No Paraná, cerca de 7.000 benzedeiras e curadores praticam tradições de cura e remédios caseiros, contribuindo para a saúde pública, mas enfrentam repressão e preconceito de instituições religiosas e medicina oficial. A luta constante desses grupos é pelo reconhecimento de suas práticas e pelo acesso a recursos florestais medicinais, essenciais para o exercício de seus ofícios. Apesar das críticas e discriminização, essas tradições permanecem fundamentais para a saúde e bem-estar da população local.