Gandhi foi um líder pacifista indiano assassinado em 1948 que lutou contra a violência e pela unificação dos hindus e muçulmanos na Índia. Ele é lembrado anualmente no Dia da Não-Violência estabelecido pela ONU em sua memória.
O dia30 de Janeiro foi proclamado pela ONU como o
dia da não-violência em homenagem a Mohandas K.
Gandhi cujo assassinato ocorreu nessa data, em1948.
Trata-se de uma iniciativa voltada à educação para a
paz, a solidariedade e o respeito pelos direitos
humanos.
Gandhi, também chamado Mahatma (que significa
"grande alma", "alma iluminada"), nasceu na Índia, em
1869. É considerado um dos principais expoentes do
pacifismo e da luta pelo respeito e realização dos
direitos humanos e da justiça.
3.
Gandhi tevegrande influência entre as comunidades
religiosas hindus e muçulmanas da Índia. No entanto,
a tensão entre os dois grupos era enorme e resultou no
surgimento do Paquistão, país de maioria muçulmana.
Foi por tentar unificar hindus e muçulmanos que
Gandhi acabou assassinado por um hinduísta radical.
Apesar de ter sido indicado cinco vezes entre 1937 e
1948, o pacifista que enfrentou o poder da Inglaterra
nunca recebeu o prêmio Nobel da Paz. Décadas
depois, no entanto, o erro foi reconhecido pelo comitê
organizador do prêmio.
5.
Violência significa usar
aagressividade de forma
intencional e excessiva para
ameaçar ou cometer algum ato
que resulte em acidente,
morte ou trauma psicológico.
6.
A violênciase manifesta de diversas maneiras, em
guerras, torturas, conflitos étnico-religiosos,
preconceito, assassinato, fome, etc. Pode ser
identificada como violência contra a mulher, a criança
e o idoso, violência sexual, violência urbana, etc. Existe
também a violência verbal, que causa danos morais,
que muitas vezes são mais difíceis de esquecer do que
os danos físicos.
7.
A palavra violênciaderiva do Latim
“violentia”, que significa
“veemência, impetuosidade”. Mas
na sua origem está relacionada com
o termo “violação” (violare).
8.
Quando setrata de direitos humanos, a
violência abrange todos os atos de violação
dos direitos: civis (liberdade, privacidade,
proteção igualitária); sociais (saúde,
educação, segurança, habitação);
econômicos (emprego e salário); culturais
(manifestação da própria cultura) e políticos
(participação política, voto).