Liturgias
Culto Solene (9h30m)
→Prelúdio e Saudação;
→ Oração de Invocação e adoração;
→ Leitura Bíblica – Jó 19;
→ Hino 38;
→ Cântico:
→ Exposição da Palavra:
→ Ofertório Hino 62;
→ Oração Final;
→ Bênção apostólica e amém tríplice;
Escola Dominical (10h45m)
→ Parabéns para os aniversariantes;
→ Avisos e saudação aos visitantes;
→ Divisão das classes;

Culto Solene (18h30m)
→Prelúdio e Saudação;
→ Oração de Invocação e adoração;
→ Leitura Bíblica – Sl 119.1-8;
→ Hino 42 – Grande Amor de Deus ;
→ Leitura Bíblica – Ef 2.1-10;
→ Oração e confissão;
→ Hino 159 – Bondoso Amigo;
→ Leitura bíblica – 1 Co 3;
→ Louvores cantados;
→ Exposição da Palavra
→ Ofertório Hino 303;
→ Oração Final e amém tríplice;
→ Avisos e saudação aos visitantes;

Motivos de Oração

Motivos de Oração
→ Avivamento da obra do Senhor;
→ Campanha-Reforma e
Construção;
→ Vida Espiritual e financeira das
famílias;
→ Enfermos;
→ Departamento Infantil;
→ Famílias no altar;
→ Do irmão Domingos;
→ Da irmã Marinalva;
→ Da irmã Joana;

→ Presbítero ao púlpito: Ricardo
Félix;
→ Reunião de oração: Casa da irmã:
Ester Matos – Endereço: Rua Tijuca;
→ Nos dia 8 e 9 de março teremos as
comemorações do aniversário da
nossa igreja;
→ Irmão Domingos está doando uma
cama de solteiro, interessados o
procurem;

Dirigentes
Conselho
Pr. Camom Tomé
camomtome@gmail.com
(85)9749-5328
(75)8307-9604
Pb. José Jarbas
(75)3226-2729
Pb. Ricardo Félix
(75)9109-8112
Pb. Lilian Marques
(75) 3223-3194

Atividades da Semana
Em disponibilidade
Pb. Marivaldo
(75) 3491-9341
Pb. Domingos Pedro
(75) 3224-0477
Pb. Alcides Avelino
(75) 9964-0705
Diáconos
Edilson Santos
(75) 9163-2629
Welton Matos
(75) 9199-9806
Everton Durval

Domingo
- Culto – 9h30m Escola Dominical 10h45m
- Culto Solene -18h30m
Terça-feira
- Reunião de Oração - 19h30m
Quinta-feira
- Estudo Bíblico - 19h30m
Atendimento Pastoral
Terça e Quinta-feira:
- Durante as manhãs
Sexta-feira:
Durante as tardes
parqueipe@live.com
(75)9263-9067

Rua Bangú, 138 – Parque Ipê
Feira de Santana – Bahia
Organizada em 05 de Março de 1994
BOLETIM 921– Ano XVII
22 de Fevereiro de 2014
Feliz és tu, ó Israel! (Robert Murray MCheyne)
“Feliz és tu, ó Israel! Quem é como tu? Povo salvo pelo SENHOR, escudo
que te socorre, espada que te dá alteza. Assim, os teus inimigos te serão
Aniversariantes
sujeitos, e tu pisarás os seus altos.” [Deuteronômio 33:29 – ARA. ESTAS
são as últimas palavras de Moisés, o homem de Deus. Ele estava agora
com cento e vinte anos; seus olhos não estavam obscurecidos, nem lhe
fugira o vigor. Por quarenta anos ele liderou o povo em meio ao deserto;
ele os cuidou, e orou por eles, e os liderou como um pastor lidera seu
rebanho; e agora, quando Deus o disse que ele deveria deixá-los, ele
determinou a separar-se deles, abençoando-os. E, a esse respeito, como em
muitos outros, ele prenunciou o Salvador, de quem está escrito, que “os
levou para Betânia e, erguendo as mãos, os abençoou, aconteceu que,
enquanto os abençoava, ia-se retirando deles, sendo elevado para o céu”
[Lucas 24: 50-51]. Em primeiro lugar, podemos entender essas palavras
literalmente como a bênção de Moisés ao povo de Israel. Ele olhou por
cima do deserto através do qual ele os levou, e este era todo brilhante
cravejado com as coisas maravilhosas que Deus fizera por eles. Ele
lembrou-se da mão elevada e braço estendido com os quais ele os levara do
Egito; ele se lembrou de como abriu um caminho para eles através do Mar
Vermelho, quando seus inimigos afundaram como chumbo nas águas
impetuosas; permaneceu lembrando como ele foi adiante deles em uma
coluna de nuvem de dia, e uma coluna de fogo à noite; ele lembrou-se
como ele adoçou as águas de Mara, pois eles estavam sedentos; ele
lembrou-se como ele os alimentou com maná do alto: o homem comeu a
comida dos anjos. Ele recordou como ele feriu a rocha em Refidim, e
águas jorraram adiante; como ele ergueu as mãos para o pôr-do-sol, e Israel
prevaleceu contra Amaleque; como ele recebeu a lei da própria mão de
Deus para eles. Ele recordou como ele havia trazido de novo a água da
pederneira em Meribá;
Pastoral (Continuação)

pederneira em Meribá;
como ele erguera a serpente de bronze no deserto; e olhando para trás
sobre toda esta trajetória de maravilhas de quarenta anos, durante a qual
as suas vestes não tinham envelhecido, nem a ruim sola de seu pé
inchou, como poderia ele apenas colocar uma bênção sobre eles? Ele
sentiu-se como Balaão: “Benditos os que te abençoarem, e malditos os
que te amaldiçoarem”. E nesse sentido, quando ele tinha ido sobre cada
uma das tribos separadamente, deixando a cada uma a sua bênção
profética, ele resume o todo nestas palavras gloriosas: “Não há outro, ó
Jesurum, semelhante a Deus” [Deuteronômio 33: 26].Mas, em segundo
lugar, estas palavras podem ser entendidas tipicamente como a bênção de
Moisés ao povo de Deus para o fim dos tempos. Nenhum homem pode
ler o Antigo Testamento de forma inteligente, sem ver que o povo de
Israel era um povo típico, que a escolha deles para fora do Egito, a trazêlos através do Mar Vermelho, e através do deserto e para a terra da
promessa, eram todos tipos da maneira que Deus traz Seus escolhidos
para fora de seus pecados, deste mundo de pecado e miséria, para a
Canaã celestial, o descanso que resta para o povo de Deus. Se, então, a
escravidão, a libertação, a incredulidade, os inimigos, as jornadas, a
orientação, e o remanescente dos israelitas, eram todos tipos do
relacionamento de Deus com o Seu próprio povo para o fim dos tempos,
estamos bastante justificados por compreender estas palavras como a
bênção de Moisés, o homem de Deus, a todos os verdadeiros filhos de
Deus. “Feliz és tu, ó Israel! Quem é como tu? Povo salvo pelo
SENHOR, escudo que te socorre, espada que te dá alteza. Assim, os teus
inimigos te serão sujeitos, e tu pisarás os seus altos”. A partir destas
palavras, eu extraio o seguinte:
Doutrina. Que o Povo de Deus é um povo feliz, porque eles são salvos
pelo Senhor.

Fonte: Archive.Org Tradução: Camila Rebeca Almeida
Revisão: William Teixeira

Catecismo Maior de
Westminster
142. Quais são os pecados proibidos no
143. Qual é o nono mandamento? O
nono mandamento é: “Não dirás falso
testemunho contra o teu próximo.” Ex
20:16.
144. Quais são os deveres exigidos no
nono mandamento?
Os deveres
exigidos no nono mandamento são:
conservar e promover a verdade entre os
homens e a boa reputação de nosso
próximo, assim como a nossa; evidenciar
e manter a verdade, e de coração, sincera,
livre, clara e plenamente falar a verdade,
somente a verdade, em questões de
julgamento e justiça e em todas as mais
coisas, quaisquer que sejam; considerar
caridosamente os nossos semelhantes;
amar, desejar e ter regozijo pela sua boa
reputação;entristecer-nos pelas suas
fraquezas e encobri-las, e mostrar franco
reconhecimento dos seus dons e graças;
defender
sua
inocência;
receber
prontamente boas informações a seu
respeito e rejeitar as que são maldizentes,
lisonjeadoras e caluniadoras; prezar e
cuidar de nossa boa reputação e defendêla quando for necessário; cumprir as
promessas lícitas; empenhar e praticar
tudo o que é verdadeiro, honesto, amável
e de boa fama.

Aniversariantes

19 – ODETE TEIXEIRA TEL –
9959 0965
21 – JOSÉ GOMES TEL - 3224
5662

Confissão de Fé de
Westminster
CAPÍTULO XVI DAS
BOASOBRAS
VI. Não obstante o que havemos dito,
sendo aceitas por meio de Cristo as
pessoas dos crentes, também são
aceitas nele as boas obras deles, não
como se fossem, nesta vida,
inteiramente puras e irrepreensíveis à
vista de Deus, mas porque Deus
considerando-as em seu Filho, é
servido aceitar e recompensar aquilo
que é sincero, embora seja
acompanhado de muitas fraquezas e
imperfeições.

Lv
19:15;Ef
4:25;
Pv Ef. 1:6; I Ped. 2:5; Sal. 143:2; II Cor.
14:5;17:9;22:1;25:23;26:24,25;31:9; Sl 15:2- 8:12; Heb. 6:10; Mat. 2,5:21, 23.
4;82:3;101:5;119:158; II Cr 19:9; Jr 9:3;42:4;
Jo 8:49;At 20:20,27; Rm 1:8;I Co 1:4,5;13:47;II Co 1:17,18;11:18,23;12:21; Fp 4:8; Cl
3:9; II Tm 1:4,5; I Pe 1:8; III Jo 3,4,12; Hb
6:9.

Boletim ippi 22.02.2014

  • 1.
    Liturgias Culto Solene (9h30m) →Prelúdioe Saudação; → Oração de Invocação e adoração; → Leitura Bíblica – Jó 19; → Hino 38; → Cântico: → Exposição da Palavra: → Ofertório Hino 62; → Oração Final; → Bênção apostólica e amém tríplice; Escola Dominical (10h45m) → Parabéns para os aniversariantes; → Avisos e saudação aos visitantes; → Divisão das classes; Culto Solene (18h30m) →Prelúdio e Saudação; → Oração de Invocação e adoração; → Leitura Bíblica – Sl 119.1-8; → Hino 42 – Grande Amor de Deus ; → Leitura Bíblica – Ef 2.1-10; → Oração e confissão; → Hino 159 – Bondoso Amigo; → Leitura bíblica – 1 Co 3; → Louvores cantados; → Exposição da Palavra → Ofertório Hino 303; → Oração Final e amém tríplice; → Avisos e saudação aos visitantes; Motivos de Oração Motivos de Oração → Avivamento da obra do Senhor; → Campanha-Reforma e Construção; → Vida Espiritual e financeira das famílias; → Enfermos; → Departamento Infantil; → Famílias no altar; → Do irmão Domingos; → Da irmã Marinalva; → Da irmã Joana; → Presbítero ao púlpito: Ricardo Félix; → Reunião de oração: Casa da irmã: Ester Matos – Endereço: Rua Tijuca; → Nos dia 8 e 9 de março teremos as comemorações do aniversário da nossa igreja; → Irmão Domingos está doando uma cama de solteiro, interessados o procurem; Dirigentes Conselho Pr. Camom Tomé camomtome@gmail.com (85)9749-5328 (75)8307-9604 Pb. José Jarbas (75)3226-2729 Pb. Ricardo Félix (75)9109-8112 Pb. Lilian Marques (75) 3223-3194 Atividades da Semana Em disponibilidade Pb. Marivaldo (75) 3491-9341 Pb. Domingos Pedro (75) 3224-0477 Pb. Alcides Avelino (75) 9964-0705 Diáconos Edilson Santos (75) 9163-2629 Welton Matos (75) 9199-9806 Everton Durval Domingo - Culto – 9h30m Escola Dominical 10h45m - Culto Solene -18h30m Terça-feira - Reunião de Oração - 19h30m Quinta-feira - Estudo Bíblico - 19h30m Atendimento Pastoral Terça e Quinta-feira: - Durante as manhãs Sexta-feira: Durante as tardes parqueipe@live.com (75)9263-9067 Rua Bangú, 138 – Parque Ipê Feira de Santana – Bahia Organizada em 05 de Março de 1994 BOLETIM 921– Ano XVII 22 de Fevereiro de 2014 Feliz és tu, ó Israel! (Robert Murray MCheyne) “Feliz és tu, ó Israel! Quem é como tu? Povo salvo pelo SENHOR, escudo que te socorre, espada que te dá alteza. Assim, os teus inimigos te serão Aniversariantes sujeitos, e tu pisarás os seus altos.” [Deuteronômio 33:29 – ARA. ESTAS são as últimas palavras de Moisés, o homem de Deus. Ele estava agora com cento e vinte anos; seus olhos não estavam obscurecidos, nem lhe fugira o vigor. Por quarenta anos ele liderou o povo em meio ao deserto; ele os cuidou, e orou por eles, e os liderou como um pastor lidera seu rebanho; e agora, quando Deus o disse que ele deveria deixá-los, ele determinou a separar-se deles, abençoando-os. E, a esse respeito, como em muitos outros, ele prenunciou o Salvador, de quem está escrito, que “os levou para Betânia e, erguendo as mãos, os abençoou, aconteceu que, enquanto os abençoava, ia-se retirando deles, sendo elevado para o céu” [Lucas 24: 50-51]. Em primeiro lugar, podemos entender essas palavras literalmente como a bênção de Moisés ao povo de Israel. Ele olhou por cima do deserto através do qual ele os levou, e este era todo brilhante cravejado com as coisas maravilhosas que Deus fizera por eles. Ele lembrou-se da mão elevada e braço estendido com os quais ele os levara do Egito; ele se lembrou de como abriu um caminho para eles através do Mar Vermelho, quando seus inimigos afundaram como chumbo nas águas impetuosas; permaneceu lembrando como ele foi adiante deles em uma coluna de nuvem de dia, e uma coluna de fogo à noite; ele lembrou-se como ele adoçou as águas de Mara, pois eles estavam sedentos; ele lembrou-se como ele os alimentou com maná do alto: o homem comeu a comida dos anjos. Ele recordou como ele feriu a rocha em Refidim, e águas jorraram adiante; como ele ergueu as mãos para o pôr-do-sol, e Israel prevaleceu contra Amaleque; como ele recebeu a lei da própria mão de Deus para eles. Ele recordou como ele havia trazido de novo a água da pederneira em Meribá;
  • 2.
    Pastoral (Continuação) pederneira emMeribá; como ele erguera a serpente de bronze no deserto; e olhando para trás sobre toda esta trajetória de maravilhas de quarenta anos, durante a qual as suas vestes não tinham envelhecido, nem a ruim sola de seu pé inchou, como poderia ele apenas colocar uma bênção sobre eles? Ele sentiu-se como Balaão: “Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem”. E nesse sentido, quando ele tinha ido sobre cada uma das tribos separadamente, deixando a cada uma a sua bênção profética, ele resume o todo nestas palavras gloriosas: “Não há outro, ó Jesurum, semelhante a Deus” [Deuteronômio 33: 26].Mas, em segundo lugar, estas palavras podem ser entendidas tipicamente como a bênção de Moisés ao povo de Deus para o fim dos tempos. Nenhum homem pode ler o Antigo Testamento de forma inteligente, sem ver que o povo de Israel era um povo típico, que a escolha deles para fora do Egito, a trazêlos através do Mar Vermelho, e através do deserto e para a terra da promessa, eram todos tipos da maneira que Deus traz Seus escolhidos para fora de seus pecados, deste mundo de pecado e miséria, para a Canaã celestial, o descanso que resta para o povo de Deus. Se, então, a escravidão, a libertação, a incredulidade, os inimigos, as jornadas, a orientação, e o remanescente dos israelitas, eram todos tipos do relacionamento de Deus com o Seu próprio povo para o fim dos tempos, estamos bastante justificados por compreender estas palavras como a bênção de Moisés, o homem de Deus, a todos os verdadeiros filhos de Deus. “Feliz és tu, ó Israel! Quem é como tu? Povo salvo pelo SENHOR, escudo que te socorre, espada que te dá alteza. Assim, os teus inimigos te serão sujeitos, e tu pisarás os seus altos”. A partir destas palavras, eu extraio o seguinte: Doutrina. Que o Povo de Deus é um povo feliz, porque eles são salvos pelo Senhor. Fonte: Archive.Org Tradução: Camila Rebeca Almeida Revisão: William Teixeira Catecismo Maior de Westminster 142. Quais são os pecados proibidos no 143. Qual é o nono mandamento? O nono mandamento é: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.” Ex 20:16. 144. Quais são os deveres exigidos no nono mandamento? Os deveres exigidos no nono mandamento são: conservar e promover a verdade entre os homens e a boa reputação de nosso próximo, assim como a nossa; evidenciar e manter a verdade, e de coração, sincera, livre, clara e plenamente falar a verdade, somente a verdade, em questões de julgamento e justiça e em todas as mais coisas, quaisquer que sejam; considerar caridosamente os nossos semelhantes; amar, desejar e ter regozijo pela sua boa reputação;entristecer-nos pelas suas fraquezas e encobri-las, e mostrar franco reconhecimento dos seus dons e graças; defender sua inocência; receber prontamente boas informações a seu respeito e rejeitar as que são maldizentes, lisonjeadoras e caluniadoras; prezar e cuidar de nossa boa reputação e defendêla quando for necessário; cumprir as promessas lícitas; empenhar e praticar tudo o que é verdadeiro, honesto, amável e de boa fama. Aniversariantes 19 – ODETE TEIXEIRA TEL – 9959 0965 21 – JOSÉ GOMES TEL - 3224 5662 Confissão de Fé de Westminster CAPÍTULO XVI DAS BOASOBRAS VI. Não obstante o que havemos dito, sendo aceitas por meio de Cristo as pessoas dos crentes, também são aceitas nele as boas obras deles, não como se fossem, nesta vida, inteiramente puras e irrepreensíveis à vista de Deus, mas porque Deus considerando-as em seu Filho, é servido aceitar e recompensar aquilo que é sincero, embora seja acompanhado de muitas fraquezas e imperfeições. Lv 19:15;Ef 4:25; Pv Ef. 1:6; I Ped. 2:5; Sal. 143:2; II Cor. 14:5;17:9;22:1;25:23;26:24,25;31:9; Sl 15:2- 8:12; Heb. 6:10; Mat. 2,5:21, 23. 4;82:3;101:5;119:158; II Cr 19:9; Jr 9:3;42:4; Jo 8:49;At 20:20,27; Rm 1:8;I Co 1:4,5;13:47;II Co 1:17,18;11:18,23;12:21; Fp 4:8; Cl 3:9; II Tm 1:4,5; I Pe 1:8; III Jo 3,4,12; Hb 6:9.