A loucura convida amigos para um café e propõe uma brincadeira de esconde-esconde. Enquanto se escondem, a curiosidade pergunta onde está o amor, mas ele não é encontrado até que a loucura o ache ferido por um espinho de roseira. O amor perdoa a loucura, ilustrando o ditado de que "o amor é cego, e a loucura sempre o acompanha".