RESÍDUOS SÓLIDOS
e-mail: walterjm@usp.br
LIXO
“Um grave problema no mundo moderno”
 A natureza trabalha em ciclos – “nada se perde, tudo se
transforma”
“Animais, excrementos, folhas e todo tipo de material orgânico morto
se decompõem com a ação de milhões de microrganismos
decompositores (bactérias, fungos, vermes e outros)
disponibilizando os nutrientes que vão alimentar outras formas de
vida”
 No passado, o lixo gerado (restos de comida, excrementos de
animais e outros materiais orgânicos):
“Reintegrava-se aos ciclos naturais e servia como adubo para a
agricultura”;
“Mas, com a industrialização e a concentração da população nas
grandes cidades, o lixo foi se tornando um problema”
Lixo
A sociedade moderna rompeu os ciclos da natureza
Extraímos mais e mais
matérias-primas
Fazemos crescer
montanhas de lixo
E como todo esse rejeito não retorna ao ciclo natural,
transformando-se em novas matérias-primas, pode tornar-se uma
perigosa fonte de contaminação para o meio ambiente ou de doenças.
LIXO
Em geral, as pessoas consideram lixo tudo aquilo que se joga
fora e que não tem mais utilidade;

 Mas, se olharmos com cuidado, veremos que o lixo não é uma massa
indiscriminada de materiais;

 E sim um composto de vários tipos de resíduos, que precisam de
manejo diferenciado.
Assim, pode ser classificado de várias maneiras:
LIXO
1 - “Seco” ou “Úmido”
 “
“Seco”
Seco”: composto por materiais potencialmente recicláveis (papel,
vidro, lata, plástico etc.).
“Entretanto, alguns materiais não são reciclados por falta de mercado,
como é o caso de vidros planos.“
 “
“Úmido”:
Úmido”: corresponde à parte orgânica dos resíduos, como as
sobras de alimentos, cascas de frutas, restos de poda, etc.
“Essa classificação é muito usada nos programas de coleta
seletiva, por ser facilmente compreendida pela
população.”
LIXO
2 - Riscos Potenciais
NBR/ABNT 10.004 (2004), os resíduos dividem-se em:
• Classe I
Classe I - Perigosos (inflamabilidade, corrosividade,
reatividade, toxicidade e patogenicidade);
• Classe II
Classe II - Não perigosos.
3 - Origem dos Resíduos Sólidos
Domiciliar ou doméstico, público, de serviços de saúde, industrial,
agrícola, de construção civil e outros.
“Essa é a forma de classificação usada nos cálculos de
geração de lixo”
LIXO
Domiciliar
Domiciliar:
: são os resíduos provenientes das residências:
É muito diversificado, mas contém principalmente restos de
alimentos, produtos deteriorados, embalagens em geral, retalhos,
jornais e revistas, papel higiênico, fraldas descartáveis, etc.
Comercial
Comercial:
: são os resíduos originados nos diversos estabelecimentos
comerciais e de serviços:
Supermercados, bancos, lojas, bares, restaurantes, etc.
Público
Público:
: são aqueles originados nos serviços de limpeza urbana:
Restos de poda e produtos da varrição das áreas públicas, limpeza de
praias e galerias pluviais, resíduos das feiras livres e outros.
LIXO
De serviços de saúde
De serviços de saúde:
: resíduos provenientes de hospitais, clínicas
médicas ou odontológicas, laboratórios, farmácias:
É potencialmente perigoso, pois pode conter materiais contaminados
com agentes biológicos ou perigosos, produtos químicos e
quimioterápicos, agulhas, seringas, lâminas, ampolas de vidro, brocas,
etc.
Industrial
Industrial: são os resíduos resultantes dos processos industriais. O tipo
de lixo varia de acordo com o ramo de atividade da indústria:
Nessa categoria está a maior parte dos
materiais considerados perigosos ou tóxicos.
Agrícola
Agrícola: resulta das atividades de agricultura e pecuária:
É constituído por embalagens
de agrotóxicos, rações, adubos, restos de colheita, dejetos da criação
de animais, etc.
Entulho
Entulho: restos da construção civil, reformas, demolições, solos de
escavações, etc.
LIXO
LIXO
No Brasil, a geração de lixo per capita varia de acordo com o porte
populacional do município.
Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) – IBGE/2010:
 450g e 700g para os municípios com população inferior a 200 mil
habitantes;
 700g e 1.200g em municípios com população superior a 200 mil
habitantes.
LIXO
Quanto mais lixo, mais problemas...
O aumento na geração de resíduos sólidos tem várias
consequências negativas:
1 - Custos cada vez mais altos para coleta e tratamento do lixo;
2 - Dificuldade para encontrar áreas disponíveis para sua disposição
final;
3 - Grande desperdício de matérias-primas.
Por isso, os resíduos deveriam ser integrados como matérias
primas nos ciclos produtivos ou na natureza.
LIXO
Consequências do enorme volume de lixo gerado pelas
sociedades modernas, quando o lixo é depositado em locais
inadequados ou a coleta é deficitária:
• Contaminação do solo, ar e água;
• Proliferação de vetores transmissores de doenças;
• Entupimento de redes de drenagem urbana;
• Enchentes;
• Degradação do ambiente e depreciação imobiliária;
•Doenças.
LIXO
Como resolver o problema do lixo?
Como resolver o problema do lixo?
LIXO
Um caminho para a solução dos problemas relacionados com o
lixo é apontado pelo Princípio dos Três Erres (3R’s)
R
Reduzir, R
Reutilizar e R
Reciclar
“
“Fatores associados com estes princípios devem ser considerados,
Fatores associados com estes princípios devem ser considerados,
como
como o ideal de prevenção e não geração de resíduos
o ideal de prevenção e não geração de resíduos, somados à
, somados à
adoção de padrões de consumo sustentável
adoção de padrões de consumo sustentável, visando poupar os
, visando poupar os
recursos naturais e conter o desperdício.”
recursos naturais e conter o desperdício.”
Lixo
REDUZIR
Consumir menos produtos e preferir
Consumir menos produtos e preferir
aqueles que ofereçam menor
aqueles que ofereçam menor
potencial de geração de resíduos e
potencial de geração de resíduos e
tenham maior durabilidade
tenham maior durabilidade
Lixo
REUTILIZAR
Usar novamente as embalagens
Usar novamente as embalagens
Potes plásticos de sorvetes
servem para guardar alimentos ou
outros materiais
Lixo
RECICLAR
Envolve a transformação dos
materiais: fabricar um produto a
partir de um material
usado
ATERROS SANITÁRIOS
“Segundo a pesquisa do IBGE, em 41,6% dos municípios brasileiros o
lixo é depositado de forma inadequada, em locais sem nenhum
controle ambiental ou sanitário.”
Lixões ou Vazadouros
Terrenos onde se acumulam enormes montanhas de lixo a céu
aberto, sem nenhum critério técnico ou tratamento prévio do solo, com
a simples descarga do lixo sobre o solo.
“Além de degradar a paisagem e produzir mau
cheiro, os lixões colocam em risco o meio ambiente e
a saúde pública.”
 A decomposição dos resíduos sólidos gera principalmente metano
(CH4) e dióxido de carbono (CO2);
Juntamente com outros gases presentes na atmosfera, contribuindo
Juntamente com outros gases presentes na atmosfera, contribuindo
para o Aquecimento Global.
para o Aquecimento Global.
ATERROS SANITÁRIOS
Técnica ambientalmente segura para dispor os resíduos:
ATERRO SANITÁRIO.

 Esta técnica surgiu na década de 1930 e vem se aperfeiçoando com
o tempo.
ATERROS SANITÁRIOS
O ATERRO SANITÁRIO
ATERRO SANITÁRIO pode ser entendido como a disposição
final de resíduos sólidos no solo;
Fundamentado em princípios de engenharia e normas operacionais
específicas.
OBJETIVO:
OBJETIVO: Confinar o lixo no menor espaço e volume possíveis,
isolando-o de modo seguro para não criar danos ambientais e para a
saúde pública
“
“Os resíduos
Os resíduos
dispostos em aterros estão isolados do meio ambiente externo por
dispostos em aterros estão isolados do meio ambiente externo por
meio da
meio da impermeabilização do solo,
da cobertura das camadas de lixo e da
e da drenagem de gases”
”
ATERROS SANITÁRIOS
É um método de aterramento dos resíduos em terreno
preparado para a colocação do lixo, de maneira a causar o menor
impacto ambiental possível;
• O solo é protegido por uma manta isolante (chamada de
(chamada de
geomembrana)
geomembrana) ou por uma camada espessa de argila compactada,
impedindo que os líquidos poluentes, lixiviados ou chorume, se
infiltrem
e atinjam as águas subterrâneas;
• São colocados dutos captadores de gases (drenos de gases) para
impedir explosões e combustões espontâneas, causadas pela
decomposição da matéria orgânica;
Os gases podem ser queimados
Os gases podem ser queimados
• É implantado um sistema de captação do chorume, para que ele seja
encaminhado a um sistema de tratamento;
• As camadas de lixo são compactadas com trator de esteira, umas
sobre as outras, para diminuir o volume, e são recobertas com solo
diariamente, impedindo a exalação de odores e a atração de animais,
como roedores e insetos;
• O acesso ao local deve ser controlado com portão, guarita e cerca,
para evitar a entrada de animais, de pessoas e a disposição de resíduos
não autorizados.
ATERROS SANITÁRIOS
ATERRO CONTROLADO
ATERRO CONTROLADO

 Não é considerado uma forma adequada de disposição de resíduos;
pois os problemas ambientais de contaminação da água, do ar e do
solo não são evitados.
“Não são utilizados todos os recursos de engenharia
e saneamento que evitariam a contaminação do
ambiente”

 “
“No entanto, representa uma alternativa melhor que os lixões, e se
diferenciam destes por possuírem a cobertura diária dos resíduos com
solo e o controle de entrada e saída de pessoas.”
ATERROS SANITÁRIOS
... material, substância, objeto ou bem descartado resultante de
atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se
procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos
estados sólido ou semissólido, bem como gases contidos em
recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o
seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos
d’água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente
viáveis em face da melhor tecnologia disponível;
Lei 12.305/2010 - PNRS, regulamentada pelo Decreto 7.404/2010
Definição dos Resíduos Sólidos conforme a PNRS
GESTÃO: conjunto de ações voltadas para a busca de
soluções para os resíduos sólidos, de forma a considerar as
dimensões política, econômica, ambiental, cultural e social,
com controle social e sob a premissa do desenvolvimento
sustentável
GERENCIAMENTO: conjunto de ações exercidas, direta ou
indiretamente, nas etapas de coleta, transporte, transbordo,
tratamento e destinação final ambientalmente adequada dos
resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada
dos rejeitos, de acordo com plano municipal de gestão
integrada de resíduos sólidos ou com plano de
gerenciamento de resíduos sólidos, exigidos na forma desta
Gestão e Gerenciamento conforme PNRS
DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA: destinação de
resíduos que inclui a reutilização, a reciclagem, a compostagem, a
recuperação e o aproveitamento energético ou outras destinação
admitidas pelos órgãos competentes do Sisnama, do SNVS e do
Suasa, entre elas a disposição final, observando normas operacionais
específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à
segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos.
DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA: distribuição
ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais
específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à
segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos.
Destinação Final conforme PNRS
LOGÍSTICA REVERSA: instrumento de desenvolvimento
econômico e social caracterizado por um conjunto de ações,
procedimento e meios destinados a viabilizar a coleta e a
restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para
reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos,
ou outra destinação final ambientalmente adequada.
REJEITOS: resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as
possibilidades de tratamento e recuperação por processos
tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não
apresentem outra possibilidade que não a disposição final
ambientalmente adequada.
Outras Diretrizes conforme PNRS
RESÍDUOS
INDUSTRIAIS
RESÍDUOS DE
ESTABELECIMENTOS
COMERCIAIS E
PRESTADORES DE
SERVIÇOS
RESÍDUOS
DOMICILIARES
RESÍDUOS DE
SERVIÇOS DE
SAÚDE
RESÍDUOS DE
SERVIÇOS DE
TRANSPORTES
RESÍDUOS DE
LIMPEZA URBANA
RESÍDUOS DE SERVIÇOS
PÚBLICOS DE
SANEAMENTO BÁSICO
RESÍDUOS
AGROSSILVOPASTORIS
RESÍDUOS DE
MINERAÇÃO
RESÍDUOS DA
CONSTRUÇÃO
CIVIL
RESÍDUOS SÓLIDOS
URBANOS
Resíduos de Estabelecimentos
Comerciais e Prestadores de
Serviços podem ser considerados
Resíduos Domiciliares pelo poder
público municipal, desde que
sejam caracterizados como Não
Perigosos.
Divisão em Áreas quanto à Origem - Art. 13. - PNRS
RESÍDUOS DE SIGNIFICATIVO
IMPACTO AMBIENTAL
(SMA038/2011)
GERADOR
* RESÍDUOS DE
ESTABELECIMENTOS
COMERCIAIS E
PRESTADORES DE
SERVIÇOS
* RESÍDUOS DE
SERVIÇOS DE SAÚDE
* RESÍDUOS DE
SERVIÇOS DE
TRANSPORTES
RESÍDUOS DE SERVIÇOS
PÚBLICOS DE
SANEAMENTO BÁSICO
*RESÍDUOS
AGROSSILVOPASTORIS
* RESÍDUOS DE
MINERAÇÃO
* RESÍDUOS DE
CONSTRUÇÃO CIVIL
RESÍDUOS SÓLIDOS
URBANOS
* RESÍDUOS
INDUSTRIAIS
MUNICÍPIO
Resíduos de Estabelecimentos Comerciais e Prestadores de Serviços (art. 13 Lei 12.305/2010)
Podem ser considerados Resíduos Domiciliares , quando:
- Caracterizados como não perigosos;
- Composição e volume similares aos resíduos domiciliares – quantidades inferiores a 100 litros.
* Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos: conjunto
de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores,
distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos
de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos,
Estratégia de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos
Não Ideal Ideal
NÃO GERAÇÃO
(1)
REDUÇÃO
(1)
REUTILIZAÇÃO
(1)
RECICLAGEM
TRATAMENTO
FÍSICO QUÍMICO BIOLÓGICO
DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE
ADEQUADA DOS REJEITOS
(1)
RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA
(2)
P2
P+L
(1)
Devem ser praticadas
até os seus limites
(2)
P2 - Prevenção à poluição
P+L – Produção mais limpa
Estação de
Transbordo
Coleta
Regular
Caracterização
T
r
a
n
s
p
o
r
t
e
Tratamento
Disposição Final
Ambientalmente
Adequada
Aterro
Sanitário
Incineração
Sistema de
Triagem
Outras
Alternativas
R
e
j
e
i
t
o
s
Acondicionamento
Coleta Seletiva
Física Química Biológica
OPERACIONAL TECNOLÓGICA
OBS: Todos os processos devem levar em consideração a Coleta Seletiva e a Coleta Diferenciada de resíduos
compostáveis
Coleta
Diferenciada
(Compostáveis)
Resíduos Domiciliares
(*) Redução
(*) Reutilização
A
c
o
n
d
i
c
i
o
n
a
m
e
n
t
o
COLETA
SELETIVA
(Recicláveis)
Caracterização
Central
de
Triagem
Material
Reciclável
Utilização
como
Matéria-
prima
em
Processos
Pirólise
R
e
j
e
i
t
T
o
s
(*) Devem ser praticadas até os seus limites
(*) Não geração
COLETA
DIFERENCIADA
(COMPOSTÁVEIS)
T
r
a
n
s
p
o
r
t
e
T
r
a
n
s
p
o
r
t
e
Material
Compostável
Caracterizaçã
o
Compostagem
Disposição Final
Ambientalmente
Adequada
Aterro
Sanitário
Procedimentos para Não Geração, Redução, Reutilização e Reciclagem de
Resíduos Sólidos
Material Compostável
Reaproveitamento
COMPOSTAGEM
(Bioprocesso)
Outras Alternativas
Composto
Utilização
Rejeitos
Disposição Final
Ambientalmente
Adequada
Aterro
Sanitário
Compostagem
Triturador
Resíduos de
poda e capina
Área de
Triagem
Troncos
Pequenos
galhos e folhas
Motosserra
COMPOSTAGEM
(Bioprocesso)
Composto
Utilização
Rejeitos
Disposição Final
Ambientalmente
Adequada
Aterro
Sanitário
Recuperação
Energética
(queima de lenha)
Resíduos de Limpeza Urbana – Poda e Capina
Plano Integrado de Gerenciamento de RCC
Planos Municipais de Gestão Integrada
de Resíduos Sólidos
Planos de Gerenciamento
de RCC
Plano Municipal de Gestão de RCC
Grandes geradores
(geração > 1 ou 2m³ por dia)
Pequenos Geradores
(geração ≤ 1 ou 2 m³ por dia)
Orientações para o exercício das
responsabilidades
dos geradores
Procedimento para manejo e
destinação ambientalmente
adequada dos resíduos
Ecopontos
Provar a destinação final
ambientalmente adequada
Destinação ambientalmente adequada dos RCC
e disposição final dos rejeitos
Obs.: Estratégia de gestão elaborada de acordo com a Resolução CONAMA nº 307/2002 e Resolução CONAMA nº 448/2012
Gestão Integrada de RCC (Resíduos da Construção Civil)
Tratamento
Utilização como
matéria prima em
processos
Armazenamento
Estocagem
Acondicionamento
Geração de
resíduos
Coleta
Transporte
Interno
Sucatas
Cargas
perigosas
Reciclagem
Bolsa de
Resíduos
Remediação e
Bioremediação
Secagem e
Desidratação de
lodo
Neutralização
Incineração/
Co-processamento
Flotação
Osmose Reversa
Troca Iônica
Eletrodiálise
Adsorção
STRS – Sistema de
Tratamento de Resíduos
sólidos
Aterro Industrial
(Classe I)
Co-disposição
Encapsulamento,
Solidificação,
Estabilização
Tecnologia Plasma
Transporte
Externo
P2
P+L
Não
geração
3 R’s
Disposição Final
Ambientalmente
Adequada de
Rejeitos
Resíduos Industriais
Municípios
Plano Integrado de Gerenciamento de RSS
Plano Integrado de Gerenciamento de RSS
Geradores
Orientações para o exercício das responsabilidades dos geradores (ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos:
geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final)
Destinação Ambientalmente Adequada
Destinação Ambientalmente Adequada
Obs.: Estratégia de gestão elaborada de acordo com a Resolução CONAMA nº 358/2005 e RDC ANVISA nº
Disposição Ambientalmente Adequada
Disposição Ambientalmente Adequada
Programas e ações de educação ambiental que promovam a não geração, redução, reutilização e reciclagem dos RSS
Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde - PGRSS
Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde - PGRSS
COLETA / TRANSPORTE
COLETA / TRANSPORTE
Grupo A
Grupo A Grupo B
Grupo B Grupo D
Grupo D
Grupo C
Grupo C Grupo E
Grupo E
Gestão Integrada de RSS (Resíduos do Serviço de Saúde)
Incineração
(recuperação energética)
Reciclagem
Centrais de
Recebimento
Postos de Recebimento
(Estabelecimentos Comerciais)
Agricultor Transport
e
R
e
j
e
i
t
T
o
s
Disposição
Final
Ambientalmente
Adequada
Aterro
Sanitário
Estratégia de Gestão de Embalagens Vazias de Agrotóxicos
REFERÊNCIAS
https://www.vgresiduos.com.br/blog/propriedades-de-periculosidade-do-residuo/
http://meuresiduo.com/categoria-1/o-que-sao-residuos-perigosos
http://www.teraambiental.com.br/blog-da-tera-ambiental/entenda-melhor-o-processo-de-classificacao-de-
residuos
http://info.opersan.com.br/res%C3%ADduos-classe-i-ou-res%C3%ADduos-classe-ii-qual-%C3%A9-a-diferen%
C3%A7a
http://www.mma.gov.br/estruturas/secex_consumo/_arquivos/8%20-%20mcs_lixo.pdf
https://www.portalsaofrancisco.com.br/meio-ambiente/aterro-sanitario
http://www.prohomeimoveis.com.br/prohome-ambiental/cartilha-reciclagem-de-lixo/Reciclagem
https://www12.senado.leg.br/emdiscussao/edicoes/residuos-solidos/mundo-rumo-a-4-bilhoes-de-
toneladas-por-ano/como-alguns-paises-tratam-seus-residuos
http://biolub.com.br/blog/ensaios-em-lubrificantes-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-ponto-de-fulgor-
e-ponto-de-combustao/
http://www.suape.pe.gov.br/images/publicacoes/normas/ABNT_NBR_n_10004_2004.pdf

5 - Resíduos Sólidos - 22-10.ppt ESTUDAR

  • 1.
  • 2.
    LIXO “Um grave problemano mundo moderno”  A natureza trabalha em ciclos – “nada se perde, tudo se transforma” “Animais, excrementos, folhas e todo tipo de material orgânico morto se decompõem com a ação de milhões de microrganismos decompositores (bactérias, fungos, vermes e outros) disponibilizando os nutrientes que vão alimentar outras formas de vida”  No passado, o lixo gerado (restos de comida, excrementos de animais e outros materiais orgânicos): “Reintegrava-se aos ciclos naturais e servia como adubo para a agricultura”; “Mas, com a industrialização e a concentração da população nas grandes cidades, o lixo foi se tornando um problema”
  • 3.
    Lixo A sociedade modernarompeu os ciclos da natureza Extraímos mais e mais matérias-primas Fazemos crescer montanhas de lixo E como todo esse rejeito não retorna ao ciclo natural, transformando-se em novas matérias-primas, pode tornar-se uma perigosa fonte de contaminação para o meio ambiente ou de doenças.
  • 4.
    LIXO Em geral, aspessoas consideram lixo tudo aquilo que se joga fora e que não tem mais utilidade;   Mas, se olharmos com cuidado, veremos que o lixo não é uma massa indiscriminada de materiais;   E sim um composto de vários tipos de resíduos, que precisam de manejo diferenciado.
  • 5.
    Assim, pode serclassificado de várias maneiras: LIXO 1 - “Seco” ou “Úmido”  “ “Seco” Seco”: composto por materiais potencialmente recicláveis (papel, vidro, lata, plástico etc.). “Entretanto, alguns materiais não são reciclados por falta de mercado, como é o caso de vidros planos.“  “ “Úmido”: Úmido”: corresponde à parte orgânica dos resíduos, como as sobras de alimentos, cascas de frutas, restos de poda, etc. “Essa classificação é muito usada nos programas de coleta seletiva, por ser facilmente compreendida pela população.”
  • 6.
    LIXO 2 - RiscosPotenciais NBR/ABNT 10.004 (2004), os resíduos dividem-se em: • Classe I Classe I - Perigosos (inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade); • Classe II Classe II - Não perigosos. 3 - Origem dos Resíduos Sólidos Domiciliar ou doméstico, público, de serviços de saúde, industrial, agrícola, de construção civil e outros. “Essa é a forma de classificação usada nos cálculos de geração de lixo”
  • 7.
    LIXO Domiciliar Domiciliar: : são osresíduos provenientes das residências: É muito diversificado, mas contém principalmente restos de alimentos, produtos deteriorados, embalagens em geral, retalhos, jornais e revistas, papel higiênico, fraldas descartáveis, etc. Comercial Comercial: : são os resíduos originados nos diversos estabelecimentos comerciais e de serviços: Supermercados, bancos, lojas, bares, restaurantes, etc. Público Público: : são aqueles originados nos serviços de limpeza urbana: Restos de poda e produtos da varrição das áreas públicas, limpeza de praias e galerias pluviais, resíduos das feiras livres e outros.
  • 8.
    LIXO De serviços desaúde De serviços de saúde: : resíduos provenientes de hospitais, clínicas médicas ou odontológicas, laboratórios, farmácias: É potencialmente perigoso, pois pode conter materiais contaminados com agentes biológicos ou perigosos, produtos químicos e quimioterápicos, agulhas, seringas, lâminas, ampolas de vidro, brocas, etc. Industrial Industrial: são os resíduos resultantes dos processos industriais. O tipo de lixo varia de acordo com o ramo de atividade da indústria: Nessa categoria está a maior parte dos materiais considerados perigosos ou tóxicos.
  • 9.
    Agrícola Agrícola: resulta dasatividades de agricultura e pecuária: É constituído por embalagens de agrotóxicos, rações, adubos, restos de colheita, dejetos da criação de animais, etc. Entulho Entulho: restos da construção civil, reformas, demolições, solos de escavações, etc. LIXO
  • 10.
    LIXO No Brasil, ageração de lixo per capita varia de acordo com o porte populacional do município. Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) – IBGE/2010:  450g e 700g para os municípios com população inferior a 200 mil habitantes;  700g e 1.200g em municípios com população superior a 200 mil habitantes.
  • 11.
    LIXO Quanto mais lixo,mais problemas... O aumento na geração de resíduos sólidos tem várias consequências negativas: 1 - Custos cada vez mais altos para coleta e tratamento do lixo; 2 - Dificuldade para encontrar áreas disponíveis para sua disposição final; 3 - Grande desperdício de matérias-primas. Por isso, os resíduos deveriam ser integrados como matérias primas nos ciclos produtivos ou na natureza.
  • 13.
    LIXO Consequências do enormevolume de lixo gerado pelas sociedades modernas, quando o lixo é depositado em locais inadequados ou a coleta é deficitária: • Contaminação do solo, ar e água; • Proliferação de vetores transmissores de doenças; • Entupimento de redes de drenagem urbana; • Enchentes; • Degradação do ambiente e depreciação imobiliária; •Doenças.
  • 14.
  • 15.
    Como resolver oproblema do lixo? Como resolver o problema do lixo? LIXO Um caminho para a solução dos problemas relacionados com o lixo é apontado pelo Princípio dos Três Erres (3R’s) R Reduzir, R Reutilizar e R Reciclar “ “Fatores associados com estes princípios devem ser considerados, Fatores associados com estes princípios devem ser considerados, como como o ideal de prevenção e não geração de resíduos o ideal de prevenção e não geração de resíduos, somados à , somados à adoção de padrões de consumo sustentável adoção de padrões de consumo sustentável, visando poupar os , visando poupar os recursos naturais e conter o desperdício.” recursos naturais e conter o desperdício.”
  • 16.
    Lixo REDUZIR Consumir menos produtose preferir Consumir menos produtos e preferir aqueles que ofereçam menor aqueles que ofereçam menor potencial de geração de resíduos e potencial de geração de resíduos e tenham maior durabilidade tenham maior durabilidade
  • 17.
    Lixo REUTILIZAR Usar novamente asembalagens Usar novamente as embalagens Potes plásticos de sorvetes servem para guardar alimentos ou outros materiais
  • 18.
    Lixo RECICLAR Envolve a transformaçãodos materiais: fabricar um produto a partir de um material usado
  • 20.
    ATERROS SANITÁRIOS “Segundo apesquisa do IBGE, em 41,6% dos municípios brasileiros o lixo é depositado de forma inadequada, em locais sem nenhum controle ambiental ou sanitário.” Lixões ou Vazadouros Terrenos onde se acumulam enormes montanhas de lixo a céu aberto, sem nenhum critério técnico ou tratamento prévio do solo, com a simples descarga do lixo sobre o solo. “Além de degradar a paisagem e produzir mau cheiro, os lixões colocam em risco o meio ambiente e a saúde pública.”
  • 21.
     A decomposiçãodos resíduos sólidos gera principalmente metano (CH4) e dióxido de carbono (CO2); Juntamente com outros gases presentes na atmosfera, contribuindo Juntamente com outros gases presentes na atmosfera, contribuindo para o Aquecimento Global. para o Aquecimento Global. ATERROS SANITÁRIOS Técnica ambientalmente segura para dispor os resíduos: ATERRO SANITÁRIO.   Esta técnica surgiu na década de 1930 e vem se aperfeiçoando com o tempo.
  • 22.
    ATERROS SANITÁRIOS O ATERROSANITÁRIO ATERRO SANITÁRIO pode ser entendido como a disposição final de resíduos sólidos no solo; Fundamentado em princípios de engenharia e normas operacionais específicas. OBJETIVO: OBJETIVO: Confinar o lixo no menor espaço e volume possíveis, isolando-o de modo seguro para não criar danos ambientais e para a saúde pública “ “Os resíduos Os resíduos dispostos em aterros estão isolados do meio ambiente externo por dispostos em aterros estão isolados do meio ambiente externo por meio da meio da impermeabilização do solo, da cobertura das camadas de lixo e da e da drenagem de gases” ”
  • 23.
    ATERROS SANITÁRIOS É ummétodo de aterramento dos resíduos em terreno preparado para a colocação do lixo, de maneira a causar o menor impacto ambiental possível; • O solo é protegido por uma manta isolante (chamada de (chamada de geomembrana) geomembrana) ou por uma camada espessa de argila compactada, impedindo que os líquidos poluentes, lixiviados ou chorume, se infiltrem e atinjam as águas subterrâneas; • São colocados dutos captadores de gases (drenos de gases) para impedir explosões e combustões espontâneas, causadas pela decomposição da matéria orgânica; Os gases podem ser queimados Os gases podem ser queimados
  • 24.
    • É implantadoum sistema de captação do chorume, para que ele seja encaminhado a um sistema de tratamento; • As camadas de lixo são compactadas com trator de esteira, umas sobre as outras, para diminuir o volume, e são recobertas com solo diariamente, impedindo a exalação de odores e a atração de animais, como roedores e insetos; • O acesso ao local deve ser controlado com portão, guarita e cerca, para evitar a entrada de animais, de pessoas e a disposição de resíduos não autorizados. ATERROS SANITÁRIOS
  • 26.
    ATERRO CONTROLADO ATERRO CONTROLADO  Não é considerado uma forma adequada de disposição de resíduos; pois os problemas ambientais de contaminação da água, do ar e do solo não são evitados. “Não são utilizados todos os recursos de engenharia e saneamento que evitariam a contaminação do ambiente”   “ “No entanto, representa uma alternativa melhor que os lixões, e se diferenciam destes por possuírem a cobertura diária dos resíduos com solo e o controle de entrada e saída de pessoas.” ATERROS SANITÁRIOS
  • 27.
    ... material, substância,objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semissólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente viáveis em face da melhor tecnologia disponível; Lei 12.305/2010 - PNRS, regulamentada pelo Decreto 7.404/2010 Definição dos Resíduos Sólidos conforme a PNRS
  • 28.
    GESTÃO: conjunto deações voltadas para a busca de soluções para os resíduos sólidos, de forma a considerar as dimensões política, econômica, ambiental, cultural e social, com controle social e sob a premissa do desenvolvimento sustentável GERENCIAMENTO: conjunto de ações exercidas, direta ou indiretamente, nas etapas de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destinação final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, de acordo com plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos ou com plano de gerenciamento de resíduos sólidos, exigidos na forma desta Gestão e Gerenciamento conforme PNRS
  • 29.
    DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTEADEQUADA: destinação de resíduos que inclui a reutilização, a reciclagem, a compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético ou outras destinação admitidas pelos órgãos competentes do Sisnama, do SNVS e do Suasa, entre elas a disposição final, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos. DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA: distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos. Destinação Final conforme PNRS
  • 30.
    LOGÍSTICA REVERSA: instrumentode desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimento e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada. REJEITOS: resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada. Outras Diretrizes conforme PNRS
  • 31.
    RESÍDUOS INDUSTRIAIS RESÍDUOS DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E PRESTADORESDE SERVIÇOS RESÍDUOS DOMICILIARES RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE TRANSPORTES RESÍDUOS DE LIMPEZA URBANA RESÍDUOS DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE SANEAMENTO BÁSICO RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS RESÍDUOS DE MINERAÇÃO RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Resíduos de Estabelecimentos Comerciais e Prestadores de Serviços podem ser considerados Resíduos Domiciliares pelo poder público municipal, desde que sejam caracterizados como Não Perigosos. Divisão em Áreas quanto à Origem - Art. 13. - PNRS RESÍDUOS DE SIGNIFICATIVO IMPACTO AMBIENTAL (SMA038/2011)
  • 32.
    GERADOR * RESÍDUOS DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAISE PRESTADORES DE SERVIÇOS * RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE * RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE TRANSPORTES RESÍDUOS DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE SANEAMENTO BÁSICO *RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS * RESÍDUOS DE MINERAÇÃO * RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS * RESÍDUOS INDUSTRIAIS MUNICÍPIO Resíduos de Estabelecimentos Comerciais e Prestadores de Serviços (art. 13 Lei 12.305/2010) Podem ser considerados Resíduos Domiciliares , quando: - Caracterizados como não perigosos; - Composição e volume similares aos resíduos domiciliares – quantidades inferiores a 100 litros. * Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos: conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos,
  • 33.
    Estratégia de GestãoIntegrada de Resíduos Sólidos Não Ideal Ideal NÃO GERAÇÃO (1) REDUÇÃO (1) REUTILIZAÇÃO (1) RECICLAGEM TRATAMENTO FÍSICO QUÍMICO BIOLÓGICO DISPOSIÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DOS REJEITOS (1) RECUPERAÇÃO ENERGÉTICA (2) P2 P+L (1) Devem ser praticadas até os seus limites (2) P2 - Prevenção à poluição P+L – Produção mais limpa
  • 34.
    Estação de Transbordo Coleta Regular Caracterização T r a n s p o r t e Tratamento Disposição Final Ambientalmente Adequada Aterro Sanitário Incineração Sistemade Triagem Outras Alternativas R e j e i t o s Acondicionamento Coleta Seletiva Física Química Biológica OPERACIONAL TECNOLÓGICA OBS: Todos os processos devem levar em consideração a Coleta Seletiva e a Coleta Diferenciada de resíduos compostáveis Coleta Diferenciada (Compostáveis) Resíduos Domiciliares
  • 35.
    (*) Redução (*) Reutilização A c o n d i c i o n a m e n t o COLETA SELETIVA (Recicláveis) Caracterização Central de Triagem Material Reciclável Utilização como Matéria- prima em Processos Pirólise R e j e i t T o s (*)Devem ser praticadas até os seus limites (*) Não geração COLETA DIFERENCIADA (COMPOSTÁVEIS) T r a n s p o r t e T r a n s p o r t e Material Compostável Caracterizaçã o Compostagem Disposição Final Ambientalmente Adequada Aterro Sanitário Procedimentos para Não Geração, Redução, Reutilização e Reciclagem de Resíduos Sólidos
  • 36.
  • 37.
    Triturador Resíduos de poda ecapina Área de Triagem Troncos Pequenos galhos e folhas Motosserra COMPOSTAGEM (Bioprocesso) Composto Utilização Rejeitos Disposição Final Ambientalmente Adequada Aterro Sanitário Recuperação Energética (queima de lenha) Resíduos de Limpeza Urbana – Poda e Capina
  • 38.
    Plano Integrado deGerenciamento de RCC Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Planos de Gerenciamento de RCC Plano Municipal de Gestão de RCC Grandes geradores (geração > 1 ou 2m³ por dia) Pequenos Geradores (geração ≤ 1 ou 2 m³ por dia) Orientações para o exercício das responsabilidades dos geradores Procedimento para manejo e destinação ambientalmente adequada dos resíduos Ecopontos Provar a destinação final ambientalmente adequada Destinação ambientalmente adequada dos RCC e disposição final dos rejeitos Obs.: Estratégia de gestão elaborada de acordo com a Resolução CONAMA nº 307/2002 e Resolução CONAMA nº 448/2012 Gestão Integrada de RCC (Resíduos da Construção Civil)
  • 39.
    Tratamento Utilização como matéria primaem processos Armazenamento Estocagem Acondicionamento Geração de resíduos Coleta Transporte Interno Sucatas Cargas perigosas Reciclagem Bolsa de Resíduos Remediação e Bioremediação Secagem e Desidratação de lodo Neutralização Incineração/ Co-processamento Flotação Osmose Reversa Troca Iônica Eletrodiálise Adsorção STRS – Sistema de Tratamento de Resíduos sólidos Aterro Industrial (Classe I) Co-disposição Encapsulamento, Solidificação, Estabilização Tecnologia Plasma Transporte Externo P2 P+L Não geração 3 R’s Disposição Final Ambientalmente Adequada de Rejeitos Resíduos Industriais
  • 40.
    Municípios Plano Integrado deGerenciamento de RSS Plano Integrado de Gerenciamento de RSS Geradores Orientações para o exercício das responsabilidades dos geradores (ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos: geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final) Destinação Ambientalmente Adequada Destinação Ambientalmente Adequada Obs.: Estratégia de gestão elaborada de acordo com a Resolução CONAMA nº 358/2005 e RDC ANVISA nº Disposição Ambientalmente Adequada Disposição Ambientalmente Adequada Programas e ações de educação ambiental que promovam a não geração, redução, reutilização e reciclagem dos RSS Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde - PGRSS Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde - PGRSS COLETA / TRANSPORTE COLETA / TRANSPORTE Grupo A Grupo A Grupo B Grupo B Grupo D Grupo D Grupo C Grupo C Grupo E Grupo E Gestão Integrada de RSS (Resíduos do Serviço de Saúde)
  • 41.
    Incineração (recuperação energética) Reciclagem Centrais de Recebimento Postosde Recebimento (Estabelecimentos Comerciais) Agricultor Transport e R e j e i t T o s Disposição Final Ambientalmente Adequada Aterro Sanitário Estratégia de Gestão de Embalagens Vazias de Agrotóxicos
  • 42.
    REFERÊNCIAS https://www.vgresiduos.com.br/blog/propriedades-de-periculosidade-do-residuo/ http://meuresiduo.com/categoria-1/o-que-sao-residuos-perigosos http://www.teraambiental.com.br/blog-da-tera-ambiental/entenda-melhor-o-processo-de-classificacao-de- residuos http://info.opersan.com.br/res%C3%ADduos-classe-i-ou-res%C3%ADduos-classe-ii-qual-%C3%A9-a-diferen% C3%A7a http://www.mma.gov.br/estruturas/secex_consumo/_arquivos/8%20-%20mcs_lixo.pdf https://www.portalsaofrancisco.com.br/meio-ambiente/aterro-sanitario http://www.prohomeimoveis.com.br/prohome-ambiental/cartilha-reciclagem-de-lixo/Reciclagem https://www12.senado.leg.br/emdiscussao/edicoes/residuos-solidos/mundo-rumo-a-4-bilhoes-de- toneladas-por-ano/como-alguns-paises-tratam-seus-residuos http://biolub.com.br/blog/ensaios-em-lubrificantes-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-ponto-de-fulgor- e-ponto-de-combustao/ http://www.suape.pe.gov.br/images/publicacoes/normas/ABNT_NBR_n_10004_2004.pdf