Pdl pr. mauricio completo

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  1. 1. Projeto de Desenvolvimento em Liderança Planejamento de CompetênciasProjeto de desenvolvimento, planejamento, execução e defesa de 13competências referentes ao requerimento do programa de Mestradoem Liderança pela Andrews University, USA. Mauricio Pinto Lima Andrews University Berrien Springs |USA 2012
  2. 2. PDLMinha Declaração de VisãoNascimento e InfânciaMe chamo Mauricio Pinto Lima e nasci no dia 15 de março de 1965, na cidade de BeloHorizonte, MG.Éramos uma família de seis pessoas: Meus pais, que eram pessoas simples e com poucoestudo, o Márcio, meu irmão mais velho, a Márcia, minha única irmã, o Manoel Martinho,que era um ano e dez meses mais velho que eu, e eu.Pouco tempo antes de meu nascimento, meus pais conheceram a Igreja Adventista eforam batizados.Minha família morava numa cidade próxima a Belo Horizonte, chamada Lagoa Santa. Erauma cidade pequena e nossa casa ficava em frente a uma grande lagoa. Era uma chácarabem grande que tinha uma antiga e enorme casa.Morei nesse local até meus nove anos de idade. Tenho excelentes lembranças desseperíodo.Começo da Caminhada EspiritualQuando eu tinha nove anos, minha família se mudou para Belo Horizonte. Fui continuar aterceira série no Educandário Adventista Colorado, com a professora Neila.Agora, morando mais próximo à igreja, passamos a frequentá-la assiduamente. Fizeram aliuma série de conferências (Central de BH),e no final, meu irmão e eu pedimos o batismo. 1
  3. 3. O evangelista, Pr. José Mascarenhas Viana me batizou e ao mesmo tempo, o Pr. da igreja,Axel W., batizou o meu irmão.Fomos transferidos para a igreja da Concórdia, também em BH, e entramos no clube deDesbravadores “Os Vigilantes”, que começava suas atividades.Nesse período, experimentei um bom desenvolvimento com relação à igreja. Sinto que deforma direta, a comunidade da igreja e o clube de desbravadores, contribuíram para isso.A função de Capitão de uma das equipes do Clube de Desbravadores e os cargos querecebi na classe dos adolescentes, foram um despertamento com relação à liderança.No início de 1979, meu pai me levou para o EDESSA. Foi a primeira vez que saí de casa eeu tinha quatorze anos de idade. Fiquei quatro anos nessa escola e em todo o período eutrabalhava e estudava. Trabalhei na horta, na plantação de arroz, na cantina e natesouraria. Foi ali que tive minhas primeiras oportunidades com relação a cargos de igreja,pregação e até como componente do coral.Nesse período, quando de férias em casa, conheci uma moça que passou a fazer parte daminha vida. Eu estava com 15 anos e ela com 14. Seu nome: Sara. Muito bonita e de boafamília. Seu pai era obreiro da IASD. Começamos um namoro a distância. Não havia e-mails e o uso do telefone ainda era bem restrito. Nossa comunicação era através decartas. Temos até hoje nossas cartas guardadas. Como era bom ouvir no culto da noite, opreceptor (Prof. Zéferino) lendo meu nome e entregando um envelope grosso e florido.Uma aguardada carta de minha namorada.No EDESSA, confirmei meu desejo de infância, de ser um pastor. Escrevi uma carta para oIAE, a/c de um ex-professor nosso que agora estava nessa instituição (Prof. Ner Costa),pedindo uma vaga como aluno industriário, e a resposta foi positiva.Me formei em Contabilidade no ano de 1982 e no dia 15/12 do mesmo ano, eu chegavaao IAE, com 17 anos, para trabalhar tempo integral e prestar vestibular no mês janeiro. 2
  4. 4. Em função de fabricação de Panetone, precisavam de mão de obra na padaria da escola efui encaminhado para lá.Cursei os dois primeiros anos de Teologia, como industriário. No primeiro semestre doterceiro ano, participei de uma Campanha de Evangelismo liderada pelo Pr. AlcidesCampolongo. Foi uma experiência significativa no meu aprendizado. E o restante do meucurso fiz como aluno externo.Em meu período como estudante, tive a oportunidade de trabalhar como colportorestudante por oito férias. Essa foi outra escola que contribuiu muito para minhaformação.Dois Momentos MarcantesDuas situações, uma negativa e a outra positiva, marcaram minha vida profundamente. Aprimeira foi uma grande perda. Meu pai, agora morando em Ji-Paraná RO, foi baleado porum mau elemento. Fiz uma viagem traumática de SP para RO, para vê-lo morrendoalgumas horas depois de minha chegada.Embora esse fato tenha me impactado bastante, não mudei meu desejo de infância. Volteipara o IAE e continuei meus estudos.A outra situação continua marcando positivamente a minha vida até hoje. Tive algumaspoucas paqueras na adolescência, mas a Sara foi a minha primeira namorada. Namoramospor cerca de quatro anos e meio, mais um ano de noivado e nos casamos em 05 de janeirode 1986. Ela tem sido minha fiel companheira, já por 26 anos, e um grande diferencial naminha vida.Um Chamado do SenhorAo me formar, recebi um chamado para trabalhar em meu campo de origem: AMC.Quando estava no primeiro distrito (Sete Lagoas), nasceu nosso primeiro filho, o Mauricio. 3
  5. 5. Um ano e nove meses depois, já no segundo distrito, nasceu nosso segundo filho, oMailsom. São duas joias preciosas, pelas quais louvamos a Deus.No ano de 1990, quando completei quatro anos de ministério, tive o privilégio de serseparado, pela imposição das mãos, ao sagrado ofício do Ministério. A cerimônia deordenação foi realizada na Igreja da Concórdia, minha igreja de infância e adolescência.Trabalhei em MG, ainda nos distritos de Nanuque e Uberlândia, e recebi um chamadopara ser Departamental de Lar e família e Mordomia na ARJ. Aceitar esse chamado foiuma decisão difícil para mim e minha esposa. Não tínhamos interesse em morar no RJ eestávamos muito bem no distrito de Uberlândia.Mas aceitamos o chamado e hoje dizemos, Graças a Deus. O Senhor estava querendo nospreparar para maiores desafios em sua igreja. Ainda trabalhei nos departamentos deMinistério Pessoal e Escola Sabatina. Quatro anos no RJ e numa Assembleia na AES, fuinomeado Secretário. O Presidente, Pr. Ignácio Kalbermatter, também era novo e tivemosali uma tremenda escola. O Campo estava vivendo uma forte crise política, financeira etambém espiritual. Deus foi nos surpreendendo com as melhoras e dois anos e três mesesdepois de nossa chegada, o Pr. Ignácio foi eleito Presidente da USB.Fui nomeado para substitui-lo e por quase seis anos tive a oportunidade de servir à igrejade Deus naquele Campo. A AES cresceu em todos os aspectos, foi dividida e hoje são doisprósperos Campos no estado do ES.Em dezembro de 2006, numa Assembleia da ARS, fui nomeado Presidente. Trabalheiapenas um ano nesse campo. Tivemos nesse ano alguns casos de pastores tendo que sairdo ministério por questões familiares. Foi desgastante, mas a despeito disso, muitasvitórias foram alcançadas.Meu Maior Desafio 4
  6. 6. Não considero nenhum de meus chamados anteriores, menos importante que esse.Porém, sem dúvida aqui está o maior desafio em liderança, de minha vida.Em dezembro de 2007, tivemos Assembleia Quinquenal da UEB, e com a jubilação doentão presidente, Pr. Wandir Mendes de Oliveira, fui nomeado para substituí-lo.Desde muito pequeno, tinha o desejo de ser um Pastor. Deus me deu esse privilégio.Nunca, porém sonhei ou pedi para ocupar outras funções na igreja. Acredito que issoaconteceu porque Deus assim o quis.O Porquê do Mestrado em LiderançaDurante minha vida, Deus em Sua infinita sabedoria e misericórdia, me conduziu porvárias escolas: Família, Desbravadores, Escola Adventista, Igreja, Internato, Colportagem eFaculdade de Teologia. Eu não tinha ideia dessas escolas, muito menos imaginava porqueDeus estava fazendo isso. Hoje, vejo que Ele já estava me preparando para ser um líder naSua Igreja. Sinto que preciso aprimorar meu conhecimento para poder servir melhor nessatarefa tão nobre.Acredito que o Mestrado em Liderança vai me proporcionar esse aprimoramento, e medar condições de cumprir melhor a missão que o Senhor me confiou. 5
  7. 7. Liderança PessoalCompetência 01Fundamentos FilosóficosIntroduçãoEu não creio numa liderança eficaz, que não abra espaço para o crescimento, paraatualizações e principalmente para o questionamento. Certamente me refiro a umquestionamento para o aprendizado e não a um questionamento que seja um fim em simesmo.Temos muito a aprender com as crianças, que no seu aprendizado normal da vida,questionam tudo que não entendem.Líderes eficazes vão além da técnica. Há muitos técnicos excelentes, que nunca serão bonslíderes. O bom líder tem a mente aberta para o conhecimento. Conhecimento geral, equanto mais amplo, melhor. A começar por conhecer-se a si mesmo.Tenho liderado pessoas e nesse exercício, sinto necessidade de crescer. Percebo que ocrescimento de meus liderados, de certa forma, está relacionado ao meu crescimento.Isso me impulsiona cada vez mais para frente e para cima.Eis um pouco de minhas experiências:Experiências Passadas DocumentosFaculdade de Teologia Doc. 01 - Certificado de Conclusão daIAE SP Faculdade de TeologiaCongresso sobre Saúde Pública Doc. 02 - Confirmação por e-mail daGenebra – 2009 inscrição para o Congresso s/ Saúde Públic 6
  8. 8. Delegado em Assembleia Mundial da IASD Doc. 03 - Carta Convite como DelegadoAtlanta – Junho 2010 Doc. 04 - Ata com Nomeação como Delega.Convalidação em Teologia UNASP Doc. 05 – Inscrição Progr. de Convalidação- 2011 Doc. 06 - Confirmação por e-mailPrograma de Desenvolvimento de Líderes Doc. 07 - Certificado de Conclusão doFranklinCovey - Juiz de Fora - 2011 Programa de LiderançaExperiências Planejadas DocumentosMestrado em Liderança Doc. 08 - Carta da AndrewsAndrews – 2012 a 2014Programa Conversas Crussiais Doc. 09 - Certificado de Conclusão doFranklinCovey - 2012 Seminário:Conversas CrussiaisEncontro da Federação de Empresários Doc. 10 - Carta de Inscrição para o EncontroAdventistas – MA 2012 da FEIX Seminário: A Filosofia das Espécies Doc. 11 - Certificado de Participação do IXSociedade Criacionista Brasileira – RJ 2012 Semin. Filosofia das EspéciesBibliografiaFigueiredo, Jayr e Marinho, Robson. Liderança uma questão de competência. São Paulo,2006: Editora Saraiva.Wheatley, Margaret J. Liderança e a Nova Ciência. São Paulo, 2008: Editora Pensamento –Cultrix Ltda.ReflexõesJá pensei naquele dia quando poderei dizer: Não preciso mais me desenvolver em nada.Não preciso estudar, nem planejar, nem me envolver em nenhum projeto objetivandomeu crescimento pessoal. 7
  9. 9. Tenho hoje, porém, clara convicção de que este dia não poderá chegar. Enquantorespirarmos, precisamos ter como foco nosso desenvolvimento em todos os aspectospossíveis.Certamente chegará o tempo, quando alguns aspectos não poderão mais serdesenvolvidos, mas, em contrapartida, precisamos buscar novas alternativas e explorarem nós mesmos aquilo que poderá fazer parte desse processo indispensável docrescimento. 8
  10. 10. Liderança PessoalCompetência 02Ética, Valores e EspiritualidadeIntroduçãoCom o passar do tempo, sinto de forma crescente, a falta de alguns valoresimportantíssimos para o bem da humanidade.Me impressiona, a falta de critérios, falta de ética e a inversão de valores.Compreendo que em cada geração, existem adaptações. Coisas que tinham muito valordeixam de ter e em contrapartida, coisas que não eram importantes, passam a ser muitovalorizadas.Porém, ainda assim, sou tremendamente agradecido por ter nascido na época em quenasci, por ter tido os pais que tive, por estudar onde estudei, e pela minha experiência devida.Tudo isso fez de mim um defensor e promotor da ética e principalmente dos valoresespirituais, indispensáveis à vida de qualquer pessoa.Experiências Passadas DocumentosDelegado em Assembleia Mundial da IASD Doc. 03 - Carta Convite Como DelegadoAtlanta – Junho 2010 Doc. 04 - Ata com NomeaçãoConvalidação em Teologia UNASP Doc. 05 – Inscrição Progr. de Convalidação 9
  11. 11. - 2011 Doc. 06 - Confirmação por e-mail do Progr. de ConvalidaçãoPrograma de Desenvolvimento de Líderes Doc. 07 - Certificado de Conclusão do Progr.FranklinCovey - Juiz de Fora - 2011 de Desenv. De LíderesSemana de Oração Doc. 12 - e-mail de contato com Igreja ondeBelo Horizonrte – Ermelinda – Março 2012 fiz a Semana de OraçãoPrograma Conversas Crussiais Doc. 09 - Certificado de Conclusão doFranklinCovey - 2012 Sem.inário : Conversas CrussiaisExperiências Planejadas DocumentosMestrado em Liderança Doc. 08 - Carta da AndrewsAndrews – 2012 a 2014Encontro da Federação de Empresários Doc. 10 - Carta de Inscrição para o Encon.Adventistas – MA 2012 Da FEIX Seminário: A Filosofia das Espécies Doc. 11 - Certificado de Participação do IXSociedade Criacionista Brasileira – RJ 2012 Semin. A Filosofia das espécies 10
  12. 12. BibliografiaCovey, S. R. (2005). O Oitavo Hábito: Da Eficácia à Grandeza, Edição Original, Rio de Janeiro, Editora Campus.Knight, G. R. (2001). Filosofia e Educação, 1ª Edição, Casa Publicadora Brasileira, Tatuí – SP.Oliveira, J. F.; Marinho, R. M. (2006) Liderança: Uma Questão de Competência, 2ª Edição, São Paulo – SP, Editora Saraiva.White, E. G. (1996). Educação, 6ª Edição, Tatuí-SP, Casa Publicadora Brasileira.ReflexãoEmbora as mudanças rápidas e radicais, as vezes nos deixam com a ideia de que quasetudo está errado e que o mundo parece ir de forma desgovernada, na contra mão do queé certo e melhor, não podemos nos esquivar nem perder a esperança.Precisamos levantar a bandeira dos valores éticos, morais e espirituais.Em todos os períodos da história, inclusive hoje, há aqueles que de forma corajosa, selevantam em defesa desses valores.Sem dúvida, a forma de se fazer isso, vai determinar o êxito ou não da iniciativa. 11
  13. 13. Liderança InterpessoalCompetência 03Trabalho em EquipeIntroduçãoA letra do coro de uma música que se tornou destaque ao ser cantada por um grandegrupo de cantores adventistas, expressa de forma muito clara a importância do trabalhoem equipe:“Pois a força está na união, na soma do melhor de cada um.O segredo está na união, nos tornamos fortes quando damos as mãos.No serviço do Senhor, na esperança e no fervor,Maravilhas surgirão entre nós, unidos pelo amor.”Eis algumas de minhas experiências em trabalho de equipe:Experiências Passadas DocumentosSupermissão Rio 1996 – Projeto Reciclagem Doc. 13 - Vídeo com a entrega do PrêmioConcílio de Administradores e Doc. 14 – Programação do Evento em PassaDepartamentais da UEB – Passa Quatro Quatro08/2009Concílio de Administradores e Doc. 15 – Programação do Evento emDepartamentais da UEB – Teresópolis Teresópolis08/2010Concílio de Administradores e Doc. 16 – Programação do Evento em Rio 12
  14. 14. Departamentais da UEB – Rio das Ostras das Ostras08/2011Apresentação do Sermão: “Unidade na Doc. 17 – E-mail com comentário de alguémDiversidade” – BH 04/02/12 que assistiu: Unidade na Diversid.Apresentação da Palestra: “Teamwork” – Doc. 18 – E-mail com comentário de alguémFederação de Empresários ES - 2004 que assistiu: TeamworkElaboração e Implantação do Projeto “Terra Doc. 19 – DVD com a explicação do Projeto:da Promessa” (2011 e 2012) Terra da PromessaExperiências Planejadas DocumentosConcílio de Administradores e Doc. 20 – Programação do Evento em 2012Departamentais da UEB - 2012Conclusão do Projeto “Terra da Promessa” Doc. 21 – Relatório de Conclusão do Projeto.Reunião do Grupo Motivação Doc. 22 – Ata da ReuniãoReunião do Grupo Motivaçõ Doc. 34 – Ata da ReuniãoBibliografiaKouzes, J. M & Posner, B. Z. (2008). O Novo Desafio da Liderança – a fonte mais confiável para quem deseja aperfeiçoar sua capacidade de liderança. Rio de Janeiro:Campus.Oliveira, J. F. & Marinho, R. M. (2006). Liderança: Uma Questão de Competência. 2ª Edição, São Paulo – SP, Editora Saraiva.Wheatley, M. J. (1999). Liderança e a Nova Ciência: descobrindo ordem em um mundo caótico. São Paulo: Cultrix.White, E. G. (2004). Liderança Cristã. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira. 13
  15. 15. ReflexãoPrincipalmente aqueles, que como eu, tem um temperamento com fortes característicasfleumáticas e melancólicas, na busca de detalhes e perfeccionismo, são tentados acentralizar muitas coisas, usando pouco o trabalho dos outros.Essa é uma falha que pode comprometer o êxito em muitos projetos e empreendimentos.Não há dúvidas de que quando conseguimos a participação de uma equipe, treinada ebem focada, os resultados serão mais rápidos e mais eficazes.Para mim, esse é um dos maiores desafios da liderança atual: Formar uma boa equipe e mantê-lamotivada na busca dos resultados propostos. 14
  16. 16. Liderança InterpessoalCompetência 04Aprendizagem, Mentoring E Desenvolvimento De PessoasIntroduçãoHouve um tempo, e não muito distante, que se valorizava o líder único e absoluto.Conheci vários tipos de líderes assim, principalmente na igreja. Eram pessoas que sevangloriavam de ter as chaves e toda a verdade.Quando alguém, próximo, começava a demonstrar um perfil de liderança, era problemana certa. Triste era ver o que acontecia quando esses líderes, por motivo de morte,mudança ou algum problema, não podiam mais liderar. As vezes se passavam anosenquanto um grupo de pessoas vagueava sem rumo, até que se formassem novos líderes.Estou certo de que uma das características indispensáveis para qualquer bom líder hoje, éo compartilhamento do conhecimento e o interesse em preparar novos líderes para queesses assumam o controle no amanhã.Para isso, é preciso não ter medo de sombras e seguir uma máxima bíblica: “O importanteé que eles cresçam e eu diminua.”Experiências Passadas DocumentosPrograma de Desenvolvimento de Líderes Doc. 07 - Certificado de Conclusão doFranklinCovey - Juiz de Fora - 2011 Programa de LiderançaPrograma Conversas Crussiais Doc. 09 - Certificado de Conclusão doFranklinCovey - 2012 Seminário : Conversas CrussiaisReunião com Departamentais da USeB Doc. 23 – Avaliação de um DepartamentalParticipação em Concílio Pastoral - ASES Doc. 24 – Avaliação do Presidente do 15
  17. 17. CampoParticipação em Concílio de Anciãos - AML Doc. 25 – Avaliação do Presidente da AMLExperiências Planejadas DocumentosConcílio de Aspirantes ao Ministério Doc. 26 – Programação do EventoPalestra aos Formandos em Teologia 2012 Doc. 27 – Avaliação de AlunoIAENEConcílio Ministerial de Famílias - AMS Doc. 43 – Programa do EventoBibliografiaBíblia Sagrada, Versão Revisada da tradução de João Ferreira de Almeida.Marinho, R. (2011). Material de estudos da disciplina “Teorias de Aprendizagem”. Módulo Janeiro.Kouzes, J. M;.Posner, B. Z. (2008). O Novo Desafio da Liderança. 2ª Edição. Rio de Janeiro: Campus.Oliveira, J. F.; Marinho, R. M., (2006). Liderança: Uma Questão de Competência, 2ª Edição, São Paulo: Saraiva, pags. 91 – 105.Senge, P. M. (2006). A Quinta Disciplina: A arte e a Prática da Organização que Aprende.21ª Edição. Rio de Janeiro: Best Seller.Ozmon, H. A. & Craver, S. M. (2004). Fundamentos Filosóficos da Educação. Porto Alegre: Artmed.Covey, S. R. (2005) O 8º Hábito: Da Eficácia a Grandeza. Rio de Janeiro: Campus.ReflexãoPrecisamos estar conscientes de que funções de liderança tem sido ocupadas cada vezmais por pessoas mais novas. É importante trabalharmos hoje como olheiros, descobrindo 16
  18. 18. novos talentos e aperfeiçoando esses talentos para que sejam lideres eficazes. Nessepreparo, não podemos descartar a experiência daqueles que já trilharam por essecaminho e certamente tem algo a contribuir. 17
  19. 19. Liderança InterpessoalCompetência 05Comunicação e Visão InterculturalIntroduçãoNão é novidade hoje, que os que alcançam maior resultado, não o fazem porque sabemmais, mas porque chegam primeiro. O ponto chave é a informação. O sistema deinformação é cada vez mais eficiente, sofisticado e complexo. Mas é tambémindispensável. Quem não consegue andar por essa via movimentada da comunicação,inevitavelmente vai ficar para traz.Há não muito tempo, ficávamos sabendo o que acontecia do outro lado do mundo umbom tempo depois. Os costumes e práticas de um lado, demoravam a influenciar regiões epessoas que viviam distantes daquele contexto.Hoje as coisas acontecem e instantaneamente se tornam conhecidas e passam ainfluenciar.Baseado nisso, não podemos nos contentar com uma visão apenas local ou unilateral.Temos que expandir nossa visão e compreensão de mundo, certos de que temos muito aaprender com muitos.Experiências Passadas DocumentosDiretor por 13 anos da Fundação Roberto Doc. 34 – Ata de NomeaçãoRabelo de Comunicação – 04 emissoras derádio no ESDelegado em Assembleia Mundial da IASD Doc. 03 - Carta Convite Como DelegadoAtlanta – Junho 2010 Doc. 04 - Ata com Nomeação 18
  20. 20. Congresso sobre Saúde Pública Doc. 02 - Confirmação por e-mail daGenebra – 2009 inscrição para o Congresso s/ Saúde PúblicCurso de Inglês em Rockvile MD – Berlitz Doc. 28 – Correspondência da EscolaDez/2009 e Jan. 2010Participação do Concílio Outonal da AG – Doc. 29 – Carta da AGOut/2008 – Manilla - FilipinasPregação na Igreja Adventista de Kakegaua Doc. 30 – Foto– Japão – Out/2008Visita ao berço da Teoria da Evolução – Doc. 31 - FotoGalápagos – Equador – Ago/2008Trabalho como Departamental de Doc. 32 – ATA de NomeaçãoComunicação da AES – 1999 e 2000Participação de Excursão Cultural pela Terra Doc. 33 - FotoSanta – Egito e Israel - 1997Experiências Planejadas DocumentosVisita a locais históricos da IASD na região Doc. 35 - Fotosde Bostom – Outubro de 2012Visita aos Estados de Michigan e Illinois Doc. 57 – Passagem Aéreapara II módulo do Mestrado em Liderança –Andrews 2012Encontro de Planejamento da DSA – 2012 Doc. 58 – Passagem AéreaChile 19
  21. 21. BibliografiaCovey, S. R. (2008). Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, 31ª Edição, Rio de Janeiro: Best Seller.Hypolito, A. (2007). A comunicação como Espelho nas Culturas Empresariais, Top Management: Artigos de professores da FAAP expostos na ExpoManagement , p. 13-18.Smalley, G. (2007). O DNA dos relacionamentos, 1 Edição, São Paulo - SP: Hagnos.Wright, H. N. (2003). Comunicação: A Chave para os relacionamentos, 1ª Edição, Rio de Janeiro: Editorial Habacuc.ReflexãoÉ impressionante o desenvolvimento mental que experimenta alguém que tem aoportunidade de conhecer outras culturas e aprender através das semelhanças ediferenças. 20
  22. 22. Liderança OrganizacionalCompetência 06Responsabilidade SocialIntroduçãoEntendo Responsabilidade Social, individual, como uma consciência e comprometimentoem promover o bem estar da sociedade como um todo. E para as organizações, vejoresponsabilidade social como um dever da empresa, de tomar atitudes que protejam epromovam os seus interesses sem ferir o bem estar social.É de conhecimento público e mundial, e deveria ser prática geral, o fato de que cada serhumano é responsável pelo seu meio, incluindo relacionamento humano e meioambiente, e que não é apenas uma opção, mas um dever de cada um preservar tudo isso.Indústrias gastam fortunas para convencer cidadãos e clientes de que elas não apenaspossuem essa consciência de preservação, mas investem na recuperação e manutençãodo meio social, cultural e ambiental.Como líderes, não podemos estar à margem desse conceito tão importante vivenciadopela sociedade e espera-se de nós, exemplo claro de sua execução.Experiências Passadas DocumentosProjeto “Reciclagem de Latinhas” – Super Doc. 36 - Vídeo com a entrega daMissão Rio – 1996 Ambulância ao Hospital PúblicoParticipação do Fórum de Liberdade Doc. 44 - Foto 21
  23. 23. Religiosa na Assembleia Legislativa do RJParticipação do Fórum contra a violência no Doc. 45 -Clube de Diretores Logistas – NiteróiDireção da Comissão de ADRA - ES Doc. 46 - Ata da ComissãoParticipação do Mutirão de Natal – Final da Doc. 47 - FotoCampanha RJ – Dez 2007Experiências Planejadas DocumentosDireção da Comissão de ADRA - ES Doc. 48 – Ata da ComissãoDireção da Comissão de ADRA - RJ Doc. 49 – Ata da ComissãoDireção da Comissão de ADRA - MG Doc. 50 – Ata da ComissãoBibliografiaBarros, J. P. (2006). Ética: competência Que Faz a Diferença. Em J. F. de Oliveira &R. M. Marinho (Editores). Liderança: Uma Questão de Competência (pp 193- 214). São Paulo, SP: Saraiva.Benedicto, S. C. et al. RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL: Oportunidades de Parcerias na Educação. Revista Científica Symposium – Faculdades Integradas Adventistas de Minas Gerais, Lavras – MG, Volume 2, Número 1, Janeiro/Junho 2004, p. 29 a 40.Bíblia Sagrada (2010). Edição Almeida Revista e Atualizada. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil.White, E. G. (1994). Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, 4ª Edição, Tatuí-SP,Casa Publicadora Brasileira. 22
  24. 24. White, E. G. (1996). Educação, 6ª Edição, Tatuí-SP, Casa Publicadora Brasileira.ReflexãoEmbora eu creia na promessa bíblica, feita por Jesus de nos levar para um novo céu e umanova terra, perfeitos e eternos, enquanto aguardamos o cumprimento dessa promessa,devemos fazer tudo para tornar nosso ambiente atual, o melhor possível.Assim como o Sal, que dá sabor, tempera, conserva, enfim, faz a diferença, precisamos fazer omesmo, onde estivermos. 23
  25. 25. Liderança OrganizacionalCompetência 07Desenvolvimento de Recursos, Finanças e Legislação CorporativaIntroduçãoEntre as atividades mais importantes do líder está a responsabilidade de desenvolverpessoas e gerenciar os recursos disponíveis de forma sábia e eficaz.Para isso ele precisa ter total conhecimento da realidade em que está inserido,principalmente dos itens: Potencial Humano, Potencial Financeiro, Mercado, Tendências,Objetivo Desafios etc.Se tivesse que priorizar esses itens, usando minha experiência, diria que a ordem é:1.Gerir Pessoas e 2.Gerir Recursos. Sem dúvida, em nossa liderança, somos avaliadosprincipalmente pelos resultados nesses dois aspectos.Experiências Passadas DocumentosPresidente da Fundação Roberto Rabelo de Doc. 37 – Ata de NomeaçãoRádio por 13 anos - ESPresidente da Associação Espírito Santense Doc. 38 – Ata de Nomeaçãoda IASD – 6 anos ESPresidente da Associação Rio de Janeiro Sul Doc. 39 – Ata de Nomeaçãoda IASD – 1 ano RJPresidente da União Este Brasileira – 4,5 Doc. 40 – Ata de Nomeaçãoanos (MG, ES e RJ) 24
  26. 26. Presidente da Comissão Diretiva do HAS – Doc. 41 – Ata de Nomeação4,5 anos RJPresidente da Comissão Diretiva da Doc. 42 – Ata de NomeaçãoFadminas – 4,5 anos MGExperiências Planejadas DocumentosPresidir Comissão Diretiva do HAS Doc. 59 – Ata da ReuniãoPresidir Comissão Diretiva da Fadminas Doc. 60 – Ata da ReuniãoBibliografiaChiavenato, I. (1999). Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos – Como Incrementar Talentos na Empresa. Editora Atlas, São Paulo – Brasil.Collins, J. (2006). Good to great: Empresas Feitas para Vencer. 15ª Edição, Rio de Janeiro – RJ, Editora Campus.Covey, S. R. (2005). O Oitavo Hábito: Da Eficácia à Grandeza. Edição Original, Rio de Janeiro, Editora Campus.Oliveira, J. F.; Marinho, R. M. (2006). Liderança: Uma Questão de Competência. 2ª Edição, São Paulo – SP, Editora Saraiva.Tamayo, A.; Paschoal, T. (2003). A Relação da Motivação para o Trabalho com as Metas do trabalhador. Revista AC, v. 7, n. 4, Out./Dez. 2003.ReflexãoCada instituição tem suas características e precisa de ações adaptadas à sua realidade. Aoliderarmos a tomada de decisões nesse sentido, devemos fazê-lo priorizando aquelas quevisam beneficiar a instituição e a comunidade afim, e não ações que promovaminteresses e benefícios pessoais, em detrimento do bem estar da instituição. 25
  27. 27. Liderança OrganizacionalCompetência 08Desenvolvimento OrganizacionalIntroduçãoLiderança pressupõe o desenvolvimento pessoal e também o desenvolvimentoorganizacional. Na verdade ao focarmos o desenvolvimento das pessoas estamosinvestindo no crescimento da organização. Toda pessoa possui impulsos primários que sãorefletidos no seu comportamento. Ao longo da vida esses comportamentos sãoresponsáveis pelo nosso sucesso ou pelo nosso fracasso. Ao liderarmos pessoas devemosajudá-las a identificar suas aptidões, desenvolvê-las e potencializá-las para seu benefíciopessoal e para o êxito da organização. Para isso é fundamental o autoconhecimento. Viverna ignorância de si mesmo é um passo certo para o fracasso. Esta condição nos inabilitadiante da vida, diante das pessoas, diante das relações e nos empobrece a ponto devivermos numa espécie de congestionamento, sem condições de crescer e de contribuirpositivamente para o estabelecimento da cultura de uma organização.Toda organização séria deve ter um conjunto de características únicas que permitedistingui-la de todas as outras. Trata-se da personalidade da organização, capaz deinfluenciar o comportamento dos seus colaboradores em razão de ter bem claro umconjunto de princípios e valores que a norteiam. A cultura organizacional dá um 26
  28. 28. sentimento de identidade, de unidade, de participação coletiva, incentiva o bomdesempenho e guia e modela o comportamento das pessoas.Experiências Passadas DocumentosAumento do número de Escolas Adventistas Doc. 51 – Relatório Preparado pelono território da USeB Departamento de EducaçãoAumento do número de alunos nas Escolas Doc. 52 – Relatório Preparado peloAdventistas da USeB Departamento de EducaçãoAumento do número de Batismos nos Doc. 53 – Relatório estatístico da UISeBcampos da USeBAumento do Dízimo num percentual maior Doc. 54 – Relatório Financeiro da USeBque a inflaçãoAumento do percentual de ofertas Doc. 55 – Relatório Financeiro da USeBAumento no número de novas igrejas a Doc. 56 – Relatório Terra da Promessacada anoExperiências Planejadas Documentos 27
  29. 29. BibliografiaReflexão 28
  30. 30. Liderança OrganizacionalCompetência 09Mudança e Pensamento EstratégicoIntroduçãoEm um mundo onde as mudanças são na velocidade do pensamento, é de totalresponsabilidade do líder interagir com o mundo externo e estar atualizado.A inércia tem dissolvido inúmeras empresas e cargos, e na busca da excelência o líder nãopode permitir que sua organização fique obsoleta. Há uma diferença em inovar e manter-se atualizado, sendo que atualizações e mudanças na maioria das vezes causam stress edissabores, mesmo quando para melhores resultados.Nessa competência o líder deve mostrar a habilidade de desenvolver essa arte. Há umadiferença em inovar e manter-se atualizado, e para isso requer habilidade.Experiências Passadas DocumentosEstabelecimento do CAD anual na UEB Doc. 61 – Programação do EventoImplantação de medidas para reversão da Doc. 62 – Ata da Comissão Diretivasituação do HASEstabelecimento do Fundo de educação Doc. 63 – Ata da Comissão de Educaçãopara toda a UEBEstabelecimento do Projeto Terra da Doc. 64 – Vídeo com apresentação doPromessa - UEB Projeto 29
  31. 31. Experiências Planejadas DocumentosBibliografiaCollins, J. (2006). Good to great: Empresas Feitas para Vencer. 15ª Edição, Rio de Janeiro – RJ, Editora Campus.Senge, P. M. A. (2006). Quinta Disciplina: Arte e prática da organização que aprende. 21ª Edição, Rio de Janeiro – RJ, Best Seller.Hutchens, D. (2006). Sombras do Homem de Neandertal. 2ª Edicão, Rio de Janeiro – RJ:Best Seller.Kotter, J. P & Schlesinger, L. A. (2008). A escolha de estratégias de mudança. Harvard Business Review, p. 78 – 83, Setembro 2008.Reflexão 30

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