O documento discute como todos os seres humanos têm algo em seu passado do qual se envergonham e que gostariam de apagar. Ninguém está livre de culpa ou pecado, e o que cada um fez de errado foi replicado milhares de vezes na experiência de outras pessoas. Ao invés de condenar uns aos outros, devemos confessar nossas falhas mutuamente, pois só assim alcançaremos a misericórdia divina.