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22 diferente do outro, avaliação clínica do tratamento restaurador atraumático (art) em criaças assentadas do movimento sem terra

  1. 1. FOL•FaculdadedeOdontologiadeLins/UNIMEP2 3Rev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 23-31, 2003CLINICAL EVALUATION OF THE ATRAUMATIC RESTORATIVE TREATMENT (ART) INSETTLED CHILDREN FROM THE LANDLESS MOVEMENTAVALIAÇÃO CLÍNICA DO TRATAMENTORESTAURADOR ATRAUMÁTICO (ART)EM CRIANÇAS ASSENTADAS DOMOVIMENTO SEM-TERRAOSVALDO BENONI CUNHA NUNESPAULO HUMAITÁ DE ABREUNANCY ALFIERI NUNESLILIAN PAOLA KJAER DA FONSECA MOURA REISRICARDO TADEU MOURA REISARIOVALDO ROBERTO JÚNIORRESUMOO tratamento restaurador atraumático surgiu como um meio deminimizar a progressão cariosa e tem sido utilizado em diversospaíses, entre eles o Brasil. Este trabalho se propõe a avaliar osresultados da utilização deste tipo de tratamento em um grupocarente e marginalizado quanto ao atendimento médico-odon-tológico,ou seja,crianças integrantes do grupo de assentados doMovimento Sem-Terra,da região de Promissão/SP.Foram sele-cionados 50 pacientes com idade entre 7 e 15 anos, de ambosos sexos, portadores de lesões cariosas tipo Classe I, detectadasa partir de exame clínico. As crianças receberam instruções epalestras de higiene oral, realizando-se 52 restaurações com oionômero de vidro Vitro Molar, com a técnica de TratamentoRestaurador Atraumático (ART). Depois de três meses foramreavaliados 44 pacientes e 46 das restaurações, quantificadaspor escores:29 delas (63,04%) obtiveram escores aceitáveis e 17(36,95%),não aceitáveis.Os dados demonstraram que o ART,em associação com o ionômero de vidro,é útil para atendimentossociais e para pacientes carentes.UNITERMOS: IONÔMERO DEVIDRO – ART.SUMMARYThe Atraumatic Restorative Treatment appeared as a meansof minimizing the dental caries progression and it has beenused in several countries, among them, Brazil. This workintends to evaluate the results of this treatment in a group ofpoor and marginalized people lacking medical and odonto-logical care, that is, children from the settled people from theLandless Movement, in Promissão, SP. Fifty boys and girlswere selected, with ages ranging from 7 and 15 years.Theyhad Class I caries,detected through clinical examination.Thechildren received instructions and lectures on oral hygieneand 52 restorations were accomplished with the glass iono-mer, through the technique of Atraumatic Restorative Treat-ment (ART).After 3 months,44 patients and 46 restorationswere re-evaluated and quantified by scores: 29 (63,04%) ofthem reached acceptable scores and 17 (36,95%) were notacceptable.The data showed that this technique (ART), inassociation with the glass ionomer, is useful for social servicesand for wanting patients.KEYWORDS: GLASS IONOMER – ART.Professor doutor de Dentística daFaculdade de Odontologia de Lins/UNIMEPProfessor doutor de Materiais Dentários daFaculdade de Odontologia de Lins/UNIMEPProfessora doutora de Estomatologia daFaculdade de Odontologia de Lins/UNIMEPAcadêmica da Faculdade de Odontologia de Lins/UNIMEPAcadêmico da Faculdade de Odontologia de Lins/UNIMEPAcadêmico da Faculdade de Odontologia de Lins/UNIMEP
  2. 2. UNIMEP•UniversidadeMetodistadePiracicaba2 4INTRODUÇÃOEm 1971,Wilson e Kent24foram os pri-meiros a relatar sobre o cimento de ionômerode vidro, referindo-se a ele como um novomaterial translúcido, o que representava umaevolução do cimento de silicato. A reação depresa é essencialmente do tipo ácido-básica eresulta em um sal hidratado. O cimento deionômero de vidro tem propriedades impor-tantes, como adesividade do esmalte à den-tina, por meio dos ions cálcio e fosfato comos grupos carboxílicos; liberação de flúor,4agindo no processo de remineralização e con-trole da cárie dentária; biocompatibilidade11em cavidades rasas e médias, necessitando,porém, em cavidades profundas, da colocaçãode uma camada de hidróxido de cálcio; e coe-ficiente de expansão térmica linear14seme-lhante ao da estrutura dentária.A cárie dentária15é uma doença queafeta a população de vários países. Essadoença tem apresentado um declínio nospaíses desenvolvidos, nas últimas décadas.Contudo, mesmo em países altamente indus-trializados, como o Japão e a Coréia, os índi-ces da doença ainda são muitos elevados.Apesar da existência de vários métodos efeti-vos para prevenção da cárie, ela ainda preva-lece não só em países em desenvolvimento,mas também em diversos países industrializa-dos, pois uma parcela da população não temacesso a esses métodos, não possui condiçõesfinanceiras para custeá-los ou simplesmentenão tem conhecimento dos mesmos.Em 1995, um trabalho19epidemioló-gico foi implementado na cidade de Bauru,visando avaliar a saúde bucal dos habitantese colhendo informações sobre as condiçõesbucais e os tratamentos odontológicos neces-sários, usando os critérios propostos pelaOrganização Mundial de Saúde (OMS).O levantamento foi realizado em 6.598indivíduos de 1.839 famílias, em seus pró-prios domicílios. Os resultados desse estudodemonstraram uma carência em relação àsmetas da OMS para o ano 2000, que eram:a necessidade de aumentar o número decrianças sem cárie (na faixa de cinco a seisanos de idade) de 38% para 50 % e aumen-tar o número de pessoas com dentição per-manente completa aos 18 anos de idade de51% para 85%. Ao mesmo tempo, era pre-ciso diminuir o índice CPOD de 4,8 para 3nas crianças de12 anos de idade.Com o intuito de melhorar essa situ-ação, comum não só no Brasil mas tambémem outros países em desenvolvimento ounão industrializados, Craig et al.,3em 1981,introduziram um programa de tratamentomínimo em escolares no País de Gales,visando a redução na progressão de cáriesem molares decíduos. Foi empregado trata-mento com AgF, seguido de aplicação deSnF_ e somente 35% das lesões exigiramqualquer outro tratamento em um períodocontrole de 24 meses.Em meados da década de 80, Frenckenet al.8introduziram uma técnica restaura-dora alternativa conhecida comoTratamentoRestaurador Atraumático (ART). A técnicabaseia-se simplesmente na remoção de tecidocariado por meio da utilização de instrumen-tos manuais e a restauração da cavidade comionômero de vidro quimicamente ativado.Ela foi pioneiramente empregada como partede um programa de saúde bucal comunitáriorealizado naTanzânia. Devido ao sucesso clí-nico na década de 90, os mesmos autores9passaram a desenvolver projetos coletivospara melhoria da saúde bucal com o uso datécnica ART em outros países subdesenvol-vidos, entre eles Zimbabwe e Tailândia. Oíndice de sucesso de restaurações Classe Iem dentes permanentes de escolares do Zim-babwe foi de 89,2%, enquanto o de falhasfoi de 10,3%, em dois anos. Na Tailândia,os resultados foram igualmente satisfatórios:93%, 83% e 71% em avaliações em um, doise três anos, respectivamente. Os índices nãoforam aceitáveis em cavidades compostas emdentes decíduos, com 55% de falhas em umano (Frencken et al.71994).Uma das limitações da técnica restau-radora atraumática diz respeito ao materialrestaurador. Os cimentos de ionômero devidro restauradores convencionais apresen-tam problemas de solubilidade e degradaçãodevido aos fenômenos de sinérese e embe-bição,além de propriedades mecânicas desfa-voráveis,como baixa resistência coesiva e des-gaste. Devido a essas deficiências, o uso emcavidades de Classe II freqüentemente acar-reta perda parcial ou total das restaurações.Comodesenvolvimentodecimentosionoméri-cos reforçados com componentes resinosos,houve uma considerável melhoria das pro-priedades mecânicas e adesivas desses mate-riais. Estudos laboratoriais demonstraramRev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 23-31, 2003
  3. 3. FOL•FaculdadedeOdontologiadeLins/UNIMEP2 5em dentes decíduos foram julgadas próspe-ras. A taxa de sucesso do ART na dentiçãopermanente (principalmente em cavidadesestreitas) foi de 93%, enquanto a de retençãopara selantes foi de 78%.As crianças estavamcontentes por terem recebido tratamentocom essa técnica e mostraram pouco medo.A técnica de ART é um procedimento detratamento de cáries promissor para uso emáreas rurais e suburbanas em países poucoindustrializados.Frencken et al.8avaliaram, em 1996, umprograma odontológico em escolas secun-dárias com o tratamento restaurador atrau-mático (ART). Ionômero de vidro era usadocomo material para selante, que era colocadocom a técnica de pressão digital. Resultadosapós um ano revelaram uma porcentagem desobrevivência das restaurações de uma facede 93,4%, sendo os percentuais de retençãocompleta e parcial dos selantes de 60,3% e de13,4%, respectivamente. Nenhuma cárie foiobservada em dentes restaurados. Na etapainicial do programa 0,8% das superfíciestinham começo de lesões de esmalte que, emum ano, progrediram em lesões ativas dentin-árias. As porcentagens de retenção de selantee de sobrevivência de restaurações de ARTforam influenciadas por efeito do operador.A maioria das restaurações foi realizada semanestesia local. O tempo de tratamento médiopara restaurações de uma face foi de 22,1min (a média por operador foi de 19,8-23,6min) e, para colocação do selante, de 9,4min (média por operador de 8,2-10,8 min).Foi observada sensibilidade pós-operatóriaem 6% dos dentes restaurados. A satisfaçãodos estudantes atingiu 95%. Concluiu-seque o ART pode ser a modalidade de trata-mento para restaurações inviáveis em muitaspopulações que se agrupam globalmente.No mesmo ano, Frencken et al.9obser-varam que, apesar dos esforços em longoprazo para usar equipamento dental apro-priado para tratar cáries em países menosdesenvolvidos economicamente, o procedi-mento predominante ainda era a extração.As razões para o fracasso em evitar avulsõessão determinadas nesse estudo. Apoiado emresultados de pesquisas realizadas no Pri-meiro Mundo, foi apresentado um módulode tratamento (ART) em 15 etapas paracáries dentais. A técnica foi baseada naremoção do tecido descalcificado com ins-adesividade, tanto em esmalte como em den-tina (Sá et al.221997), e resistência flexural(Mendonça et al.101997) maiores do que asapresentadas pelo cimento convencional.Nunes et al.16(2000) realizaram o mesmoexperimento em escolas estaduais da cidadede Bauru/SP, com crianças de sete a 12 anos,demonstrando efetividade quanto à metodo-logia aplicada num período de seis meses.As avaliações clínica e fotográfica revelaramque 71,8% das restaurações eram aceitáveise que o cimento ionomérico Ketac–Molarcontribuiu, com suas propriedades, para talsucesso.O presente trabalho teve por objetivoavaliar e controlar lesões cariosas tratadascom a técnica restauradora atraumática(ART) em cavidades simples (Classe I)de dentes posteriores permanentes, cujasrestaurações foram realizadas utilizando-seum cimento de ionômero de vidro, visandoapreciar o comportamento do material e obeneficio produzido ao grupo alvo da pes-quisa, visto que a técnica foi indicada inicial-mente para populações de regiões extrema-mente carentes onde a única alternativa detratamento de dentes cariados era a extração.Atualmente, também tem indicação paraatendimentos sociais, em que se enquadramos pacientes do Movimento Sem-Terra.REVISÃO DE LITERATURAFrencken et al.,7em 1994, observaramque a extração é o tratamento dentário maisusado em pessoas em áreas rurais, suburba-nas e em países menos industrializados. Paramelhorar essa situação, uma técnica de trata-mento alternativo foi desenvolvida e funda-mentada só na escavação de lesões cariosas,usando cimento de ionômero de vidro comomaterial de preenchimento ou selante. Essatécnica, conhecida como tratamento res-taurador atraumático (ART), segue o princí-pio de intervenção mínima, não requerendoequipamento elétrico. Ela demonstrou lon-gevidade de restaurações e selantes na zonarural da Tailândia. Estudos paralelos foramfeitos em duas aldeias. Numa, usou-se atécnica de ART; na outra, as restauraçõesforam preenchidas com amálgama em uni-dades dentais móveis, mantendo-se uma ter-ceira como grupo controle. Depois de umano, 79% do preenchimento de ART emsuperfície estreita e 55% em superfície amplaRev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 23-31, 2003
  4. 4. UNIMEP•UniversidadeMetodistadePiracicaba2 6trumentos manuais, restaurando-se a cavi-dade com material de preenchimento ade-sivo. As vantagens e limitações da técnica eseu uso foram discutidas, bem como o pro-grama de saúde oral em escolares no Zimba-bwe. O trabalho concluiu que a ART podeser muito usada na maior parte da populaçãomundial de hoje.Phantumvanit et al.18compararam, em1996,oTratamento RestauradorAtraumático(ART) e a técnica de amálgama convencionalno tratamento de cáries dentais. O relatóriofoi limitado aos resultados das restauraçõesde uma face na dentição permanente numperíodo de três anos. Experiência de campofoi realizada em aldeias rurais no nordeste daTailândia. As cáries dentais de 144 pessoasforam tratadas pela técnica de ART, totali-zando 241 restaurações. Em uma segundaaldeia, foram realizadas 205 restauraçõesde amálgama convencional em 138 pessoasusando equipamento dental móvel. ART erestaurações de amálgama foram executadaspor um dentista e duas enfermeiras dentais.Aavaliação clínica foi realizada após um, dois etrês anos. A longevidade das restaurações foideterminada computando a taxa de sobrevi-vência cumulativa calculada de acordo coma tabela método de vida. A taxa de sobrevi-vência das restaurações de ART (93%, 83%,71% após um, dois e três anos, respecti-vamente) foi semelhante à das restauraçõesde amálgama (98%, 94%, 85%, respectiva-mente), mas com diferenças estatísticas sig-nificativas. Essa diferença foi observada nasrestaurações de ART em crianças e adultosrealizadas pelo dentista e enfermeiras den-tais.Taxas de sobrevivência mais baixas foramdetectadas na superfície oclusal, quando com-paradas com as restaurações de outras faces.ART foi uma alternativa para a realização derestaurações de cáries dentais, especialmenteem lesões de uma face na dentição perma-nente, podendo fazer o controle de cáries den-tais em todas as pessoas, independentementede suas condições econômicas, devido à suasimplicidade e intervenção mínima.Em 1999, Mjür e Gordan12realizaramum estudo da análise crítica dos resultadosobtidos com a técnica do Tratamento Res-taurador Atraumático (ART) em fóssulas efissuras com um ionômero de vidro restau-rador. Os resultados abrangem retenção, efe-tividade de custo, sensibilidade operatória eefeito de pessoal com conhecimentos edu-cacionais diferentes envolvidos nesse trata-mento operatório alternativo. Estudos com-parativos com dentes permanentes e decíduosrestaurados com amálgama e selante de ionô-mero de vidro também foram utilizados. Cri-térios clínicos foram especialmente defini-dos para avaliar os resultados, sendo publica-dos dados de três anos, embora prazos maislongos sejam requeridos. A técnica tambémpoderia ser aplicada em pacientes com altorisco, com cáries rampantes, antes do benefi-cio máximo do tratamento ser averiguado.Nagem Filho e Domingues13estudaram,em 2000, o ionômero de vidro quanto à suaproteção de superfície, dada sua utilizaçãocomo material bastante crítico. A indicaçãoda proporção pó-líquido feita pelo fabri-cante deve ser rigorosamente obedecida ea manipulação, a inserção e a proteção domaterial precisam ser realizadas de maneiraapropriada. O experimento baseou-se nessesdados para avaliar três diferentes protetoresde superfície em restaurações de cimento deionômero de vidro: Finishing Gloss (Vitre-mer), Fortify e esmalte para unha Colo-rama.Os cimentos ionoméricos usados foramVidrion R, Chelon Fil e Vitremer. Os resul-tados indicaram que as melhores proteçõesforam obtidas quando se usou a resina fluidaFinishing Gloss e o esmalte para unha Colo-rama, não havendo diferença significativaentre eles. Já o Fortify não demonstrou sero produto de primeira escolha para proteçãosuperficial.Baia et al.1avaliaram, no mesmo ano, atécnica alternativa de tratamento para con-trole da cárie dentária (ART) quanto ao graude aceitação pelos pacientes e às alteraçõesna microbiota oral pós-tratamento. O pro-grama educativo-preventivo foi realizado emconjunto com o tratamento curativo em 30crianças de ambos os sexos, com idades dequatro a sete anos, em dentes decíduos e per-manentes, com material restaurador própriopara esse fim. Antes e depois do tratamento,foram realizadas coletas salivares para poste-rior análise laboratorial a fim de detectar asmodificações quantitativas na microbiota oralapós o tratamento. A técnica obteve 98% deaceitação por parte das crianças em funçãoda ausência de anestesia, da simplicidade e darapidez. O estudo concluiu que a promoçãoda educação oral sem a possibilidade de tratarRev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 23-31, 2003
  5. 5. FOL•FaculdadedeOdontologiadeLins/UNIMEP2 7os problemas presentes na comunidade com-promete os efeitos dessa educação. Portanto,todo programa de saúde oral deve ser preven-tivo, educativo e curativo.Rodrigues et al.21avaliaram in vitro,ainda em 2000, a liberação de flúor dealguns materiais odontológicos: Chelon Fil(CF); Vitremer (V); Vitremer para cimen-tação (VC); Dyract (D); e Enforce (E). Aanálise de flúor foi realizada utilizando-se umeletrodo específico (Orion 9.609) após um,dois, três, quatro, cinco, seis, sete, 14, 21 e 28dias. No 30.º dia, houve aplicação de flúorcom gel de NaF 2% por quatro minutos, enovas análises de liberação de flúor foramfeitas após um, dois e três dias, a fim dese avaliar a capacidade de recarregamento.Os dados foram submetidos a análise estatís-tica (ANOVA). Observou-se que o CF libe-rou significativamente mais flúor do que osoutros materiais. O VC liberou ligeiramentemais flúor queV. Os materiais D e E liberaramsignificativamente menos que os outros. Apósa aplicação do gel fluoretado, todos voltarama liberar mais flúor, principalmente no pri-meiro dia, de maneira semelhante ao períodoinicial, exceto para o material V, que liberoumais do queVC após o recarregamento.PEDRINI et al.,17em 2001, avaliarama cárie secundária como um problema desaúde pública e socioeconômico no mundo.A restauração de dentes assim compro-metidos pode criar condições favoráveis àproliferação microbiana na superfície domaterial restaurador ou na interface dente/restauração, com ambiente propício para oestabelecimento de cárie secundária. O obje-tivo deste estudo foi avaliar a capacidade deretenção de placa bacteriana em cimentos deionômero de vidro convencionais (Chelon-Fil e Vidrion R) e modificados por resina(Vitremer e Fuji II LC) e de resina com-posta híbrida (Z100), utilizada como con-trole. Nos testes de retenção de microrganis-mos, in situ, 12 voluntários utilizaram, por7 dias, placa de Hawley contendo corpos-de-prova de todos os materiais. A seguir,os corpos-de-prova foram transferidos paratubos contendo 2,0 ml de Ringer-PRAS eos microrganismos presentes em sua super-fície foram cultivados em placa com ágar-sangue e ágar Mitis Salivarius Bacitracina, osquais foram incubados, a 37ºC, em anaero-biose (90% N_, 10% CO_), por 10 e 2 dias,respectivamente. Os ionômeros modificadospor resina apresentaram menor número deestreptococos do grupo mutans do que aresina e os cimentos ionoméricos convencio-nais, enquanto os ionômeros de vidro con-vencionais apresentaram menor número deestreptococos do grupo mutans que a resina,não tendo sido essa diferença estatistica-mente significativa.Cefaly,2em 2001, comparou a resistên-cia a tração diametral e a sorção de água decimentos de ionômero de vidro modificadospor resina Fuji Plus (FP), Vitremer LutingCement (V) e ProTec Cem (PC) com as deionômeros de alta viscosidade indicados parao tratamento restaurador atraumático FujiIX (FIX) e Ketac Molar (KM). O Ketac Fil(KF) e o Ketac Cem (KC) foram usadoscomo controle. Os ionômeros modificadospor resina também foram testados em maiorproporção pó-líquido, a fim de se obter con-sistência restauradora (FPr, Vr e PCr), emcorpos de prova, nos períodos de uma hora,um dia e uma semana.As médias da resistên-cia, em MPa, em um dia foram: 11,54 paraFIX; 11,63 para KM; 9,79 para KF; 15,48para FP; 21,43 para FPr; 19,39 para PC;20,96 para PCr; 12,22 para V; 18,33 paraVr e 3,82 para KC. A sorção de água emcinco espécimes e após sete dias foi deter-minada pela seguinte fórmula: Mi-M2/v. Asmédias da sorção de água, em µg/mm_,foram: 137,66 para FIX; 100,97 para KM;120,34 para KF; 257,99 para FP; 183,33para FPr; 140,58 para PC; 126,12 para PCr;248,54 para V; 171,71 para Vr e 170,28 paraKC. O Km e FIX apresentaram resistência atração significativamente menor que os ionô-meros modificados na consistência restau-radora. Exceto pelo PCr, os cimentos deionômero de vidro modificados por resinana consistência restauradora apresentarammaior sorção de água do que os de alta vis-cosidade e o convencional.Ramos et al.,20em 2001, avaliaram a tra-jetória de utilização da técnica doTRA (Tra-tamento Restaurador Atraumático) comoalternativa para a saúde pública, com ointuito de solucionar problemas causadospela cárie dentária. A técnica revelou tersucesso em populações sem acesso à odonto-logia convencional.Figueiredo et al.,6em 2001, analisaramo contexto das restaurações atraumáticas queRev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 23-31, 2003
  6. 6. UNIMEP•UniversidadeMetodistadePiracicaba2 8foram definidas por Frencken et al.7com oionômero de vidro, que apresenta um bomselamento da cavidade e adere ao esmaltee a dentina. Mostra, ainda, biocompatibili-dade com a polpa e dentina. As bases cien-tíficas para a realização desse tipo de restau-ração partiram dos trabalhos sobre capea-mento pulpar indireto de Aponte, em 1966,de Sheiham e McDonald, em 1994, que, porsua vez, usaram os conhecimentos relatadospor Hojo e outros, que estudaram o pH e operfil ácido das lesões sob as restaurações edescobriram que ele era semelhante ao daslesões crônicas. A técnica utiliza o conheci-mento há muito observado e praticado porcirurgiões-dentistas do mundo inteiro, pormeio do capeamento pulpar indireto (Fisher,1972, e King, 1965). Com o advento dessesnovos materiais restauradores, surgiram pos-sibilidades de uso de tecnologia avançada e,ao mesmo tempo, apropriada (Nadanovsky,1997). As limitações do uso das restauraçõesatraumáticas devem-se,basicamente,ao maiordesgaste superficial e à menor dureza do mate-rial restaurador quando comparado aos mate-riais convencionais, como o amálgama e asresinas compostas.Poder-se-ia extrapolar,a partir dos resul-tados que vêm sendo obtidos em muitosestudos, que o uso da broca e da anestesiaestaria com os dias contados, desde que aindústria de materiais odontológicos resol-vesse os dois problemas que têm restringidoo uso desse tipo de restauração. A partir daí,teríamos aberta a possibilidade de empregoem muito maior escala dessas restauraçõesque, além de serem menos dolorosas e menostraumáticas, preservam uma maior quanti-dade de tecido dentário. Essa preservaçãoverifica-se devido ao maior controle do ope-rador quando da remoção da dentina cariada.Nada de tecido dentário são é removido como instrumento manual, o que muitas vezesacontece quando o operador está fazendouso de instrumentos rotatórios (Elderton,1983). Essa vantagem tem, entretanto, umadesvantagem, quando da abertura das cavi-dades onde há cárie oculta, isto é, onde acamada superficial de esmalte está somentecom uma pequena abertura e não permitea passagem do instrumento manual. A reco-mendação de Frencken et al.,7nesses casos,é que devem ser utilizados recortadores debordo ou machados para romper a camadade esmalte socavado e permitir o acesso àdentina cariada subjacente. Mas isso temsido uma restrição ao uso da técnica, pois éum procedimento cansativo e traumatizantepara o operador.PROPOSIÇÃOO presente trabalho tem por objetivosavaliar e controlar lesões cariosas tratadas pelaTécnica Restauradora Atraumática (ART)em cavidades simples, Classe I, em dentesposteriores permanentes, restauradas comum cimento de ionômero de vidro, obser-vando a efetividade clínica do procedimentoe do material restaurador e o beneficio pro-duzido em crianças do Movimento Sem-Terra, após três meses.MATERIAIS E MÉTODOSO trabalho de pesquisa proposto obede-ceu aos critérios estabelecidos na Política deExtensão da Universidade Metodista de Pira-cicaba, no Manual dos Direitos Humanos– 50 Anos, ambos publicados pela UNIMEP,referentes aos padrões éticos, e também naResolução 196, de 10 de outubro de 1996,do Conselho Nacional de Saúde.Para realização do trabalho,inicialmente,contatou-se o Serviço Social responsável peloatendimento dos pacientes das Agrovilas dePromissão e a Secretária de Saúde de Pro-missão, que escolheram as crianças partici-pantes no projeto por meio de contato comseus familiares. Obtida a aprovação, os paise responsáveis assistiram uma palestra feitapelo pesquisador responsável, que esclareceutoda a metodologia e os benefícios produzi-dos e coletou a autorização dos pais para rea-lizar o atendimento das crianças na escola daAgrovila. Foi estabelecido um contato coma diretoria da escola para esse atendimento,por meio da assistente social.Foram selecionados 50 pacientes, comidade entre sete e 15 anos, de ambos ossexos, moradores em Agrovilas do Movi-mento Sem-Terra na região de Promissão/SP,portadores de lesões cariosas de Classe I,detectadas a partir de um exame clínico. Ospacientes foram atendidos quinzenalmentena escola da Agrovila, respeitando-se as fériase o recesso escolar dos acadêmicos. O cri-tério para inclusão no trabalho foi a presençade uma ou mais cavidades oclusais envol-vendo dentina e abertas o suficiente paraRev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 23-31, 2003
  7. 7. FOL•FaculdadedeOdontologiadeLins/UNIMEP2 9a introdução de um escavador de dentinapequeno. Os critérios de exclusão foram expo-sição pulpar, presença de dor e história de fís-tula. Durante a seleção, foi preenchida pelabolsista uma ficha com os dados pessoais dopaciente, anamnese e história dentária.As crianças envolvidas na pesquisa rece-beram instruções e palestras de higiene bucale técnica de escovação.Para a realização da técnica, os pacien-tes foram posicionados sobre uma mesa,com um encosto acolchoado para a cabeçapreso na sua extremidade, o que proporcio-nou conforto e posicionamento adequadodo paciente em relação ao operador. Nãoforam empregados equipamentos odontoló-gicos convencionais, como mocho, cadeiraodontológica, compressor ou instrumentosrotatórios. A escavação da dentina cariadafoi realizada pela bolsista, enquanto outroacadêmico voluntário manipulou o cimentoionoméricoVitro Molar (DFL,Rio de Janeiro,Brasil). A bolsista realizou a restauração.O isolamento do campo operatório foiobtido com a colocação de rolos de algodãosomente na região a ser tratada, evitandoque a umidade comprometesse o trabalhoexecutado. A superfície de cada dente foilimpa com bolinhas de algodão molhadas emágua, identificando-se o tamanho da cavi-dade. Nos casos de lesões pequenas, a aber-tura da cavidade foi ampliada com o uso deum machado para esmalte, em movimentosrotatórios, substituindo o emprego de umabroca. A remoção do tecido cariado foi rea-lizada com colheres de dentina, primeira-mente na junção amelodentinária e, depois,no assoalho da cavidade. Todo esmaltesem suporte dentinário foi removido como machado para esmalte, pressionando-ocontra as paredes debilitadas do preparo. Acavidade foi, então, lavada com uma boli-nha de algodão molhada em água morna.Um cimento de hidróxido de cálcio reco-briu o fundo de cavidades muito profundas,quando necessário. As fissuras da superfícieoclusal foram limpas com o auxílio de sondae bolinha de algodão e seladas com o mate-rial restaurador. Com uma bolinha de algo-dão saturada com o condicionador de den-tina (Durelon-Liquido, ESPE, Germany),realizou-se o condicionamento da cavidadee da superfície oclusal na dentina e esmaltepor dez a 15 segundos, sendo as superfícieslavadas várias vezes com algodão molhado.Amanipulação do material restaurador seguiuas recomendações do fabricante. O cimentoVitro Molar (DFL, Rio de Janeiro, Brasil) foiutilizado para cavidades de Classe I, sendoinserido na cavidade com ligeiro excessoe condensado nos ângulos internos com aparte convexa de um escavador de dentina.As fissuras também foram preenchidas apóscondicionamento. Depois da inserção, o ope-rador aplicou vaselina sobre o dedo da luvae, com ele, exerceu uma leve pressão digitalsobre o material durante alguns segundos,para remoção dos excessos e obtenção deuma restauração com superfície mais lisa.Com o auxílio de papel articular, a oclusãofoi checada e, quando necessário, desgas-tou-se a restauração com esculpidores. Emseguida, para proteção da restauração, foramaplicadas duas camadas de esmalte paraunhas incolor (Colorama, São Paulo, Brasil),sendo o paciente instruído a não comer por,no mínimo, uma hora.A avaliação clínica das restauraçõesdeu-se após o período de três meses por doisavaliadores que não a bolsista e seu auxiliar.Os critérios utilizados foram a retenção domaterial na cavidade e a presença de cáriesecundária. Os escores da avaliação foram osseguintes (Phantumvanit et al.,181996):• 0 = presente, sem defeito.• 1 = presente, pequenos defeitos namargem e/ou desgaste da superfície demenos de 0,5 mm de profundidade, nãonecessita reparo.• 2=presente,pequenosdefeitosnamargeme/ou desgaste da superfície de 0,5 a 1 mmde profundidade, necessita reparo.• 3=presente,defeitosgrosseirosnamargeme/ou desgaste da superfície de 1 mm oumais de profundidade, necessita reparo.• 4 = ausente,restauração (quase) comple-tamente perdida, necessita tratamento.• 5 = ausente, outro tratamento foi reali-zado por qualquer razão.• 6 = dente ausente devido a qualquer razão.• 7 = impossível diagnosticar.Os escores 0 e 1 foram considerados acei-táveis, enquanto os escores 2, 3 e 4 foram con-siderados não aceitáveis, desde que as razõespara tratamento do dente ou a ausência domesmo fossem desconhecidas. A presença decárie foi igualmente determinada na avaliaçãode três meses e definida como: 1. fratura emRev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 23-31, 2003
  8. 8. UNIMEP•UniversidadeMetodistadePiracicaba3 0esmalte ou cavidade no dente; e 2. dentina nacavidade com consistência amolecida e escura.RESULTADOS E DISCUSSÃOForam realizadas em 50 pacientes 52restaurações com cimento de ionômero devidro Vitro Molar em molares superiorese inferiores permanentes. Após três meses,os pacientes foram avaliados comparativa-mente, por meio de exame clinico feito pordois avaliadores diferentes dos operadorese usando-se escores que vão desde a res-tauração presente e sem defeitos à restau-ração (quase) completamente perdida. Ava-liou-se 44 pacientes e 46 restaurações como cimento de ionômero de vidro. Delas, 29(63,04%) foram consideradas aceitáveis e 17(36,95%). não aceitáveis.A técnica de restauração atraumática foiindicada, inicialmente, para populações deregiões extremamente carentes, onde a únicaalternativa de tratamento de dentes cariadosera a extração. Atualmente, ela também estáindicada para atendimentos sociais.A técnica ART é bastante simples,7devendo o paciente ser posicionado sobreuma mesa em posição supina, sendo a mesae cabeçote recobertos por um colchonete,visando maior conforto ao paciente. Nãose utiliza anestesia, pois deve ser removidaapenas a dentina totalmente desorganizada. Oisolamento do campo operatório é feito comisolamento relativo, usando-se rolos de algo-dão, que devem ser trocados constantementepara não haver contaminação da cavidade.A manipulação do cimento ionoméricoé um passo importante da técnica. A pro-porção pó/líquido deve ser rigorosamenteobservada, bem como o tempo de manipu-lação, seguindo as instruções do fabricante.O material restaurador deve ser com-primido com uma pressão digital sobre asuperfície a ser restaurada por dois minutos.Essa pressão vai adaptar o material restaura-dor às paredes cavitárias e à superfície oclu-sal. Removem-se os excessos do ionômero devidro e protege-se a superfície da restauraçãocom verniz cavitário.O uso do ionômero de vidro,15que aderequimicamente à estrutura dentária e liberaflúor para o meio bucal, remineraliza a dentinae o esmalte, prevenindo a recidiva de cárie.Apenas os casos em que os contatosoclusais cêntricos estiverem suportados pelaestrutura dentária devem ser restauradosunicamente com ionômero de vidro.5Nassituações em que houver contato oclusaldireto sobre o material restaurador,o cimentoionomérico deve ser preferencialmente utili-zado como material de forramento, em espe-cial nas cavidades com esmalte socavado eassociado a uma restauração de amálgamaou resina composta.Os cimentos de ionômero de vidro indi-cados para restaurações de cavidades tipoClasse I conservativas são os cimentos deionômero de vidro restauradores indicadospara a técnica ART, os reforçados por prata3e os modificados por resina,10pelo fato deesses materiais apresentarem maior resistên-cia frente aos esforços mastigatórios.A técnica ART pode fazer o controleda cárie dental, estando disponível a toda apopulação, independente de seu nível socio-econômico.CONCLUSÕESDas 46 restaurações de ionômero devidro, após três meses de avaliação clínica,tiveram escore 0: 21; escore 1: 8; escore 2: 4;escore 3: 6; e escore 4: 7.Os escores 0 e 1 foram consideradoscomo restaurações aceitáveis, com 29restaurações nesta categoria. Os escores 2, 3e 4 foram considerados como restauraçõesnão aceitáveis, perfazendo um total de 17restaurações deficientes.As restaurações de ionômero de vidrotipo Classe I, após três meses, demonstraramaceitabilidade em 63,04%, quase o dobrodas restaurações não aceitáveis, que atingiram36,95%.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS1. Baía KLR, Salgueiro MCC. Promoção de saúde bucalatravés de um programa educativo-preventivo-curativo uti-lizando a Técnica Restauradora Atraumática (ART). RevABO Nac 2000 abr/mai; 8 (2):98-107.2. Cefaly DFG. Resistência a tração diametral e sorção deágua de cimentos de ionômero de vidro utilizados no ART.[Dissertação de mestrado] Bauru (SP): Universidade deSão Paulo; 2001.3. Craig GG, Powell KR, Cooper MH. Caries progression inprimary molars: 24 months from a minimal treatment pro-grame. Comunity Dent Oral Epidemiol 1981; 9:260-5.4. Cury JA. Uso do flúor. In: Baratieri LN. Dentística. 2. ª ed.Rio de Janeiro: Quintessence; 1992. cap. 2. p. 43-67.5. De Gee A.J, Van Duinen RNB, Werner A, DavidsonLL. Early and long-term wear of convencional andresin-modified glass ionomers. J Dent Res 1996; 75(8):1.613-9.Rev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 23-31, 2003
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