O documento discute as crises periódicas do capitalismo e seu impacto no desenvolvimento econômico brasileiro. Apresenta como a tendência à queda na taxa de lucro leva a superprodução e crises, que são compensadas por mecanismos como baixos salários e expansão para outros mercados. No Brasil, essas crises estimularam a industrialização e a substituição de importações. Grandes planos como o Plano de Metas e o Milagre Econômico impulsionaram o crescimento, mas também trouxeram problemas de concentração de renda