MOSTRA FILATÉLICA
    Alusiva ao
   BOMBEIRO




                                              Catálogo


VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO 24 a 30 de Novembro de 2012

  Sede da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários
             Rua Dr. Francisco Sá Carneiro, S/N
 ORGANIZAÇÃO

Secção de Coleccionismo da Associação Humanitária dos Bombeiros
Voluntários de Vila Real de Santo António


    APOIOS E AGRADECIMENTOS
´
Federação Portuguesa de Filatelia
Correios de Portugal, E.P.
Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de
    Vila Real de Santo António


    O CARIMBO COMEMORATIVO


                      MOSTRA FILATÉLICA Alusiva ao Bombeiro
                      Posto de Correio: 2012-11-24 (14H30/17H00)
                      Quartel dos Bombeiros Voluntários
                      Rua Francisco Sá Carneiro, S/N
                      8900-307 VILA REAL DE SANTO ANTONIO



    O LOCAL E O HORÁRIO

  A exposição estará patente no Sede dos Bombeiros Voluntários de Vila
        Real de Santo António de 24 a 30 de Novembro de 2012

                A Exposição pode ser visitada diariamente
                    das 10 às 12 e das 14 às 18 horas


Capa: Postal Máximo
      Selo: Etiqueta de Impressão de Franquia Automática (Afinsa 44);
      Carimbo: Carimbo Comemorativo Algarpex 2011 – Evocação ao
                bombeiro, Vila Real de Santo António, 17/12/2011;
      Postal: Painel de Azulejos existente no Quartel de Bombeiros de Vila
                Real de Santo António, Edição da Secção de
                Coleccionismo dos Bombeiros.
Uma saudação

       Uma vez mais, a Secção de Coleccionismo da Associação
Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António,
apresenta-se à população com mais uma exposição, desta feita elegendo o
bombeiro como centro das atenções.
       O plano exposicional da Secção, tem seguido, nos últimos anos um
critério que quer manter – uma das exposições dedicadas à cidade e outra à
causa dos Bombeiros. Quer ainda apresentar-se com outras manifestações
nos mais diversos locais dentro dos concelhos onde exerce a sua actividade.
       Logo no início do próximo ano, vamos manter uma exposição de
dois em dois meses, preferencialmente em locais de muita visibilidade,
variando com colecções atractivas e apelando aos visitantes que se juntem à
nossa causa.
       Do leque de colecções que agora apresentamos, algumas são
expostas pela primeira vez em Vila Real de Santo António, outras, embora
já apresentadas, foram melhoradas na sua apresentação. Convidámos
alguns filatelistas a apresentar as suas colecções de “bombeiros”, que aqui
as trouxeram, respondendo assim ao nosso apelo.
       Em Vila Real de Santo António, a filatelia está viva, cimentando-se
de ano para ano como um dos pólos mais activos em Portugal, assim haja
vontade para continuar…


                                                     A Direcção da Secção
O Ford-Willys
dos
Bombeiros de Vila Real de Santo António

       Quando um ambicioso e bem sucedido homem de negócios que
iniciou a sua vida como vendedor de bicicletas e automóveis de várias
marcas chamado John North Willys (ver fotografia), depois da crise
financeira de 1907 ocorrida nos Estados Unidos, adquiriu o controlo
accionista de uma empresa – a Overland Co, mal sabia que iria ter nas
mãos um dos mais bem sucedidos jeeps que a história haveria de conhecer.
       Mas vamos aos factos.
       Na cidade americana de Terre Houte, no estado de Indiana, foi
                   fundada em 1902 a Standard Wheel Company cujo
                   objecto foi a construção de automóveis de um e de dois
                   cilindros. Devido ao franco crescimento, não só da
                   empresa como também da procura de automóveis a
                   deslocalizaram a empresa para a capital do estado,
                   Indianápolis três anos depois, aumentando as suas
                   instalações e mudando mesmo de nome para Overland
                   Company.
       A empresa veio a ressentir-se com o pânico financeiro de 1907,
acabando por ser controlada por John Willys que passou a ser o accionista
maioritário da empresa, que lhe deu uma nova dinâmica e alterando até o
nome da empresa, rebaptizando-a de Willys- Overlend Co.
       As perspectivas foram as maiores, principalmente com a motivação
da construção de um novo carro, um carro pequeno com um motor de
quatro cilindros que lançou no mercado com um preço inferior a 1000
dólares, que vendeu, só no primeiro ano 80 mil exemplares. Lançou-se
ainda na construção de carros de luxo.
       Durante os anos que se lhe seguiram, e sempre apostando nas novas
tecnologias, foi criando novos modelos, ou sozinho ou em co-produção, até
que a famosa crise americana de 1929 o afectou grandemente,
concentrando, a partir de 1933 na construção de um único modelo, o
modelo 77, com o mais baixo preço até então na história da construção de
automóveis, 445 dólares, garantindo assim a sobrevivência da empresa até
à Segunda Grande Guerra.
      Em 1940 a Willys ganhou o concurso para a construção, em
colaboração com a Ford de um jeep destinado ao exército dos Estados
Unidos, e foi criado o Ford-Willys. O nome do modelo, general-purpose,
veio a ser mais conhecido unicamente pelas iniciais gp (em inglês jipi),
ficando mundialmente conhecido por jeep.
      Chegamos assim ao modelo do nosso carro.
      Estes jeeps, principalmente pelo trabalho desenvolvido para o
exército norte-americano, nos mais diversos teatros de guerra, deram-lhe
fama e cotaram-no como um dos automóveis mais eficazes nos mais
diversos tipos de terreno, a tal ponto que começou a ser construído noutros
países da América Latina e até na Europa.
      Surgiram outras versões e em 1944 surgiram as versões mais
voltadas para o mercado civil, com um habitáculo maior e mais confortável,
com uma ligação muito directa com a agricultura.
      A Willys continuou a sua produção depois da Guerra e depois de
uma primeira série de aquisições de novas empresas, veio a ser adquirida
em 1953 pela Kaiser, tendo adoptado o nome de Willys Motor Company.
      Os Jeeps Willys continuam a ser fabricados até 1963, continuando,
no entanto e em menor escala e por pouco tempo a ser montados noutros
países.
      Em 1963 a firma passou a designar-se por Kaiser-Jeep, porém o
declínio continuou, vindo, em 1970 a ser adquirida pela American Motors
Corporation.
      O grande boom pelo qual a indústria automobilística passava levava
a constantes alianças com outras marcas e não é de estranhar a sua ligação
à Renault de 1979 a 1987, data em que foi adquirida pela Chrysler
Corporation.
      Em 1975, a Chrysler Corporation ressuscitou o nome Willys, mas
unicamente para a fabricação de peças sobressalentes.




      Muitos modelos da Willys proliferam em algumas Corporações de
Bombeiros em Portugal, hoje quase e unicamente como peças de museu, a
maior parte deles alterados para a causa de combate a incêndios ou até para
serviços mais ligeiros. São viaturas elegantes e nas quais as Corporações
têm orgulho em os manter já que fazem parte da história das suas unidades,
reservando-lhes, a maior parte das vezes lugares de destaque nas suas
unidades.
      O modelo que ilustra o Selo Personalizado e o Carimbo
Comemorativo é pertença da Associação Humanitária dos Bombeiros
Voluntários de Vila Real de Santo António desde o ano de 1967, tendo
entrado ao serviço logo no ano seguinte e permanecendo no activo durante
37 anos e, ainda hoje está em plenas condições de funcionamento. Foi-lhe
copulada na parte frontal um guincho ligado ao motor da viatura, com
funções variadas. Enquanto esteve ao serviço tinha uma capota amovível.
      Nela, está uma pequena placa com a inscrição “António Manuel
Sanches Horta Correia 15/1/968”, identificando-se assim aquele que foi o
seu “padrinho”.
      Foi recuperada para peça de Museu no ano de 2008, sendo ainda hoje
considerada com orgulho entre os bombeiros de Vila Real de Santo
António. Quem com ela trabalhou recorda-a com saudade.




      Segundo dados que nos transmitiram, mas que não podemos
comprovar, a viatura serviu o Exército Português nas campanhas de África,
mais concretamente na então Província Ultramarina de Angola tendo,
depois de abatida do espólio militar e entregue à Associação, que a
reconverteu e transformou para viatura de comando.
      Numa das exposições organizada ela Secção dos Bombeiros de Vila
Real de Santo António, e que esteve patente de 13 a 31 de Maio de 2010 no
Centro Cultural António Aleixo, considerado a sala de visitas da cidade, os
Vilearealenses puderam vê-la apreciá-la, sendo considerada mesmo uma
das atracções dessa exposição. Actualmente está em exposição em lugar de
destaque, no rés-do-chão do corpo central do Quartel dos Bombeiros junto
à Secretaria.

Características da Viatura:

Considerada uma viatura de Museu da Associação à qual esteve em serviço
do Comando da Instituição.
    Marca: Ford Willys
    Modelo: Universal jeep Q45D 2.57
    Matrícula: GI-52-66
    Fabricação: 1966
    Data de aquisição: 1967
    Data de entrada em serviço: 1968
    Cilindrada: 2467 cm3
    Combustível: Gasóleo
    Data de Abatido ao Activo: 2004
    Quilometragem à data de abatido: 527.024 (Milhas)
    Nomenclaturas usadas: 936 AC-01 e 393 TPL-04


                                                   Francisco Matoso Galveias
Colecções expostas
                   (temática Bombeiros)

 Secção de Coleccionismo da Associação Humanitária dos Bombeiros
  Voluntários de Vila Real de Santo António:
     1. Manifestações filatélicas organizadas pela Secção.     3Q
     2. Postais dos Bombeiros de Vila Real de Santo António. 1Q
     3. Autocolantes de Bombeiros.                             1Q
 Albano Parra Santos:
     4. Bombeiros – Maximafilia.                               2Q
     5. Bombeiros – Sobrescritos.                              2Q
     6. Bombeiros – Filatelia.                                 1Q
     7. Pins de Bombeiros.                                 (painel)
 Américo Rebelo:
     8. Os Bombeiros na Filatelia Portuguesa.                  1Q
 Francisco de Oliveira Matoso Galveias:
     9. Homenagem ao Bombeiro.                                 5Q
     10.Cartografia – O Bombeiro.                              1Q
     11.Maximafilia – O Bombeiro.                              1Q
 José Geada Sousa:
     12.Os Bombeiros na Filatelia.                             5Q
 Sandra Maria Cabral Santos:
     13. Bombeiros/Protecção Civil/Socorros a Náufragos (Pacotes de
Açúcar).                                                       1Q
                      (outras temáticas)

 Albano Parra Santos:
     14. Natal no Mundo.                                     4Q
 Francisco Matoso Galveias:
     15. Animais em vias de Extinção.                        5Q
 Sandra Maria Cabral Santos:
     16. Pinturas Infantis.                                  2Q
 Sílvia Assunção Dores Costa Bento:
     17. Dedais de porcelana.                           (vitrina)
                (Documentos para consulta)

 “a Filatelia” Revista oficial da Secção Filatélica da Associação
  Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sintra.
 Catálogos de Diversas exposições filatélicas de Bombeiros
 Noticiários Filatélicos de carimbos de Bombeiros.

Mostra filatelica bombeiros

  • 1.
    MOSTRA FILATÉLICA Alusiva ao BOMBEIRO Catálogo VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO 24 a 30 de Novembro de 2012 Sede da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Rua Dr. Francisco Sá Carneiro, S/N
  • 2.
     ORGANIZAÇÃO Secção deColeccionismo da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António  APOIOS E AGRADECIMENTOS ´ Federação Portuguesa de Filatelia Correios de Portugal, E.P. Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António  O CARIMBO COMEMORATIVO MOSTRA FILATÉLICA Alusiva ao Bombeiro Posto de Correio: 2012-11-24 (14H30/17H00) Quartel dos Bombeiros Voluntários Rua Francisco Sá Carneiro, S/N 8900-307 VILA REAL DE SANTO ANTONIO  O LOCAL E O HORÁRIO A exposição estará patente no Sede dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António de 24 a 30 de Novembro de 2012 A Exposição pode ser visitada diariamente das 10 às 12 e das 14 às 18 horas Capa: Postal Máximo Selo: Etiqueta de Impressão de Franquia Automática (Afinsa 44); Carimbo: Carimbo Comemorativo Algarpex 2011 – Evocação ao bombeiro, Vila Real de Santo António, 17/12/2011; Postal: Painel de Azulejos existente no Quartel de Bombeiros de Vila Real de Santo António, Edição da Secção de Coleccionismo dos Bombeiros.
  • 3.
    Uma saudação Uma vez mais, a Secção de Coleccionismo da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António, apresenta-se à população com mais uma exposição, desta feita elegendo o bombeiro como centro das atenções. O plano exposicional da Secção, tem seguido, nos últimos anos um critério que quer manter – uma das exposições dedicadas à cidade e outra à causa dos Bombeiros. Quer ainda apresentar-se com outras manifestações nos mais diversos locais dentro dos concelhos onde exerce a sua actividade. Logo no início do próximo ano, vamos manter uma exposição de dois em dois meses, preferencialmente em locais de muita visibilidade, variando com colecções atractivas e apelando aos visitantes que se juntem à nossa causa. Do leque de colecções que agora apresentamos, algumas são expostas pela primeira vez em Vila Real de Santo António, outras, embora já apresentadas, foram melhoradas na sua apresentação. Convidámos alguns filatelistas a apresentar as suas colecções de “bombeiros”, que aqui as trouxeram, respondendo assim ao nosso apelo. Em Vila Real de Santo António, a filatelia está viva, cimentando-se de ano para ano como um dos pólos mais activos em Portugal, assim haja vontade para continuar… A Direcção da Secção
  • 4.
    O Ford-Willys dos Bombeiros deVila Real de Santo António Quando um ambicioso e bem sucedido homem de negócios que iniciou a sua vida como vendedor de bicicletas e automóveis de várias marcas chamado John North Willys (ver fotografia), depois da crise financeira de 1907 ocorrida nos Estados Unidos, adquiriu o controlo accionista de uma empresa – a Overland Co, mal sabia que iria ter nas mãos um dos mais bem sucedidos jeeps que a história haveria de conhecer. Mas vamos aos factos. Na cidade americana de Terre Houte, no estado de Indiana, foi fundada em 1902 a Standard Wheel Company cujo objecto foi a construção de automóveis de um e de dois cilindros. Devido ao franco crescimento, não só da empresa como também da procura de automóveis a deslocalizaram a empresa para a capital do estado, Indianápolis três anos depois, aumentando as suas instalações e mudando mesmo de nome para Overland Company. A empresa veio a ressentir-se com o pânico financeiro de 1907, acabando por ser controlada por John Willys que passou a ser o accionista maioritário da empresa, que lhe deu uma nova dinâmica e alterando até o nome da empresa, rebaptizando-a de Willys- Overlend Co. As perspectivas foram as maiores, principalmente com a motivação da construção de um novo carro, um carro pequeno com um motor de quatro cilindros que lançou no mercado com um preço inferior a 1000 dólares, que vendeu, só no primeiro ano 80 mil exemplares. Lançou-se ainda na construção de carros de luxo. Durante os anos que se lhe seguiram, e sempre apostando nas novas tecnologias, foi criando novos modelos, ou sozinho ou em co-produção, até que a famosa crise americana de 1929 o afectou grandemente, concentrando, a partir de 1933 na construção de um único modelo, o modelo 77, com o mais baixo preço até então na história da construção de
  • 5.
    automóveis, 445 dólares,garantindo assim a sobrevivência da empresa até à Segunda Grande Guerra. Em 1940 a Willys ganhou o concurso para a construção, em colaboração com a Ford de um jeep destinado ao exército dos Estados Unidos, e foi criado o Ford-Willys. O nome do modelo, general-purpose, veio a ser mais conhecido unicamente pelas iniciais gp (em inglês jipi), ficando mundialmente conhecido por jeep. Chegamos assim ao modelo do nosso carro. Estes jeeps, principalmente pelo trabalho desenvolvido para o exército norte-americano, nos mais diversos teatros de guerra, deram-lhe fama e cotaram-no como um dos automóveis mais eficazes nos mais diversos tipos de terreno, a tal ponto que começou a ser construído noutros países da América Latina e até na Europa. Surgiram outras versões e em 1944 surgiram as versões mais voltadas para o mercado civil, com um habitáculo maior e mais confortável, com uma ligação muito directa com a agricultura. A Willys continuou a sua produção depois da Guerra e depois de uma primeira série de aquisições de novas empresas, veio a ser adquirida em 1953 pela Kaiser, tendo adoptado o nome de Willys Motor Company. Os Jeeps Willys continuam a ser fabricados até 1963, continuando, no entanto e em menor escala e por pouco tempo a ser montados noutros países. Em 1963 a firma passou a designar-se por Kaiser-Jeep, porém o declínio continuou, vindo, em 1970 a ser adquirida pela American Motors Corporation. O grande boom pelo qual a indústria automobilística passava levava a constantes alianças com outras marcas e não é de estranhar a sua ligação à Renault de 1979 a 1987, data em que foi adquirida pela Chrysler Corporation. Em 1975, a Chrysler Corporation ressuscitou o nome Willys, mas unicamente para a fabricação de peças sobressalentes. Muitos modelos da Willys proliferam em algumas Corporações de Bombeiros em Portugal, hoje quase e unicamente como peças de museu, a maior parte deles alterados para a causa de combate a incêndios ou até para
  • 6.
    serviços mais ligeiros.São viaturas elegantes e nas quais as Corporações têm orgulho em os manter já que fazem parte da história das suas unidades, reservando-lhes, a maior parte das vezes lugares de destaque nas suas unidades. O modelo que ilustra o Selo Personalizado e o Carimbo Comemorativo é pertença da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António desde o ano de 1967, tendo entrado ao serviço logo no ano seguinte e permanecendo no activo durante 37 anos e, ainda hoje está em plenas condições de funcionamento. Foi-lhe copulada na parte frontal um guincho ligado ao motor da viatura, com funções variadas. Enquanto esteve ao serviço tinha uma capota amovível. Nela, está uma pequena placa com a inscrição “António Manuel Sanches Horta Correia 15/1/968”, identificando-se assim aquele que foi o seu “padrinho”. Foi recuperada para peça de Museu no ano de 2008, sendo ainda hoje considerada com orgulho entre os bombeiros de Vila Real de Santo António. Quem com ela trabalhou recorda-a com saudade. Segundo dados que nos transmitiram, mas que não podemos comprovar, a viatura serviu o Exército Português nas campanhas de África, mais concretamente na então Província Ultramarina de Angola tendo, depois de abatida do espólio militar e entregue à Associação, que a reconverteu e transformou para viatura de comando. Numa das exposições organizada ela Secção dos Bombeiros de Vila Real de Santo António, e que esteve patente de 13 a 31 de Maio de 2010 no
  • 7.
    Centro Cultural AntónioAleixo, considerado a sala de visitas da cidade, os Vilearealenses puderam vê-la apreciá-la, sendo considerada mesmo uma das atracções dessa exposição. Actualmente está em exposição em lugar de destaque, no rés-do-chão do corpo central do Quartel dos Bombeiros junto à Secretaria. Características da Viatura: Considerada uma viatura de Museu da Associação à qual esteve em serviço do Comando da Instituição.  Marca: Ford Willys  Modelo: Universal jeep Q45D 2.57  Matrícula: GI-52-66  Fabricação: 1966  Data de aquisição: 1967  Data de entrada em serviço: 1968  Cilindrada: 2467 cm3  Combustível: Gasóleo  Data de Abatido ao Activo: 2004  Quilometragem à data de abatido: 527.024 (Milhas)  Nomenclaturas usadas: 936 AC-01 e 393 TPL-04 Francisco Matoso Galveias
  • 8.
    Colecções expostas (temática Bombeiros)  Secção de Coleccionismo da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António: 1. Manifestações filatélicas organizadas pela Secção. 3Q 2. Postais dos Bombeiros de Vila Real de Santo António. 1Q 3. Autocolantes de Bombeiros. 1Q  Albano Parra Santos: 4. Bombeiros – Maximafilia. 2Q 5. Bombeiros – Sobrescritos. 2Q 6. Bombeiros – Filatelia. 1Q 7. Pins de Bombeiros. (painel)  Américo Rebelo: 8. Os Bombeiros na Filatelia Portuguesa. 1Q  Francisco de Oliveira Matoso Galveias: 9. Homenagem ao Bombeiro. 5Q 10.Cartografia – O Bombeiro. 1Q 11.Maximafilia – O Bombeiro. 1Q  José Geada Sousa: 12.Os Bombeiros na Filatelia. 5Q  Sandra Maria Cabral Santos: 13. Bombeiros/Protecção Civil/Socorros a Náufragos (Pacotes de Açúcar). 1Q (outras temáticas)  Albano Parra Santos: 14. Natal no Mundo. 4Q  Francisco Matoso Galveias: 15. Animais em vias de Extinção. 5Q  Sandra Maria Cabral Santos: 16. Pinturas Infantis. 2Q  Sílvia Assunção Dores Costa Bento: 17. Dedais de porcelana. (vitrina) (Documentos para consulta)  “a Filatelia” Revista oficial da Secção Filatélica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sintra.  Catálogos de Diversas exposições filatélicas de Bombeiros  Noticiários Filatélicos de carimbos de Bombeiros.