Luana - Aula 10 artigo 2

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Artigo "Quality-Based Software Reuse"

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Luana - Aula 10 artigo 2

  1. 1. Artigo: Quality-Based Software Reuse
  2. 2. Introdução <ul><li>Reuso de software tem sido utilizado para reduzir custo de desenvolvimento e melhorar qualidade. </li></ul><ul><li>Reuso só tem foco nas funcionalidade </li></ul><ul><li>Propriedades não funcionais (qualidade) também devem ser consideradas </li></ul><ul><li>Dificuldade de incorporar requerimentos de qualidade em métodos de reuso: </li></ul><ul><ul><li>A qualidade é difícil de reconhecer já que é uma informações transversal </li></ul></ul>
  3. 3. Introdução <ul><li>Para resolver utiliza: </li></ul><ul><ul><li>NFRs </li></ul></ul><ul><ul><li>Goal-orietated requirementes </li></ul></ul><ul><ul><li>Programação orientado a aspecto (AOP) </li></ul></ul><ul><ul><li>Reuso de software </li></ul></ul><ul><ul><li>Gerenciamento de qualidade </li></ul></ul><ul><li>Define um processo que usa uma biblioteca para achar características de qualidade e aplica descrição funcional do software. </li></ul>
  4. 4. Goals, Aspectos e Reuso <ul><li>Os NFR são tratados como softgoals </li></ul><ul><li>Utiliza um grafo de dependências entre goals, mostrando influencia positiva e negativa entre eles. </li></ul>
  5. 5. Goals, Aspectos e Reuso <ul><li>Goals </li></ul><ul><ul><li>Interesses do stackholders </li></ul></ul><ul><ul><li>Requisitos orientado a goal é focado em goals que são “precusores dos requisitos” </li></ul></ul>
  6. 6. Goals, Aspectos e Reuso <ul><li>Utiliza modelo de goal que representa goal, tarefas e softgoal </li></ul>
  7. 7. Goals, Aspectos e Reuso <ul><li>Aspecto: </li></ul><ul><ul><li>Diferença entre Programação Estruturada e Programação Orientada a Aspecto (AOP) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Em AOP a responsabilidade onde um aspecto é necessitado depende do próprio aspecto. </li></ul></ul></ul>
  8. 8. Goals, Aspectos e Reuso <ul><li>Aspecto </li></ul><ul><ul><li>É simples utilizar linguagem orientada a aspecto para resolver as informações transversais </li></ul></ul><ul><ul><li>Os NFR serão representados utilizando aspecto </li></ul></ul>
  9. 9. Goals, Aspectos e Reuso <ul><li>Reuso: </li></ul><ul><ul><li>Krueger define processos chaves para reutilizar artefatos de software: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Classificação: organiza as informações armazenadas para possibilitar pesquisa. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Abstração: ajuda entendimento tirando detalhes de baixo nível e de implementação. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Seleção: Ser possível escolher um artefato para reutilizar. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Especialização: Um artefato pode ser modificado para poder ser reutilizado. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Integração: Unir o artefato com o contexto que está sendo inserido. </li></ul></ul></ul>
  10. 10. Representação dirigida a goal e aspecto <ul><li>Obstáculos para reutilizar qualidade de software: </li></ul><ul><ul><li>Uso de catálogos não são suficientes para suportar reuso de qualidade já que não faz relação clara com as funcionalidades </li></ul></ul><ul><ul><li>As linguagens de representação de software não inclui conceitos não funcionais. </li></ul></ul><ul><ul><li>A seleção de um ponto especifico onde o NFR está sendo usado só é possivel se tiver um link entre os pontos que contem a NFR </li></ul></ul><ul><ul><li>A especialização de um NFR em outro contexto também é complexo divido a transversalidade. </li></ul></ul><ul><ul><li>A integração deve ter uma interface bem definida tanto para o elemento reutilizado quanto o novo contexto. </li></ul></ul>
  11. 11. Representação Orienteda a objetivo e aspecto <ul><li>Aspecto de goal </li></ul><ul><ul><li>Tem representação gráfica chamada V-graph </li></ul></ul><ul><ul><li>Relacionar modelos representando requisitos funcionais e modelos representando NFR. </li></ul></ul><ul><ul><li>Utilizado para elícita aspectos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Esse graficos ajuda integração, </li></ul></ul><ul><ul><li>especialização e seleção mas não suporta classificação e abstração . </li></ul></ul>
  12. 12. Representação Orienteda a objetivo e aspecto <ul><li>Linguagem para organizar qualidades (Q7) </li></ul><ul><ul><li>Contemplar classificação e abstração. </li></ul></ul><ul><ul><li>A linguagem não só suporta características de qualidade como relaciona descrições funcionais. </li></ul></ul><ul><ul><li>Para isso é necessário representação para: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Função, tópicos, tipos de qualidade, pré-condição, poincuts, estruturas de contribuição e operacionalização de qualidade. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Para resolver foi utilizado a classificação 5W2H. </li></ul></ul>
  13. 13. Representação Orienteda a objetivo e aspecto <ul><li>Linguagem para organizar qualidades (Q7) </li></ul><ul><ul><li>Why? O que está querendo ser reutilizado </li></ul></ul><ul><ul><li>Who? O destino principal do atributo de qualidade </li></ul></ul><ul><ul><li>What? Seria o topico no NFR framework </li></ul></ul><ul><ul><li>Where? O endereço especifico da qualidade do artefato. </li></ul></ul><ul><ul><li>When? Indica a pré-condição mantida antes da operacionalização </li></ul></ul><ul><ul><li>How? Operacionalização dos NR </li></ul></ul><ul><ul><li>How much? São os links de contribuição entre as operacionalizações e os NFR. </li></ul></ul>
  14. 14. Representação Orienteda a objetivo e aspecto <ul><li>Linguagem para organizar qualidades (Q7) </li></ul>
  15. 15. Representação Orienteda a objetivo e aspecto <ul><li>Linguagem para organizar qualidades (Q7) </li></ul><ul><li>` </li></ul><ul><li>Provê relacionamento especifico entre funcionalidades e preocupações de qualidade </li></ul>
  16. 16. Processo de reuso de qualidade
  17. 17. Processo de reuso de qualidade <ul><li>A rotina test avalia atraves da clausula “when” se algum goal se aplica a qualidade </li></ul><ul><li>A rotina match verifica se um goal equilavale a uma especificação de um poincut de um softgoal </li></ul><ul><li>A rotina weave verifica as contribuições entre g e s </li></ul>
  18. 18. Reuso de Usabilidade <ul><li>O objetivo é reutilizar a qualidade usabilidade presente em “Media Shop” e aplicar num outro sistema, “Web Based Training (WBT)” </li></ul><ul><li>Foi feito um levantamento de relação entre goals e softgoals para as tarefas e operacionalização de tarefas. </li></ul><ul><li>Foi produzido um V-Graph que merge a descrição do requisitos com abstrações da implementação. A partir dele foi classificado e gerado a biblioteca. </li></ul>
  19. 19. Reuso de Usabilidade <ul><li>Abstração da biblioteca representada em Q7 </li></ul>
  20. 20. Reuso de Usabilidade <ul><li>Parte funcional da WBT representada em Q7 </li></ul>
  21. 21. Reuso de Usabilidade <ul><li>Seguindo o processo definido, o primeiro passo é usar uma query (why = “Usabilidade”) </li></ul>
  22. 22. Reuso de Usabilidade <ul><li>Realiza a especialização, atualizando os poincuts </li></ul>
  23. 23. Reuso de Usabilidade <ul><li>Realiza a integração automaticamente. </li></ul>
  24. 24. Conclusão <ul><li>Foi apresentado um método o reuso de qualidade de software. </li></ul><ul><li>Existem ainda alguns problemas: </li></ul><ul><ul><li>Escalabilidade </li></ul></ul>

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