUESTÃO 119 personagens são observadas como elementos coletivos 4XDQGR RV SRUWXJXHVHV VH LQVWDODUDP QR %UDVLO caracterizados por condicionantes de origem social, sexo e etnia. Na passagem transcrita, o confronto o país era povoado de índios. Importaram, depois, da HQWUH EUDVLOHLURV H SRUWXJXHVHV UHYHOD SUHYDOrQFLD GR ÈIULFD JUDQGH Q~PHUR GH HVFUDYRV 2 3RUWXJXrV R elemento brasileiro, pois Índio e o Negro constituem, durante o período colonial, A destaca o nome de personagens brasileiras e omite DV WUrV EDVHV GD SRSXODomR EUDVLOHLUD 0DV QR TXH VH o de personagens portuguesas. UHIHUH j FXOWXUD D FRQWULEXLomR GR 3RUWXJXrV IRL GH ORQJH B exalta a força do cenário natural brasileiro e a mais notada. FRQVLGHUD R GR SRUWXJXrV LQH[SUHVVLYR C mostra o poder envolvente da música brasileira, que 'XUDQWH PXLWR WHPSR R SRUWXJXrV H R WXSL YLYHUDP FDOD R IDGR SRUWXJXrV lado a lado como línguas de comunicação. Era o tupi D destaca o sentimentalismo brasileiro, contrário à que utilizavam os bandeirantes nas suas expedições. tristeza dos portugueses. E atribui aos brasileiros uma habilidade maior com (P GL]LD R 3DGUH $QW{QLR 9LHLUD TXH ³DV IDPtOLDV instrumentos musicais. dos portugueses e índios em São Paulo estão tão QUESTÃO 118 ligadas hoje umas com as outras, que as mulheres e os Guardar ¿OKRV VH FULDP PtVWLFD H GRPHVWLFDPHQWH H D OtQJXD TXH nas ditas famílias se fala é a dos Índios, e a portuguesa *XDUGDU XPD FRLVD QmR p HVFRQGrOD RX WUDQFiOD a vão os meninos aprender à escola.” Em cofre não se guarda coisa alguma. TEYSSIER, P. +LVWyULD GD OtQJXD SRUWXJXHVD. Lisboa: Em cofre perde-se a coisa à vista. /LYUDULD 6i GD RVWD DGDSWDGR
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    *XDUGDU XPD FRLVDp ROKiOD ¿WiOD PLUiOD SRU A identidade de uma nação está diretamente ligada à admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado. cultura de seu povo. O texto mostra que, no período Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por FRORQLDO EUDVLOHLUR R 3RUWXJXrV R ËQGLR H R 1HJUR ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela, formaram a base da população e que o patrimônio isto é, estar por ela ou ser por ela. linguístico brasileiro é resultado da Por isso melhor se guarda o voo de um pássaro A contribuição dos índios na escolarização dos Do que um pássaro sem voos. brasileiros. Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica, B diferença entre as línguas dos colonizadores e as por isso se declara e declama um poema: dos indígenas. Para guardá-lo: C importância do padre Antônio Vieira para a literatura Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda: de língua portuguesa. Guarde o que quer que guarda um poema: D origem das diferenças entre a língua portuguesa e Por isso o lance do poema: as línguas tupi. Por guardar-se o que se quer guardar. E LQWHUDomR SDFt¿FD QR XVR GD OtQJXD SRUWXJXHVD H GD MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR. . Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. língua tupi. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 14
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    *AZUL25dom15* QUESTÃO 120 7H[WR SDUD DV TXHVW}HV H 3HTXHQR FRQFHUWR TXH YLURX FDQomR Não, não há por que mentir ou esconder A dor que foi maior do que é capaz meu coração 1mR QHP Ki SRU TXH VHJXLU FDQWDQGR Vy SDUD H[SOLFDU Não vai nunca entender de amor quem nunca soube amar 1yV DGRUDUtDPRV GL]HU TXH VRPRV SHUIHLWRV 4XH Ah, eu vou voltar pra mim VRPRV LQIDOtYHLV 4XH QmR FRPHWHPRV QHP PHVPR R Seguir sozinho assim PHQRU GHVOL]H ( Vy QmR IDODPRV LVVR SRU XP SHTXHQR detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra Até me consumir ou consumir toda essa dor ³PHQWLUD´ FRPR DFDEDPRV GH ID]HU SRGHUtDPRV RSWDU Até sentir de novo o coração capaz de amor SRU XP HXIHPLVPR ³0HLDYHUGDGH´ SRU H[HPSOR VHULD 9$1'5e * 'LVSRQtYHO HP KWWSZZZOHWUDVWHUUDFRPEU $FHVVR HP MXQ XP WHUPR PXLWR PHQRV DJUHVVLYR 0DV QyV QmR XVDPRV Na canção de Geraldo Vandré, tem-se a manifestação esta palavra simplesmente porque não acreditamos que da função poética da linguagem, que é percebida na H[LVWD XPD ³0HLDYHUGDGH´ 3DUD R RQDU RQVHOKR elaboração artística e criativa da mensagem, por meio Nacional de Autorregulamentação Publicitária, existem de combinações sonoras e rítmicas. Pela análise do a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a texto, entretanto, percebe-se, também, a presença desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar marcante da função emotiva ou expressiva, por meio da QDVFHX Ki DQRV YLX Vy QmR DUUHGRQGDPRV SDUD
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    qual o emissor com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de A imprime à canção as marcas de sua atitude pessoal, dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos seus sentimentos. isso porque é a única forma da propaganda ter o máximo B transmite informações objetivas sobre o tema de GH FUHGLELOLGDGH ( Fi HQWUH QyV SDUD TXH VHUYLULD D que trata a canção. SURSDJDQGD VH R FRQVXPLGRU QmR DFUHGLWDVVH QHOD C busca persuadir o receptor da canção a adotar um 4XDOTXHU SHVVRD TXH VH VLQWD HQJDQDGD SRU XPD certo comportamento. peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar. D SURFXUD H[SOLFDU D SUySULD OLQJXDJHP TXH XWLOL]D SDUD Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, construir a canção. quando é o caso, aplica a punição. E REMHWLYD YHUL¿FDU RX IRUWDOHFHU D H¿FLrQFLD GD Anúncio veiculado na Revista Veja. 6mR 3DXOR $EULO (G DQR Qž MXO mensagem veiculada. QUESTÃO 122 QUESTÃO 121 2 UHFXUVR JUi¿FR XWLOL]DGR QR DQ~QFLR SXEOLFLWiULR ʊ GH e iJXD TXH QmR DFDED PDLV GHVWDFDU D SRWHQFLDO VXSUHVVmR GH WUHFKR GR WH[WR ʊ UHIRUoD D H¿FiFLD SUHWHQGLGD UHYHODGD QD HVWUDWpJLD GH Dados preliminares divulgados por pesquisadores A ressaltar a informação no título, em detrimento do da Universidade Federal do Pará (UFPA) apontaram restante do conteúdo associado. R $TXtIHUR $OWHU GR KmR FRPR R PDLRU GHSyVLWR GH B incluir o leitor por meio do uso da 1ª pessoa do plural água potável do planeta. Com volume estimado em 86 000 quilômetros cúbicos de água doce, a reserva no discurso. subterrânea está localizada sob os estados do C FRQWDU D KLVWyULD GD FULDomR GR yUJmR FRPR DUJXPHQWR $PD]RQDV 3DUi H $PDSi ³(VVD TXDQWLGDGH GH iJXD de autoridade. VHULD VX¿FLHQWH SDUD DEDVWHFHU D SRSXODomR PXQGLDO D subverter o fazer publicitário pelo uso de sua GXUDQWH DQRV´ GL] 0LOWRQ 0DWWD JHyORJR GD 8)3$ metalinguagem. Em termos comparativos, Alter do Chão tem quase o E impressionar o leitor pelo jogo de palavras no texto. dobro do volume de água do Aquífero Guarani (com QUESTÃO 123 45 000 quilômetros cúbicos). Até então, Guarani era a maior reserva subterrânea do mundo, distribuída por Considerando a autoria e a seleção lexical desse texto, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. bem como os argumentos nele mobilizados, constata-se eSRFD. Nº 623, 26 abr. 2010. que o objetivo do autor do texto é A informar os consumidores em geral sobre a atuação Essa notícia, publicada em uma revista de grande do Conar. circulação, apresenta resultados de uma pesquisa B conscientizar publicitários do compromisso ético ao FLHQWt¿FD UHDOL]DGD SRU XPD XQLYHUVLGDGH EUDVLOHLUD elaborar suas peças publicitárias. 1HVVD VLWXDomR HVSHFt¿FD GH FRPXQLFDomR D IXQomR C DOHUWDU FKHIHV GH IDPtOLD SDUD TXH HOHV ¿VFDOL]HP R referencial da linguagem predomina, porque o autor do conteúdo das propagandas veiculadas pela mídia. texto prioriza D chamar a atenção de empresários e anunciantes em A as suas opiniões, baseadas em fatos. geral para suas responsabilidades ao contratarem B os aspectos objetivos e precisos. publicitários sem ética. C os elementos de persuasão do leitor. E chamar a atenção de empresas para os efeitos D os elementos estéticos na construção do texto. nocivos que elas podem causar à sociedade, se E os aspectos subjetivos da mencionada pesquisa. compactuarem com propagandas enganosas. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 15
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    *AZUL25dom16* QUESTÃO 124 QUESTÃO 126 6( 12 ,19(512 e ',)Ë,/ $25'$5 TEXTO I IMAGINE DORMIR. O Brasil sempre deu respostas rápidas através da Com a chegada do inverno, muitas pessoas solidariedade do seu povo. Mas a mesma força que nos perdem o sono. São milhões de necessitados que lutam contra a fome e o frio. Para vencer esta PRWLYD D DMXGDU R SUy[LPR GHYHULD WDPEpP QRV PRWLYDU EDWDOKD HOHV SUHFLVDP GH YRFr 'HSRVLWH TXDOTXHU a ter atitudes cidadãs. Não podemos mais transferir a TXDQWLD 9RFr DMXGD PLOKDUHV GH SHVVRDV D WHUHP XPD ERD QRLWH H GRUPH FRP D FRQVFLrQFLD WUDQTXLOD FXOSD SDUD TXHP p YtWLPD RX DWp PHVPR SDUD D SUySULD QDWXUH]D FRPR VH HVVD VHJXLVVH D OyJLFD KXPDQD Veja VHW DGDSWDGR
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    6REUDP GHVFXOSDV HVIDUUDSDGDVH IDOWD FRPSHWrQFLD GD O produtor de anúncios publicitários utiliza-se de estra- classe política. WpJLDV SHUVXDVLYDV SDUD LQÀXHQFLDU R FRPSRUWDPHQWR GH seu leitor. Entre os recursos argumentativos mobilizados Cartas. ,VWRp. 28 abr. 2010. pelo autor para obter a adesão do público à campanha, destaca-se nesse texto TEXTO II A a oposição entre individual e coletivo, trazendo um Não podemos negar ao povo sofrido todas as ideário populista para o anúncio. KLSyWHVHV GH SUHYLVmR GRV GHVDVWUHV 'HPDJRJRV B a utilização de tratamento informal com o leitor, o culpam os moradores; o governo e a prefeitura apelam que suaviza a seriedade do problema. C R HPSUHJR GH OLQJXDJHP ¿JXUDGD R TXH GHVYLD D para as pessoas saírem das áreas de risco e agora DWHQomR GD SRSXODomR GR DSHOR ¿QDQFHLUR GL]HP TXH VHUi FRPSXOVyULD D UHDORFDomR (QWmR D R XVR GRV QXPHUDLV ³PLOKDUHV´ H ³PLOK}HV´ WHPRV D UHDORFDU R %UDVLO LQWHLUR ULHPRV XP VHUYLoR responsável pela supervalorização das condições VLPLODU DR 686 FRP DORFDomR REULJDWyULD GH UHFXUVRV dos necessitados. E R MRJR GH SDODYUDV HQWUH ³DFRUGDU´ H ³GRUPLU´ R TXH orçamentários com rede de atendimento preventivo, relativiza o problema do leitor em relação ao dos RQGH SDUWLFLSDULDP DUTXLWHWRV HQJHQKHLURV JHyORJRV necessitados. %HP RX PDO HVVH ³686´ RUJDQL]DULD EULJDGDV QRV ORFDLV QUESTÃO 125 1RV FDVRV GD GHQJXH SRU H[HPSOR SRGHULD YHUL¿FDU DV (QWUH LGHLD H WHFQRORJLD condições de acontecer epidemias. Seriam boas ações O grande conceito por trás do Museu da Língua é preventivas. apresentar o idioma como algo vivo e fundamental para o entendimento do que é ser brasileiro. Se nada nos Carta do Leitor. Carta DSLWDO. 28 abr. 2010 (adaptado). GH¿QH FRP FODUH]D D IRUPD FRPR IDODPRV R SRUWXJXrV nas mais diversas situações cotidianas é talvez a melhor Os textos apresentados expressam opiniões de leitores expressão da brasilidade. acerca de relevante assunto para a sociedade brasileira. SCARDOVELI, E. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD. São Paulo: Segmento, Ano II, nº 6, 2006. Os autores dos dois textos apontam para a 2 WH[WR SURS}H XPD UHÀH[mR DFHUFD GD OtQJXD SRUWXJXHVD A necessidade de trabalho voluntário contínuo para a ressaltando para o leitor a resolução das mazelas sociais. A inauguração do museu e o grande investimento em B importância de ações preventivas para evitar cultura no país. B importância da língua para a construção da catástrofes, indevidamente atribuídas aos políticos. identidade nacional. C incapacidade política para agir de forma diligente na C afetividade tão comum ao brasileiro, retratada resolução das mazelas sociais. através da língua. D XUJrQFLD GH VH FULDUHP QRYRV yUJmRV S~EOLFRV FRP D relação entre o idioma e as políticas públicas na as mesmas características do SUS. área de cultura. E GLYHUVLGDGH pWQLFD H OLQJXtVWLFD H[LVWHQWH QR WHUULWyULR E LPSRVVLELOLGDGH GH R KRPHP DJLU GH IRUPD H¿FD] RX nacional. preventiva diante das ações da natureza. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 16
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    *AZUL25dom17* QUESTÃO 127 2 SRUWXJXrV Go Brasil não é uma língua uniforme. A variação linguística é um fenômeno natural, ao qual todas as línguas estão sujeitas. Ao considerar as variedades linguísticas, o texto mostra que as normas podem ser aprovadas ou condenadas socialmente, chamando a atenção do leitor para a A GHVFRQVLGHUDomR GD H[LVWrQFLD GDV QRUPDV populares pelos falantes da norma culta. B GLIXVmR GR SRUWXJXrV GH 3RUWXJDO HP WRGDV DV UHJL}HV GR %UDVLO Vy D SDUWLU GR VpFXOR ;9,,, C H[LVWrQFLD GH XVRV GD OtQJXD TXH FDUDFWHUL]DP XPD norma nacional do Brasil, distinta da de Portugal. D LQH[LVWrQFLD GH QRUPDV FXOWDV ORFDLV H SRSXODUHV RX vernáculas em um determinado país. E necessidade de se rejeitar a ideia de que os usos frequentes de uma língua devem ser aceitos. QUESTÃO 129 Disponível em: http://www.ccsp.com.br. Acesso em: 27 jul. 2010 (adaptado). O texto é uma propaganda de um adoçante que tem o VERÍSSIMO, L. F. $V FREUDV HP 6H 'HXV H[LVWH TXH HX VHMD DWLQJLGR SRU XP UDLR. VHJXLQWH PRWH ³0XGH VXD HPEDODJHP´ $ HVWUDWpJLD TXH 3RUWR $OHJUH / 30 o autor utiliza para o convencimento do leitor baseia-se O humor da tira decorre da reação de uma das cobras no emprego de recursos expressivos, verbais e não com relação ao uso de pronome pessoal reto, em vez verbais, com vistas a de pronome oblíquo. De acordo com a norma padrão da A ridicularizar a forma física do possível cliente do língua, esse uso é inadequado, pois produto anunciado, aconselhando-o a uma busca de A contraria o uso previsto para o registro oral da língua. mudanças estéticas. B contraria a marcação das funções sintáticas de B HQIDWL]DU D WHQGrQFLD GD VRFLHGDGH FRQWHPSRUkQHD sujeito e objeto. de buscar hábitos alimentares saudáveis, reforçando C gera inadequação na concordância com o verbo. tal postura. D gera ambiguidade na leitura do texto. C criticar o consumo excessivo de produtos E apresenta dupla marcação de sujeito. industrializados por parte da população, propondo a QUESTÃO 130 redução desse consumo. 0$1',2$ ± PDLV XP SUHVHQWH GD $PD]{QLD D DVVRFLDU R YRFiEXOR ³Do~FDU´ j LPDJHP GR FRUSR IRUD de forma, sugerindo a substituição desse produto Aipim, castelinha, macaxeira, maniva, maniveira. As pelo adoçante. designações da Manihot utilissima podem variar de região, E relacionar a imagem do saco de açúcar a um corpo no Brasil, mas uma delas deve ser levada em conta em todo humano que não desenvolve atividades físicas, R WHUULWyULR QDFLRQDO pão-de-pobre ± H SRU PRWLYRV yEYLRV incentivando a prática esportiva. Rica em fécula, a mandioca — uma planta rústica e nativa da Amazônia disseminada no mundo inteiro, especialmente QUESTÃO 128 pelos colonizadores portugueses — é a base de sustento de Motivadas ou não historicamente, normas prestigiadas muitos brasileiros e o único alimento disponível para mais de ou estigmatizadas pela comunidade sobrepõem-se ao 600 milhões de pessoas em vários pontos do planeta, e em ORQJR GR WHUULWyULR VHMD QXPD UHODomR GH RSRVLomR VHMD GH particular em algumas regiões da África. complementaridade, sem, contudo, anular a interseção de 2 PHOKRU GR *ORER 5XUDO. Fev. 2005 (fragmento). XVRV TXH FRQ¿JXUDP XPD QRUPD QDFLRQDO GLVWLQWD GD GR De acordo com o texto, há no Brasil uma variedade de SRUWXJXrV HXURSHX $R IRFDOL]DU HVVD TXHVWmR TXH RS}H nomes para a Manihot utilissima, QRPH FLHQWt¿FR GD QmR Vy DV QRUPDV GR SRUWXJXrV GH 3RUWXJDO jV QRUPDV GR mandioca. Esse fenômeno revela que SRUWXJXrV EUDVLOHLUR PDV WDPEpP DV FKDPDGDV QRUPDV A existem variedades regionais para nomear uma cultas locais às populares ou vernáculas, deve-se insistir mesma espécie de planta. na ideia de que essas normas se consolidaram em B PDQGLRFD p QRPH HVSHFt¿FR SDUD D HVSpFLH H[LVWHQWH GLIHUHQWHV PRPHQWRV GD QRVVD KLVWyULD H TXH Vy D SDUWLU GR na região amazônica. século XVIII se pode começar a pensar na bifurcação das C ³SmRGHSREUH´ p GHVLJQDomR HVSHFt¿FD SDUD D YDULDQWHV FRQWLQHQWDLV RUD HP FRQVHTXrQFLD GH PXGDQoDV planta da região amazônica. ocorridas no Brasil, ora em Portugal, ora, ainda, em ambos D os nomes designam espécies diferentes da planta, RV WHUULWyUios. conforme a região. CALLOU, D. Gramática, variação e normas. In: VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. (orgs). E a planta é nomeada conforme as particularidades (QVLQR GH JUDPiWLFD: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007 (adaptado). que apresenta. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 17
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    *AZUL25dom18* QUESTÃO 131 Ele conta que usam a rede, por enquanto, somente Há certos usos consagrados na fala, e até mesmo para preparação e envio de documentos, mas na escrita, que, a depender do estrato social e do nível perceberam que ela pode ajudar na preservação da de escolaridade do falante, são, sem dúvida, previsíveis. Ocorrem até mesmo em falantes que dominam a cultura indígena. YDULHGDGH SDGUmR SRLV QD YHUGDGH UHYHODP WHQGrQFLDV A apropriação da rede se deu de forma gradual, existentes na língua em seu processo de mudança TXH QmR SRGHP VHU EORTXHDGDV HP QRPH GH XP ³LGHDO PDV RV JXDUDQLV Mi LQFRUSRUDUDP D QRYLGDGH WHFQROyJLFD linguístico” que estaria representado pelas regras da ao seu estilo de vida. A importância da internet e da gramática normativa. Usos como ter por haver em construções existenciais (tem muitos livros na estante), computação para eles está expressa num caso de rara o do pronome objeto na posição de sujeito (para mim incorporação: a do vocabulário. fazer o trabalho), a não-concordância das passivas com se (aluga-se FDVDV
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    VmR LQGtFLRV GDH[LVWrQFLD QmR GH — Um dia, o cacique da aldeia Sapucaí me ligou. uma norma única, mas de uma pluralidade de normas, ³$ JHQWH QmR HVWi TXHUHQGR FKDPDU FRPSXWDGRU GH entendida, mais uma vez, norma como conjunto de ³FRPSXWDGRU´ 6XJHUL D HOHV TXH FULDVVHP XPD SDODYUD hábitos linguísticos, sem implicar juízo de valor. em guarani. E criaram aiú irú rive ³FDL[D SUD DFXPXODU D CALLOU, D. Gramática, variação e normas. In: VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. (orgs). (QVLQR GH JUDPiWLFD: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007 (fragmento). OtQJXD´ 1yV EUDQFRV XVDPRV mouse, windows e outros RQVLGHUDQGR D UHÀH[mR WUD]LGD QR WH[WR D UHVSHLWR GD termos, que eles começaram a adaptar para o idioma PXOWLSOLFLGDGH GR GLVFXUVR YHUL¿FDVH TXH deles, como angojhá (rato) e oventã (janela) — conta A estudantes que não conhecem as diferenças Rodrigo Baggio, diretor do CDI. entre língua escrita e língua falada empregam, Disponível em: http://www.revistalingua.uol.com.br. Acesso em: 22 jul. 2010. indistintamente, usos aceitos na conversa com amigos quando vão elaborar um texto escrito. O uso das novas tecnologias de informação e B falantes que dominam a variedade padrão do comunicação fez surgir uma série de novos termos SRUWXJXrV GR %UDVLO GHPRQVWUDP XVRV TXH que foram acolhidos na sociedade brasileira em sua FRQ¿UPDP D GLIHUHQoD HQWUH D QRUPD LGHDOL]DGD H a efetivamente praticada, mesmo por falantes mais forma original, como: mouse, windows, download, site, escolarizados. homepage, entre outros. O texto trata da adaptação C moradores de diversas regiões do país que enfrentam de termos da informática à língua indígena como uma GL¿FXOGDGHV DR VH H[SUHVVDU QD HVFULWD UHYHODP D reação da tribo Sapucaí, o que revela FRQVWDQWH PRGL¿FDomR GDV UHJUDV GH HPSUHJR GH pronomes e os casos especiais de concordância. A a possibilidade que o índio Potty vislumbrou em D pessoas que se julgam no direito de contrariar a relação à comunicação que a web pode trazer a seu gramática ensinada na escola gostam de apresentar povo e à facilidade no envio de documentos e na usos não aceitos socialmente para esconderem seu desconhecimento da norma padrão. conversação em tempo real. E usuários que desvendam os mistérios e sutilezas da B o uso da internet para preparação e envio de documentos, língua portuguesa empregam formas do verbo ter bem como a contribuição para as atividades relacionadas quando, na verdade, deveriam usar formas do verbo aos trabalhos da cultura indígena. haver, contrariando as regras gramaticais. C a preservação da identidade, demonstrada pela QUESTÃO 132 conservação do idioma, mesmo com a utilização 3DODYUD LQGtJHQD de novas tecnologias características da cultura de A história da tribo Sapucaí, que traduziu para o outros grupos sociais. idioma guarani os artefatos da era da computação que ganharam importância em sua vida, como mouse (que D DGHVmR DR SURMHWR GR RPLWr SDUD 'HPRFUDWL]DomR eles chamam de angojhá) e windows (oventã) da Informática (CDI), que, em parceria com a ONG 4XDQGR D LQWHUQHW FKHJRX jTXHOD FRPXQLGDGH TXH Rede Povos da Floresta, possibilitou o acesso à abriga em torno de 400 guaranis, há quatro anos, por web PHVPR HP DPELHQWH LQyVSLWR PHLR GH XP SURMHWR GR RPLWr SDUD 'HPRFUDWL]DomR E a apropriação da nova tecnologia de forma gradual, da Informática (CDI), em parceria com a ONG Rede Povos da Floresta e com antena cedida pela Star One evidente quando os guaranis incorporaram a (da Embratel), Potty e sua aldeia logo vislumbraram as QRYLGDGH WHFQROyJLFD DR VHX HVWLOR GH YLGD FRP D possibilidades de comunicação que a web traz. possibilidade de acesso à internet. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 18
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    *AZUL25dom19* ,PDJHP SDUD DVTXHVW}HV H Disponível em: http://www.wordinfo.info. Acesso em: 27 abr. 2010. QUESTÃO 133 O homem evoluiu. Independentemente de teoria, essa evolução ocorreu de várias formas. No que concerne à evolução digital, o homem percorreu longo trajeto da pedra lascada ao mundo virtual. Tal fato culminou em um problema físico habitual, ilustrado na imagem, que propicia uma piora na qualidade de vida do usuário, uma vez que A a evolução ocorreu e com ela evoluíram as dores de cabeça, o estresse e a falta de atenção à família. B a vida sem o computador tornou-se quase inviável, mas se tem diminuído problemas de visão cansada. C a utilização demasiada do computador tem proporcionado o surgimento de cientistas que apresentam lesão por esforço repetitivo. D o homem criou o computador, que evoluiu, e hoje opera várias ações antes feitas pelas pessoas, tornando-as sedentárias ou obesas. E o uso contínuo do computador de forma inadequada tem ocasionado má postura corporal. QUESTÃO 134 O argumento presente na charge consiste em uma metáfora relativa à teoria evolucionista e ao desenvolvimento WHFQROyJLFR RQVLGHUDQGR R FRQWH[WR DSUHVHQWDGR YHUL¿FDVH TXH R LPSDFWR WHFQROyJLFR SRGH RFDVLRQDU A o surgimHQWR GH XP KRPHP GHSHQGHQWH GH XP QRYR PRGHOR WHFQROyJLFR B a mudança do homem em razão dos novos inventos que destroem sua realidade. C D SUREOHPiWLFD VRFLDO GH JUDQGH H[FOXVmR GLJLWDO D SDUWLU GD LQWHUIHUrQFLD GD PiTXLQD D D LQYHQomR GH HTXLSDPHQWRV TXH GL¿FXOWDP R WUDEDOKR GR KRPHP HP VXD HVIHUD VRFLDO E o retrocesso do desenvolvimento do homem em face da criação de ferramentas como lança, máquina e computador. QUESTÃO 135 2 TXH p SRVVtYHO GL]HU HP FDUDFWHUHV Sucesso do Twitter no Brasil é oportunidade única de compreender a importância da concisão nos gêneros de escrita $ Pi[LPD ³PHQRV p PDLV´ QXQFD IH] WDQWR VHQWLGR FRPR QR FDVR GR microblog Twitter, cuja premissa é dizer DOJR ² QmR LPSRUWD R TXr ² HP FDUDFWHUHV 'HVGH TXH R VHUYLoR IRL FULDGR HP R Q~PHUR GH XVXiULRV GD IHUUDPHQWD p FDGD YH] PDLRU DVVLP FRPR D GLYHUVLGDGH GH XVRV TXH VH ID] GHOD 'R HVWLOR ³TXHULGR GLiULR´ j literatura concisa, passando por aforismos, citações, jornalismo, fofoca, humor etc., tudo ganha o espaço de um tweet ³SLR´ HP LQJOrV
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    H HQWHQGHU VHXVXFHVVR SRGH LQGLFDU XP FDPLQKR SDUD R DSULPRUDPHQWR GH XP UHFXUVR YLWDO à escrita: a concisão. Disponível em: http://www.revistalingua.com.br. Acesso em: 28 abr. 2010 (adaptado). 2 7ZLWWHU VH SUHVWD D GLYHUVDV ¿QDOLGDGHV HQWUH HODV j FRPXQLFDomR FRQFLVD SRU LVVR HVVD UHGH VRFLDO A é um recurso elitizado, cujo público precisa dominar a língua padrão. B FRQVWLWXL UHFXUVR SUySULR SDUD D DTXLVLomR GD PRGDOLGDGH HVFULWD GD OtQJXD C p UHVWULWD j GLYXOJDomR GH WH[WRV FXUWRV H SRXFR VLJQL¿FDWLYRV H SRUWDQWR p SRXFR ~WLO D LQWHUIHUH QHJDWLYDPHQWH QR SURFHVVR GH HVFULWD H DFDED SRU UHYHODU XPD FXOWXUD SRXFR UHÀH[LYD E estimula a produção de frases com clareza e objetividade, fatores que potencializam a comunicação interativa. / ž GLD _ DGHUQR $=8/ 3iJLQD
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    *AZUL25dom20* MATEMÁTICA E SUASTECNOLOGIAS QUESTÃO 138 Questões de 136 a 180 Um mecânico de uma equipe de corrida necessita que as seguintes medidas realizadas em um carro sejam QUESTÃO 136 obtidas em metros: 2 GRQR GH XPD R¿FLQD PHFkQLFD SUHFLVD GH XP a) distância a entre os eixos dianteiro e traseiro; pistão das partes de um motor, de 68 mm de diâmetro, para o conserto de um carro. Para conseguir um, esse b) altura b entre o solo e o encosto do piloto. dono vai até um ferro velho e lá encontra pistões com diâmetros iguais a 68,21 mm; 68,102 mm; 68,001 mm; 68,02 mm e 68,012 mm. Para colocar o pistão no motor que está sendo FRQVHUWDGR R GRQR GD R¿FLQD WHUi GH DGTXLULU DTXHOH TXH WHQKD R GLkPHWUR PDLV SUy[LPR GR TXH SUHFLVD 1HVVD FRQGLomR R GRQR GD R¿FLQD GHYHUi FRPSUDU R pistão de diâmetro A 68,21 mm. B 68,102 mm. C 68,02 mm. Ao optar pelas medidas a e b HP PHWURV REWrPVH D 68,012 mm. respectivamente, E 68,001 mm. A 0,23 e 0,16. QUESTÃO 137 B 2,3 e 1,6. A Escala de Magnitude de Momento (abreviada C 23 e 16. como MMS e denotada como Mw
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    LQWURGX]LGD HP SRU7KRPDV +DNV H +LURR .DQDPRUL VXEVWLWXLX D (VFDOD D 230 e 160. de Richter para medir a magnitude dos terremotos em E 2 300 e 1 600. termos de energia liberada. Menos conhecida pelo QUESTÃO 139 público, a MMS é, no entanto, a escala usada para O medidor de energLD HOpWULFD GH XPD UHVLGrQFLD estimar as magnitudes de todos os grandes terremotos da FRQKHFLGR SRU ³UHOyJLR GH OX]´ p FRQVWLWXtGR GH TXDWUR atualidade. Assim como a escala Richter, a MMS é uma SHTXHQRV UHOyJLRV FXMRV VHQWLGRV GH URWDomR HVWmR escala logarítmica. MW e M0 VH UHODFLRQDP SHOD IyUPXOD LQGLFDGRV FRQIRUPH D ¿JXUD: 0: = − + ORJ (0 ) Onde M0 é o momento sísmico (usualmente estimado a partir dos registros de movimento da superfície, através dos sismogramas), cuja unidade é o dina·cm. O terremoto de Kobe, acontecido no dia 17 de MDQHLUR GH IRL XP GRV WHUUHPRWRV TXH FDXVDUDP PDLRU LPSDFWR QR -DSmR H QD FRPXQLGDGH FLHQWt¿FD Disponível em: http://www.enersul.com.br. Acesso em: 26 abr. 2010. internacional. Teve magnitude MW = 7,3. U.S. GEOLOGICAL SURVEY. +LVWRULF (DUWKTXDNHV. A medida é expressD HP N:K 2 Q~PHUR REWLGR QD 'LVSRQtYHO HP KWWSHDUWKTXDNHXVJVJRY $FHVVR HP PDLR DGDSWDGR
  • 44.
    U.S. GEOLOGICAL SURVEY.86*6 (DUWKTXDNH 0DJQLWXGH 3ROLF. leitura é composto por 4 algarismos. Cada posição do 'LVSRQtYHO HP KWWSHDUWKTXDNHXVJVJRY $FHVVR HP PDLR DGDSWDGR
  • 45.
    número é formadapelo último algarismo ultrapassado pelo ponteiro. Mostrando que é possível determinar a medida por meio de conhecimentos matemáticos, qual foi o momento 2 Q~PHUR REWLGR SHOD OHLWXUD HP N:K QD LPDJHP p sísmico M0 GR WHUUHPRWR GH .REH HP GLQDÂFP
  • 46.
    A 2 614. A 10-5,10 B 3 624. B 10-0,73 C 1012,00 C 2 715. D 1021,65 D 3 725. E 1027,00 E 4 162. MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 20
  • 47.
    *AZUL25dom21* QUESTÃO 140 QUESTÃO 142 Em uma certa cidade, os moradores de um bairro 8PD HTXLSH GH HVSHFLDOLVWDV GR FHQWUR PHWHRUROyJLFR carente de espaços de lazer reivindicam à prefeitura de uma cidade mediu a temperatura do ambiente, sempre municipal a construção de uma praça. A prefeitura no mesmo horário, durante 15 dias intercalados, a partir FRQFRUGD FRP D VROLFLWDomR H D¿UPD TXH LUi FRQVWUXtOD GR SULPHLUR GLD GH XP PrV (VVH WLSR GH SURFHGLPHQWR em formato retangular devido às características técnicas é frequente, uma vez que os dados coletados servem do terreno. Restrições de natureza orçamentária impõem GH UHIHUrQFLD SDUD HVWXGRV H YHUL¿FDomR GH WHQGrQFLDV que sejam gastos, no máximo, 180 m de tela para climáticas ao longo dos meses e anos. cercar a praça. A prefeitura apresenta aos moradores As medições ocorridas nesse período estão indicadas desse bairro as medidas dos terrenos disponíveis para a no quadro: construção da praça: Terreno 1: 55 m por 45 m 'LD GR PrV 7HPSHUDWXUD HP ƒ
  • 48.
    Terreno 2: 55m por 55 m 1 15,5 Terreno 3: 60 m por 30 m 3 14 Terreno 4: 70 m por 20 m 7HUUHQR P SRU P 5 13,5 Para optar pelo terreno de maior área, que atenda 7 18 às restrições impostas pela prefeitura, os moradores deverão escolher o terreno A 1. 11 20 B 2. C 3. 13 13,5 D 4. 15 13,5 E 5. 17 18 QUESTÃO 141 20 9RFr SRGH DGDSWDr as atividades do seu dia a dia de uma forma que possa queimar mais calorias do que as 21 18,5 gastas normalmente, conforme a relação seguinte: 23 13,5 (QTXDQWR YRFr IDOD DR WHOHIRQH IDoD DJDFKDPHQWRV 25 21,5 100 calorias gastas em 20 minutos. 27 20 - Meia hora de supermercado: 100 calorias. - Cuidar do jardim por 30 minutos: 200 calorias. 16 - Passear com o cachorro: 200 calorias em 30 minutos. Em relação à temperatura, os valores da média, mediana 7LUDU R Sy GRV PyYHLV FDORULDV HP PLQXWRV e moda são, respectivamente, iguais a - Lavar roupas por 30 minutos: 200 calorias. A 17 °C, 17 °C e 13,5 °C. Disponível em: http://cyberdiet.terra.com.br. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado). B 17 °C, 18 °C e 13,5 °C. Uma pessoa deseja executar essas atividades, porém, C 17 °C, 13,5 °C e 18 °C. ajustando o tempo para que, em cada uma, gaste D 17 °C, 18 °C e 21,5 °C. igualmente 200 calorias. E 17 °C, 13,5 °C e 21,5 °C. A partir dos ajustes, quanto tempo a mais será necessário QUESTÃO 143 para realizar todas as atividades 3DUD XPD DWLYLGDGH UHDOL]DGD QR ODERUDWyULR GH A 50 minutos. Matemática, um aluno precisa construir uma maquete B 60 minutos. da quadra de esportes da escola que tem 28 m de C 80 minutos. comprimento por 12 m de largura. A maquete deverá ser D 120 minutos. construída na escala de 1 : 250. E 170 minutos. 4XH PHGLGDV GH FRPSULPHQWR H ODUJXUD HP FP R DOXQR XWLOL]DUi QD FRQVWUXomR GD PDTXHWH A 4,8 e 11,2 B 7,0 e 3,0 C 11,2 e 4,8 D 28,0 e 12,0 E 30,0 e 70,0 MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 21
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    *AZUL25dom22* QUESTÃO 144 Os dados nos indicam que o mapa observado pelo estudante está na escala de Uma indústria fabrica brindes promocionais em forma de pirâmide. A pirâmide é obtida a partir de quatro A 1 : 250. FRUWHV HP XP VyOLGR TXH WHP D IRUPD GH XP FXER 1R HVTXHPD HVWmR LQGLFDGRV R VyOLGR RULJLQDO FXER
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    H D B 1 : 2 500. pirâmide obtida a partir dele. C 1 : 25 000. D 1 : 250 000. E 1 : 25 000 000. QUESTÃO 147 $ ¿JXUD VHJXLQWH PRVWUD XP PRGHOR GH VRPEULQKD muito usado em países orientais. Os pontos A, B, C, D e O do cubo e da pirâmide são os mesmos. O ponto O é central na face superior do cubo. Os quatro cortes saem de O em direção às arestas AD BC AB H CD nessa ordem. $SyV RV FRUWHV VmR GHVFDUWDGRV TXDWUR VyOLGRV 2V IRUPDWRV GRV VyOLGRV GHVFDUWDGRV VmR A todos iguais. B todos diferentes. C WUrV LJXDLV H XP GLIHUHQWH Disponível em: http://mdmat.psico.ufrgs.br. Acesso em: 1 maio 2010. D apenas dois iguais. (VWD ¿JXUD p XPD UHSUHVHQWDomR GH XPD VXSHUItFLH GH E iguais dois a dois. revolução chamada de QUESTÃO 145 A pirâmide. DIp QR %UDVLO B semiesfera. C cilindro. 2 FRQVXPR DWLQJLX R PDLRU QtYHO GD KLVWyULD QR DQR D tronco de cone. passado: os brasileiros beberam o equivalente a 331 E cone. bilhões de xícaras. Veja. Ed. 2158, 31 mar. 2010. QUESTÃO 148 Considere que a xícara citada na notícia seja equivalente Em 2010, um caos aéreo afetou o continente europeu, a, aproximadamente, 120 mL de café. Suponha que em devido à quantidade de fumaça expelida por um vulcão na 2010 os brasileiros bebam ainda mais café, aumentando Islândia, o que levou ao cancelamento de inúmeros voos. 1 LQFR GLDV DSyV R LQtFLR GHVVH FDRV WRGR R o consumo em do que foi consumido no ano anterior. 5 espaço aéreo europeu acima de 6 000 metros estava De acordo com essas informações, qual a previsão mais liberado, com exceção do espaço aéreo da Finlândia. DSUR[LPDGD SDUD R FRQVXPR GH FDIp HP Lá, apenas voos internacionais acima de 31 mil pés estavam liberados. A 8 bilhões de litros. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 21 abr. 2010 (adaptado). B 16 bilhões de litros. Considere que 1 metro equivale a aproximadamente 3,3 pés. C 32 bilhões de litros. D 40 bilhões de litros. 4XDO D GLIHUHQoD HP SpV HQWUH DV DOWLWXGHV OLEHUDGDV QD Finlândia e no restante do continente europeu cinco dias E 48 bilhões de litros. DSyV R LQtFLR GR FDRV QUESTÃO 146 A 3 SpV Sabe-se que a distância real, em linha reta, de B SpV uma cidade A, localizada no estado de São Paulo, a uma cidade B, localizada no estado de Alagoas, é C 11 200 pés. LJXDO D NP 8P HVWXGDQWH DR DQDOLVDU XP PDSD D SpV YHUL¿FRX FRP VXD UpJXD TXH D GLVWkQFLD HQWUH HVVDV duas cidades, A e B, era 8 cm. E 50 800 pés. MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 22
  • 51.
    *AZUL25dom23* QUESTÃO 149 O Índice de Massa Corporal (IMC) é largamente utilizado há cerca de 200 anos, mas esse cálculo UHSUHVHQWD PXLWR PDLV D FRUSXOrQFLD TXH D DGLSRVLGDGH uma vez que indivíduos musculosos e obesos podem apresentar o mesmo IMC. Uma nova pesquisa aponta o Índice de Adiposidade Corporal (IAC) como uma DOWHUQDWLYD PDLV ¿GHGLJQD SDUD TXDQWL¿FDU D JRUGXUD corporal, utilizando a medida do quadril e a altura. A ¿JXUD PRVWUD FRPR FDOFXODU HVVDV PHGLGDV VDEHQGR se que, em mulheres, a adiposidade normal está entre H A reta de equação y = x + 4 representa o planejamento do percurso da linha do metrô subterrâneo que atravessará o bairro e outras regiões da cidade. No ponto P = (-5, 5), localiza-se um hospital público. A FRPXQLGDGH VROLFLWRX DR FRPLWr GH SODQHMDPHQWR TXH fosse prevista uma estação do metrô de modo que sua distância ao hospital, medida em linha reta, não fosse PDLRU TXH NP $WHQGHQGR DR SHGLGR GD FRPXQLGDGH R FRPLWr argumentou corretamente que isso seria automaticamente satisfeito, pois já estava prevista a construção de uma estação no ponto A (–5, 0). B (–3, 1). Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 24 abr. 2011(adaptado). C (–2, 1). D (0, 4). 8PD MRYHP FRP ,0 NJPð FP GH FLUFXQIHUrQFLD E (2, 6). GRV TXDGULV H NJ GH PDVVD FRUSyUHD UHVROYHX QUESTÃO 151 averiguar seu IAC. Para se enquadrar aos níveis de normalidade de gordura corporal, a atitude adequada que essa jovem deve ter diante da nova medida é (Use ξ͵ ൌ ͳǡ͹ ݁ ඥͳǡ͹ ൌ ͳǡ͵ ) A reduzir seu excesso de gordura em cerca de 1%. B reduzir seu excesso de gordura em cerca de 27%. C manter seus níveis atuais de gordura. D aumentar seu nível de gordura em cerca de 1%. E aumentar seu nível de gordura em cerca de 27%. QUESTÃO 150 Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 28 abr. 2010. Um bairro de uma cidade foi planejado em uma O polígono que dá forma a essa calçada é invariante por rotações, em torno de seu centro, de região plana, com ruas paralelas e perpendiculares, A 45°. delimitando quadras de mesmo tamanho. No plano B 60°. de coordenadas cartesianas seguinte, esse bairro C ƒ localiza-se no segundo quadrante, e as distâncias nos D 120°. eixos são dadas em quilômetros. E 180°. MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 23
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    *AZUL25dom24* QUESTÃO 152 QUESTÃO 153 As frutas que antes se compravam por dúzias, Observe as dicas para calcular a quantidade certa hoje em dia, podem ser compradas por quilogramas, GH DOLPHQWRV H EHELGDV SDUD DV IHVWDV GH ¿P GH DQR existindo também a variação dos preços de acordo com ‡ Para o prato principal, estime 250 gramas de carne a época de produção. Considere que, independente da para cada pessoa. época ou variação de preço, certa fruta custa R$ 1,75 o ‡ 8P FRSR DPHULFDQR FKHLR GH DUUR] UHQGH R VX¿FLHQWH quilograma. para quatro pessoas. 'RV JUi¿FRV D VHJXLU R TXH UHSUHVHQWD R SUHoR P SDJR ‡ Para a farofa, calcule quatro colheres de sopa por em reais pela compra de n quilogramas desse produto é convidado. ‡ Uma garrafa de vinho serve seis pessoas. ‡ Uma garrafa de cerveja serve duas. ‡ Uma gaUUDID GH HVSXPDQWH VHUYH WUrV FRQYLGDGRV 4XHP RUJDQL]D IHVWDV ID] HVVHV FiOFXORV HP FLPD GR total de convidados, independente do gosto de cada um. 4XDQWLGDGH FHUWD GH DOLPHQWRV H EHELGDV HYLWD R GHVSHUGtFLR GD FHLD -RUQDO +RMH. 17 dez. 2010 (adaptado). 8P DQ¿WULmR GHFLGLX VHJXLU HVVDV GLFDV DR VH SUHSDUDU SDUD receber 30 convidados para a ceia de Natal. Para seguir HVVDV RULHQWDo}HV j ULVFD R DQ¿WULmR GHYHUi GLVSRU GH A NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GH arroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 15 de cerveja e 10 de espumante. B NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GH arroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 30 de cerveja e 10 de espumante. C NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GH DUUR] 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 15 de cerveja e 10 de espumante. D NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV FROKHUHV de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 30 de cerveja e 10 de espumante. E NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GH arroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 15 de cerveja e 10 de espumante. QUESTÃO 154 A participação dos estudantes na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) aumenta a cada ano. O quadro indica o percentual de medalhistas de ouro, por região, nas edições da OBMEP GH D Região 2005 2006 2007 2008 Norte 2% 2% 1% 2% 1% Nordeste 18% 21% 15% Centro-Oeste 5% 6% 7% 8% Sudeste 55% 61% 58% 66% 60% Sul 21% 12% 13% 11% Disponível em: http://www.obmep.org.br. Acesso em: abr. 2010 (adaptado). (P UHODomR jV HGLo}HV GH D GD 2%0(3 TXDO o percentual médio de medalhistas de ouro da região 1RUGHVWH A 14,6% B 18,2% C 18,4% D E 21,0% MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 24
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    *AZUL25dom25* QUESTÃO 155 Rendimento IR (imposto de Para determinar a distância de um barco até a praia, mensal (%) renda) um navegante utilizou o seguinte procedimento: a partir POUPANÇA 0,560 ISENTO GH XP SRQWR $ PHGLX R kQJXOR YLVXDO Į ID]HQGR PLUD HP CDB 0,876 4% (sobre o ganho) XP SRQWR ¿[R 3 GD SUDLD 0DQWHQGR R EDUFR QR PHVPR sentido, ele seguiu até um ponto B de modo que fosse 3DUD R MRYHP LQYHVWLGRU DR ¿QDO GH XP PrV D DSOLFDomR possível ver o mesmo ponto P da praia, no entanto sob mais vantajosa é XP kQJXOR YLVXDO Į $ ¿JXUD LOXVWUD HVVD VLWXDomR A a poupança, pois totalizará um montante de R$ 502,80. B a poupança, pois totalizará um montante de R$ 500,56. C o CDB, pois totalizará um montante de R$ 504,38. D o CDB, pois totalizará um montante de R$ 504,21. E o CDB, pois totalizará um montante de R$ 500,87. QUESTÃO 158 $ WDEHOD FRPSDUD R FRQVXPR PHQVDO HP N:K GRV Suponha que o navegante tenha medido o ângulo consumidores residenciais e dos de baixa renda, antes H DR FKHJDU DR SRQWR % YHUL¿FRX TXH R EDUFR e depois da redução da tarifa de energia no estado de havia percorrido a distância AB = 2 000 m. Com base Pernambuco. QHVVHV GDGRV H PDQWHQGR D PHVPD WUDMHWyULD D PHQRU GLVWkQFLD GR EDUFR DWp R SRQWR ¿[R 3 VHUi QUESTÃO 156 O saldo de contratações no mercado formal no setor varejista da região metropolitana de São Paulo registrou alta. Comparando as contratações deste setor QR PrV GH IHYHUHLUR FRP DV GH MDQHLUR GHVWH DQR KRXYH incremento de 4 300 vagas no setor, totalizando 880 605 trabalhadores com carteira assinada. Disponível em: http://www.folha.uol.com.br. Acesso em: 26 abr. 2010 (adaptado). Suponha que o incremento de trabalhadores no setor varejista seja sempre o mesmo nos seis primeiros 'LiULR GH 3HUQDPEXFR. 28 abr. 2010 (adaptado). meses do ano. Considere dois consumidores: um que é de baixa renda Considerando-se que y e x representam, respectivamen- H JDVWRX N:K H RXWUR GR WLSR UHVLGHQFLDO TXH JDVWRX te, as quantidades de trabalhadores no setor varejista e os N:K $ GLIHUHQoD HQWUH R JDVWR GHVVHV FRQVXPLGRUHV meses, janeiro sendo o primeiro, fevereiro, o segundo, FRP N:K GHSRLV GD UHGXomR GD WDULID GH HQHUJLD PDLV e assim por diante, a expressão algébrica que relaciona essas quantidades nesses meses é aproximada, é de A y = 4 300x A R$ 0,27. B [ B 5 C y = 872 005 + 4 300x C R$ 0,32. D y = 876 305 + 4 300x D R$ 0,34. E y = 880 605 + 4 300x E R$ 0,61. QUESTÃO 157 Um jovem investidor precisa escolher qual LQYHVWLPHQWR OKH WUDUi PDLRU UHWRUQR ¿QDQFHLUR HP XPD aplicação de R$ 500,00. Para isso, pesquisa o rendimento e o imposto a ser pago em dois investimentos: poupança H '% FHUWL¿FDGR GH GHSyVLWR EDQFiULR
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    $V LQIRUPDo}HV obtidas estãoresumidas no quadro: MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 25
  • 55.
    *AZUL25dom26* QUESTÃO 159 4XDQWDV SDVVDJHQV IRUDP YHQGLGDV SRU HVVD HPSUHVD em julho do anR SDVVDGR O prefeito de uma cidade deseja construir uma rodovia para dar acesso a outro município. Para isso, foi A 38 000 aberta uma licitação na qual concorreram duas empresas. B 40 500 $ SULPHLUD FREURX 5 SRU NP FRQVWUXtGR Q
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    C 41 000 DFUHVFLGRVGH XP YDORU ¿[R GH 5 HQTXDQWR D 42 000 D VHJXQGD FREURX 5 SRU NP FRQVWUXtGR Q
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    E 48 000 DFUHVFLGRVGH XP YDORU ¿[R GH 5 $V GXDV QUESTÃO 163 empresas apresentam o mesmo padrão de qualidade dos serviços prestados, mas apenas uma delas poderá Rafael mora no Centro de uma cidade e decidiu se mudar, por recomendações médicas, para uma ser contratada. das regiões: Rural, Comercial, Residencial Urbano ou Do ponto de vista econômico, qual equação possibilitaria Residencial Suburbano. A principal recomendação encontrar a extensão da rodovia que tornaria indiferente PpGLFD IRL FRP DV WHPSHUDWXUDV GDV ³LOKDV GH FDORU´ da região, que deveriam ser inferiores a 31°C. Tais para a prefeitura escolher qualquer uma das propostas DSUHVHQWDGDV temperaturas são apresentadas no grá¿Fo: A 100n + 350 = 120n + 150 B 100n + 150 = 120n + 350 C 100(n + 350) = 120(n + 150) D 100(n + 350 000) = 120(n + 150 000) E 350(n + 100 000) = 150(n + 120 000) QUESTÃO 160 Uma pessoa aplicou certa quantia em ações. No SULPHLUR PrV HOD SHUGHX GR WRWDO GR LQYHVWLPHQWR H QR VHJXQGR PrV UHFXSHURX GR TXH KDYLD SHUGLGR Depois desses dois meses, resolveu tirar o montante de R$ 3 800,00 gerado pela aplicação. A quantia inicial que essa pessoa aplicou em ações corresponde ao valor de Escolhendo, aleatoriamente, uma das outras regiões A R$ 4 222,22. para morar, a probabilidade de ele escolher uma região B R$ 4 523,80. que seja adequada às recomendações médicas é C R$ 5 000,00. A 1 D R$ 13 300,00. 5 E R$ 17 100,00. 1 B QUESTÃO 161 4 Cerca de 20 milhões de brasileiros vivem na região C 2 FREHUWD SHOD FDDWLQJD HP TXDVH PLO NP2 de área. 5 4XDQGR QmR FKRYH R KRPHP GR VHUWmR H VXD IDPtOLD D 3 precisam caminhar quilômetros em busca da água dos 5 açudes. A irregularidade climática é um dos fatores que mais interferem na vida do sertanejo. E 3 Disponível em: http://www.wwf.org.br. Acesso em: 23 abr. 2010. 4 6HJXQGR HVWH OHYDQWDPHQWR D GHQVLGDGH GHPRJUi¿FD QUESTÃO 164 GD UHJLmR FREHUWD SHOD FDDWLQJD HP KDELWDQWHV SRU NP2, Muitas medidas podem ser tomadas em nossas é de casas visando à utilização racional de energia elétrica. A 250. Isso deve ser uma atitude diária de cidadania. Uma delas B 25. pode ser a redução do tempo no banho. Um chuveiro C 2,5. FRP SRWrQFLD GH : FRQVRPH N: SRU KRUD D 0,25. E 0,025. Uma pessoa que toma dois banhos diariamente, de 10 minutos cada, consumLUi HP VHWH GLDV TXDQWRV N: QUESTÃO 162 A 0,8 O número mensal de passagens de uma determinada B 1,6 empresa aérea aumentou no ano passado nas seguintes condições: em janeiro foram vendidas 33 000 passagens; C 5,6 em fevereiro, 34 500; em março, 36 000. Esse padrão de D 11,2 crescimento se mantém para os meses subsequentes. E 33,6 MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 26
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    *AZUL25dom27* QUESTÃO 165 QUESTÃO 167 O atletismo é um dos esportes que mais se É possível usar água ou comida para atrair as aves LGHQWL¿FDP FRP R HVStULWR ROtPSLFR $ ¿JXUD LOXVWUD XPD e observá-las. Muitas pessoas costumam usar água pista de atletismo. A pista é composta por oito raias FRP Do~FDU SRU H[HPSOR SDUD DWUDLU EHLMDÀRUHV 0DV H WHP ODUJXUD GH P $V UDLDV VmR QXPHUDGDV GR é importante saber que, na hora de fazer a mistura, centro da pista para a extremidade e são construídas de VHJPHQWRV GH UHWDV SDUDOHODV H DUFRV GH FLUFXQIHUrQFLD YRFr GHYH VHPSUH XVDU XPD SDUWH GH Do~FDU SDUD FLQFR Os dois semicírculos da pista são iguais. partes de água. Além disso, em dias quentes, precisa WURFDU D iJXD GH GXDV D WUrV YH]HV SRLV FRP R FDORU HOD pode fermentar e, se for ingerida pela ave, pode deixá- la doente. O excesso de açúcar, ao cristalizar, também pode manter o bico da ave fechado, impedindo-a de se alimentar. Isso pode até matá-la. LrQFLD +RMH GDV ULDQoDV )1'( ,QVWLWXWR LrQFLD +RMH DQR Q PDU Pretende-se encher completamente um copo com D PLVWXUD SDUD DWUDLU EHLMDÀRUHV 2 FRSR WHP IRUPDWR cilíndrico, e suas medidas são 10 cm de altura e 4 cm de BIEMBENGUT, M. S. 0RGHODomR 0DWHPiWLFD FRPR PpWRGR GH HQVLQRDSUHQGL]DJHP diâmetro. A quantidade de água que deve ser utilizada GH 0DWHPiWLFD HP FXUVRV GH ž H ž JUDXV 'LVVHUWDomR GH 0HVWUDGR ,*(81(63 5LR ODUR DGDSWDGR
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    na mistura écerca de (utilize S ) Se os atletas partissem do mesmo ponto, dando uma A 20 mL. volta completa, em qual das raias o corredor estaria B 24 mL. VHQGR EHQH¿FLDGR C 100 mL. A 1 D 120 mL. B 4 E 600 mL. C 5 QUESTÃO 168 D 7 E 8 Em um jogo disputado em uma mesa de sinuca, há 16 bolas: 1 branca e 15 coloridas, as quais, de acordo QUESTÃO 166 com a coloração, valem de 1 a 15 pontos (um valor Nos últimos cinco anos, 32 mil mulheres de 20 a 24 para cada bola colorida). anos foram internadas nos hospitais do SUS por causa O jogador acerta o taco na bola branca de forma que de AVC. Entre os homens da mesma faixa etária, houve esta acerte as outras, com o objetivo de acertar duas das 28 mil internações pelo mesmo motivo. quinze bolas em quaisquer caçapas. Os valores dessas eSRFD. 26 abr. 2010 (adaptado). duas bolas são somados e devem resultar em um valor 6XSRQKD TXH QRV SUy[LPRV FLQFR DQRV KDMD XP escolhido pelo jogador antes do início da jogada. acréscimo de 8 mil internações de mulheres e que o Arthur, Bernardo e Caio escolhem os números 12, 17 acréscimo de internações de homens por AVC ocorra na e 22 como sendo resultados de suas respectivas somas. mesma proporção. Com essa escolha, quem tem a maior probabilidade de De acordo com as informações dadas, o número de ganhar o jogo é KRPHQV TXH VHULDP LQWHUQDGRV SRU $9 QRV SUy[LPRV cinco anos, corresponderia a A Arthur, pois a soma que escolheu é a menor. A 4 mil. B Bernardo, pois há 7 possibilidades de compor a B PLO soma escolhida por ele, contra 4 possibilidades C 21 mil. para a escolha de Arthur e 4 possibilidades para a D 35 mil. escolha de Caio. E PLO C Bernardo, pois há 7 possibilidades de compor a soma escolhida por ele, contra 5 possibilidades para a escolha de Arthur e 4 possibilidades para a escolha de Caio. D Caio, pois há 10 possibilidades de compor a soma escolhida por ele, contra 5 possibilidades para a escolha de Arthur e 8 possibilidades para a escolha de Bernardo. E Caio, pois a soma que escolheu é a maior. MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 27
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    *AZUL25dom28* QUESTÃO 169 QUESTÃO 170 $ ¿JXUD DSUHVHQWD LQIRUPDo}HV ELRPpWULFDV GH XP Todo o país passa pela primeira fase de campanha homem (Duílio) e de uma mulher (Sandra) que estão de vacinação contra a gripe suína (H1N1). Segundo um buscando alcançar seu peso ideal a partir das atividades médico infectologista do Instituto Emílio Ribas, de São ItVLFDV FRUULGD
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    3DUD VH YHUL¿FDUD HVFDOD GH REHVLGDGH 3DXOR D LPXQL]DomR ³GHYH PXGDU´ QR SDtV D KLVWyULD IRL GHVHQYROYLGD D IyUPXOD TXH SHUPLWH YHUL¿FDU R ËQGLFH da epidemia. Com a vacina, de acordo com ele, o Brasil WHP D FKDQFH GH EDUUDU XPD WHQGrQFLD GR FUHVFLPHQWR GH 0DVVD RUSRUDO ,0
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    (VWD IyUPXOD pDSUHVHQWDGD da doença, que já matou 17 mil no mundo. A tabela FRPR ,0 PKð RQGH P p D PDVVD HP TXLORJUDPDV H DSUHVHQWD GDGRV HVSHFt¿FRV GH XP ~QLFR SRVWR GH h é altura em metros. vacinação. DPSDQKD de YDFLQDomR FRQWUD D JULSH VXtQD Datas da 4XDQWLGDGH GH vacinação Público-alvo pessoas vacinadas D GH Trabalhadores da saúde 42 março e indígenas 22 de março a Portadores de doenças 22 2 de abril crônicas Veja. Ed. 2055 (adaptado). Adultos saudáveis entre 5 a 23 de abril H DQRV 56 No quadro é apresentada a Escala de Índice de Massa Corporal com as respectivas categorias relacionadas 24 de abril a População com mais de 30 7 de maio 60 anos aos pesos. 10 a 21 de Adultos saudáveis entre maio H DQRV 50 Disponível em: http://img.terra.com.br. Acesso em: 26 abr. 2010 (adaptado). (VFDOD GH ËQGLFH GH 0DVVD RUSRUDO Escolhendo-se aleatoriamente uma pessoa atendida nesse posto de vacinação, a probabilidade de ela ser CATEGORIAS ,0 NJPð
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    portadora de doençacrônica é A 8%. B Desnutrição Abaixo de 14,5 C 11%. D 12%. Peso abaixo do normal 14,5 a 20 E 22%. QUESTÃO 171 Peso normal D 2 JUi¿FR PRVWUD D YHORFLGDGH GH FRQH[mR j LQWHUQHW utilizada em domicílios no Brasil. Esses dados são UHVXOWDGR GD PDLV UHFHQWH SHVTXLVD GH UHDOL]DGD Sobrepeso D SHOR RPLWr *HVWRU GD ,QWHUQHW *,
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    Obesidade D 2EHVLGDGH PyUELGD Igual ou acima de 40 1RYD (VFROD. N° 172, maio 2004. A partir dos dados biométricos de Duílio e Sandra e da Escala de IMC, o valor IMC e a categoria em que cada uma das pessoas se posiciona na Escala são A Duílio tem o IMC 26,7 e Sandra tem o IMC 26,6, estando ambos na categoria de sobrepeso. B 'XtOLR WHP R ,0 H 6DQGUD WHP R ,0 estando ambos na categoria de sobrepeso. Disponível em: http://agencia.ipea.gov.br. Acesso em: 28 abr. 2010 (adaptado). C Duílio tem o IMC 27,3 e Sandra tem o IMC 26,6, Escolhendo-se, aleatoriamente, um domicílio pesquisado, estando ambos na categoria de sobrepeso. qual a chance de haver banda larga de conexão de pelo D Duílio tem o IMC 25,6, estando na categoria de PHQRV 0ESV QHVWH GRPLFtOLR sobrepeso, e Sandra tem o IMC 24,7, estando na A 0,45 categoria de peso normal. B 0,42 E Duílio tem o IMC 25,1, estando na categoria de C 0,30 sobrepeso, e Sandra tem o IMC 22,6, estando na D 0,22 categoria de peso normal. E 0,15 MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 28
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    *AZUL25dom29* QUESTÃO 172 Em razão disso, a ordem de chamada do candidato que WLYHU UHFHELGR R Q~PHUR p Um técnico em refrigeração precisa revisar todos os SRQWRV GH VDtGD GH DU GH XP HVFULWyULR FRP YiULDV VDODV A 24. B 31. Na imagem apresentada, cada ponto indicado C 32. por uma letra é a saída do ar, e os segmentos são as D 88. tubulações. E QUESTÃO 175 Uma enquete, realizada em março de 2010, perguntava aos internautas se eles acreditavam que as atividades humanas provocam o aquecimento global. (UDP WUrV DV DOWHUQDWLYDV SRVVtYHLV H LQWHUQDXWDV UHVSRQGHUDP j HQTXHWH FRPR PRVWUD R JUi¿FR Iniciando a revisão pelo ponto K e terminando em F, sem passar mais de uma vez por cada ponto, o caminho será passando pelos pontos A K, I e F. B K, J, I, G, L e F. C K, L, G, I, J, H e F. D K, J, H, I, G, L e F. E K, L, G, I, H, J e F. QUESTÃO 173 eSRFD (G PDU DGDSWDGR
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    2 WHUPR DJURQHJyFLRQmR VH UHIHUH DSHQDV j DJULFXOWXUD Analisando oV GDGRV GR JUi¿FR TXDQWRV LQWHUQDXWDV e à pecuária, pois as atividades ligadas a essa produção UHVSRQGHUDP ³1­2´ j HQTXHWH incluem fornecedores de equipamentos, serviços para a zona rural, industrialização e comercialização dos produtos. A Menos de 23. B Mais de 23 e menos de 25. 2 JUi¿FR VHJXLQWH PRVWUD D SDUWLFLSDomR SHUFHQWXDO C Mais de 50 e menos de 75. GR DJURQHJyFLR QR 3,% brasileiro: D 0DLV GH H PHQRV GH E Mais de 200. QUESTÃO 176 A cor de uma estrela tem relação com a temperatura em sua superfície. Estrelas não muito quentes (cerca de 3 000 K) nos parecem avermelhadas. Já as estrelas amarelas, como o Sol, possuem temperatura em torno dos 6 000 K; as mais quentes são brancas ou azuis SRUTXH VXD WHPSHUDWXUD ¿FD DFLPD GRV . Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA). Almanaque abril 2010. São Paulo: Abril, ano 36 (adaptado). $ WDEHOD DSUHVHQWD XPD FODVVL¿FDomR HVSHFWUDO H outros dados para as estrelas dessas classes. Esse JUi¿FR IRL XVDGR HP XPD SDOHVWUD QD TXDO Estrelas da Sequência Principal o orador ressaltou uma queda da participação do Classe Temperatura Luminosidade Massa Raio DJURQHJyFLR QR 3,% EUDVLOHLUR H D SRVWHULRU UHFXSHUDomR dessa participação, em termos percentuais. Espectral 6HJXQGR R JUi¿FR R SHUtRGR GH TXHGD RFRUUHX HQWUH RV O5 [ anos de B0 [ A H A0 B 2001 e 2003. G2 C 2003 e 2006. M0 D 2003 e 2007. 7HPSHUDWXUD HP .HOYLQ E 2003 e 2008. /XPLQRVLGDGH PDVVD H UDLR WRPDQGR R 6RO FRPR XQLGDGH Disponível em: http://www.zenite.nu. Acesso em: 1 maio 2010 (adaptado). QUESTÃO 174 Se tomarmos uma estrela que tenha temperatura O setor de recursos humanos de uma empresa 5 vezes maior que a temperatura do Sol, qual será a vai realizar uma entrevista com 120 candidatos a uma RUGHP GH JUDQGH]D GH VXD OXPLQRVLGDGH vaga de contador. Por sorteio, eles pretendem atribuir a cada candidato um número, colocar a lista de números A 20 000 vezes a luminosidade do Sol. em ordem numérica crescente e usá-la para convocar B 28 000 vezes a luminosidade do Sol. os interessados. Acontece que, por um defeito do C 28 850 vezes a luminosidade do Sol. computador, foram gerados números com 5 algarismos D 30 000 vezes a luminosidade do Sol. distintos e, em nenhum deles, apareceram dígitos pares. E 50 000 vezes a luminosidade do Sol. 07 ž GLD _ DGHUQR $=8/ 3iJLQD
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    *AZUL25dom30* QUESTÃO 177 QUESTÃO 179 Considere que uma pessoa decida investir uma 8PD HPSUHVD GH WHOHIRQLD ¿[D RIHUHFH GRLV SODQRV GHWHUPLQDGD TXDQWLD H TXH OKH VHMDP DSUHVHQWDGDV WUrV DRV VHXV FOLHQWHV QR SODQR . R FOLHQWH SDJD 5 possibilidades de investimento, com rentabilidades líquidas por 200 minutos mensais e R$ 0,20 por cada minuto garantidas pelo período de um ano, conforme descritas: H[FHGHQWH QR SODQR = SDJD 5 SRU PLQXWRV ,QYHVWLPHQWR $ DR PrV mensais e R$ 0,10 por cada minuto excedente. Investimento B: 36% ao ano 2 JUi¿FR TXH UHSUHVHQWD R YDORU SDJR HP UHDLV QRV Investimento C: 18% ao semestre dois planos em função dos minutos utilizados é As rentabilidades, para esses investimentos, incidem sobre o valor do período anterior. O quadro fornece algumas aproximações para a análise das rentabilidades: n 1,03n 3 6 1,305 12 1,426 Para escolher o investimento com a maior rentabilidade anual, essa pessoa deverá A escolher qualquer um dos investimentos A, B ou C, pois as suas rentabilidades anuais são iguais a 36%. B escolher os investimentos A ou C, pois suas UHQWDELOLGDGHV DQXDLV VmR LJXDLV D C escolher o investimento A, pois a sua rentabilidade anual é maior que as rentabilidades anuais dos investimentos B e C. D escolher o investimento B, pois sua rentabilidade de 36% é maior que as rentabilidades de 3% do investimento A e de 18% do investimento C. E escolher o investimento C, pois sua rentabilidade de DR DQR p PDLRU TXH D UHQWDELOLGDGH GH DR ano dos investimentos A e B. QUESTÃO 178 $ UHVLVWrQFLD GDV YLJDV GH GDGR FRPSULPHQWR p diretamente proporcional à largura (b) e ao quadrado da altura (d
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    FRQIRUPH D ¿JXUD$ FRQVWDQWH GH proporcionalidade k varia de acordo com o material utilizado na sua construção. QUESTÃO 180 Uma indústria fabrica um único tipo de produto e sempre vende tudo o que produz. O custo total para fabricar uma quantidade q de produtos é dado por uma função, simbolizada por CT, enquanto o faturamento que a empresa obtém com a venda da quantidade q também é uma função, simbolizada por FT. O lucro total (LT) obtido pela venda da quantidade q de produtos é Considerando-se S FRPR D UHVLVWrQFLD D UHSUHVHQWDomR dado pela expressão LT(q) = FT(q) – CT(q). algébrica que exprime essa relação é Considerando-se as funções FT(q) = 5q e CT(q) = 2q + 12 A ܵ ൌ ݇Ǥ ܾǤ ݀ como faturamento e custo, qual a quantidade mínima de B ܵ ൌ ܾǤ ݀ ଶ produtos que a indústria terá de fabricar para não ter SUHMXt]R C ܵ ൌ ݇Ǥ ܾǤ ݀ ଶ A 0 ௞Ǥ௕ D ܵൌ B 1 ௗమ C 3 ௞Ǥௗ మ D 4 E ܵൌ ௕ E 5 MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 30
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    *AZUL25dom31* Transcreva a sua Redação para a Folha de Redação. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 O H O 11 12 N Ã U Ç 13 14 C A S D A E 15 16 17 18 R R 19 20 21 22 D A 23 24 25 26 27 28 29 30 LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 31
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    ENEM 2011 Errata CadernoAzul: Na questão 108, a referência bibliográfica correta é: CARREIRO, E. A. In: DARIDO, S.C.; RANGEL, I.C.A. (orgs.). Educação Física na escola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005 (fragmento). Na questão 118, a referência bibliográfica correta é: Antonio Cicero. In: MORICONI, I. (org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.