História de Portugal  6º ano
1.1 A revolução Republicana  e a Queda da Monarquia Parte 2
O 31 de janeiro de 1891 Em consequência da cedência do rei D. Carlos sobre os territórios africanos aos ingleses, os portugueses (republicanos) manifestaram-se contra a monarquia, consideravam este gesto como uma traição à Pátria. No dia 31 de janeiro de 1891, deu-se uma revolta no Porto,  não tiveram êxito  mas o povo estava cada vez mais descontente com a monarquia.
O regicídio A luta politica entre republicanos e monarcas crescia a cada dia que passava e em  1 de fevereiro de 1908  deu-se o regicídio  ( assassínio de um rei ). Morreram o rei D. Carlos e o seu filho D. Luís Filipe herdeiro do trono. Foi aclamado rei, o infante D. Manuel, 2º filho de D. Carlos.
O 5 de outubro de 1910 O rei D. Manuel com 18 anos, não estava preparado para reinar e as ideias republicanas tinham cada vez mais força.  O fim da monarquia aproximava-se. Na madrugada de 4 de outubro, teve inicio a Revolução Republicana em Lisboa. A Marinha bombardeou o Palácio das Necessidades e pôs em fuga a família real que se encontrava lá. Embora as forças fiéis à monarquia fosse em maior número não conseguiram acabar com a revolta.
Ás 8 da manhã de 5 de outubro de 1910 foi hasteada a Bandeira Nacional no Castelo São Jorge (Lisboa). Estava proclamada a REPÚBLICA.
Na manhã de 5 de outubro de 1910 foi proclamada a República. Foi o fim da monarquia que durou 8 séculos.
O 1º governo provisório foi presidido pelo Dr. Teófilo Braga. Tomaram as seguintes medidas: Nova Bandeira Nacional; O hino Nacional passou a ser a “Portuguesa”; A moeda passou a ser o “escudo” em vez do “real” Igualdade entre filhos legítimos e ilegítimos
A Portuguesa (HINO NACIONAL) Heróis do mar , nobre Povo,  Nação valente, imortal,  Levantai hoje de novo  O esplendor de Portugal!  Entre as brumas da memória,  Ó Pátria, sente-se a voz  Dos teus egrégios avós,  Que há-de guiar-te à vitória! Às armas, às armas!  Sobre a terra, sobre o mar,  Às armas, às armas!  Pela Pátria lutar  Contra os canhões marchar, marchar!  Letra: Lopes de Mendonça Música: Alfredo Keil
Continuação de Bom Estudo

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    1.1 A revoluçãoRepublicana e a Queda da Monarquia Parte 2
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    O 31 dejaneiro de 1891 Em consequência da cedência do rei D. Carlos sobre os territórios africanos aos ingleses, os portugueses (republicanos) manifestaram-se contra a monarquia, consideravam este gesto como uma traição à Pátria. No dia 31 de janeiro de 1891, deu-se uma revolta no Porto, não tiveram êxito mas o povo estava cada vez mais descontente com a monarquia.
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    O regicídio Aluta politica entre republicanos e monarcas crescia a cada dia que passava e em 1 de fevereiro de 1908 deu-se o regicídio ( assassínio de um rei ). Morreram o rei D. Carlos e o seu filho D. Luís Filipe herdeiro do trono. Foi aclamado rei, o infante D. Manuel, 2º filho de D. Carlos.
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    O 5 deoutubro de 1910 O rei D. Manuel com 18 anos, não estava preparado para reinar e as ideias republicanas tinham cada vez mais força. O fim da monarquia aproximava-se. Na madrugada de 4 de outubro, teve inicio a Revolução Republicana em Lisboa. A Marinha bombardeou o Palácio das Necessidades e pôs em fuga a família real que se encontrava lá. Embora as forças fiéis à monarquia fosse em maior número não conseguiram acabar com a revolta.
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    Ás 8 damanhã de 5 de outubro de 1910 foi hasteada a Bandeira Nacional no Castelo São Jorge (Lisboa). Estava proclamada a REPÚBLICA.
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    Na manhã de5 de outubro de 1910 foi proclamada a República. Foi o fim da monarquia que durou 8 séculos.
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    O 1º governoprovisório foi presidido pelo Dr. Teófilo Braga. Tomaram as seguintes medidas: Nova Bandeira Nacional; O hino Nacional passou a ser a “Portuguesa”; A moeda passou a ser o “escudo” em vez do “real” Igualdade entre filhos legítimos e ilegítimos
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    A Portuguesa (HINONACIONAL) Heróis do mar , nobre Povo, Nação valente, imortal, Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal! Entre as brumas da memória, Ó Pátria, sente-se a voz Dos teus egrégios avós, Que há-de guiar-te à vitória! Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar! Letra: Lopes de Mendonça Música: Alfredo Keil
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