SUBSTITUIÇÃO DA AREIA E 
DA CAL PELO FOSFOGESSO 
NA ARGAMASSA
ALYSSON PETRONIO CORREIA SILVA 
BIANCA MARCOS MORAIS 
BRUNA DE OLIVEIRA SILVA 
BRUNA OLIVEIRA SANTANA 
JOCELANE DAMASCENO PEREIRA 
KEFANE MOREIRA NASCIMENTO 
LUIS CLAUDIO SERPA 
RAPHAEL TELES LOBO 
WAGNER JUNIO SOARES
Diante da preocupação crescente com o meio ambiente, 
surgiu a ideia de fazer uma argamassa de revestimento 
com o fosfogesso, que é gerado como descarte pelas 
indústrias de fertilizantes.
Definição: 
É um resíduo da aquisição de ácido fosfórico (H3PO4), 
matéria prima da produção de fertilizantes fosfatados. 
Podendo ser chamado de gesso agrícola ou gesso 
químico.
Reação de obtenção:
Informações relevantes: 
A produção brasileira deste resíduo chega a mais de 4,5 
milhões de toneladas por ano, e as principais fábricas 
geradoras estão localizadas nos estados do Rio Grande do 
Sul, São Paulo e Minas Gerais. 
A cada 1T de ácido fosfático produzido são gerados 5T de 
Fosfogesso.
O descarte pode ser feito de duas formas: 
Seco: É feito pela disposição em pilhas em áreas 
próximas às fábricas. 
Úmido: É feito através de bombeamento para lagos, 
rios e oceanos.
O emprego do Fosfogesso substitui o uso da areia e 
da cal na mistura da argamassa, minimizando as 
desvantagens provocadas pela utilização destes. 
Areia: alteração na paisagem, modificações na 
estrutura dos solos, turbidez da água, entre outros. 
Cal: extração das rochas calcarias, processo de 
fabricação.
Produzir uma argamassa de revestimento substituindo a 
areia e a cal pelo fosfogesso em sua composição que 
satisfaçam as normas vigentes para os testes de 
revestimento.
O experimento foi realizados na Universidade de Belo 
Horizonte (UNIBH), localizado junto ao laboratório de 
experimentos para pesquisas e outros fins. 
Os testes necessários aconteceram na Universidade 
Fundação Mineira de Educação e Cultura (FUMEC).
Foram realizados testes de tração na flexão e 
compressão axial, comparando uma argamassa 
tradicional com a de fosfogesso. 
Traçados das argamassas de revestimento:
Equipamento: Mesa para adensamento de argamassa 
por queda (choque) 
Flexão Compressão
 AGUIAR, G. Estudo de argamassas 
com agregados reciclados 
contaminados por gesso de 
construção. 2004. 310 f. Dissertação 
(Mestrado em Construção Civil). 
Escola Politécnica, Universidade de 
São Paulo, São Paulo. 
 AQUINO, P.E. A produção de ácido 
fosfórico e a geração de Fosfogesso. 
In: DESAFIOS TECNOLÓGICOS 
PARA O REAPROVEITAMENTO DO 
 FOSFOGESSO, 1., 2005. Belo 
Horizonte. Anais eletrônicos... Belo 
Horizonte: 
UFMG,2005.Disponívelem:<http://ww 
w.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitst 
ream/handle/1843/ISMS-X6R77/ 
disserta__o_final1.pdf?sequen 
ce=1>. Acesso em: 01out. 2013. 
 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE 
NORMAS TÉCNICAS. NBR 10006: 
procedimento para obtenção de 
extrato solubilizado de resíduos 
sólidos. Rio de Janeiro: ABNT 2004c. 
3 p. 
 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE 
NORMAS TÉCNICAS. NBR 10007: 
amostragem de resíduos sólidos. Rio 
de Janeiro: ABNTd. 2004. 21 p. 
 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE 
NORMAS TÉCNICAS. NBR 
Disponível em: Acessado em: 20 fev. 
2014

Apresentação2

  • 1.
    SUBSTITUIÇÃO DA AREIAE DA CAL PELO FOSFOGESSO NA ARGAMASSA
  • 2.
    ALYSSON PETRONIO CORREIASILVA BIANCA MARCOS MORAIS BRUNA DE OLIVEIRA SILVA BRUNA OLIVEIRA SANTANA JOCELANE DAMASCENO PEREIRA KEFANE MOREIRA NASCIMENTO LUIS CLAUDIO SERPA RAPHAEL TELES LOBO WAGNER JUNIO SOARES
  • 3.
    Diante da preocupaçãocrescente com o meio ambiente, surgiu a ideia de fazer uma argamassa de revestimento com o fosfogesso, que é gerado como descarte pelas indústrias de fertilizantes.
  • 4.
    Definição: É umresíduo da aquisição de ácido fosfórico (H3PO4), matéria prima da produção de fertilizantes fosfatados. Podendo ser chamado de gesso agrícola ou gesso químico.
  • 5.
  • 6.
    Informações relevantes: Aprodução brasileira deste resíduo chega a mais de 4,5 milhões de toneladas por ano, e as principais fábricas geradoras estão localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. A cada 1T de ácido fosfático produzido são gerados 5T de Fosfogesso.
  • 7.
    O descarte podeser feito de duas formas: Seco: É feito pela disposição em pilhas em áreas próximas às fábricas. Úmido: É feito através de bombeamento para lagos, rios e oceanos.
  • 8.
    O emprego doFosfogesso substitui o uso da areia e da cal na mistura da argamassa, minimizando as desvantagens provocadas pela utilização destes. Areia: alteração na paisagem, modificações na estrutura dos solos, turbidez da água, entre outros. Cal: extração das rochas calcarias, processo de fabricação.
  • 9.
    Produzir uma argamassade revestimento substituindo a areia e a cal pelo fosfogesso em sua composição que satisfaçam as normas vigentes para os testes de revestimento.
  • 10.
    O experimento foirealizados na Universidade de Belo Horizonte (UNIBH), localizado junto ao laboratório de experimentos para pesquisas e outros fins. Os testes necessários aconteceram na Universidade Fundação Mineira de Educação e Cultura (FUMEC).
  • 11.
    Foram realizados testesde tração na flexão e compressão axial, comparando uma argamassa tradicional com a de fosfogesso. Traçados das argamassas de revestimento:
  • 12.
    Equipamento: Mesa paraadensamento de argamassa por queda (choque) Flexão Compressão
  • 15.
     AGUIAR, G.Estudo de argamassas com agregados reciclados contaminados por gesso de construção. 2004. 310 f. Dissertação (Mestrado em Construção Civil). Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo.  AQUINO, P.E. A produção de ácido fosfórico e a geração de Fosfogesso. In: DESAFIOS TECNOLÓGICOS PARA O REAPROVEITAMENTO DO  FOSFOGESSO, 1., 2005. Belo Horizonte. Anais eletrônicos... Belo Horizonte: UFMG,2005.Disponívelem:<http://ww w.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitst ream/handle/1843/ISMS-X6R77/ disserta__o_final1.pdf?sequen ce=1>. Acesso em: 01out. 2013.  ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10006: procedimento para obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos. Rio de Janeiro: ABNT 2004c. 3 p.  ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10007: amostragem de resíduos sólidos. Rio de Janeiro: ABNTd. 2004. 21 p.  ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR Disponível em: Acessado em: 20 fev. 2014