O documento discute a definição e regulamentação do trabalho escravo no século XXI, destacando a legislação brasileira e normas internacionais que o proíbem, como o Código Penal e a Instrução Normativa do Ministério do Trabalho. Aborda as condições que caracterizam a submissão do trabalhador a situações análogas à escravidão, como trabalho forçado e jornadas exaustivas, além de mecanismos legais para resgate e proteção dos direitos dos trabalhadores. Também menciona a conexão entre trabalho escravo e tráfico de pessoas, enfatizando a importância de medidas para erradicar essas práticas.