Ministério da Defesa

                            5o Seminário sobre o
                      Livro Branco de Defesa Nacional



  Tecnologia e Inovação:
        implicações para o processo de
      transformação da Defesa no Brasil


Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011             Othon Luiz Pinheiro da Silva
Relacionamento entre Nações
                                      O ARQUIVO DE 4 GAVETAS

         Agressão e ocupação
                    territorial




                                                                         Escala de relacionamento
                Ameaças e
      demonstração de força

        Pressões econômicas
              e diplomáticas

Relacionamento comercial
     e diplomático cordial


Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                  Othon Luiz Pinheiro da Silva
“arte da guerra”
                             Uso inteligente e astuto de
                                  ENERGIA e TECNOLOGIA
              • Estratégias de defesa:
                    – Inteligência
                    – Monitoração e Detecção
                    – Inibir o sobrevôo
                    – Inibir a concentração de forças
                    – Mobilidade da força terrestre



Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                     Othon Luiz Pinheiro da Silva
VOCAÇÃO PACÍFICA DO BRASIL

         • As nações que não possuem em seu território
             fontes de energia e materiais estratégicos
             suficientes para sustentar seu desenvolvimento,
             tendem a ampliar seu poder militar para garantir
             seu abastecimento
         • O BRASIL possui abundantes fontes de energia
             e materiais estratégicos
               – Limitada necessidade de projeção de poder
               – porém sem negligenciar sua capacidade de
                  defesa desses recursos

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011               Othon Luiz Pinheiro da Silva
Necessidade e capacidade de defesa

                 Capacidade de defesa depende de:
       – sistema político adotado pelo país,
       – representatividade de seus dirigentes,
       – crença nas instituições
       – qualidade de vida, grau de satisfação e identificação
          do cidadão com as tradições e costumes nacionais
       – nível tecnológico do armamento
       – capacitação e inteligência para utilizá-lo
       – motivação e treinamento dos utilizadores.
                                     utilizadores

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011               Othon Luiz Pinheiro da Silva
Necessidade e capacidade de defesa

       • a grande maioria da sociedade brasileira,
         embora simpatize, não se preocupa
         realmente com os meios para garantir o
         Brasil como estado nacional soberano.

       • existe “timidez” nos militares e
         “displicência” na sociedade brasileira em
         admitir a necessidade de um esquema de
         defesa compatível com a grandeza do Brasil
         e com o porte da nossa economia

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011        Othon Luiz Pinheiro da Silva
Nível tecnológico do material de defesa

       • armamentos atualizados utilizam os materiais mais leves e
           resistentes assim como eletrônica de última geração
            – deles é esperado o melhor desempenho possível.

       • duas características são economicamente marcantes
            – são caros e entram em obsolescência muito rapidamente,
            – conseqüentemente a opção pela importação é também a opção
                por grandes e contínuos gastos no exterior e pela obsolescência
                “programada”

       • as vendas são controladas pelos países de origem e
           mecanismos internacionais
            – os países que utilizam armamentos importados têm a sua
                capacidade militar de defesa decidida fora de suas fronteiras.

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                              Othon Luiz Pinheiro da Silva
Produção do material de defesa como forma de
              aproximação entre as Forças Armadas e a Sociedade

    • Os países importadores de armamento renunciam à
        grande contribuição que o esforço para seu
        desenvolvimento pode acarretar na capacitação de
        sua comunidade tecno-científica, na melhoria de
        competitividade das suas empresas e na geração de
        novos produtos .

    • Estes países terão também capitulado parcialmente e
        aceito o que se poderia conceituar como capacidade
        permitida de garantir a sua soberania

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011             Othon Luiz Pinheiro da Silva
Produção do material de defesa como forma de
              aproximação entre as Forças Armadas e a Sociedade

    • O isolamento dos militares em relação à sociedade tem como
        conseqüência o não entendimento da importância da missão das
        forças armadas, o seu esvaziamento político e a conseqüente
        atrofia.

    • A opção pelo desenvolvimento e produção do armamento em
        território nacional pode contribuir para reduzir o afastamento
        entre civis e militares
          – a comunidade tecno-cientifica, os executivos e demais funcionários
             envolvidos nesta atividade passam a entender a sua necessidade e a
             contribuir para que seja conseguido o apoio da sociedade para os
             programas de defesa.


Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                          Othon Luiz Pinheiro da Silva
Produção do material de defesa como forma de
              aproximação entre as Forças Armadas e a Sociedade


    • A opção pela importação de armamentos envolve
        gastos continuados e sem retorno para a sociedade e
        a não geração de empregos.
          – Áustria, Suécia e Israel produzem seu armamento portátil,
             seus uniformes, equipamentos de proteção, suas rações
             militares, etc.

          – O armamento portátil e o equipamento de proteção individual
             contribuem para auxiliar na formação da “identidade”
             nacional das forças.


Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                      Othon Luiz Pinheiro da Silva
A produção de material de defesa no Brasil


       "paradoxo tecnológico militar perverso"
     – Apesar de grandes esforços
          • Origens tenentistas da industrialização
          • ITA e IME estão entre as dez melhores escolas de engenharia
            Marinha forma seus engenheiros na Escola Politécnica da USP
     – no rol de importações militares ainda constam
          • pólvoras especiais, capacetes, rações de campanha,
            armamentos portáteis, bazucas, navios e carros de combate de
            segunda mão que terminaram o ciclo de vida em outros países
          • até mesmo aviões cujo modelo foi pilotado na guerra da Coréia
            pelos avôs dos jovens americanos de hoje


Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                    Othon Luiz Pinheiro da Silva
Ministério da Defesa como
                               oportunidade de integração
          – Na maioria dos países, a existência do Ministério
            da Defesa teve como propósito a integração
                • tanto no aspecto operacional como no esforço de
                  obtenção do material de defesa
                • aumentando a eficiência e diminuindo custos
          – Na França essa integração conduziu a resultados
            muito expressivos
          – Sua organização subordina ao Ministro da Defesa:
                • a vertente operacional constituída de Exercito, Marinha e
                  Aeronáutica
                • a vertente tecnológica para desenvolvimento e produção
                  do material de defesa denominada DGA

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                        Othon Luiz Pinheiro da Silva
Ministério da Defesa como
                               oportunidade de integração
              – Na busca da eficiência, o perfil de
                carreira e as qualificações do pessoal
                do setor operacional são muito
                diferentes dos profissionais
                responsáveis pelo material de defesa.
                   • para o setor operacional a idade de 50
                     anos é quase um limite;
                   • na área tecnológica esta idade poderá
                     significar a plenitude da combinação da
                     experiência com a produtividade.

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                  Othon Luiz Pinheiro da Silva
Ministério da Defesa como
                               oportunidade de integração
          – As aquisições de equipamentos não têm sido
            feitas obedecendo a um programa geral que
            procure atender as prioridades de um sistema de
            defesa e ao mesmo tempo explorando as nossas
            potencialidades;
               • muito pelo contrário, a experiência de um passado
                  recente registra o aproveitamento de “oportunidades”
                  que o mercado internacional oferece em termos de
                  material militar que já entrou em obsolescência nos
                  países de origem

    FELIZMENTE ESSE QUADRO ESTÁ MUDANDO!

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                        Othon Luiz Pinheiro da Silva
Programa integrado de pesquisa e
                       desenvolvimento de material de defesa
        •   Armamento portátil, uniformes de campanha adequados,
            equipamento individual e de visão noturna com alta tecnologia.
        •   Míssil terra – ar para médias distâncias que provoque incerteza de
            sucesso em sobrevôos de aviões de qualquer natureza em território
            nacional.
        •   Míssil terra – ar para curtas distâncias de uso individual ou dupla de
            soldados que provoque incerteza a vôos rasantes e helicópteros.
        •   Mísseis terra-terra e mísseis navais sub-superfície de média
            distância que, dificultem a concentração de forças em terra ou
            ameaça por forças nucleadas em navios aeródromos.
        •   Lançador de longa distância que desestimule o uso de país vizinho
            como instrumento de “guerra por procuração”.
        •   Sistemas de detecção e comunicações.
        •   Helicópteros, aviões e embarcações com armamentos para um
            cenário de guerrilha na região amazônica.
        •   Submarinos com propulsão nuclear silenciosos para inibir ameaças
            na fronteira marítima.

Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                             Othon Luiz Pinheiro da Silva
Programa integrado de pesquisa e
                       desenvolvimento de material de defesa

  •    No cenário atual, em que cada palmo visível do planeta é
       acompanhado por satélites, fica evidente que a defesa de nossas
       grandes fronteiras marítimas, tem como os submarinos como
       elemento fundamental
        – o submarino de propulsão nuclear permite um tempo praticamente
           ilimitado de ocultação e provoca grande incerteza e expectativa de
           insucesso ao candidato a agressor, inibindo a concentração de forças

        – quando pudermos contar com submarinos nucleares teremos condições
           de fazer face à ameaças ou agressões pela fronteira marítima distante

        – embora seja submarino dotado com armamento convencional (não
           nuclear), negando o uso do mar ao potencial inimigo


Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                           Othon Luiz Pinheiro da Silva
Ministério da Defesa e a integração
                             operativa das Forças Armadas

 •   Atualmente a divisão do território nacional feita por cada Força
     Armada dá a impressão que cada uma pertence a um país diferente

       – a área atribuída a cada comando militar é diferente da área do
          distrito naval e do comando aéreo

 •   Parece lógico que o contorno das áreas seja o mesmo
       – que o mais antigo de cada área pertença a Força Terrestre para que a
          integração seja imediata na hipótese de conflito

       – em contrapartida, a defesa estratégica do espaço aéreo e da fronteira
          marítima e as forças de intervenção externa para apoio a paz sejam de
          responsabilidade de quem provê a logística (Marinha e da Aeronáutica)


Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011                          Othon Luiz Pinheiro da Silva
Ministério da Defesa

                            5o Seminário sobre o
                      Livro Branco de Defesa Nacional


   Tecnologia e Inovação

            MUITO OBRIGADO
            PELA ATENÇÃO!
Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011             Othon Luiz Pinheiro da Silva

Tecnologia e Inovação: implicações para o processo de transformação da Defesa no Brasil

  • 1.
    Ministério da Defesa 5o Seminário sobre o Livro Branco de Defesa Nacional Tecnologia e Inovação: implicações para o processo de transformação da Defesa no Brasil Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 2.
    Relacionamento entre Nações O ARQUIVO DE 4 GAVETAS Agressão e ocupação territorial Escala de relacionamento Ameaças e demonstração de força Pressões econômicas e diplomáticas Relacionamento comercial e diplomático cordial Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 3.
    “arte da guerra” Uso inteligente e astuto de ENERGIA e TECNOLOGIA • Estratégias de defesa: – Inteligência – Monitoração e Detecção – Inibir o sobrevôo – Inibir a concentração de forças – Mobilidade da força terrestre Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 4.
    VOCAÇÃO PACÍFICA DOBRASIL • As nações que não possuem em seu território fontes de energia e materiais estratégicos suficientes para sustentar seu desenvolvimento, tendem a ampliar seu poder militar para garantir seu abastecimento • O BRASIL possui abundantes fontes de energia e materiais estratégicos – Limitada necessidade de projeção de poder – porém sem negligenciar sua capacidade de defesa desses recursos Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 5.
    Necessidade e capacidadede defesa Capacidade de defesa depende de: – sistema político adotado pelo país, – representatividade de seus dirigentes, – crença nas instituições – qualidade de vida, grau de satisfação e identificação do cidadão com as tradições e costumes nacionais – nível tecnológico do armamento – capacitação e inteligência para utilizá-lo – motivação e treinamento dos utilizadores. utilizadores Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 6.
    Necessidade e capacidadede defesa • a grande maioria da sociedade brasileira, embora simpatize, não se preocupa realmente com os meios para garantir o Brasil como estado nacional soberano. • existe “timidez” nos militares e “displicência” na sociedade brasileira em admitir a necessidade de um esquema de defesa compatível com a grandeza do Brasil e com o porte da nossa economia Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 7.
    Nível tecnológico domaterial de defesa • armamentos atualizados utilizam os materiais mais leves e resistentes assim como eletrônica de última geração – deles é esperado o melhor desempenho possível. • duas características são economicamente marcantes – são caros e entram em obsolescência muito rapidamente, – conseqüentemente a opção pela importação é também a opção por grandes e contínuos gastos no exterior e pela obsolescência “programada” • as vendas são controladas pelos países de origem e mecanismos internacionais – os países que utilizam armamentos importados têm a sua capacidade militar de defesa decidida fora de suas fronteiras. Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 8.
    Produção do materialde defesa como forma de aproximação entre as Forças Armadas e a Sociedade • Os países importadores de armamento renunciam à grande contribuição que o esforço para seu desenvolvimento pode acarretar na capacitação de sua comunidade tecno-científica, na melhoria de competitividade das suas empresas e na geração de novos produtos . • Estes países terão também capitulado parcialmente e aceito o que se poderia conceituar como capacidade permitida de garantir a sua soberania Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 9.
    Produção do materialde defesa como forma de aproximação entre as Forças Armadas e a Sociedade • O isolamento dos militares em relação à sociedade tem como conseqüência o não entendimento da importância da missão das forças armadas, o seu esvaziamento político e a conseqüente atrofia. • A opção pelo desenvolvimento e produção do armamento em território nacional pode contribuir para reduzir o afastamento entre civis e militares – a comunidade tecno-cientifica, os executivos e demais funcionários envolvidos nesta atividade passam a entender a sua necessidade e a contribuir para que seja conseguido o apoio da sociedade para os programas de defesa. Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 10.
    Produção do materialde defesa como forma de aproximação entre as Forças Armadas e a Sociedade • A opção pela importação de armamentos envolve gastos continuados e sem retorno para a sociedade e a não geração de empregos. – Áustria, Suécia e Israel produzem seu armamento portátil, seus uniformes, equipamentos de proteção, suas rações militares, etc. – O armamento portátil e o equipamento de proteção individual contribuem para auxiliar na formação da “identidade” nacional das forças. Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 11.
    A produção dematerial de defesa no Brasil "paradoxo tecnológico militar perverso" – Apesar de grandes esforços • Origens tenentistas da industrialização • ITA e IME estão entre as dez melhores escolas de engenharia Marinha forma seus engenheiros na Escola Politécnica da USP – no rol de importações militares ainda constam • pólvoras especiais, capacetes, rações de campanha, armamentos portáteis, bazucas, navios e carros de combate de segunda mão que terminaram o ciclo de vida em outros países • até mesmo aviões cujo modelo foi pilotado na guerra da Coréia pelos avôs dos jovens americanos de hoje Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 12.
    Ministério da Defesacomo oportunidade de integração – Na maioria dos países, a existência do Ministério da Defesa teve como propósito a integração • tanto no aspecto operacional como no esforço de obtenção do material de defesa • aumentando a eficiência e diminuindo custos – Na França essa integração conduziu a resultados muito expressivos – Sua organização subordina ao Ministro da Defesa: • a vertente operacional constituída de Exercito, Marinha e Aeronáutica • a vertente tecnológica para desenvolvimento e produção do material de defesa denominada DGA Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 13.
    Ministério da Defesacomo oportunidade de integração – Na busca da eficiência, o perfil de carreira e as qualificações do pessoal do setor operacional são muito diferentes dos profissionais responsáveis pelo material de defesa. • para o setor operacional a idade de 50 anos é quase um limite; • na área tecnológica esta idade poderá significar a plenitude da combinação da experiência com a produtividade. Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 14.
    Ministério da Defesacomo oportunidade de integração – As aquisições de equipamentos não têm sido feitas obedecendo a um programa geral que procure atender as prioridades de um sistema de defesa e ao mesmo tempo explorando as nossas potencialidades; • muito pelo contrário, a experiência de um passado recente registra o aproveitamento de “oportunidades” que o mercado internacional oferece em termos de material militar que já entrou em obsolescência nos países de origem FELIZMENTE ESSE QUADRO ESTÁ MUDANDO! Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 15.
    Programa integrado depesquisa e desenvolvimento de material de defesa • Armamento portátil, uniformes de campanha adequados, equipamento individual e de visão noturna com alta tecnologia. • Míssil terra – ar para médias distâncias que provoque incerteza de sucesso em sobrevôos de aviões de qualquer natureza em território nacional. • Míssil terra – ar para curtas distâncias de uso individual ou dupla de soldados que provoque incerteza a vôos rasantes e helicópteros. • Mísseis terra-terra e mísseis navais sub-superfície de média distância que, dificultem a concentração de forças em terra ou ameaça por forças nucleadas em navios aeródromos. • Lançador de longa distância que desestimule o uso de país vizinho como instrumento de “guerra por procuração”. • Sistemas de detecção e comunicações. • Helicópteros, aviões e embarcações com armamentos para um cenário de guerrilha na região amazônica. • Submarinos com propulsão nuclear silenciosos para inibir ameaças na fronteira marítima. Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 16.
    Programa integrado depesquisa e desenvolvimento de material de defesa • No cenário atual, em que cada palmo visível do planeta é acompanhado por satélites, fica evidente que a defesa de nossas grandes fronteiras marítimas, tem como os submarinos como elemento fundamental – o submarino de propulsão nuclear permite um tempo praticamente ilimitado de ocultação e provoca grande incerteza e expectativa de insucesso ao candidato a agressor, inibindo a concentração de forças – quando pudermos contar com submarinos nucleares teremos condições de fazer face à ameaças ou agressões pela fronteira marítima distante – embora seja submarino dotado com armamento convencional (não nuclear), negando o uso do mar ao potencial inimigo Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 17.
    Ministério da Defesae a integração operativa das Forças Armadas • Atualmente a divisão do território nacional feita por cada Força Armada dá a impressão que cada uma pertence a um país diferente – a área atribuída a cada comando militar é diferente da área do distrito naval e do comando aéreo • Parece lógico que o contorno das áreas seja o mesmo – que o mais antigo de cada área pertença a Força Terrestre para que a integração seja imediata na hipótese de conflito – em contrapartida, a defesa estratégica do espaço aéreo e da fronteira marítima e as forças de intervenção externa para apoio a paz sejam de responsabilidade de quem provê a logística (Marinha e da Aeronáutica) Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva
  • 18.
    Ministério da Defesa 5o Seminário sobre o Livro Branco de Defesa Nacional Tecnologia e Inovação MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO! Rio de Janeiro, 28 de julho de 2011 Othon Luiz Pinheiro da Silva