O documento discute os desafios enfrentados pela universidade européia à luz do Processo de Bolonha, apresentando duas visões opostas: a visão da reforma, que preparou a universidade para refundar seu papel, e a visão da contrarreforma, que removeu mecanismos de resistência aos imperativos do mercado. O texto reflete sobre a necessidade de existência da universidade para a sociedade versus para o mercado e questiona o papel da universidade brasileira nesse contexto.