Um belo dia, sem que
fôssemos consultados,
 chegamos ao mundo.
Viver é uma
 oportunidade de crescer,
– de não somente usufruir,
  mas também contribuir
 para a beleza do mundo.
Viver pode ser também,
conforme nos recorda
o poeta, uma travessia
   rumo ao melhor
  de nós mesmos:....
“Há um tempo em que é preciso abandonar
  as roupas usadas, que já tem a forma do
nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos,
     que nos levam sempre aos mesmos
                 lugares...”
“É o tempo da travessia: e, se não ousarmos
   fazê-la, teremos ficado, para sempre,
        à margem de nós mesmos.”
                             Fernando Pessoa
O que significa
  empreender
  a ‘travessia’?
  O que devemos
   fazer para não
ficar ‘para sempre,
 à margem de nós
     mesmos’?
As perguntas
 essenciais, que
nos acompanham
  sempre, são:

  “Quem sou,
  onde estou,
 de onde vim,
para onde vou?”
A resposta a tais
 perguntas vitais
   é sempre um
  compromisso,
às vezes um dever.
  “Quem sou,
  onde estou,
 de onde vim,
para onde vou?”
Um dever a nos
   impelir rumo
 aos nossos irmãos
  em Humanidade,
   que reclamam
  amparo, socorro,
rumo, esclarecimento.
Durante esta
jornada terrena,
   a cada um
   é confiado
um quinhão de
bens materiais,
e outro, de bens
  espirituais.
O que a vida
 espera de nós
  é a partilha
  de tais bens,
 que nos foram
emprestados por
   um breve
   período de
    tempo.
Ninguém é tão pobre
materialmente a ponto de não
poder destinar uma parte de
seus bens materiais em favor
  de um irmão necessitado.
Ninguém é tão pobre
espiritualmente, a ponto de
   não poder doar do seu
 patrimônio espiritual para
         minimizar
    o sofrimento alheio.
No fundo, no fundo, apenas
aquilo que doamos por amor à
vida realmente nos pertence; o
restante perder-se-á no tempo.
Recordar que
   esta existência
terrena é a infância
   da eternidade.
Os anos voam,
feito as nuvens
   que ligeiro
  desvanecem.
Num mundo tão
carente de valores,
      cultivar
  a revalorização
da arte, da poesia,
da espiritualidade.
Reservar uma parte
 do nosso dia para
 ouvir as melodias
 do nosso coração,
   as harmonias
  da nossa alma,
    o silêncio do
  nosso espírito.
Utilizar os nossos
dias para ganhar
 fôlego para voos
    mais altos.
    Buscar a
luminosidade que
  não esmorece.
“Ó Amigo,
     o coração
  é a morada de
 mistérios eternos;
  não o faças lar de
fantasias fugazes...”
“Não dissipes
   o tesouro da
tua vida preciosa
com as ocupações
   deste mundo
    efêmero...”
“Vens do mundo
  da santidade,
não prendas à terra
  teu coração...”
“És habitante
    da corte
da proximidade,
não escolhas o pó
para tua pátria.” 
         Bahá’u’lláh
           (na obra
        “Os Sete Vales”)
“És habitante
                                     da corte
                                 da proximidade,
                                não escolhas o pó
                                para tua pátria.” 
                                         Bahá’u’lláh




Formatação: um_peregrino@hotmail.com
“És habitante
    da corte
da proximidade,
não escolhas o pó
para tua pátria.” 
         Bahá’u’lláh

Bens mat esp

  • 1.
    Um belo dia,sem que fôssemos consultados, chegamos ao mundo.
  • 2.
    Viver é uma oportunidade de crescer, – de não somente usufruir, mas também contribuir para a beleza do mundo.
  • 3.
    Viver pode sertambém, conforme nos recorda o poeta, uma travessia rumo ao melhor de nós mesmos:....
  • 4.
    “Há um tempoem que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares...”
  • 5.
    “É o tempoda travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.” Fernando Pessoa
  • 6.
    O que significa empreender a ‘travessia’? O que devemos fazer para não ficar ‘para sempre, à margem de nós mesmos’?
  • 7.
    As perguntas essenciais,que nos acompanham sempre, são: “Quem sou, onde estou, de onde vim, para onde vou?”
  • 8.
    A resposta atais perguntas vitais é sempre um compromisso, às vezes um dever. “Quem sou, onde estou, de onde vim, para onde vou?”
  • 9.
    Um dever anos impelir rumo aos nossos irmãos em Humanidade, que reclamam amparo, socorro, rumo, esclarecimento.
  • 10.
    Durante esta jornada terrena, a cada um é confiado um quinhão de bens materiais, e outro, de bens espirituais.
  • 11.
    O que avida espera de nós é a partilha de tais bens, que nos foram emprestados por um breve período de tempo.
  • 12.
    Ninguém é tãopobre materialmente a ponto de não poder destinar uma parte de seus bens materiais em favor de um irmão necessitado.
  • 13.
    Ninguém é tãopobre espiritualmente, a ponto de não poder doar do seu patrimônio espiritual para minimizar o sofrimento alheio.
  • 14.
    No fundo, nofundo, apenas aquilo que doamos por amor à vida realmente nos pertence; o restante perder-se-á no tempo.
  • 15.
    Recordar que esta existência terrena é a infância da eternidade.
  • 16.
    Os anos voam, feitoas nuvens que ligeiro desvanecem.
  • 17.
    Num mundo tão carentede valores, cultivar a revalorização da arte, da poesia, da espiritualidade.
  • 18.
    Reservar uma parte do nosso dia para ouvir as melodias do nosso coração, as harmonias da nossa alma, o silêncio do nosso espírito.
  • 19.
    Utilizar os nossos diaspara ganhar fôlego para voos mais altos. Buscar a luminosidade que não esmorece.
  • 20.
    “Ó Amigo, o coração é a morada de mistérios eternos; não o faças lar de fantasias fugazes...”
  • 21.
    “Não dissipes o tesouro da tua vida preciosa com as ocupações deste mundo efêmero...”
  • 22.
    “Vens do mundo da santidade, não prendas à terra teu coração...”
  • 23.
    “És habitante da corte da proximidade, não escolhas o pó para tua pátria.”  Bahá’u’lláh (na obra “Os Sete Vales”)
  • 24.
    “És habitante da corte da proximidade, não escolhas o pó para tua pátria.”  Bahá’u’lláh Formatação: um_peregrino@hotmail.com
  • 25.
    “És habitante da corte da proximidade, não escolhas o pó para tua pátria.”  Bahá’u’lláh