Critica do filme “O Sétimo Filho” (The Seventh Son)
A literatura de fantasia sempre foi o meu fraco, ontem convidei minha
esposa para assistir o lançamento de “O Sétimo Filho” (The Seventh Son) que
a principio nos trailer mostrava que seriam um filme que prenderia o público do
inicio ao fim, mas confesso que esperava mais deste filme, não posso
compara-lo com O Senhor dos Anéis e Harry Potter que alcançaram um
“estrondoso” sucesso nas bilheterias e coração dos amantes da sétima arte.
Vários outros filmes tentaram repetir o resultado de Frodo e Harry. As
Crônicas de Nárnia e Percy Jackson até conseguiram gerar sequências mas
não foram unanimidades, Eragon e Os Instrumentos Mortais, tiveram um
fracasso nas bilheterias. O Sétimo Filho deve seguir o mesmo caminho destes
últimos. Falta muita coisa para o filme ser considerado um bom filme, ele esta
mais para mediano. O que falta é personalidade para ele.
O elenco conta com Jeff Bridges interpreta John Gregory, um notório
caça-feitiços. Trata-se de um caçador de bruxas. Ele trabalha sempre ao lado
de um companheiro, que tem que ser o sétimo filho de um sétimo filho (olha a
dificuldade). Após perder seu discípulo, ele vai atrás de um outro sétimo filho
e descobre Thomas Ward (Ben Barnes) (atuação Fraca quase parando) um
fazendeiro completamente despreparado para os confrontos que surgirão. É
claro que ele aprende tudo o que precisa em poucos dias de treinamento e logo
se mostra capaz de ajudar na caça a bruxa mais famosa da região, Malkin, que
é interpretada pela recém-oscarizada Julianne Moore. Em meio a jornada,
Thomas acaba se envolvendo com uma jovem misteriosa (Alicia Vikander), que
é uma bruxa sobrinha de Malkin. Ela se verá em conflito tendo que escolher
entre o jovem amor ou sua família. Sim, o filme também traz o clichê do amor
impossível entre inimigos.
A maior culpada do filme ser moroso e desinteressante é forçar um
pouco a barra. Afinal, o roteiro em si não é ruim, só parece corrido e mal
aproveitado. Talvez se as personagens fossem um pouco melhor exploradas, o
longa ganharia muitos pontos positivos. Mas não é essa a realidade atual, e por
vezes o espectador pode se sentir um pouco perdido ou confuso.
O filme também conta com bons efeitos especiais, mas os
personagens são tão vazios e a história é tão banal que é difícil se conter
apenas com belos efeitos.
Nota 7,0
Critica do filme

Critica do filme

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    Critica do filme“O Sétimo Filho” (The Seventh Son) A literatura de fantasia sempre foi o meu fraco, ontem convidei minha esposa para assistir o lançamento de “O Sétimo Filho” (The Seventh Son) que a principio nos trailer mostrava que seriam um filme que prenderia o público do inicio ao fim, mas confesso que esperava mais deste filme, não posso compara-lo com O Senhor dos Anéis e Harry Potter que alcançaram um “estrondoso” sucesso nas bilheterias e coração dos amantes da sétima arte. Vários outros filmes tentaram repetir o resultado de Frodo e Harry. As Crônicas de Nárnia e Percy Jackson até conseguiram gerar sequências mas não foram unanimidades, Eragon e Os Instrumentos Mortais, tiveram um fracasso nas bilheterias. O Sétimo Filho deve seguir o mesmo caminho destes últimos. Falta muita coisa para o filme ser considerado um bom filme, ele esta mais para mediano. O que falta é personalidade para ele. O elenco conta com Jeff Bridges interpreta John Gregory, um notório caça-feitiços. Trata-se de um caçador de bruxas. Ele trabalha sempre ao lado de um companheiro, que tem que ser o sétimo filho de um sétimo filho (olha a dificuldade). Após perder seu discípulo, ele vai atrás de um outro sétimo filho e descobre Thomas Ward (Ben Barnes) (atuação Fraca quase parando) um fazendeiro completamente despreparado para os confrontos que surgirão. É claro que ele aprende tudo o que precisa em poucos dias de treinamento e logo se mostra capaz de ajudar na caça a bruxa mais famosa da região, Malkin, que é interpretada pela recém-oscarizada Julianne Moore. Em meio a jornada, Thomas acaba se envolvendo com uma jovem misteriosa (Alicia Vikander), que é uma bruxa sobrinha de Malkin. Ela se verá em conflito tendo que escolher entre o jovem amor ou sua família. Sim, o filme também traz o clichê do amor impossível entre inimigos. A maior culpada do filme ser moroso e desinteressante é forçar um pouco a barra. Afinal, o roteiro em si não é ruim, só parece corrido e mal aproveitado. Talvez se as personagens fossem um pouco melhor exploradas, o longa ganharia muitos pontos positivos. Mas não é essa a realidade atual, e por vezes o espectador pode se sentir um pouco perdido ou confuso. O filme também conta com bons efeitos especiais, mas os personagens são tão vazios e a história é tão banal que é difícil se conter apenas com belos efeitos. Nota 7,0