Curso Enterprise Architect

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Curso sobre a ferramenta Enterprise Architect ministrado como treinamento na Rede Adok de Tecnologia da Informação.

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Curso Enterprise Architect

  1. 1. Curso Enterprise Architect Apresentado por Rande A. Moreira 29/07/10
  2. 2. <ul><li>Versão de EA utilizada: 7.5 Corporate Edition </li></ul><ul><li>Versão de Windows: Vista SP 2 </li></ul><ul><li>Versão de Mysql: 5.0 </li></ul>Introdução
  3. 3. <ul><li>Permite que sejam definidas sequências para nomenclatura de elementos. (Ex.: UC 0001, UC 0002...) </li></ul>Contadores Automáticos
  4. 4. Contadores Automáticos
  5. 5. <ul><li>É possível determinar, para cada diagrama, quais atributos/métodos de uma classe devem ser exibidos. </li></ul>Visibilidade de atributos/operações
  6. 6. <ul><li>Em alguns diagramas, como o Diagrama de Sequência, são utilizados objetos, não classes. </li></ul><ul><li>Para um objeto criado, pode-se definir o valor dos seus atributos. </li></ul>Criando objetos
  7. 7. <ul><li>Clique no elemento e arraste para o diagrama (se não aparecer a caixa de escolha, arrastar com o CTRL pressionado) </li></ul>Criando objetos
  8. 8. <ul><li>Definir os valores dos atributos do objeto </li></ul>Criando objetos
  9. 9. <ul><li>Modela a arquitetura que existirá em tempo de execução </li></ul><ul><li>Concentra configuração de hardware </li></ul><ul><li>Aponta como os elementos de software e artefatos são mapeados nos nodos </li></ul>Diagrama de implantação
  10. 10. Diagrama de implantação
  11. 11. <ul><li>O EA permite a geração de documentação em dois formatos: </li></ul><ul><ul><li>RTF </li></ul></ul><ul><ul><li>HTML </li></ul></ul><ul><li>Ele possui suporte à geração de Glossários, Notas e possui também a opção de exportar somente diagramas </li></ul><ul><li>É possível gerar documentação de um pacote inteiro ou apenas de um pacote e seus “filhos” recursivamente </li></ul>Documentação no EA
  12. 12. <ul><li>No menu Project ou clicando com o botão direito, selecionar a opção Documentation->Rich Text Format (RTF) Report... </li></ul>Documentação no EA - RTF
  13. 13. <ul><li>Pode-se escolher um template padrão para geração, optar ou não pela utilização de substituição de palavras, entre outras opções. </li></ul>Documentação no EA - RTF
  14. 14. Documentação no EA - RTF
  15. 15. <ul><li>É possível filtrar detalhes para alguns dados e definir a ordem de processamento do documento </li></ul>Documentação no EA - RTF
  16. 16. <ul><li>É possível também aplicar a substituição de palavras chave, já que não há suporte a i18n no EA </li></ul>Documentação no EA - RTF
  17. 17. <ul><li>Existem modelos pré-definidos para geração de documentos RTF: </li></ul><ul><ul><li>Modelo de Requisitos </li></ul></ul><ul><ul><li>Modelo de Casos de uso </li></ul></ul><ul><ul><li>Modelo de Dados </li></ul></ul><ul><ul><li>Modelo de Testes </li></ul></ul><ul><ul><li>etc. </li></ul></ul>Usando um modelo de documentação
  18. 18. <ul><li>É possível criar modelos a partir dos modelos pré-definidos </li></ul>Personalizando modelos
  19. 19. <ul><li>A edição de templates é feita utilizando um editor WYSIWYG </li></ul><ul><li>É possível escolher quais modelos vão participar do documento </li></ul><ul><li>A personalização de quais dados devem aparecer é feita através de fórmulas, que se assemelham a relação classe/atributo da OO. </li></ul>Personalizando modelos
  20. 20. <ul><li>Um documento virtual pode ser criado como uma classe com o estereótipo <<model document>> </li></ul><ul><li>Esse recurso permite escolher pacotes específicos para a geração de documentos </li></ul>Documentos Virtuais
  21. 21. <ul><li>Model-Driven Architecture é uma abordagem que tem como objetivo gerar código a partir de modelos UML </li></ul><ul><li>É construído um modelo independente de tecnologia (PIM – Platform Independent Model) ‏ </li></ul><ul><li>Em seguida, o PIM é transformado em um ou mais modelos (PSM – Platform Specific Models) ‏ </li></ul><ul><li>O PSM é então transformado em código de acordo com a tecnologia do PSM </li></ul>Geração de código - MDA
  22. 22. <ul><li>Para geração de código é interessante utilizar a perspectiva de implementação, ou seja, a classe/interface estar com seus detalhes bem definidos </li></ul>Geração básica de código
  23. 23. <ul><li>Para geração de código para pacotes, os passos são semelhantes </li></ul>Geração básica de código
  24. 24. <ul><li>No EA, existe o conceito de Code Template Framework </li></ul><ul><ul><li>Permite personalizar a geração de código </li></ul></ul><ul><ul><li>Possibilita o MDA </li></ul></ul><ul><li>Esse recurso é composto de um editor, templates já definidos e um mecanismo que interpreta modelos para gerar os códigos </li></ul>Geração de código - Personalização
  25. 25. Geração de código - Personalização
  26. 26. <ul><li>As transformações MDA permitem criar modelos PSM a partir de modelos PIM </li></ul><ul><li>A geração de código é feita a partir do PSM </li></ul>Transformação MDA
  27. 27. <ul><li>São recursos que permitem expressar conceitos não existentes na UML </li></ul><ul><li>Definem características de um elemento através do par chave -> valor </li></ul>Tagged Values
  28. 28. <ul><li>Modelagem de Banco de Dados não é padrão UML </li></ul><ul><li>Novo diagrama -> Extended -> Data Modeling </li></ul><ul><li>No toolbox aparecerão os elementos relacionados com a modelagem de banco de dados </li></ul><ul><li>Colunas são atributos </li></ul><ul><li>Foreign keys são propriedades de uma associação entre tabelas </li></ul>Modelagem de Banco de Dados
  29. 29. <ul><li>Importante definir o banco de dados padrão utilizado pela EA, ou definir o banco para cada tabela. </li></ul>Modelagem de Banco de Dados
  30. 30. <ul><li>Para geração do script, é importante que todas as tabelas tenham sido criadas com o SGBD correto </li></ul>Geração de script SQL
  31. 31. <ul><li>Simples e direto, mas não perfeito </li></ul>Banco de dados - Engenharia reversa
  32. 32. <ul><li>As baselines permitem o congelamento de versões e também o acompanhamento de alterações realizadas </li></ul>Baselines
  33. 33. Baselines
  34. 34. Baselines
  35. 35. <ul><li>Permite acompanhar qualquer alteração realizada mesmo sem a existência de baseline </li></ul>Audit View
  36. 36. <ul><li>Ativando a auditoria </li></ul>Audit View
  37. 37. <ul><li>Realizando auditoria </li></ul>Audit View
  38. 38. <ul><li>O EA possibilita o controle de acesso de usuários em um projeto </li></ul><ul><li>É possível definir o acesso por usuário único ou por grupos </li></ul><ul><li>O acesso fica restrito de acordo com um conjunto de operações previamente definidas </li></ul>Segurança no EA
  39. 39. <ul><li>Ativando a segurança </li></ul><ul><li>Será necessário digitar </li></ul><ul><li>a chave de segurança </li></ul><ul><li>fornecida pela Sparx </li></ul><ul><li>A partir daí, será possí- </li></ul><ul><li>vel gerenciar os usuários </li></ul>Segurança no EA
  40. 40. <ul><li>Pré-requisitos: </li></ul><ul><ul><li>É necessário instalar um conector ODBC próprio do banco de dados (para MySQL, clique aqui ) </li></ul></ul><ul><ul><li>Baixar o modelo do banco de dados do EA ( clique aqui ) e criar uma base de dados a partir dele </li></ul></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  41. 41. <ul><li>É possível ter toda a estrutura do EA armazenada em banco de dados, ao invés do arquivo binário .EAP. </li></ul><ul><li>Se você já possui o .EAP, pode fazer a exportação em Tools -> Data Management -> Project Transfer -> EAP to DBMS </li></ul><ul><li>Assim, o compartilhamento fica mais simples, sem a necessidade de utilizar o SVN e configurar arquivos XML. </li></ul><ul><li>Além disso, ativando a opção de Segurança no EA, o nível de controle de lock fica muito mais refinado </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  42. 42. <ul><li>Escolha a opção Connect to Server </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  43. 43. <ul><li>Selecione conexão do tipo </li></ul><ul><li>ODBC </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  44. 44. <ul><li>Crie uma nova conexão </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  45. 45. <ul><li>Crie uma nova fonte de dados </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  46. 46. <ul><li>Selecione o conector ODBC instalado </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  47. 47. <ul><li>Defina um nome para fonte de dados e escolha um local onde deseja salvar </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  48. 48. <ul><li>Conclua o processo de criação da fonte de dados </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  49. 49. <ul><li>Configure os parâmetros da conexão </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  50. 50. <ul><li>Selecione a fonte de dados previamente instalada </li></ul><ul><li>Talvez você tenha que selecionar </li></ul><ul><li>a fonte e/ou digitar a senha </li></ul><ul><li>do banco de dados mais de uma </li></ul><ul><li>vez ao longo do processo </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  51. 51. <ul><li>Marque a opção de salvar </li></ul><ul><li>senha do banco de dados </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  52. 52. <ul><li>Defina o nome da conexão </li></ul><ul><li>Marque a opção de Lazy Load (carrega elementos só quando necessário) </li></ul>Armazenamento em Banco de Dados
  53. 53. Dúvidas? Contato: [email_address]

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