Lâminas missões

241 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
241
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
39
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Lâminas missões

  1. 1. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 MAIS UM PONTO DE INTERFACE, NOVAMENTE NÃO COM O ARROIO RI- BEIRO, MAS, SIM A LAGUNA DOS PATOS. ESTES BARCOS PARECEM EM USO, ATÉ MESMO PARA ATIVIDADES COMERCIAIS. A CIDADE PARECE ESQUECER-SE DE SUAS ÁGUAS, USANDO DE MANEIRA MAIS OBJETIVA E ESQUECENDO DE LIGAR O SEU DIA A DIA COM A BELEZA NATURAL QUE ESTÁ ALI TODO O TEMPO. BARCOS
  2. 2. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 ESTA IMAGEM MOSTRA UM PONTO DE INTERFACE ENTRE O CORPO HÍDRICO E A CIDADE E SE DA NESTE ESPAÇO VERDE E ACOLHEDOR ENTRE DUAS CONSTRUÇÕES: UMA RESIDÊNCIA E UM GALPÃO DE FÁBRICA. ESTE BARCO ESTA À BEIRA COMO SE ESPERASSE SER USA- DO LOGO, MAS SUA APARÊNCIA ENTREGA QUE PROVAVELMENTE ESTÁ PARADO HÁ ALGUM TEMPO. BARCOS
  3. 3. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 AQUI TEMOS UMA BELA POSSIBILIDADE DE UMA NOVA PONTE, NÃO UMA PARA ATRAVESSAR A ÁGUA, MAS UMA ENTRE ESTA E AS PES- SOAS. ESTE LOCAL PODERIA PROPICIAR UM ESPAÇO PÚBLICO DE QUALIDADE, PORÉM ATUALMENTE SÓ SERVE PARA SE JOGAR O LIXO E OS RESÍDUOS. PONTES
  4. 4. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 ESTA PONTE FICA SOBRE UM MAR, NÃO DE ÁGUA, MAS DE SUJEIRA. COMO SE, POR CAUSA DA ELEVAÇÃO DA PASSAGEM EM RELAÇÃO AO SOLO, NÃO SE PUDESSE VER O QUE ALI ACONTECE. PONTES
  5. 5. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 ESTE É O CARÁTER DAS CASAS MAIS PRÓXIMAS DAS ÁREAS DE EN- CONTRO COM O ARROIO RIBEIRO, AINDA NA REGIÃO MAIS CENTRAL DA CIDADE. É UMA APARÊNCIA DE QUE A CIDADE TEM UM FIM: A PAVI- MENTAÇÃO TERMINA, JUNTAMENTE COM OS CUIDADOS GERAIS, NÃO SÓ DA PREFEITURA, MAS TAMBÉM DA POPULAÇÃO. PONTES
  6. 6. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 PONTE QUE UNE DUAS PARTES DA CIDADE MUITO DIFERENTES. COMO RESSALTADO PELO PROFESSOR, A ALTURA MÁXIMA PERMITIDA PARA PERCORRER A PONTE NÃO É SOMENTE UMA MEDIDA DE PRECAUÇÃO EM RELAÇÃO À ESTRUTURA DA PONTE, MAS, TAMBÉM, UMA MANEI- RA DE CONTROLAR O PORTE DE VEÍCULOS QUE TRANSITA POR ESTA REGIÃO, MANTENDO O CARÁTER QUE SE QUER MANTER, SEJA QUAL ELE FOR. PONTES
  7. 7. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 LOCAL DE CENTRALIDADE POLÍTICA, EXECUTIVA, ADMINISTRATIVA E CÍVICA. LOCAL COM LARGO ESPAÇO PÚBLICO QUE ELEVA A IMPOR- TANTE E A CIVILIDADE DO LOCAL, JÁ ESCLARECENDO AOS VISITANTES QUE ESTE É O LOCAL ONDE SE SITUA O PODER POLÍTICO DA CIDADE, DE NOVO NÃO SENDO CENTRAL GEOGRAFICAMENTE. CENTRO
  8. 8. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 PONTO DE CENTRALIDADE DE INTERESSES, DE COMÉRCIO, DE SERVIÇOS, DE MOBILIDADE E DE ATIVIDADES. CLASSIFICADO COMO CENTRO, NÃO PELO SENTIDO GEOGRÁFICO, MAS PELA QUANTIDADE DE POLOS, POR MAIS QUE PEQUENOS, QUE ATRAEM OS MORADORES PARA ESTE LOCAL DE TODOS OS OUTROS. CENTRO
  9. 9. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 ESTE É UM PONTO DE OCUPAÇÃO IRREGULAR JUSTAMENTE NA ÁREA DE INTERFACE DO ARROIO RIBEIRO. A SITUAÇÃO NÃO É CORRETA POIS ESTA JÁ É CONSIDERADA A VÁRZEA DO ARROIO, DEMONSTRANDO QUE TALVEZ ESTAS RESIDÊNCIAS ESTEJAM EM ÁREA DE RISCO DE ALAGA- MENTO. TALVEZ ESTE NÃO VENHA NUNCA A ACONTECER. PERIFERIA
  10. 10. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 LOCAL DE PERIFERIA, AO LADO DA ESTRADA QUE DÁ ACESSO À CIDADE E TAMBÉM A ALGUNS DOS “BRAÇOS“ QUE SE CRIARAM COM ORIGEM NA ESTRADA, TENDO FINAL NO ARROIO RIBEIRO. PODE-SE PERCEBER UMA CERTA DIFERENÇA DE TRATAMENTO: POR MAIS QUE A PAVIMEN- TAÇÃO SEJA DE ÁREAS MOVIMENTADAS, COM CERTEZA ESTE MOVI- MENTO É MAIS DE PASSAGEM DO QUE DE CHEGADA OU SAÍDA. PERIFERIA
  11. 11. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 MAIS UM EXEMPLO DE PROBLEMA DE INTERFACE ENTRE A TERRA E A ÁGUA, ESTA ULTIMA SERVINDO COMO DEPÓSITO DE DEJETOS E RESÍDUOS, SENDO LARGADOS DE OLHOS FECHADOS PARA AS POS- SIBILIDADES QUE UM CUIDADO MAIOR COM ESTE TIPO DE RECURSO PODERIA PROPORCIONAR. INFRAESTRUTURA
  12. 12. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 MELHORIAS VIDAS DIRETO DE PROGRAMAS FEDERAIS PARA O MU- NICÍPIO ATRAVÉS DO PAC2.NA NOSSA PRIMEIRA JORNADA ESTA E OUT- RA MÁQUINA ESTAVAM EM FRENTE A PREFEITURA, EXPOSTAS PARA A POPULAÇÃO, AGORA JÁ ESTÃO EM CAMPO, FUNCIONANDO. INFRAESTRUTURA
  13. 13. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 INFRAESTRUTURA NADA COMO UM BELO HOSPITAL BEM NOVO, EM FUNCIONAMEN- TO, PARA DEMONSTRAR A INFRAESTRUTURA DE UMA CIDADE, PARA DEMONSTRAR O INTERESSE DO GOVERNO NO BEM ESTAR DA POPU- LAÇÃO E PARA DEMONSTRAR O BOM USO DE VERBA MUNICIPAL PARA DEVOLVER OS SALGADOS IMPOSTOS EM UMA OBRA DE CENTRO DE SAÚDE PARA TODA A POPULAÇÃO DESTA CIDADE E DAS VIZINHAS.
  14. 14. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 INFRAESTRUTURA UMA DAS MELHORES EDIFICAÇÕES QUE SE ENCONTRA NA CIDADE, MOSTRANDO QUE TALVEZ A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO ESTEJA EN- TRE AS PRIORIDADES DESTA SOCIEDADE PECULIAR. FATO QUE DEVE SER LOUVADO, MAS SEM ESQUECER QUE ESTES JOVENS ACABAM SE ENCONTRANDO SEM CONTINUAÇÃO DE ESTUDOS E ACABAM DEIXAN- DO A CIDADE.
  15. 15. FERNANDO CALVETTI E LUÍSA DORNELLES | MISSÕES JORNADA II | U3 | PROFESSOR LEANDRO ANDRADE | 2013.01 “PONTO DE CULTURA”, COMO CHAMA O MINISTÉRIO DA CULTURA. NÃO É POSSÍVEL VER MUITA ATIVIDADE, VIDA OU CULTURA NESTE PON- TO. MAIS PARECE UMA NECESSIDADE MAL SUPRIDA, COM UMA CON- STRUÇÃO PONTUAL, NADA CONVIDATIVA. BARRA VIVA PRA QUE(M)? INFRAESTRUTURA

×