O documento discute dois incidentes envolvendo direitos humanos em presídios e a reação de comissões de direitos humanos. No primeiro caso em 1992, uma rebelião no Carandirú resultou em 111 mortes e a comissão liderada por Eduardo Suplicy pediu investigação. No segundo caso em 2003, membros do PCC atacaram bases da polícia militar e a comissão não pediu investigação ou prestou solidariedade às vítimas. O documento questiona se apenas criminosos tem direitos humanos.