Mashups - SOA

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Mashups - SOA

  1. 1. MASHUPS Angélica Garcia Braz Diego Cassio Rodrigues Flávia Pessôa Cortez
  2. 2. INTRODUÇÃO <ul><li>Mashup é um novo gênero da segunda geração de aplicações Web, a Web 2.0. </li></ul><ul><li>É uma nova espécie de integração de dados que vem ganhando popularidade, graças à participação dos utilizadores e do modo como dados de outras fontes são utilizados. </li></ul><ul><li>O site de mashup é caracterizado pela forma em que espalha as suas raízes por toda a Web, utilizando-se de conteúdos e funcionalidades recolhidas de fontes de dados que se encontram fora das suas fronteiras organizacionais. </li></ul>
  3. 3. ARQUITETURA DE UM MASHUP <ul><li>Arquitetura composta por três participantes: </li></ul><ul><ul><li>Fornecedores de API/conteúdo: são as fontes dos conteúdos que são utilizados, no caso do exemplo anterior, são a Google e o Departamento de Polícia de Chicago. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Para facilitar, alguns fornecedores expõem o conteúdo utilizando protocolos Web como REST, Web Services e RSS/Atom. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mas grande parte das fontes de dados potencialmente interessantes para serem compartilhados não revelam suas APIs. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Nesse caso, é necessário utilizar a técnica de Leitura de Ecrã, o processo pelo qual uma ferramenta tenta extrair informação do fornecedor de conteúdos tentando ler as suas páginas Web. </li></ul></ul></ul>
  4. 4. ARQUITETURA DE UM MASHUP <ul><ul><li>O site de mashup: local onde a lógica do mashup é alojada, mas não necessariamente onde ela é executada. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mashups podem ser implementadas de forma similar às aplicações Web tradicionais utilizando tecnologias de criação de conteúdos dinâmicas no servidor. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O conteúdo misturado pode ser criado diretamente no browser do cliente através de scripts ou applets. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Combinação de código diretamente incluído na página Web de mashup e da programação de bibliotecas ou applets de APIs (fornecidas pelos fornecedores de conteúdos) referenciadas por essas páginas Web. </li></ul></ul></ul>
  5. 5. ARQUITETURA DE UM MASHUP <ul><li>Os benefícios de mashing no cliente incluem menos carga no servidor de mashup (os dados podem ser obtidos diretamente a partir do fornecedor de conteúdos) e uma experiência de utilizador mais transparente (as páginas podem pedir autorizações para partes do seu conteúdo sem terem que refrescar toda a página). </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><ul><li>O browser Web do cliente: É aqui onde a aplicação é criada graficamente e a interação dos utilizadores tem lugar. </li></ul></ul>
  6. 6. TECNOLOGIAS E PADRÕES QUE SUPORTAM MASHUPS <ul><li>Analisando a arquitetura proposta, ao utilizar os antigos contadores de acesso, de certa forma já estava criando mashup applications. </li></ul><ul><li>Dessa forma, os mashups podem ser considerados a evolução de paradigmas anteriores, mas agora é possível agregar conteúdo mais dinâmico e apresenta-los de foram distinta, combinando com outras informações. </li></ul><ul><li>Tecnologias e padrões que suportam o conceito de mashups: </li></ul>
  7. 7. TECNOLOGIAS E PADRÕES QUE SUPORTAM MASHUPS <ul><ul><li>Os fornecedores de conteúdo publicam serviços ou APIs para que aplicações de outros sites obtenham informações, para tanto, é preciso que essas APIs funcionem de acordo com a arquitetura REST. </li></ul></ul><ul><ul><li>REST é um estilo de arquitetura para sistemas distribuídos de hipermídia, que define um conjunto de propriedades com ênfase na escalabilidade, uso de interfaces genéricas, implantação de componentes independentes, além do uso de componentes intermediários para reduzir latência, prover segurança e encapsular sistemas legados. </li></ul></ul><ul><ul><li>Tecnologias mais recentes que permitem a disseminação dos mashups: Web feeds, Ajax, Web Services (SOAP), Screen Scrapping e Web semântica (RDF). </li></ul></ul>
  8. 8. CLASSIFICAÇÃO DOS MASHUPS <ul><li>É arriscado propor uma classificação de mashups já que a internet é bastante dinâmica, mas como existem algumas propostas de classificação, serão apresentadas. </li></ul><ul><li>No artigo da Wikipedia em inglês, os mashups são classificados, conforme a sua destinação, como consumer mashups, data mashups e enterprise mashups. </li></ul><ul><li>David Linthicum, por sua vez, classifica-os em dois tipos: centrados em apresentação e centrados em dados. </li></ul>
  9. 9. CLASSIFICAÇÃO DOS MASHUPS <ul><li>Já Duane Merrill, propõe uma classificação baseada no tipo de aplicação em que um mashup é utilizado. Assim, eles podem ser classificados em mashups de mapas (mapping mashups), de vídeo e fotos, de busca e compras, e de notícias. </li></ul><ul><li>Sendo assim, faz sentido classificar os mashups em mais de uma dimensão: conforme a origem e composição das informações; conforme o público-alvo; conforme seu objetivo ou utilização. </li></ul>
  10. 10. EXEMPLOS DE APLICAÇÕES WikiCrimes.org
  11. 11. EXEMPLOS DE APLICAÇÕES WikiCrimes.org
  12. 12. EXEMPLOS DE APLICAÇÕES CriticarBH
  13. 13. EXEMPLOS DE APLICAÇÕES CriticarBH
  14. 14. <ul><li>DÚVIDAS? </li></ul>

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