Docente : Lia Oliveira
         Unidade curricular : Tecnologias
         da Comunicação em Educação.




        Grupo 7:
Sofia Carvalho nº64985
  Fábio Silva nº64978
 Joel Figueiras nº66642
Jorge Macedo nº63943
Marta Menezes n64975
 O grupo escolheu o livro “Pensar
 Queer”, porque achamos o tema
 interessante e bastante polémico. O
 título despertou a nossa atenção visto
 que nunca nenhum elemento do grupo
 tinha ouvido falar do pensamento
 Queer, e de como este estava pouco
 difundido na nossa cultura e educação.
 Pensamento Queer é a aceitação do
 que é estranho e/ou diferente dos
 padrões considerados normais em
 sociedade, ou seja, quando alguém tem
 um comportamento e/ou atitude
 diferente da dos demais deve ser
 aceite.
 O capítulo escolhido pelo grupo foi:

 Capítulo VII: “ Nutrindo
 imagens, paredes sussurrantes:
 intersecções de identidades e
 ampliação de poderes no local de
 trabalho académico”
 Escolhemos o capítulo VII, porque levantou desde
 logo uma serie de questões ao grupo:
  - Se tivesse-mos um professor homossexual como
 reagiríamos?
  - Um simples gesto desse professor perante um
 aluno não seria alvo de “condenação” por parte dos
 alunos ou até mesmo da instituição em que está
 inserido?

 - Aceitaríamos o facto de entrar num gabinete de um
 professor, com imagens implicitamente
 homossexuais?
 Daí a nossa escolha recair para o capítulo VII, uma
 vez que era, na nossa opinião, algo que nos poderia
 ajudar a responder a estas questões.
 O capítulo fala-nos da aparência
 estética de um gabinete de um
 professor universitário, que é
 composto por imagens, de forma a
 dar a perceber aos visitantes a
 identidade do ocupante e a forma que
 ele usa para se expressar.

 Este gabinete é usado para transmitir
 conhecimentos, sobre o pensamento
 do professor, ou seja, é um espaço de
 conhecimento.
 Este professor, é um professor
 universitário homossexual, de
 descendência africana;

 Neste capítulo mostra-nos que o
 professor leva uma vida de
 resistência e bastante
 reservada, devido ao facto de, ser
 teoricamente “diferente” e de não
 poder “lutar” pelos seus direitos de
 igual para igual com uma pessoa
 heterossexual.
 Ficamos ainda a perceber que apesar de muitos
 países como os EUA, serem democráticos e a partida
 se aceitasse a orientação sexual de qualquer
 individuo, tal não acontece.

 Na Califórnia, onde este professor dá aulas é
 justificável despedir-se alguém tendo como causa a
 sua orientação sexual.

 Tudo isto leva-nos a querer que o pensamento queer
 fica muito bem no papel, mas na pratica isto não
 acontece.
 Agradecemos a vossa colaboração e
 esperemos que tenham gostado.

 (video: http://www.youtube.com/watch?v=FPL0-
 gZsF3k)


                    FIM

apresentação do capítulo 4

  • 1.
    Docente : LiaOliveira Unidade curricular : Tecnologias da Comunicação em Educação. Grupo 7: Sofia Carvalho nº64985 Fábio Silva nº64978 Joel Figueiras nº66642 Jorge Macedo nº63943 Marta Menezes n64975
  • 2.
     O grupoescolheu o livro “Pensar Queer”, porque achamos o tema interessante e bastante polémico. O título despertou a nossa atenção visto que nunca nenhum elemento do grupo tinha ouvido falar do pensamento Queer, e de como este estava pouco difundido na nossa cultura e educação.
  • 3.
     Pensamento Queeré a aceitação do que é estranho e/ou diferente dos padrões considerados normais em sociedade, ou seja, quando alguém tem um comportamento e/ou atitude diferente da dos demais deve ser aceite.
  • 4.
     O capítuloescolhido pelo grupo foi: Capítulo VII: “ Nutrindo imagens, paredes sussurrantes: intersecções de identidades e ampliação de poderes no local de trabalho académico”
  • 5.
     Escolhemos ocapítulo VII, porque levantou desde logo uma serie de questões ao grupo: - Se tivesse-mos um professor homossexual como reagiríamos? - Um simples gesto desse professor perante um aluno não seria alvo de “condenação” por parte dos alunos ou até mesmo da instituição em que está inserido? - Aceitaríamos o facto de entrar num gabinete de um professor, com imagens implicitamente homossexuais? Daí a nossa escolha recair para o capítulo VII, uma vez que era, na nossa opinião, algo que nos poderia ajudar a responder a estas questões.
  • 6.
     O capítulofala-nos da aparência estética de um gabinete de um professor universitário, que é composto por imagens, de forma a dar a perceber aos visitantes a identidade do ocupante e a forma que ele usa para se expressar.  Este gabinete é usado para transmitir conhecimentos, sobre o pensamento do professor, ou seja, é um espaço de conhecimento.
  • 7.
     Este professor,é um professor universitário homossexual, de descendência africana;  Neste capítulo mostra-nos que o professor leva uma vida de resistência e bastante reservada, devido ao facto de, ser teoricamente “diferente” e de não poder “lutar” pelos seus direitos de igual para igual com uma pessoa heterossexual.
  • 8.
     Ficamos aindaa perceber que apesar de muitos países como os EUA, serem democráticos e a partida se aceitasse a orientação sexual de qualquer individuo, tal não acontece.  Na Califórnia, onde este professor dá aulas é justificável despedir-se alguém tendo como causa a sua orientação sexual.  Tudo isto leva-nos a querer que o pensamento queer fica muito bem no papel, mas na pratica isto não acontece.
  • 9.
     Agradecemos avossa colaboração e esperemos que tenham gostado.  (video: http://www.youtube.com/watch?v=FPL0- gZsF3k) FIM