O autor argumenta que o amor não se baseia em qualidades racionais, mas sim em conexões emocionais e físicas inefáveis. Embora duas pessoas possam ter gostos diferentes ou estilos de vida incompatíveis, o amor pode florescer através da química entre eles e da forma como cada um faz o outro se sentir. O autor também refuta a ideia de que alguém precisa atender a certos padrões para merecer o amor, afirmando que o amor verdadeiro depende do que cada pessoa tem de único.