1) O documento discute a importância da atuação do Espírito Santo, e não da "energia da carne", nas ações da igreja e no discipulado.
2) Aponta que Paulo pregava o evangelho pelo poder do Espírito Santo, e não por técnicas humanas, para promover mudanças reais nos pecadores.
3) Explica que o Espírito Santo, como outro consolador, representa Jesus e dá continuidade à sua obra, convencendo o mundo de que a solução é nele.