O autor expressa ceticismo em relação ao sentimento de patriotismo, questionando se o país de origem realmente importa dado que as fronteiras nacionais são arbitrárias. Ele também argumenta que a noção de nação é vaga e que frequentemente um mesmo espaço geográfico abriga mais de um povo, dividido entre várias nações de forma artificial. Por fim, critica a estruturação dos países africanos durante o período colonial, que dividiu tribos e impôs idiomas estrangeiros.