O avô do narrador está sentado olhando suas mãos enrugadas. Quando perguntado se está bem, o avô pede ao narrador para observar suas próprias mãos e conta a história de como suas mãos o serviram ao longo da vida, desde alimentá-lo quando criança até orar. O avô reflete que quando morrer, Deus tomará suas mãos e o levará, e desde então o narrador nunca mais viu suas próprias mãos da mesma maneira.