O texto narra um diálogo cômico entre um fiscal da alfândega experiente e uma velhinha contrabandista. Apesar das insistências da velhinha de que seu saco só continha areia, o fiscal a desafia a revelar qual é seu contrabando diário em troca de deixá-la passar sem punição. No final, a velhinha revela que o seu contrabando é a própria lambreta.