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O poema descreve a fruta como algo que transborda o que cabe nela, plantando o que vaza e expandindo o que encurta. A fruta também encanta o que a assusta, exalta surpresas, entoa cantigas e volta o que parte. Ela ainda faz com que o que se sabe se esqueça, adora o que se quer e mexe o que aquieta.




