AS NOSSAS ARMAS
ESPIRITUAIS
Lucas 4.1-4, 16-20
1- E Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi
levado pelo Espírito ao deserto.
2- E quarenta dias foi tentado pelo
diabo, e, naqueles dias, não comeu coisa alguma, e,
terminados eles, teve fome.
3- E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, dize a esta
pedra que se transforme em pão.
4- E Jesus lhe respondeu, dizendo: Escrito está que nem só de
Lucas 4.1-4, 16-20
16- E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de
sábado, segundo o seu costume, na sinagoga e levantou-se para ler.
17- E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o
livro, achou o lugar em que estava escrito:
18- O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu
para evangelizar os pobres, enviou me a curar os quebrantados do
coração,
19- a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr
em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. 20
- E, cerrando o livro e tornando a dá-lo ao ministro, assentou-se; e os
INTRODUÇÃO
Na lição anterior, estudamos a respeito de três opositores que se
mostram como obstáculos de nossa jornada:
O Diabo A carne O mundo
Nesta lição, enfatizaremos três armas, isto é, recursos espirituais
em que todo crente precisa lançar mão diante dos obstáculos da
jornada:
A Palavra de Deus A Oração O Jejum
Desde o início de nosso andar com Cristo, estamos diante
de uma batalha espiritual que só terá fim com o
Arrebatamento da Igreja para o céu.
I - AS ARMAS DO CRENTE
I. 1 - As Armas.
De modo geral, podemos
classificar as armas como
instrumentos de ataque e de
defesa.
Nas Escrituras, os principais
instrumentos de ataque são:
espada (1 Sm 17.45);
vara (Sl 23.4);
funda (1 Sm 17.40);
arco e flecha (2 Rs 13.15);
lança (Js 8.18);
e dardo (2 Sm 18.14).
Os de defesa são: Essas armas eram usadas pelos
exércitos antigos, bem como pelo
exército de Israel, com a diferença
de que este era instado a colocar a
sua confiança no Senhor (Sl 20.7).
Uns confiam em carros, e
outros, em cavalos, mas nós
faremos menção do nome do
Senhor, nosso Deus. Sl 20.7
escudo (Ef 6.16)
capacete (1Sm 17.5)
couraça (1 Sm 17.5)
e caneleiras (1 Sm 17.6)
Entretanto, para os cristãos, “armas” aqui tem um sentido
metafórico, pois nosso combate não é de corpo a corpo com outra
pessoa, mas contra o mal encabeçado pelo Diabo e seus
demônios, que se valem do Mundo e da Carne.
I. 2 - As Estratégias do Inimigo.
Ouvindo alguém a palavra do
Reino e não a entendendo, vem
o maligno e arrebata o que foi
semeado no seu coração; este é
o que foi semeado ao pé do
caminho;
Mt 13.19
Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do
Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o
Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas:
Arrebatar a boa Palavra do
coração (Mt 13.19);
Disse, então, Pedro: Ananias,
por que encheu Satanás o teu
coração, para que mentisses ao
Espírito Santo e retivesses
parte do preço da herdade?
At 5.3
Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do
Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o
Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas:
Buscar altas posições com
mentiras (At 5.3);
Entrou, porém, Satanás em
Judas, que tinha por
sobrenome Iscariotes, o qual
era do número dos doze. E foi e
falou com os principais dos
sacerdotes e com os capitães de
como lho entregaria, Lc 22.3,4
Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do
Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o
Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas:
Usar pessoas para trair
(Lc 22.3,4);
e tornarem a despertar,
desprendendo-se dos laços do
diabo, em cuja vontade estão
presos.
2 Tm 2.26
Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do
Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o
Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas:
Escravizar
(2 Tm 2.26);
Mas eu roguei por ti, para que a
tua fé não desfaleça; e tu,
quando te converteres,
confirma teus irmãos.
Lc 22.32
Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do
Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o
Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas:
Enfraquecer a fé do crente
(Lc 22.32);
Mas o Espírito expressamente
diz que, nos últimos tempos,
apostatarão alguns da fé,
dando ouvidos a espíritos
enganadores e a doutrinas de
demônios,
1 Tm 4.1
Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do
Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o
Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas:
Enganar com doutrinas
demoníacas (1 Tm 4.1).
Não por acaso, o apóstolo Pedro nos alertou a respeito da sagacidade
do Inimigo:
adversário,
“Sede sóbrios, vigiai, porque o
diabo, anda em derredor,
bramando como
vosso
leão,
buscando a quem possa tragar” (1 Pe 5.8).
I. 3 - O Chefe de toda Força do Mal.
O apóstolo Paulo escreve
claramente que o Diabo é o
chefe de todos os poderes das
trevas que batalham contra
nós (Ef 6.11; Rm 13.12).
Revesti-vos de toda a
armadura de Deus, para que
possais estar firmes contra as
astutas ciladas do diabo;
Ef 6.11
Até mesmo o apóstolo dos
gentios foi por vezes impedido
pelo Inimigo por meio de
instrumentos humanos
(1 Ts 2.18).
Pelo que bem quisemos, uma e
outra vez, ir ter convosco, pelo
menos eu, Paulo, mas Satanás
no-lo impediu.
1 Ts 2.18
Essa é uma das razões que o
apóstolo cunha Satanás como o
“príncipe da potestade do ar” (Ef
2.2). Destacando ainda sua força
e autoridade na hierarquia do
mal, o Diabo é denominado de “o
deus deste século” (2 Co 4.4).
Portanto, não podemos ignorar
que o Inimigo tem um reino
organizado com seus servos,
emissários, principados e
potestades (Lc 11.17-22).
II - AS TRÊS ARMAS
ESPIRITUAIS DO CRISTÃO
II. 1 - A Palavra de Deus.
O Senhor Jesus disse que não
vivemos apenas de pão, mas de
toda a Palavra de Deus
(Mt 4.4).
Dessa maneira, o apóstolo Pedro
aconselha que “desejemos
afetuosamente” o “leite racional”
para o desenvolvimento da nossa
salvação, isto é, o estudo
perseverante da Palavra de Deus
para o nosso crescimento
espiritual (1 Pe 2.2).
Uma vez nutrido e solidificado com
a Palavra, estamos firmados em
Deus para resistir às influências
malignas, às armadilhas de Satanás
e demais estratégias (Mt 7.24,25).
Logo, quem se rende à Palavra de
Deus experimenta a influência
frutífera da verdade divina
(Jo 17.17).
Todo aquele, pois, que escuta estas
minhas palavras e as pratica,
assemelhá-lo-ei ao homem
prudente, que edificou a sua casa
sobre a rocha. E desceu a chuva, e
correram rios, e assopraram ventos,
e combateram aquela casa, e não
caiu, porque estava edificada sobre
a rocha. Mt 7.24,25
Santifica-os na verdade; a tua
palavra é a verdade. Jo 17.17
II. 2 - A Oração.
Aliada ao estudo da Palavra, a
oração é uma das mais
importantes armas espirituais
que o crente tem ao longo de
sua jornada para o Céu
(Sl 55.17).
Prestemos atenção para a
seguinte declaração:
De tarde, e de manhã, e ao
meio-dia, orarei; e clamarei, e
ele ouvirá a minha voz.
Salmos 55.17
“orando em todo tempo com
toda oração e súplica no
Espírito” (Ef 6.18).
Note que o apóstolo Paulo não
insere a oração como uma peça
da armadura, pois na verdade,
é como se ela trouxesse um
ajuste ou alinhamento para a
armadura toda.
Nesse aspecto, essa imagem
traz uma ideia de que a
oração fortalece todas as
esferas da nossa vida.
II. 3 - O Jejum.
Aliado à Palavra de Deus e à
oração, a prática do jejum é
uma terceira arma espiritual do
crente durante a jornada para o
Céu.
Tanto no Antigo quanto no
Novo Testamento, o jejum é
uma prática presente. Esse ato é
usado no contexto de busca de
uma orientação divina (Êx
34.28; Dt 9.9; 2 Sm 12.16-23).
No Novo Testamento, o Senhor
Jesus jejuou (Mt 4.1-4) e disse
que seus discípulos também o
fariam (Mt 9.14-17; Lc 5.33-39).
A Igreja Primitiva observava a
prática do jejum, buscando
orientação divina para o envio
de obreiros (At 13.2,3; 14.23).
Então, chegaram ao pé dele os
discípulos de João, dizendo: Por
que jejuamos nós, e os fariseus,
muitas vezes, e os teus discípulos
não jejuam? E disse-lhes Jesus:
Podem, porventura, andar tristes os
filhos das bodas, enquanto o esposo
está com eles? Dias, porém, virão
em que lhes será tirado o esposo, e
então jejuarão. Mt 9.14,15
E, servindo eles ao Senhor e
jejuando, disse o Espírito
Santo: Apartai-me a Barnabé e
a Saulo para a obra a que os
tenho chamado. Então,
jejuando, e orando, e pondo
sobre eles as mãos, os
despediram.
At 13.2,3
O apóstolo Paulo também
jejuava por ocasião de seu
ministério (2 Co 6.5; 11.27).
Logo, o jejum tem um valor
glorioso para a vida do crente,
pois é um ato que nos auxilia a
ter mais intimidade com Deus.
em trabalhos e fadiga, em
vigílias, muitas vezes, em fome e
sede, em jejum, muitas vezes,
em frio e nudez. 1 Co 11.27
III - JESUS CRISTO:
O NOSSO MAIOR MODELO
III. 1 - Vencendo o Diabo com a Palavra.
Há dois episódios importantes que
relatam o destaque especial que o
Senhor Jesus deu à Palavra em
Lucas 4. O primeiro enfatiza que o
Senhor Jesus venceu o Tentador
com a Palavra de Deus
(Lc 4.4; cf. Dt 8.3).
No segundo, Ele leu uma
passagem do profeta Isaías na
sinagoga em Nazaré e tomou
para si o cumprimento do texto
lido (Lc 4.16-20; cf. Is 61.1,2).
E Jesus lhe respondeu, dizendo:
Escrito está que nem só de pão
viverá o homem, mas de toda
palavra de Deus. Lc 4.4
E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado,
segundo o seu costume, na sinagoga e levantou-se para ler. E foi-lhe
dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em
que estava escrito: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me
ungiu para evangelizar os pobres, enviou me a curar os quebrantados
do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a
pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.
E, cerrando o livro e tornando a dá-lo ao ministro, assentou-se; e os
olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Lc 4.16-20
Nosso Senhor deixou
claro nesses episódios
que os princípios da
Palavra de Deus devem
estar presentes em nossa
vida na batalha contra o
Maligno.
Por isso, nessa contenda, o
apóstolo Paulo aconselha-nos a
tomar a espada do Espírito, ou
seja, a Palavra de Deus, a única
arma de ataque na armadura do
crente, uma arma poderosa e
eficaz que provém do Espírito
Santo de Deus (2 Tm 3.16).
Tomai também o capacete da
salvação e a espada do Espírito,
que é a palavra de Deus, Ef 6.17
III. 2 - Vivendo em Oração.
O evangelista Lucas mostra que
Jesus se retirava para os lugares
desertos para orar
(Lc 5.16; 6.12; 9.28).
Ele orava pelos apóstolos e pela
Igreja (Jo 17.9,20-22), pelos
seus algozes (Lc 23.34), por
Simão (Lc 22.31,32), pelos que
se encontravam junto ao
túmulo de Lázaro (Jo 11.41,42)
Porém ele retirava-se para os
desertos e ali orava. Lc 5.16
Ele sabia bem do valor da
oração e, por isso, gastava
muito tempo falando com
Deus.
Nesse sentido, nosso Senhor
conta conosco para que nos
dediquemos à prática da
oração, selecionando um local
reservado, horário e prioridade
para buscar a Deus em súplicas
(Mt 6.6).
Mas tu, quando orares, entra no
teu aposento e, fechando a tua
porta, ora a teu Pai, que vê o
que está oculto; e teu Pai, que
vê o que está oculto, te
recompensará. Mt 6.6
III. 3 - Vivendo em Jejum.
Além de meditar na Palavra e
perseverar em oração, o Senhor
Jesus jejuava (Lc 4.2).
Ora, Ele também espera que o
imitemos, jejuando.
Infelizmente, há quem ensine
que não precisamos jejuar.
E quarenta dias foi tentado pelo
diabo, e, naqueles dias, não comeu
coisa alguma, e, terminados eles,
teve fome. Lc 4.2
Exceto os que têm problemas de
saúde, por isso é muito
importante estarmos sob
orientação médica, todo
seguidor de Cristo é estimulado
pela Bíblia a jejuar.
Ademais, quando aliamos o
estudo da Palavra e a oração ao
jejum, aprofundamos a nossa
intimidade com Deus e nos
tornamos mais sensíveis à sua
voz, conforme acontecia com a
liderança e os membros da igreja
antiga que jejuavam como o
Senhor Jesus (At 9.9; 13.2,3).
CONCLUSÃO
O nosso Inimigo é ardiloso e perverso. Por
isso, não podemos ignorar suas estratégias.
Contra ele, lutaremos com armas espirituais:
Palavra, Oração e Jejum. Essas armas
promovem crescimento e fortalecimento para
nossa vida ao longo de nossa jornada
espiritual. Assim, segundo o modelo de vida do
nosso Senhor Jesus, que fez uso dessas armas,
podemos vencer as estratégias do Maligno.
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  • 1.
  • 2.
    1- E Jesus,cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto. 2- E quarenta dias foi tentado pelo diabo, e, naqueles dias, não comeu coisa alguma, e, terminados eles, teve fome. 3- E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão. 4- E Jesus lhe respondeu, dizendo: Escrito está que nem só de Lucas 4.1-4, 16-20
  • 3.
    16- E, chegandoa Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga e levantou-se para ler. 17- E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito: 18- O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou me a curar os quebrantados do coração, 19- a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. 20 - E, cerrando o livro e tornando a dá-lo ao ministro, assentou-se; e os
  • 4.
  • 5.
    Na lição anterior,estudamos a respeito de três opositores que se mostram como obstáculos de nossa jornada: O Diabo A carne O mundo
  • 6.
    Nesta lição, enfatizaremostrês armas, isto é, recursos espirituais em que todo crente precisa lançar mão diante dos obstáculos da jornada: A Palavra de Deus A Oração O Jejum
  • 7.
    Desde o iníciode nosso andar com Cristo, estamos diante de uma batalha espiritual que só terá fim com o Arrebatamento da Igreja para o céu.
  • 8.
    I - ASARMAS DO CRENTE
  • 9.
    I. 1 -As Armas.
  • 10.
    De modo geral,podemos classificar as armas como instrumentos de ataque e de defesa. Nas Escrituras, os principais instrumentos de ataque são: espada (1 Sm 17.45); vara (Sl 23.4); funda (1 Sm 17.40); arco e flecha (2 Rs 13.15); lança (Js 8.18); e dardo (2 Sm 18.14).
  • 11.
    Os de defesasão: Essas armas eram usadas pelos exércitos antigos, bem como pelo exército de Israel, com a diferença de que este era instado a colocar a sua confiança no Senhor (Sl 20.7). Uns confiam em carros, e outros, em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor, nosso Deus. Sl 20.7 escudo (Ef 6.16) capacete (1Sm 17.5) couraça (1 Sm 17.5) e caneleiras (1 Sm 17.6)
  • 12.
    Entretanto, para oscristãos, “armas” aqui tem um sentido metafórico, pois nosso combate não é de corpo a corpo com outra pessoa, mas contra o mal encabeçado pelo Diabo e seus demônios, que se valem do Mundo e da Carne.
  • 13.
    I. 2 -As Estratégias do Inimigo.
  • 14.
    Ouvindo alguém apalavra do Reino e não a entendendo, vem o maligno e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho; Mt 13.19 Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas: Arrebatar a boa Palavra do coração (Mt 13.19);
  • 15.
    Disse, então, Pedro:Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço da herdade? At 5.3 Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas: Buscar altas posições com mentiras (At 5.3);
  • 16.
    Entrou, porém, Satanásem Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, o qual era do número dos doze. E foi e falou com os principais dos sacerdotes e com os capitães de como lho entregaria, Lc 22.3,4 Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas: Usar pessoas para trair (Lc 22.3,4);
  • 17.
    e tornarem adespertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em cuja vontade estão presos. 2 Tm 2.26 Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas: Escravizar (2 Tm 2.26);
  • 18.
    Mas eu rogueipor ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos. Lc 22.32 Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas: Enfraquecer a fé do crente (Lc 22.32);
  • 19.
    Mas o Espíritoexpressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, 1 Tm 4.1 Não podemos desprezar o conhecimento a respeito da força do Inimigo de nossas almas. O Novo Testamento revela o que o Diabo é capaz de fazer para ludibriar as pessoas: Enganar com doutrinas demoníacas (1 Tm 4.1).
  • 20.
    Não por acaso,o apóstolo Pedro nos alertou a respeito da sagacidade do Inimigo: adversário, “Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, anda em derredor, bramando como vosso leão, buscando a quem possa tragar” (1 Pe 5.8).
  • 21.
    I. 3 -O Chefe de toda Força do Mal.
  • 22.
    O apóstolo Pauloescreve claramente que o Diabo é o chefe de todos os poderes das trevas que batalham contra nós (Ef 6.11; Rm 13.12). Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo; Ef 6.11
  • 23.
    Até mesmo oapóstolo dos gentios foi por vezes impedido pelo Inimigo por meio de instrumentos humanos (1 Ts 2.18). Pelo que bem quisemos, uma e outra vez, ir ter convosco, pelo menos eu, Paulo, mas Satanás no-lo impediu. 1 Ts 2.18
  • 24.
    Essa é umadas razões que o apóstolo cunha Satanás como o “príncipe da potestade do ar” (Ef 2.2). Destacando ainda sua força e autoridade na hierarquia do mal, o Diabo é denominado de “o deus deste século” (2 Co 4.4). Portanto, não podemos ignorar que o Inimigo tem um reino organizado com seus servos, emissários, principados e potestades (Lc 11.17-22).
  • 25.
    II - ASTRÊS ARMAS ESPIRITUAIS DO CRISTÃO
  • 26.
    II. 1 -A Palavra de Deus.
  • 27.
    O Senhor Jesusdisse que não vivemos apenas de pão, mas de toda a Palavra de Deus (Mt 4.4). Dessa maneira, o apóstolo Pedro aconselha que “desejemos afetuosamente” o “leite racional” para o desenvolvimento da nossa salvação, isto é, o estudo perseverante da Palavra de Deus para o nosso crescimento espiritual (1 Pe 2.2).
  • 28.
    Uma vez nutridoe solidificado com a Palavra, estamos firmados em Deus para resistir às influências malignas, às armadilhas de Satanás e demais estratégias (Mt 7.24,25). Logo, quem se rende à Palavra de Deus experimenta a influência frutífera da verdade divina (Jo 17.17). Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha. E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. Mt 7.24,25 Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Jo 17.17
  • 29.
    II. 2 -A Oração.
  • 30.
    Aliada ao estudoda Palavra, a oração é uma das mais importantes armas espirituais que o crente tem ao longo de sua jornada para o Céu (Sl 55.17). Prestemos atenção para a seguinte declaração: De tarde, e de manhã, e ao meio-dia, orarei; e clamarei, e ele ouvirá a minha voz. Salmos 55.17 “orando em todo tempo com toda oração e súplica no Espírito” (Ef 6.18).
  • 31.
    Note que oapóstolo Paulo não insere a oração como uma peça da armadura, pois na verdade, é como se ela trouxesse um ajuste ou alinhamento para a armadura toda. Nesse aspecto, essa imagem traz uma ideia de que a oração fortalece todas as esferas da nossa vida.
  • 32.
    II. 3 -O Jejum.
  • 33.
    Aliado à Palavrade Deus e à oração, a prática do jejum é uma terceira arma espiritual do crente durante a jornada para o Céu. Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, o jejum é uma prática presente. Esse ato é usado no contexto de busca de uma orientação divina (Êx 34.28; Dt 9.9; 2 Sm 12.16-23).
  • 34.
    No Novo Testamento,o Senhor Jesus jejuou (Mt 4.1-4) e disse que seus discípulos também o fariam (Mt 9.14-17; Lc 5.33-39). A Igreja Primitiva observava a prática do jejum, buscando orientação divina para o envio de obreiros (At 13.2,3; 14.23). Então, chegaram ao pé dele os discípulos de João, dizendo: Por que jejuamos nós, e os fariseus, muitas vezes, e os teus discípulos não jejuam? E disse-lhes Jesus: Podem, porventura, andar tristes os filhos das bodas, enquanto o esposo está com eles? Dias, porém, virão em que lhes será tirado o esposo, e então jejuarão. Mt 9.14,15 E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram. At 13.2,3
  • 35.
    O apóstolo Paulotambém jejuava por ocasião de seu ministério (2 Co 6.5; 11.27). Logo, o jejum tem um valor glorioso para a vida do crente, pois é um ato que nos auxilia a ter mais intimidade com Deus. em trabalhos e fadiga, em vigílias, muitas vezes, em fome e sede, em jejum, muitas vezes, em frio e nudez. 1 Co 11.27
  • 36.
    III - JESUSCRISTO: O NOSSO MAIOR MODELO
  • 37.
    III. 1 -Vencendo o Diabo com a Palavra.
  • 38.
    Há dois episódiosimportantes que relatam o destaque especial que o Senhor Jesus deu à Palavra em Lucas 4. O primeiro enfatiza que o Senhor Jesus venceu o Tentador com a Palavra de Deus (Lc 4.4; cf. Dt 8.3). No segundo, Ele leu uma passagem do profeta Isaías na sinagoga em Nazaré e tomou para si o cumprimento do texto lido (Lc 4.16-20; cf. Is 61.1,2). E Jesus lhe respondeu, dizendo: Escrito está que nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra de Deus. Lc 4.4
  • 39.
    E, chegando aNazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga e levantou-se para ler. E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. E, cerrando o livro e tornando a dá-lo ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele. Lc 4.16-20
  • 40.
    Nosso Senhor deixou claronesses episódios que os princípios da Palavra de Deus devem estar presentes em nossa vida na batalha contra o Maligno.
  • 41.
    Por isso, nessacontenda, o apóstolo Paulo aconselha-nos a tomar a espada do Espírito, ou seja, a Palavra de Deus, a única arma de ataque na armadura do crente, uma arma poderosa e eficaz que provém do Espírito Santo de Deus (2 Tm 3.16). Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus, Ef 6.17
  • 42.
    III. 2 -Vivendo em Oração.
  • 43.
    O evangelista Lucasmostra que Jesus se retirava para os lugares desertos para orar (Lc 5.16; 6.12; 9.28). Ele orava pelos apóstolos e pela Igreja (Jo 17.9,20-22), pelos seus algozes (Lc 23.34), por Simão (Lc 22.31,32), pelos que se encontravam junto ao túmulo de Lázaro (Jo 11.41,42) Porém ele retirava-se para os desertos e ali orava. Lc 5.16
  • 44.
    Ele sabia bemdo valor da oração e, por isso, gastava muito tempo falando com Deus. Nesse sentido, nosso Senhor conta conosco para que nos dediquemos à prática da oração, selecionando um local reservado, horário e prioridade para buscar a Deus em súplicas (Mt 6.6). Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará. Mt 6.6
  • 45.
    III. 3 -Vivendo em Jejum.
  • 46.
    Além de meditarna Palavra e perseverar em oração, o Senhor Jesus jejuava (Lc 4.2). Ora, Ele também espera que o imitemos, jejuando. Infelizmente, há quem ensine que não precisamos jejuar. E quarenta dias foi tentado pelo diabo, e, naqueles dias, não comeu coisa alguma, e, terminados eles, teve fome. Lc 4.2
  • 47.
    Exceto os quetêm problemas de saúde, por isso é muito importante estarmos sob orientação médica, todo seguidor de Cristo é estimulado pela Bíblia a jejuar. Ademais, quando aliamos o estudo da Palavra e a oração ao jejum, aprofundamos a nossa intimidade com Deus e nos tornamos mais sensíveis à sua voz, conforme acontecia com a liderança e os membros da igreja antiga que jejuavam como o Senhor Jesus (At 9.9; 13.2,3).
  • 48.
  • 49.
    O nosso Inimigoé ardiloso e perverso. Por isso, não podemos ignorar suas estratégias. Contra ele, lutaremos com armas espirituais: Palavra, Oração e Jejum. Essas armas promovem crescimento e fortalecimento para nossa vida ao longo de nossa jornada espiritual. Assim, segundo o modelo de vida do nosso Senhor Jesus, que fez uso dessas armas, podemos vencer as estratégias do Maligno.