Avante novembro 1967 - que anuncia a morte do Che

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Avante novembro 1967 - que anuncia a morte do Che

  1. 1. ÀNO- 37 SÉRIE Vl - Nf 385 NOVEMBRO DE¡ l9ó7 PREÇOx 'N00 ÓRGÃO CENTRAL DO PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS I i l. Prolelários de todos os países: UNI-VOS lata pela sua independência. Enfrentando earaiesamenle a repressão as pescadores de iilaipsiairas levantam-se em defesa das spas seriaiiislas Mutarlslas e empregadas apresentam as suas reivindicações Par¡ o conjunto dos hai-coa du praça de Matosinhos, a entra deste ano é sensivelmente infe› rior à do ano passado. São. porém, os pescadores os primeiros a sofrer a¡ duras con- sequencias rluina má safra, visto _que os seus ganhos se baseiam principalmente em percentagens mlnimae sobre as quantidades de peixe pescado. Para eles o pm- ximo inverno apresenta-sc com perspectivas hein negras. sem o pão suficiente para matarem a fome c aos seus (vivendo amon- toedos nas miseráveis barracas do bairro do Cliangai, sem água, sem luz_ sem saneamento. As cdificuldadcs- com que os armadores dizem debater-se re- presentaria para os pescadores, motoristas e empregados. uma vldn farta. Os armadores procuram remlvef a¡ suas dificuldades à custa dos percadores Não áuerendo ver os seus lu- cros diininuidos, forçados a sai tilfazer algumas reivindicações a outros trabalhadores dns pcs- ' cas, tendo de fazer face a con- secutivos aumentos dos preços dos combustiveis. do custo dos barcos e dos apetrechos de pes- ca, assim como dos impostos e taxas, para Salazar queimar nas guerras coloniais_ os armadores procuram que sejam os pescado- res e os consumidores ri pagarem todos ns custas, diminuindo ns ganhos dos primeiros c aurucn. tando o preço do peixe aos si» gundos. Numa reunião de armadores realizado em fins de Setembro. pretextando a necessidade de acabar com a «candor1ga›, r'i›. - SOlVBIPSC que se retirassc parte do peixe que é hábito os pescaf dores levantaram como (caldei- rada n, atribuindo a cada um ape- nas 40 sardinhas, que se proibisr_ w se os pescadores de venderem o seu pe¡ . ., que se mobilizassc u policia marítima e se cxerccsse uma apertada fiscalização para impedir ospescndores de leva» rem para terra u quantidade de peixe habitual. I Apesar da actual contrata es~ tar desectuolizuda em relação no custo de vida, os pescadores con- tinuaram a regular-se por cia e : levantar a qaiaatidade de peixe habitual, defendendo assim uma conquista importante. O¡ motoristas e empregados apresentam reivindicações próprias Como bom xcrvenfuúrio dos armadores, hà dois anos n rui- nistro das corporações em vez de atender us justas reivindica- ções que uma rlelegnçâo de em- pregados na venda de peixe lhe apresentam ein Lisboa, acusou 'os seus componentes de obede- cerem à voz do Partido Comu- nista Português, com o objecti- vo cfaro de os intimidar. Com um contrato colectivo de trabalho de Iiii 20 anos t! ) e de- nunciado pelo Sindicato bit dois anos, ns empregados reclamam do novo aumento de ordenados e um novo contrato dc traballio que tenha cm conta o aumento wrliginoso do custo dc vida. De facto o dilema que se colo- ca a todos os trabalhadores na hora presente é: Lutarem ou ve- rem aumentar ainda mais a ini- séria nos seus lares. No dia 18 de Outubro, os em- pregados realiznraui uma con- corrida reuniao no Sindicato pa~ ra discutirem a sua situação e acordaram no caminho a seguir (continua na 5." pág. ) . .._: .._. . GLÓRIA IMORTAL A03 COMBÀTENTÉSN Dil REVllLllÇÃll SUCIAUSTA DE OUIUBR «à cinquenta anos são volvidos desde os dias gloriosos do grandd Outubro. O primeiro Estado Operário c. Camponês consoli- dou o seu poder, edificou o socialismo, constrói a base mate- rial e técnica do comunismo, serve da exemplo e de guria ao proletariado revolucionário do mundo inteiro, aos povos em A Revolução de Outubro resistiu ao maior assalto das forças capitalistas coligadas quiseram esmagar o jovem poder triun- fanto. Dofrontou as bordas as- sussiuas de Hitler, os mais im- piedosas devnstaçõcs, com um heroísmo exemplar, com o : acri- flcio da vida de 20 milhões de soviéticos caídos na luta, ,para que a Humanidade se ltbertesse . lo pesadelo do nazismo. O que pode haver dc mais di- gno, de mais exnltunte paruo proletariado português do que celebrar o maior acontecimento histórico da nuasu ermdo que ter presente o significado e a expcrie 'ia da grande Revolu- ção Socialista de Outubro 'à Milhões de trabalhadores dos paises socialistas o do mundo capitalista, milhões de homens de todos os continentes e de to- dos na raças saudam otriiiufo do proletariado e dos campone- nei. saudou¡ a vitória dos povos que constituem lioie u União das 'Repiíblicas Socialistas 'Soviéti- cas, sauiltrai n era emiqucníhan- deira vermelha da classe openi- rio tremuln ao vento sobre uma tercu parte da Humanidade, anunciando o fim do dominio ca- (continua na 6." pág. ) CONFEA Q MPERALISMO E A GUERRA COLQNIALÀ FRENTE UNIDA . E GOMBÂTIVA al como o Partido Comunista Português tem afirmado repeti- das vezes, Portugal - um in tau- mento das forças mais agressivas do imperialismo. 'No seu Progra- ma, .aprovndo pelo Vl Congresso. pode ler-se: «O auxilio das poten- llÊ-rliãàií' Esta fotografia c'- um rlocurucnto horrurareir t: nr. ' ' iiinrliadada a r Ls iriassiriirrcs c-in Niassa, as dostrtiicñes rdeaincnto a napalm são . -is armas du da exército Sflldll! ro africana, atado de nlrleiasinrlefesis. os bm cias imperialistas ao governa fas- cista, graças no qual é possíuel o pronsegirimcnrto da dominação ›e da guerra colonial, e prestado a troco não só de concessões nas cnlrínins, mas também de conces- sões económicas, politica¡ e mili~ ' rlonUmsoldado lo uuii ' inusi- «civilizeção- que os coloiiialislus portug cscs levam a África. . tares em Portugal, que redu- . zem cada uez . mais . .a uma_ mamrpalavrnzaindependên- cia do paiSJQunntu mais lem- pa prosseguir n dominação nas colônias portuguesas, mais será agravada a domi- naçãoimperialistasobrcPor- tugal. A luta pela verdadeira independência de Portugal está inrlissolirvclmente liga- da à luta pcloindcpcndênoin dos povos dan colóniasrpor- tuguesam. Aldeias mesoecradas em Angola na região QuiculungoiTerretro Na segund-aseinattudomês de Auostmforoas nrilitariza- das, em couiunlo com a Pl DE, que iii dispõe de grupos de assalto, arrasaram com- pletamente diversao aldeia¡ na região de Quiculuugzo- -TerreiromTndos os habitan- tes, totalizando várias conte- nas, forum vitimas do inus- sacreÀ fririus-aiigniriáriaalos agressores não escaparam nem mulheres-nem criancas. COPO! !! (l Éllll MOIlSÍFlIDSH façanha, os 'sinos colo- -nialistas nr inizaram uma farsa de «con lho de guer- ra», onde fnram iirlgndoa e condenados ii morte por cn- (conttuuunu 4.", ~pág. )
  2. 2. .. g ' . ; ; f . _.___. _.__. __. No ministério da' Economia, en- tre os escândalos du vida li- 'bertina do seu ministro, o gover- no prepara a subida do preço do pão, depois de prolongadas con- 'versnções cum os grandes indus- triais de panificação e du moa~ gem e os representantes da Fe- deração Nncionnl dos Produto- res de Trigo. , Desde Dezembro do arto pas- sado que aexigéncia do aumento do preco do pão to¡ formulada com insistênciapclosindustriais de panificação, que pretendem fazer dcscarregauso bre os om- bros dos trabalhadores o pesa das sua: dificuldades. (Tal como foi ufirmàdoeni De- zembro- pnssndo pela Comissão Executiva do Comité Central rio Partido Comunista Português sí. .. u se osindustriaia de panificação ndo querem ter contra si a ira do puvo devem voltar~se contra o governo fascista e os monupf» lius e recusar-sc à prúticn de fruudesz. . 0 «AVANTE ! › cliuinou repe- tidas vezes a atenção dn clnsse operária e do povo pura o an- mento do preço do pão, oricntntr- alo-os para a acção urgunizadn, para u lutu nctivu e de larga pro~ ¡eccào a tim de evitar que o go- verno fascista consumo o seu criminoso plano. : Só a lula da classe o erárinf só a acção organizada o povo evitará que o governo fascista Ie- ve por diante o aumento do pru- ço do pãd- afirmava a Declarar. ção db Píriida Comunista Portu- tuguês sobre o problema do Pião, um Dezembro do ano passado, , AGRAVA-SE A. sauna-oi ECONÔMICA DO PAIS No sector da indúqtrio usfe- 'l nómenos dc agravamento dns¡- tuacño económico comecnm u ser evidentes. Baixou de S para 1,2 por cento o ritmo de desen- volvimento industrial de 1965 para 1966. Registnm-ce quebras na produção nas indústrias me- tnlúrgicna de base. Algumas de- | us estão dcspedindo trabalha- dores e encontram-se à beira da falência. Outras não pagam re« gulnrinente no pessoal. O rein- tório do Banco de Portugal de 1966 assinala o decréscimo da produção na indústria do vestuá- rio e da cal-cado, indústrias de pnpehimpressão e edição, indús- tria de pedra, argila e vidro, iu-' ' r diiatrlàs quimica¡ e uctivirlnrles conexas. N21 indiistria mineira regista-se uniu lmivn acentuada na extracção di! todos na miné- O' CUSTO rios, com excepção do voltrümic. Nu têxtil de laniftcios n produ- çño sofreu uma baixa de 10 por cento, ,passundo de 4.758 tonela- das em 1965 para 4.258 em 1966. Na indústria têxtil algodceira a situação agravomse no decurso do corrente nua, levando no cn- cerrainenio dc tzmprcsus cusua Falência, ao despedimento de irri- ballintlores e à redução da ior- nndo de traballio semanal, ti que o r AVANTE! › jdse referiu. Para' remediar uma ml situação a governo fascista vni proceder à reorganização da industria tfx- til, através da concentração em grandes unidades fnlirls, n qual provocará u liquidação dos pe› tiucnos e médios industriais e dnrâ origem a uma nova vaga de desemprego. que tombarii sobre os ombros dos truhnllindorcs. DE VIDA CONiTlNUA A SUBlR EM FLECHA A Câmara Municipal do Porto, na qual tomam lugar alguns dos maislegitimos represenmntesdo fascismo e agentes dos monopó- lios capitalistas, acaba de apro- var numa das suas últimncses- cães, com n consentimento do ãoverno, ri aumento de aluguer ' os contadora¡ e do preço du' àgua. Esta pussarii de 2x70 parar 53550 o metro cúbico. Depois do acréecimo defzã por qento nas tarifns de electricidade registado no uno_ passado. o novo aumento' _vem provar ao povo do Porto, que toda a politica fascista as. senta sobre a espoliacàn das amplas camada¡ populares. O bacalhau, cujo preco numen- tou recentemente pnrdetermi- nação do governo, aparece s; ru largamente reclamado em vii- rioa locnin de venda por precos line excedam jd na últimas tube- f ; tl «Avante» não se destroi Envimse pelo correio a uni amigo, QÍIÍFOQfFSP . '-l um compu- nheiro de cnniía cn, deixdse num local onde possa ser encon- trado por operários. Ins, com pleno conhecimento. e apoio do governo, q uc deste mo› do facilitn novos lucros o novas cutnbulachos aos grandes arma- zenistus, nos armadoresc à Junia lteguladora do Comércio do Ba- calhau. A carne dc carneiro pnssou, por deturmiuaçua "expressa do Grémio das Comerciantes de AVANTF. , t iiiimzimus i Luiiíiiíii ivmii 0 governo em Outubro du corrente ano ou seja iuii aumento de lUU por ceniol Por determinação do governo fascista registmse um novo uu- menta do preço do urrozVO ur- BABA. ” vai aumentar u praça du não i roz gigante, comprado u 7500 pnssn a ser vendido u SNWLSSQO, 75:40 e 7550; carolina, subiu de R$40 para 9820 e 9340; mercuntiil. subiu de 5360 para 6$50;arraz. corrente de 5520 par¡ 5320. , só HÁ UM CAMINHO: A tum Não LESÍtUIlOS u-m faccde uma situaçãotransitúrinlistamos em face do nina situação quase agra- va. i politica ínscistn, como_ nfir-' ma o Comunicado du reunião de Julho du Comité Central, incu- a7'. 'dc-dominar as leisda evolu- çao : lo cnpitnlismtnestaicriando . urnves dificuldades çm todun econnutin niiciouul. u Clálstiõ _npgn-¡riu que suporgax, mais pe_ sado 'encargo desta desastrosa situação. Contrirelas os traba- Ilmdorns devem erguer ndo só- , tucnte os . seus pruteslus, tuas uma' luta urgãunizntla. , firme, 'co- rajosa e consequente, iinico meio capuz dp elevar os salários: de pôr cobro nonumciito incessan- te du custo de vida, unico meio de evitar que o governo comeu¡ um novo átentado contra o L-aixn , poder de cnmprn do povo, decre- tuudn o nn mento do preco do pão. ESÍHIIIOI¡ em face _de amplas perspectivas de lulu. l; dever dos comunistnmdnstrnbnlhadnres de vanguarda, das fnrcnsdembrrá- ticun organizar : :orientar cssns lutas, ulcvd-litn a um nivel supe- rior de combatividade ede orga- nizncão. «Os acontecimentos compro- vam que pura aliquldncño do di- tuduru fascista c dns sua: bases Preparemus _ as eiaiçñes sindicais ntitndc dc ivi_<lefnrei_içn_cm_re~ luçno lis eleições Sllltltuuls é preiudicialuostrnballiatlorcsAs eleições sindicais exigem uma liulhadores, clnborui' u listu doi operários honestos n propür pu- ra a nova direcçãoJnze-ln subs- crever pelos sócios do sindicato com ni¡ cotíznçñcq em din, for- mular na reivlndicncõcs dos lrn› balhndores que a direcção pro- Cunie de Lisbon, de 27500, em push¡ pretende resolver . infante Junlindbnnopassndmparníimcü @seu ninnilnto, se for eleitn. _ Lula corajosa dos têxteis x Us operários têxteis da Fábrica Teles Alves Figueiredo de San~ lo Tirso tinham os salários em atraso. Combinnram agir em co› muin: ITOdOI à porta da empre- aa i para reclamar que os patrões lhes pngasseui. lr'. 'assim foi. À hora marcada ld eatnvnm. Mais uma vez o pntronnto chamou n (i. N.R. e n PlDE pura fazer c¡- lar os justos protestos dos tru- Iiullmdores. ! tias n força da suo unidade. e da sua disposição de lntn era iuuior du zine u poder dns espiri- gardus e dos eabirros policiais. Nan se deixaram intimidar. insis- tirnm na reclamação. Mais uni- dos e firmes, os operários têx~ teis da Fábrica Teles Alves Figuei- redo alcançnrnin uma _vitúria_ Forcarani o patronntqu pagar- . llies os: salários s demora. Esta lntn é um ea niplo para todos us opordi ins líxfcís, ni. iu momento em que é necessário intensificar n acvâti contra u rc- ducño dos dins de trnlintlio. con- trn o d* empregxypalo aumento di: aimirios, pelit elaboração de um novo contrato colectivo. económicas e sociais e para a - construção de um Pnrtugal de- mocrúticc~afirma &Cam-uni- '~ cado doComitré Centralw- será necessário uma luta revolucio- ' i nárin aguda. o levantamento de massas, a insurreicão popular. A: : condições objectivos são fa- voráveis ao desenvolvimento da' luttt de massasi. . . Eiicaineradu na Finaliza "iii, Fenlilie n , camara-tia Pires large , üúiillliiiiilflill anos Tpdjifumavirln consagrada ¡ilu- Uma lúcida cnpncidnde de difigeiifqúnlndcdícnçüo exam- plnr í¡ cuuslt ilnclusse operária ' : :do seiÚPurtirloÇ ntrnvés d_e umn Çxistêncln Vivid: : nos mais 'duros condições: lt) : mos nas prisñes fascistas, deportnrio _ em Ãtfricn em plcnn juventude. 20' unos 'de vida clandestinu amassado de perigos e de pri- vncñes de toda n ordem. Nnscidocm ? à de Novembro de 1907, o éamnrada ! Pires Jor- ' ge conheceu desde muito novo . a exploração e a niiaéritmmas contra ela ergueu o seu protes- to, participando na rlutn, 51|¡- uliundo uma mnsciêucin polltl¡ ea activa. que-o llnviam de tri» zer às filcirus do Partido Co- munista Portugués, de que se tornou um dos seus mais des- tacados dirigentes. A vida de Joaquim Pires _lor- - go rg -¡n N¡ Comme ge encontra-se estreitamente Zirneregcildreccrwr evmdliiliznr ostra-¡hiadñ i1 Vidn' e à llcviilídñdñ d° PQYIidDpà Intn das trabalhado- res portuguenen contra a explo- ração capitalista e o fascismo. Em 1940 foi um dos activos rc- organizndores do Partido. após ter sido libertado da foirfnleza de S. _João Batistmem Angra do Herolsmo. nos Açores. Preso em 1942, eijadithse me- ses depois para voltar no seu posto de combate *nas fileiras do Partido, onde durante cerca de 20 anos de vida clandestina deu provas di¡ sua dedicação sem limites, da nun capacidade politica, da sua írrndinnte een- fiança nn classe operária e no seu Partido. 0 camarada PiresJorge com- pleta ! i0 anos, enctarcerado na sinistra fortaleza de Peniche. cum a uñdn gravnmvnla Inn-ll no: 6 nnas da priião, vivídpx em iimbicnio , aa canina: . d¡ ltrrer. Nós Ie : caderno: nnle di¡ m nom- n. mia e Partido, comanda Flrulcrílu guardando a lembrança d¡ lua ardnrasa Íulli, :rpuíndo o lxemplo da lua vida_ Trlbntharcmu¡ : em n : :nllenrl que sempro Ie nnlmompara n develver o Iibudoda, pura devolver a Ilbardndu todos os camaradas praias.
  3. 3. i (continuação da l. " pág. ) para obterem melhores condi- ções de vida, isto é aumento de ordenados. ¡Tumbdm os motoristas dos barcos reclamaram aumento de salarios. Não o conseguindo rà- pidnmeiltcmlgunsdespediram-se Em vez' dc satisfazer n justa reivindicaçàt-_deslcstrabalhado- res. os armadores ordenaram no¡ mestres dos barcos que lhes dis- lribulssem uns tantos cnbnzea de peixe diariamente. isto é mete- , l os aaseaoonrs ram mais uma vez as mãos aos bolsos dos pescadores tirando- -lhes peixe. :tem se preocuparcm com o que ; Ircscrcvc a contrata. Com esta manobra. os nrmu- dores visavam atirar os pesca- dores, motoristas e empregados uns contra os outros para mais facilmente roubar todos. Enga- nnrani-se. porém, nos seus cúl- culoeOs valentes pescadores dc Matosinhos continuaram a tra- zer para terra a mesmo quanti- dade de peixe. o APARATO POLICIAL ( NÃO INTLMIDA os Com o a pnrnto ropressivo que montaram, os armadores tinham como certo o recuo dos pescn- dores_ Depois se meia dúzia não cumprisse, era (iueslào de os prender e todos sc curvariatn ils suas PTBPOÍÔHCÍETSLMHÍS uma vez os cálculos do Grémio e dos ar- madores sairam furados. No dia dois de Outubro, todos se apresentaram com os baús cheios de ¡ieixe e a fiscalização ' assustada e com receio de com- Fücflcões acabou |70|' desistir deixando passar todos. A primeira bntalha estava gu- nha c os pescadores, os ¡ensin- miliares e todos, cuja labuto está ligada à pesca, deram largas ao seu contentamento. Os dios e as semanas passaram PESCADORES e a luta dos pescadores pela dc- [esa du seu peixe continuo. Alguns barcos passaram¡ a rn- mnr para os portos de Aveiro e do Figueira da Foz para ni ven- derem o peixe e passar assim a campanha u tcrdireito no dobro da «oaldeiradaa- dale¡ e o peixe sem fiscalização. Mestres e camaradas de 6 trai- neims. numa bela manifestação de unidutle c de solidariedade retiraram para ilistrihuir pela compnnhayarios cnhnzos de pei- 'e c experimentaram que apenas alguns pescadores ¡mssussnm n fiscalização com os baús gran- des cheios. Como não o conso- guiasem, numa acção de protes- to. todos atiraram com o peixe no mar diante do publico. AVAN'l'l*1 os mArosmi-ios LEVANTAM-SE EM DEFESA DA_S__§UAS GONQUISTAS Motoristas e ajudantes, assim como alguns pescadores, despe- dem-se pondo alguns barcos na eminêncin de amurrnrcm. No dia 1G de Outubro. a poli- cia marítima prendeu e espnncou brutalmente um iljudzinte de mo- torista c um pescador. Outros TUDO PARA UNIR tem sido presos durante a luta e levados para a Capitania. Mas perante a indignação e os pro- testos prontos dos pescadores e seus familiares têm sido liberta- dos pouco depois. Um segundo sucesso foi alcançado pelos pes- cadores. NADA PARA DIVIDIR Tem sido a unidade combativs dos pescadores que lhes tem da- do alguna sucessos na luta por melhores condições de vida e de traballio. Na luta presente e nas lutas que se nvizinhnm, n muuu- tenção dessu umidade e seu re- forgtilmeutiv, assim como n cria- Ção de Comissões ou de grupos de ¡iescudorcs encurrcgnrlos do transmitir a todos o que se v_u¡ passa-ndo e para ligar a nocao datados, são ainda mais ¡reces- slirios do que no pilssildo, para se obterem novas regalias. A unidade combativn eondi- ção para u vitória sobre os cx- ploradores. Por i. o, os pesca- dores devem combinar bem o que todos devem fazer. Sc uns pretendem e teimam em passar pela fiscalização e a policin com w baús grandes cheios de peixe a outros, pelo contrario. passam com baús pequenos, cavam. sem disso re darem conta, a sua pro- pria divisão. li a divisão sort¡ a derrota. Todos com baús grandes, ou todos com baús ; requenos deverá ser ti (lecisüo firme dos pesca- doros. Isto é: Todas unidos. 'lambém nao nos parece posi-. cão correcta os motoristas eal- gnns pescadores dospedirom-se em plena luta. conto forma de protesto poros patrões nüosutis- fazerem imediatamente as suas reivindicações¡ A posição mais justa era continuaram no lado dos seus companheiros até ao fim dn luta - até à satisfação de¡ iuslas reivindicações de todos. AVANTE NA LUTAI Contra n tentativa do roubo das suas magras regalias. os pes- cadores devem responder, forta- iluiliceilus em greve . CtlllTlTA A EXPLllltAÇAtl PATlillllAL VITBRIUSA RÉPLIGA D08 COATICEERUS DE VALE llA LAMA uma magnifica vitória. fruto da unidade, combatividndc e fir- meza, eis o resultado da greve dosoperários da fábrica deaglo- merados de cortiça de Vale da lama. situada nas proximidades de Silves. Porque lutaram os operários de Vale da Lama? O turno dos operários da noite daquela em- presa recebeu a comunicação de que teria de [NIESITY a trabalhar mais uma hora por dia para com- pensaçãodoseutcmpu deiantar. Foi de indignação e de protes- to o rent-ção dos operários. A ré- plicn : adequada não se fez espe- rar. Cessuu o trabalho e em bla. - co os operários abandonar-ant a empresa. Uma vez fora. a situa- ção foi discutida e todo o pes- soal assentou na resolução de reg sarcm a fabrico no dia se- guinte, só retomando, porém, o trabalho se a decisão patronal fosse anulada. Todos unidos, de denovo na empresanguartlnmna, sem retomar a a: : ividade, a che- gado de um administradores. A ima só voz_ n posição dos operários ora irredntivel: x não ceder f¡ ganância dos prztrüesu, Perante a sua ixuidado o intran- sigente firmora a administração recuou: us 8 horas de trabalho foram uiuntidzis e foi respeitado o tempo para íantar a que ti- nham direito. O que representa o sucesso nl- ouilcadn pelos operários COHÍ. cciros de Valeda Lama? Itepre- sentagmtes de tudo. o resultado da sua luta. Mas esta luta só foi possivel ; iorque oa trabalhadores se uniram e defrontaram com firmexa e de maneira organizada os donos da empresa. que se pre- paravam para rouba-los ainda mais. A organização dos corti- ceiros de Vale de Lnmnfoioutra das razões do seu êxito. Os operários de-Vale da Lama deram um brilhante exemplo de como se luta e se vence. Lutando unidos os operários cortieeiros de todo o pais, [or- çarño o patronato e o governo a satisfazer as suas mais instantes reivindicações e entre elas a do aumento de salários. (ls Lareiras de Almada estão em lula «A TElillA A QUEM A TRABALHA» Aponta o Programa do Partido Comunista Há alguns meses que prossegue u lutu dos foreiros contra n proprietária dc Foros de Alma- da. Lista reclnmn agora a ¡Josse da terre, a saida dos campone- ses. Os foreiros resistem. (Quinn- tas' bemleitorius ali fizeram? Quanto esforço ali deixaram? Quantas lezes pagaram as pe- quenas propriedades que amn- nhmu 'à A G. N.R. foi chnrnutlai pnrn os expulsar u puxou fogo ns burra- nas construídas pelas campone- ses. mas a resistência encontra- da levou n proprietária a mudar do táctica. Agora não se trata de c pillsnr os camponeses pela violência. 'Prata-se- de vender- -lhes a terra. que desbravarnm e beneficiaram com o seu trabalho, a preços tcompensadoros): 20 contos o hoeture, quando na rc- giao o seu preço oscila entre 7 e 10 contos. Alguns camponeses aceitaram. mas a Inuiorixi não sai nem compra pelo preço que. a proprietária pede. Foreiros de Almada! Aterro é vossa ! Não deveis abandonei-la. Rcsisti coraiosnmente ii noção das lorçzts repressivtls, como o fizeram as camponeses de Fer- não Ferro, e da Quinta dujforre, de Taixoso, Outeiro e outrns lo- culidndes. Tal como preconiza o Prngrr- ma do l-'urtidu Comunista Pur- tilguês ; l terra dove ser enfrogile n quam a trabalha. tecendo c alargaudo ainda mais a sua ilnidndc cambatirn. crian- do Comissõcs ou grupos para coordenar a lutu com uma firme determinação de venceram. A mobilização dos familiares, em particular das suas valentes mu- lheres, é de grandeimportñnoia para o sucesso dulutu pelo pão e melhores condições detrabalho. Ocontacto estreito com outros trabalhadores ligados i1 pesca com vista a couquistnrasun ao- lidaricilildc dc classe o apoio à luta dos ¡veseadorcs rruvestese de enorme importância porn n luta dc todos por anmmito geral do salários. Os armadorea e o governo que os serve podem procurar servir_- -ac dos pescadores de bacalhau há pouco regressados du pesca contra os pescadores da sardi- uhn, Estes : levem apelar sem per- da de tampo para eles não so prestarem a desempenhar um Iio ¡gnóbil papel contra os seus ir- mãos de classe. Apelni, e eles corresponderia. enlileirando ao vosso lado conlra os explorado- res de uns e outros. Pescuzlores, motoristas e nm- predndos da venda do peixe ! Se Vos muntirerrlrs liruiL-nmntu uni- dos e persistirdes nn luta com determinação, venccreis! Firmeza revolucionária innte dos carrnsn s di; PlDE, nos momentos de interroga- tório c de torturotso Int umuuti- tudo n tomar: resistir corajosa- monfe, Silpnrtartnzlns : vivrutnli- davles o não truir, não drnuntiur. Quanto melhor ve: :: nulla na lula, melhor se resiste às tortu-
  4. 4. _L_. .:__ GllNTliA ll IMPERIMISMB E A GUERRA GllLlllllM. (continuação da l. " pág. ) forcamanto os elementos consi- derados mais responsaveis. Nu- ! Ill manifestação de macabra perversão, os criminosos, mas- caradns de : julzesx davam a es- colher nos condenados a árvore em que desejavam morrer l. .. Enfrentando o terror e a mor- te e dando exemplos de inexce~ dlvel coragem e abnegação. os yntriotns angolanos recusaram- -sc n prestar quaisquerinforma- (iões aos carrascos salazaristas preferindo sacrificar a vida a trnira sua luta e os seus cama- rodas. A tais actos de extermínio cha- niam os altos comandos fascistas «operações de limpeza n. Apesar das proporções de extrema gra- Vldüilf! que estos tomrirnni, as Forças Armadas coloninlíslus so veladamente se lhes referiram nos comunicados semanais. lmpotentes para fazer vergar a dignidade e o heroísmo dos na- AVANTE . cionalistasque se batem por uma causa justa, alguns elementos das tropas coloiiislislas dão pro- vas da mais bestinl ferocidsde. Apenas com 21 anos de idade, o slferes Pinho que se distinguiu pela sua requintnds malvndez nesta chacina, tornou-se conhe- cido na área pela alcunha de «menino-assassinou iate e outrosseres aberranten, gerados pelo fascismo c pelas guerras coloniais, inimigos du causa da liberdade dos povos, merecem o odio implacável de t-ndos os quelutam corniosamen- te contra as guerras coloniais e pela Paz. Osjovens militares sn- ti-fascistas, e os CODHIHÍEÍBS em primcirolugar, (levem darprovas de audácia e espirito revolucio- iiiirio no trnhalho de esclareci- mento e organização junio dos seus camaradas. a fim de impe- direm que os comandos colonia- listus e a PlDE prosslgam impu- ncmenle os seus crimes. A0 LADO DAS TROPAS COLONlALISTAS COMBATEM EM ANGOLA OS RACISTAS SUL-AFRICANOS Anuiiciaiido os piores augúrios para o povo portugues e povos coloniais, o estreiianientn das relaçoes entre os regime¡ (as. cistns do Salazar c du África do Sul tem-sc acentuado de loruia escandalosa nos últimos tempos. Condenado de há muito no 0s- tracieino nas assembleias inter- nacionais, o governo racista da África do Sul encontrou na ca- ninrillia salazarisiu um compar- sa singular. Por muito paradoxal que pnrcçs. os apanignndns do tão aprcgondo carácter ¡multi- raciah do colonialismo portu- guês recebem de bracos abertos os racistas sul-africanos ein- izham de buzófin por os terem como aliados. Silo dcvcras significativas os palavras do ministro da Informa- ção da África do Sul, na sua vi- sita t1 Portugal no niôsdcJnlhn: x Estou certo quo temos'. ii ni u cau- sa comum pela qual nos batemos no Mundo ›. Sim. O criminoso coiiluln para aniquilar n luta de libertação dos povos africanos e do povo por- tuguês, essa é u causa comum que liga os odiosos rcgimcsfna- cistos de Salazar e Vorster. A comprova-lo, os factos tardaram a manifestar-sc à do ilin. Em fins do mês de Agos- to, deslocando-se em 2 helicóp- teros. trupns sul-africanas em pntrnlhn detectaram um grupo de nacionalistas em território angolano, após o que se ofere- cerain para colaborar com as tropas portuguesas na cuca n outros putriotas iangtolanos. 0 comandante local, que parecia não ter conhecimento oficial (le. que tropas; estrangeiras pudes- sem penetrar livremente cm An- gola, acabou pi›r rceltnr a ines- perada proposta. Para isso hos- tou que os sul-africanos lhe ns- segurasseni que iii tudo tinha ui- AS «ELEIÇÕES» para as juntas de Freguesia “o passado inês de Outubro rca- Iiznrain-se ns r: eleicoes u para as _luiilns do Freguesia, Os gn- vernantcs Slllíllttrltilílt¡iillllulll-SD habztnndo n pacata tranquilidade em que. nos últimos anos, tem decorrido ns (eleiçñest para este: orguosudministrativosMns repeiitiuamente os cinbaracos sunttmm. sem que 0 governo ti. V053? fflfüas para os demover. No distrito dc Braga apareceram “SM rl- oneríchn Im 2-¡ lrnguaxlni, rio Pot-Ea is, Aveiro 7. Bragança 2, Cartela Branco 4. Ceirwbrn 1, Guarda Il, Portalc- gu l, Sivlnrém 3, Vila Raul 10.Vluull. Aro-i m. Heroilma 2, Ponta oeiçado 3, Vmni do Castelo 14. No distrito de Puto, a : :clio das sole- ¡iiia ou. ; [uclslsl conseguiu tunas elimlnll os i0 lisla¡ concorrentes por pvncauo: do m. v o a da suborno. Mu no: .u- ! swim u: rito: os um: do oposição dii- poloram lll alsínõns. O avi-mo ÍVJICÍSIB tenlou dimüinir o alqm vida ria nprsanniaçãc rir t. lan : te oposl anmiizir-qnasiasrons (rumin- vas o resultado de ólvcrgênc u locais. Mas as causos são tum difeunles. EII: exprimem o prolundo duseoiilsntamanlo popular contra a udmlnlilirçfn local as- iuulsiu, contra os dliigcnlnl das Junin do tratado ii nivel superior l . . . Tentando em vão quebrar a resistência e combatividade dos movimentos de libertação nas colônias portuguesas, a camari- lha governante recorre às mais sôrdidss e tenebrosus alianças. A isto chama o ministro fascista Franco Nogueira r naturais preo- cupações de seguranca r. Da mesma maneira hipócrita, quan- do da sua visita a Portugal, o ministro du Defesasul-africano. referindo-se aos interesses dos dois países na frica austrsl ¡fir- mava que juntos poderiam icon- lribuir para que haja estabilida- de. paz e progresso ll. Mas a Puz o o Progresso por que aspira o povo portuguéscsi- gem 0 lim das guerras coloniais, as alianças que visam s manter o jugo dos povos. o ilerrnhnmenm da ditadura fascista em Portugal_ BASES DE MlSS_ElS DA Nino NA MARGEM suii' A zona da Costa da Caparica, em Pinhal do Rei, está sujeita a regras especiais de segurança militar, nao sendo permitido a ninguém aproximar-sc paraalém de certos limites. - A justificação oficial procura fazer crerqnafnialiinstalndoum depósito de carburante. Porém, esta afirmação ú desnientida pelo aspecto exterior, que nada se assemelhauuiailepósito deconi- hustlvel, nem este poderia ser instalado naquela zona com os acessos existentes. Train-se rlu- nia base rle mísseis da NATO. afirmam opiniões dignas de cré- Lutnr contra n instalação de nosso Palsc contra as nlinncas dito. Depois do despacho da Presi- dência do Conselho e depois do: jornais diários se referirem, ain- da que*de forma imprecisa. so deposito POL-NIVIO. não é dl- ficil admitir que entre este eo depósitoldc Pinhal do Rei possa haver qualquer relaçao. A crescente submissão do go- verno de Salazar aos imperialis- tas da NATO deixa prever o pior. Umn base de mlsseis da NATO na margenisul do Pais é uma nova' ameaça para a segurnncn do povo português e para a P07.. bases militares estrrrgoirrr_ no militaristas do governo fascista de Salazar é, pois. uma tarefa urgente que 'se coloca aos comu- nistas, aos democratas e a todo o povo português. , _ listas paiarras : le ordem que o comuiiicsdo _da ultima reuniao do Comité Central veio novamente reafirmar exigem a intensifi- “M cacau das acções combativas de m¡ patrióticas no nosso pais. todas as forças anti-fascistas e Continuam o¡ massacre: na Indonésia . _.___. ._ ll coronel Uiiluiig miiiie _llalllallllll ' a internacional Dois unos depois do golpe reac- cionúrio que levou ao poder nn Indonésia o general Suliarto, continuam os mnssacres e fuzi- lamentos. Só na ilha de Java fo- rnni assassinados mais de 500 niil democratas. Depois da recente execução Niono, membro do Burou Poll- tico do Partido Comunista da lnrlonihia o rlirigentc dos sindi- catos, as autoridades daquele pais execnturani o coronel Un- iung, o comandante Suiuno c o tenente Ngadimo. O coronrl Uniung. membro do do Frugunls, onda impuism inselcntss pmqido Cmmmism d¡ Indonésia' rnprnsanlliilsl do regime. qu. desprezam os inlsruuu do pBVG. E_cort~o qua a: força¡ ilumoerñllens ln- mon, cluindu e Parilda Comunista subsIIm-um cuçño_ n sua co" o imparlfnncin da¡ salsfcões: pm ss Junin da Freguesia. Ma: não pode have-r ouvidas que s: Ilsins npoxlcioniiics apn- somadas luiemunlnm uma acçio do pro- ! esta ccnlrn os agonia¡ salnzarialnt. sob uma forma ostensivo, qua ruiniu o¡ . mu. çns, no suborno. h . w ões. à¡ bau palavra¡ da¡ ispreunisn u local: d: inmima. Foi a voniule do povo que se afirmou na uiinmio de formas luçaisdr iuia contra n ndminisirsçan salaurisln Éuo profundo risscovilanlsmonlo qu¡ crescer: ñlzslla. a so asplrllo dclnícilllvl das nussa¡ populares quo vamos buscar us causas desta [ndo novo e sintomático; em 112 freguesias forem apro- senlarlas listas do oposição às listas do fascismo, 'Truta-sn Elf' uma expressiva manifestação politica contra u ditadura. lavra no nais, s à onda de ravolla nun ii morreu coraiosaiiiente. Renfir- diante do ¡ielotño de exe- fiaaça no triuii- fo do socialismo no seu pais. 'Tomhoin contando ns estrofes da internacional. com uni herois- mo exemplar. Apelamoa para a classeopc- rárin c pnrii todos os patriotns, om o olliectivo dc reforçar s luta nua ii escala internacional se ergue contra os crimes do gp- vcrnn reacnionzirio (ln Indonesia, n soldo das potências imperia- listas. Enviamos envtns, namo u nbúxo-nni- nado¡ A embnixriih- da Indontsin em Li: - hoc, para orolcilar enàrgictmenm contra 5.x oxacucõcx o os uuasxínnloi, contra o¡ crimai da reacção n do imparlallxmn naquele pair. an-vz Viiz da» lilienlaile Tranamite todos as quartas e sábados a partir da 1,15 (da ma- drugada) em ondas curtas de 25, õl e 49 metros e em ondas mé- dias de 250 e 520 metros. - uiiaiilias recebidas dis amigo-s Ill) Partido Alcntainnn¡ Plrss Jorge 500300 vlrmulhm 310300 Presos po» Alludc Diniz 321.90 Iltlcoa 40500 Amin. ana¡- iousm Provincia Pau. ldam ioosoo vermelha Looosoo Amigo do Resposta se Flrtldo 20500 apelo da num 47:50 c. Ex. (AN) aos Amigo . Idem (MD) 3,000500 . mami 50300 ldumtPl 100300 Amigo: :to iainniv 70300 Partido 35500 Idsm( i 50500 A, an. . Lnu- Idem (F) 30300 lança 7000300 Idem im» 20$00 Avante¡ 300300 | dsmlVA) 000500 r (Jo) 40500 Rumo i A vaidade 33:00 , Vlioltlu 300500 idem .00 Salitln s s. Telxkirn 500500., Sanches 1,500500 'sauna Livro 30:03 Serrana 2000300 em 0:0 Serrote Dalsndu n . xqneãiue 50500 orgunlxor 119300 Soeiro . Educuçic como: 30300 ¡acinliila 300500 Unidade um Emigrante 50:00 . .cçaoiriê-NU¡ Firmazsl 500300 Vançuaid¡ 60500 um 2,000500 v. de Ollvalm 1005 me Balnsr- Idem l 000500 (lino ? snosoo nim (C) l5°5°° Vlalnamllvva 5500 . D _ Vlzfníi. "nãaosoo . b _ V320: h "140500 Vivaaftemúa Ouiubén Vl e- Xãnñing 200390 Viva a Partida iosoo y ____. _ rom. , 32334390 | .|birdzulelG)5U$O0 Idem tG-l? ) 50500 Linla Caliinu 2.0003. Mão nygninmnioos m naus ioosoo I. n 58900 obisciivo . vurnxellio 350500 o cupíl an. : 20300 acabava ldlm 7.0500 Pain o Pa ido5ll$mi Pela Pn: : . GOOSDO 22350 . _
  5. 5. umentam em violênciac fre- quência 0a boinbardeamentos st cidades e aldeias do iVietnam doiNorte pelos itgrcssorcs nnie- ÍÍCBHDS; O crime, a tortura. u dc- vastaçao, a doença, a morte são 'semeadas e despejadoa às tone- ladas sobre o povo e n term mártires do Vietnam. Deste inferno de fogo e de mc- trallia, onde a luta do ppvo Viet- namitn toma as proporções de um herolnmo colectivo, é. lança» do um premente apelo pelo go- verao daltepúblicu Democrática *da Vietnam «para que todo: os governo¡ o povos dos paises scr cialislas irmãos, para que todas as organizações e todos aqueles que lutam pelo paz, pelo liberda- de-e a íustíça elevam Iortemenle - a sua voz, aiom [lrmernenle para -detera raio dos imparialislas eme- ricanos agressores do Vietnam». Numavdas mnispodcroaas dem monatrncües de solidariedade c 2,_ d; apoio a lnta liberttldora do ' povo Vietnamita npoverno, dos listados Unidos viii divsfilni' re- ' ccntementc nu Ilt_lIlld0_l_nil3l'l'0n1l< . HIÕRS de lioiitena, das mais diver- sas condições sociais e em pri- meiro lugar os trabalhadores. que M! opõem à odiosa politica de agressão do imperialismo iimeiicitno. De Wnsliiiiílton à Austrália. da lndin , no Canadá, dolnpño iiClihn, de Pari¡ : i Moa- covo, _nas cidades da Bélgica, Itália, Inglaterra e outros paises -as uratiifcstdçóes de protesto reafirmam n cortar-nação e acn- sacão dos pnvoaedasfnrcas pro- ressivas do- rnnnrlo contra os rimes do imperialismo ameri- cano no Vietnam, contra ii guer- ra de nurcssãit. 0 : pela do governa da Repti- " bllca Democrática do _Vietnam “apoiadas versões contraditó- _rias e doa especulações com que o altos comandos e o : :over- rlo ultrn-reaccioitário dit Bolivia tentaram mascarar o sen crime, a dolorosa noticia COIIÍl-fmoll-SEC Erncstb Guevaradierórrla revo- ' luçdo cubana, foi morto pelos lacaicis bolivianos do imperialis- mo norte-americano. Segundo declaração do (teima- riidxi Fidel de Castro, Ernesto Guevara' teria sido denunciado por um traidor. Ferido em coin- bate, c-aíii. assimnas mãos do ini- mirzo e foi por ele cobardemente assassinado. Os comunistas, os revolucionários do mundo inteiro duploram a' marta de Er- nesta Gunvara, ravoluclonnrlo articula qu. nrrlregarn a suis Iuvlnlude n n sua vldn A orando uma d¡ iionriaçito dos poi/ oa, à Iutn coniu a dominação impo- riaiinu. Polo si: mo. Embora pau¡ nr opiniao ter das que dolen àcarca eo processo rcvntueionirio Inu aial. inclinamos as nom: bands-Ira¡ . nt. o seu grande exemplo do coragem, animaçao a ou ccnrlncll. : '_; __ / NO VIETNAM HERÚIGO UM APELO ATODUS llS GIJVERNDS _ A- T0008» -llS POVOS E ll TODOS 08 HOMENS' l" a QUE LUTAM PELA PAZ l AVANTE riíio pode ficar sem resposta. A classe operária, os camponeses, 'íntelectiinisfjovens e mulheres dc Portngnldcvem comprr-cnilcr u qnt: ruprcssntn nni trio im- perioso HpElU. Devem reforçar quanto antes a sita acção, devem agir sem demora. Aindnro Vict- nnm em luta significa ctiinbntirr o imperialismo iiincricitiio, o gen- darnie da reacção mundial, nni dos siisteiitàçnlos do regime lan~ vista. hljlnlllbi¡ trabalhar pela liliertitcão da nossa Pátria. Enviamos : antunes da curtas, parti-is a abaixa assinados ri embaixada dos Em» dos Unidas. Mariífeslcmns o nosso pro- iuio lunto das entidades ellcíois amar¡- cinta! que visitam Portugal_ Rad ¡amu! larintns e maníleslos a dcsIrlbui-os inge- muito. Façamos lnlcrlcõel nu paredes, Edltam pomir alusivos ao Vlelnorn. Mui- lipl a mor allnlcllllvas da solidariedade ao viunnrn heróico. Inloleclunlil Ergual l vossa voz rontrr a mais liilnma agrusslc, como o laun- no rnnndo inteiro os mais destacados rttpnh : entanto: da cultura. Apoio croscanlt no vmnrm l lula con- nqu-nio n firme contrai osagrorlorui umcrlnnnesl 5 , URGANIZEMUS ll CAMPANHA D0 NATAL * a PARA 08 PRESUS Pllllllfills ujiatullin que estamos travan- dtrcontrn ii repressão impõe- si: ninu acção i-nteirsiva COHLHI o terror fascista zine reina nas' , i›risños. «Nosiiltimoeanusé este o_ pior ¡ierlitdu de repressão por ttlieteiiios passada», Cuinuiiicutti naprcsonpuliticusenta 'eraçlps na lorttllt-iza de Pi-nlcli-e. _ Por todas as iornnsaii . w atenta contra a : na vidü. Extrema violõncla no irrto. castigos purmanenlrr. :institui de liqui- dação, .ooiiçio da¡ escassos regalias conquistadas palmo u palmo. " no longo dos arto), rtreruâ da sua lula. No Forte de Caxias a situaçao agrm Voudp Ilmhém. Na laio laslivn do Niitot a Ano Novo 0.¡ prosa¡ estao iiinctaçados do nim trmn visita; em rornuin com os seus familiares. ' Organizarnos a campanha do Natal. lenda am eonla Lula silnacño. Reloree- mos as acçõas do protesto ccniio o ter~ mr nas prisões iascntts, através do car- las pailnis, oaaixo-nistnndos ao ministro da Justiça. at) presidente da República. aos directores das toner. da Caxias o de Panlclta. E nuuserio que o) cnrraicoi dos pra- so¡ : album qu: mio têm as mitos livrar. Em Paiilcha como . rn Caxias, vida: da¡ mais davoladiis ii cansa d. classe opus. rla a do povo sitio um porignr Pires Jorge, Blonqui Teixeira, Oclíivio Pato. Dios Lourenço, Carlos Cos~ la José Magro. Solto Ferreira, Al- da Nogueira e outros não vítimas particularmente visadaspelo odio lamina. Dolondlmo-los. Relarcemos a campanha contra a ameaça de deportaçio paro as : arnpcs da concentração da Álrlen. Ext- [amoi um tratamento iwinono puro todos os presos political. A Nitcessidndc imediata dc li- herinição. reclamam os médicos para Alonso Gregorio, Solta Fer- reirmAgosiinho ãaboga, Augusto Lindolfo, Albina Fernandes Polo, Natália DavnLOlívin $obral, Ligia Calopez eni situação de saúde parllciilarninnta liiqtiletlrile a' com as pe- nas cumpridas, ma¡ suieltal A¡ (madldls da iegnrançni que uncionam a prlsao perpetua. DINIZ MIRANDA, Junho do corrontaanmanccnlra lc na farlalnn da Peniche. A situação do AlOA PAULA b igualmtnlo tnquimnin. MANUEL GONÇALVES oneontra- se alnd¡ lncomunicúvol a suicílo a mouilralcspalo bando da assassinos do PIDE. com redobrada anlrgia rencvamos o¡ nossos esforços centra as uneuldas da ieguronçn, contra os maus Iutn), pela lllsuriaçao li “ou do¡ presos rom a¡ yet! !! cumpridas. Campanha do Nalall cnnpnniis para quo cheguem aos palrlolu detidos. aos melhoras nilson do povo, múltiplas latr- hrançur dosbau! amigas a companheiro! da trabalho, múltiplos tastnmunhos de apraçn datado: os democratas. Mulllpliquemos es iniciativa¡ para uma larga campanha do rticáttia lan (under. género! , tabaco, illvrdi, fcbpmlrutn o : alçad _ , Mob mos asforçol porn qua a cairi- punha do Natalsoia lnualraaltlc um cum ponho da todo¡ o: don-oculos, unido¡ numa só [rante contra a "muito. CRESCEM 05 PERGOS PARA AÍ-: PAZ or dntrh du povorninias do Estado da mui. crtanlando-os na agroulc, no¡ pitno¡ pari¡ uma liquidação do¡ ro- ¡tmcl meu prognuives da mundo Arab mao c¡ ¡mpallalillnl dos Estudar unido da inglaterra e d¡ Allmlrtlta Ocidonl . S6 a apelo decisivo de Imptrlallsmn pn- da lavar Dnynn, o pcqueno lítcra que : onsumou os planos de guorr , a ollrmari 11|¡ Ideais as actual! Íronlalraa da Israel). o¡ dlrlglnlns ltrulltas não Iscendrm. IA o¡ obieclivos q lêni un vmar lala~ grar o iurliorlo cg pelo da Siri , con- trol-ram o canil o. sun, auirnitar o Libano Jardsni- Olarrílórlo a. Israel lienvl- ' ator-do que eu un- tei do o No Médio orieniefo Estado da israel . sum iso an içadrel das provocações impar . nim contra os pulsar Éruhts, pro- vocações que lrñn acentuar-se : uni as novos tarnacimentc¡ do Crmlldüs Elludcs Unidas. 7 rrn Washington, n. úlllntarrnnriiio as PWPÃPMORTE DE GUEVARA HOMENAGEM ll UM NEVULUCIUNARIU Telegrama de condolências en- viado pelo Comité Central do Pa rlldo Comunista Português ao Comité Central do Partido Co› mu nisto de Cuba e ao camarada Fidel Castro: Recebci os pêsames sinceros da manifestação de solidarieda- defratcriinl das comunistas pur- tngncscs pela morte do saudoso cnnitirudit Ernesto (iuevarn, nm alto exemplo de (lorlicaçãn. de licróica corrigem c de coerência. A mansa Lltt libertação dns clas- ses exploradas e oprimidos e dos povos oprimidos, pela qual (ine- vara deu n vida, é invencível. inspirados pelo mesmo idcaLre- lorcandu os laços de amizade, de solidariedade c de cotipera» não, os comunistas, à frente dos trabalhadores e das massas pn- pitlrires, aliados a todas RS for- ças anti-iiiipcriulistas, são os obreiros' da llisttiria. UNIDOS VHNCFRF'MOS! orguniuçaa dos Estados Americanos, a Argnnllnu propôs um¡ lnlorvnnçlo armado contra Cubmoxprounndo desta modo as Inlençôcl do imperialismo americano. Á resolução n ronda nslnnla o veicul- mcnlo do b oquelo a Cuba, mb o cori- Irala do¡ Estado¡ Unido! , Ma: ap da¡ maqnlnnções do Itupo- rlalliino rleano o dos gravamos do rlgorllui, lpuldf do¡ milhões de dóluru que rolam do¡ dolu¡ lorien da Wishing. ten para u rnin¡ dos m¡ : rlmlnaxo sarvunluôrlomJonllnuam n; grondaLg vu dos ltaballiadotu do urugnni, cn Paru. Bolivia o outros pailes, cénlittiu o lutado¡ povos d América' lallnn pela sua independência. Esso lula Irinnlurb. Na Europa, a Ator-muito Ocirianiai 6 a maix tiel brinde da políllea açrassiva imperialismo amarlcann. is participação doi racial: democriilas do direita na : cv do iigaçso govarnamantol, nao olterou o rumo da pol a ruvanehlsla alemã, o. . sua: uolraç x i. lronlelia¡ da impu tio Hitler. O govorno lrnbalhizta lnglh Iunelenl como um uomuio com rn ao: Estado¡ Unidas a a Alemanha Ocidental. l ploputlas doipaisassaclallilo¡ pm a dissolução simultânea dl NATO e do Pacto de Varsóvia e para a ralllnçlo dl uma político da cooperação ouropaio, u potinclas ocidentais rupundern com uma tentativa do Inlorço da dermunlalado bar- to da NÂTO, com a lntonslllcação on política do guorra lrla. - . Or governantes fascistai partugnua: dia o seu apelo sem reservar a uma lal política rula . ingerir a fa¡ mundial, ini- pedo a cooperação entre os povox, Ullnll contra a integridade ierritortnl e a vida pocllica aoncuo povo. 'A JUVENTUDE PUHTUBUESA NU . ENCONTRO DE LENINEGRADU uma delegação de jovens portu- gueses participou no encon- tro lnternuciifnal da _Iuventnde realizado ein Leniiiegrado, no mês Julho, para comemornro 50." aniversário da Revolução de Outubro. No discurso pronunciado em nome dn delegação portuguesa na sessao plenairin, íoi endereça- da nina calorosa sanduçàu- nos jovens comunistas da União So- viética (Kontsoninl ), a juventude e ao povo soviétic «As vitb-w rias da [Jaiào Soviética ao longo dos 50 anos (ln sua existência (declaroundelcgnçãoportugne- isa), itticr no cnrnpo dn Lottstrtl- crio do socialismo, quer na luta contra o fascismo na 2." guerra mundial, qiier no campo da ciên- rizi c da técnica, tiveram e têm uma influência dcteriniiinittc nus êxitos da luta do nosso povo e da nossa lllvellllldex Os jovens portugueses partici- param em reuniões. assembleias e conferências de imprensa. No qiinrlrit da Enco1trn. liveranilii« gar em Luninegrndu, Nuvossi- bírsk c outras cidades coittlcios de solidariedade para com os povos de Espanha. Portugal e (lrécia. Foram aprovadas calo- rosns moções de apoia à luta da juventude pitrtnguctsa. Portada n parte, os delegados da juven. tnde portuguesa foram acolhi- do: : com inexcedivel carinho e fraternidade. ' niiii ? iiiniiuiriiit , ii/ rn TYGHSIHÍÍC todos os dias das 8 à. *ifiti ein 19 metros; das 20 às 22 linras ein 25 metros. A última emissão é transmitida das: 0,20 às 0,51) em t9, 26 e 5G metros. Aos domingos uma emissão cs~ peciztl dedicada 'aos camponeses vn¡ para u ur ilas 15 ils 15,50 em¡ lt! , 20, 25 e 26 metros.
  6. 6. (continuação da 1.” pág. ) pitalista e do colonialismo, afir- mando a era do socialismo triun- tante. A Revolução Socialista de Ou- tubro foi e corolário das mais amplas lutas de massas, de lutus economica¡ e politicas, de muni- testacoes e de greves da classe operária e das massas trabalha- doras, da luta do povo contra a guerra imperialistu, da revolta dos camponeses pela posse da terra. da luta dos povos oprinii- dos pela sua independência, sob a direcção do glorioso Partido Bolchevique, do Partido de Lé- nine. Esse caudal de lutas tun- diu-se numa ao torrente que le~ vou à conquista da poder, ii ins- tauração du ditadura do prole- tariado. Sob o impulso da Revolução de Outubro, acicatados pela explo- ração, pela miséria, pel-a guerra imperialista. os trabalhadoras da Hungria. Alemanha. Áustria, itá- lia sublevarain-se contrao poder capitalista e tentaram instaurar uin estado operário e camponês. A ltevoluçilo Socialista de Ou- tnlirri forneceu no proletariado e à «na vanguarda - os partidos comunistas ~- ensinamentos pre- ciosos para a sua luta, para a elaboração da sua estratégia a táctica, visando a conquista do poder e evitando ri prática de erros que a experiência do mo. vimento operário russo lá havia condenado e que Lénine ataca no seu livro: xExtreminmo, doen- ça infantil do comunismo t. A vitória da Revolução de Oti- tubro foi o resultado da mobili- zação, organização e cnrnhativi- dade das massas trabalhadoras com vistas ao derrubamento do capitalismo, foi o resultado da sua experiência deluta. do com- bate ideológico contra as cor- rentes oportunistas no seio da classe operária, da sabia utiliza- ção das contradições do inimigo, dus mudanças que se uperavaui no quadro da vida politica daque- la época, tirando delas partido com inteligência e prudêricia pa- ra o estabelecimento de alianças temporárias, foi o resultado da utilização das formas legais, se- mi-legais e ilegais de luta. da uni- dade e organização da classe operária. da aliança dos operá- rios e camponeses, da sua lii'me disposição de conquistar o po- de-r. foi o resultado de uma es- tratégia etdcticu revolucionárias jnstambaseadna nas ensinamem tos do marxismo-loninismo. «Não se pode vencersó com a vanguarda ~afirma Lénine. no AVANTE GLÓRIA IMORTAL AOS CÓMBATENTES' da Revolu ão Socialista de Outubro seu livro IExlremismo, doença intantil do comuniamm-Lan- çar a vanguarda sozinha na ba- taliiu decisiva. quando tuda u classe, quando todas as grandes massas ainda não tomaram uma atitude de unoio directo à van- guarda ou pelo menos uma ati- tude de neutralidade simpatizan- te, que os torne completamente incapazes de apoiar o adversá- rio seria maia daqueinsenantez, seria um crimes. Nas margens do Volga, lá onde o exército soviético csmagou as 22 divisões alemãs de Von Pau- lus, ergue-se um magestoso mo- numento em homenagem nos combatentes deSt-alincgrndoEs- ta honiuiiageui não a devem sli- mente os povos du Unidade So- viética aos seus glorioso! filhos. Devem-na também os povos do mundo inteiro. Devem-na ostra- balhadores portugueses que ava- liam devidamente o aniplo signi- ficado da luta revolucionária doa trabalhadores russos, dos operá- rios e camponeses, dos povos que compõem a União Soviética na sua histórica luta pela cons- trução do socialismo. na sua gi- gantesca batalha para esmagar as hordas nazis para ajudar os povos do mundo inteiro a liber- -tnr-se do jugo capitalista, a con- quistar a independência, a editi- cnr a sociedade socialista. corno o estño fazendo no Vietnnrmco- n-io o estão fazendo em Cuba. Glória imortal aos combaten- tes ils Revolução Socialista de Outubro. Glória imortal aos cidadão¡ soviéticos caldos na luta centra a coligação hitleriana. 503 aniversário da Revolução de Outubro ENTREVISTA NO CRUZADOR «AURORA»- A participação decisiva do cru- mdor a Aurora r no desenrolar da iiisurreieao armada em Petro- grado (hoje Leninegrndo)é uma 'Fem' esiilcâç' de "ádw ¡'° 5°" das páginas imortais da Revolu- cüo de-Outubrn. Ancorado ao rio Neva. o cruzadnr é hoje um mu- seu, visitado com cmoçño por milhares e militares de iacsaoaa. Foi nli mesmo, iiolegendario cauzador «Auroran que Alexan- drevictorovitcli Béllctiev- o co- missário holchevique da guarnb clio que den a ordem para dispu- rar o canhão da navio no dia 7 de Novembro-concedeu uma entrevista aos órgãos de prova- annda do Partido Comunista Portugués. Alexandro Bâllchev tem hai¡ 72 anel, m” Ó com logos: : unluliumo ¡uvonllqun no¡ ! ele danos ar te¡ dia¡ do Nov 'n- NOVOS triunfos da URSS na conquista do Cosmos 18 de Outubro de 1967. A sonda cósmica soviética Vénus4 ¡rou- aa suavemente no planeta Vénus. Tal meses de voo através do espaço e a urna distância do 550 milhões terra, as emissões enviadas pela sonda sovié- e meia desvendaram inúmeros segredos daquele de quilômetros da tica durante hora planeta. A Sl de Outubro o satélite Este voo cniiiiiiiio Este ciii p: artificial Cosmos lSG regressou à terra, ¡izai-isuiitlo na regido prevista. após u sua junção automática com o satelite Cosmos 188, em pleno voo no espaco cósmico. durou três horas e meia. rendimento soviético abre novas perspectivas ii cons- trução dc cstaçúes interpianetárias. como fora previsto, após 4 bro da 1917. _ _ Levou-nos a visitara cabina de rádio do navio que foi n pri- vico ein Revolução irriiletariu, 'transmitiu as ordens do Comité Militar Revolucionário e o apelo aos cidadãos da Rússia escrito por Lenine, no qual se anunciava uo mundo o triunfo da ltcvoluçño Socialista. «Sou ex-mariniieiro deste na- vio - diz-nos BéllclievAntes tra- ballici emdiversas fábricas capi- talistas e depois continuei a man- ter contactos com oa operários revolucionários de lvuiiovo~Vo7.- nosseiisk. Foi essa experiência que me permitiu, quandotui re- crntado para a serviço militar na frota do Báltico, fazer propagan- du entre us ntarinlieiros russos da necessidade de lutar contra a antocracia czarista ›. Parguntàmoli (Porque a que lol c cru- radar 4 Aurora) que ros-boa a ordem de alíur con-tr¡ o Panela do ln cmo? Béliciiev respondeu: «Eu e os mens companheiro¡ de trabalho propagaudtstice fazíamos uma ampla agitação entre ns muri- nlieiros para a luta contra o cza- rismo. No mês de Dezembro de l9l6,o cruzadnr regressou a Pe- trograrlo para reparações, entra- mos em cont-acto com a classe operária e tivemos uma activa participação na Revolução de Fevereiro de 1917. A influência do partido bolclicviquc entre n . A : u de Outubro (a u. Novembro' n¡ chamado qc mui» Smolny anda lnsmlara o Enade Motor u. uuaime a ComitL Militar Revoluuiontrle. r. t com lakov Svardlov que seria e. ol: o primeiro preiidenle a. Ccmlulo eur- tlvo Canlrul da Unllo Savlblizo, «era o braço direito a. ienin. , lnlermlda a. qu. a tripulação do «aum m um verdadeiro lorulcu bolchuviq c, sma- lov un n ordem para o emu clan- uq b. eu o tréfago ponto ' rn uni- do Palácio dolnverno. l poslçbn. gr ndo oo cruzada. como camb- : brio politico' a. bordo e n nda . m Svurdlev. canvoqoel . in. ninung, ond¡ . n morlnhnlros, por unanimidade. decidi- i-. n. cumprir n ordens do Partido Bol- chovlquc. Avlmdol a. nono doclslo, a camin- unnn o o: em. . oliclql: deeloliuri »lo participar n. luta polilicl, :en vindo¡ neutralidade. ou ordem a. pundO-lo¡ gnu que ale impedluem n nau¡ : não " revolucionária. onmi. dirigiu-oa i ponte u. Nic le onda lundebmos, pondo em yug- «ai» kun . en: : nos, o. marinheiro¡ lulu- rnm I M" - An lmnn r ne di¡ 25 (7a Novem- bra) uni cru o do Court¡ »brio veio home n oi › hofll da noite o o dlrlgirln um . .innuium ao governo burguh exigindo que carregan- o Poder ao povo e avi- sendo-o ou¡ n eia resltllsse, o um sinal u. larulexn Pedro, n Paulo o cruzndor «Aurnrn abriria fogo a ¡Iourlc o Pali- cíe d¡ ln¡ um. A) ÍOIÇUI ravolueionizils populares (o- mni. :oneonlrnndo Iunto no Palacio de Inverno. Ao anoitecer cado marinheiro do -Au- raro¡ meu o porta¡ riu : eu lugar. Na¡ mugen¡ ccmncaviin» a uuvtmo dlrrrrol desgsrrodox. Eron 9 nom, nnu n lorie- Ien di' Padre n Pnulonln dava Iinnl¡ da vida. A; 9 e a5 minuto: ouvimos a dl¡- paro mi lertalezo. Del ardem de lago I- ene lol o nlnal um n¡ torta¡ populares Mais duas tintas memoráveis na história da conquista do cos- mos, novo grande passo da ciência e da técnica na URSS. , de incalculável importancia para o progresso das povos. Mais um marco histórico que toda n humanidade ficará deven- do ao primeiro Estado Socialista da muudoe à Lorca criadora do seu povo. fruto du Grande Revolução Socialista dia Outubro, un ano em que se celebra o seu glorioso 50." aniversário. Centenas de milhar de cientistas saldos do povo c uma vasta re¡ . de técnicos e operários especializados vêem Coroados do ê -'to o seu Írñiiñiilô iiiiniu sociedade que pela primeira vez. na história aboliu para sempre n exploração e n miséria opôs todaa as sutis enerdias criadora: : ao serviço do liomem, du cultura, da paz. o extraordinário avanço alcançado pela Unilo Soviética nas : :nquinu alga- DÍIÍ! é nar todo: reconhecida. Os camuniitos norlnpuasoi o o povo periunuta reíubiiam : om «na novo iriunso da clãncio o da técnica m Grande Pátria Socialista. Alravñ¡ : to m. [ornal «Avai-m I», o Partido cnmunma Pcrluçuh . unida mm. nolmenlo a leliclta : em entusiasmo o nlopri¡ o ? arlído Coinunidrv da Unlio Sovié- tino, os cientista¡ o operários, todo o povo soviâlico, pelo¡ tucanos alcançado¡ nn¡ prcdiniosos conquistas do eoimos e no! múltiplo¡ dominios da Construçio do comunismo na sua Pátr¡ Iulelarem o osiollo oa Palácio de Inverno. Depois do Ilro, ehepou an¡ nano¡ ou. vida: um «Hurrs I r otronrlar da mullldlo. :ngvido do tem tiroteio. Ccmcçnuo Iloquo conlra o pallelo d. inverno. Mai¡ ou menos 4 hour depois o Palácio lol tomado r. ' r No mn dana entre a e ecmtnme Bdlieliev, Hour¡ histórica do Revolução Socialista de Outubro, dirigiu ulenulntn palavra¡ ao povo portugues: (Camo vnlho hoicltevlquo, como pull- clpnnin da implnnlncãu do rodn samu- co n. Rússia, douío xaud-rcaiarnumen- lo n lula do pcvc ¡IOHUBWIJ : chita o ! ou cirmo. E quere reafirmar que nó! , u- oulndn o caminho indicado tela WII-ido lénirre w a sentir-irão do primeiro Eun- do Socíslisla do Mundo - eaminhrmo¡ porn a trcnt- porn a contlruelo do en- munlsmn, único sistema copo¡ de ruolvn ru problema¡ lundamentols do Humanida- d. do libertar o Homen¡ dialogo dae): - ol »ção o danllics uma vida diaria, a do Insluurur Democracia n n hr an: lodo o Mundo'. tripulação cresceu rapidamente. A 2 de Àiurco de 1917, foi eleito o primeiro c Coin ile de Itinrrnliei- ros» do navio, com uni bolclievi- que. Dai até ao mês de Setembro os progressos deorganluçle Ioune enor- mes, contando : o 42 Lolnlivvlquc-s nutre a lrloulacio a A (um dos qunli oulno Co- mité da Mnrínhrlror. mu Iurun or» ra- ¡aas mais ímoertnnliitoun Iovnrnrn o . co. nino Mun-u Revolucio . mim, que dirigiu n lnsurreiçãe, n ancorrfner o (Aurhnn da missão de atirar : :nora o Palácio da inverno tdanáo a sinal para o assalto às ! arcos revolucionários pupuims. pro- mo ALontuw __ ourencenlou auicanv e quo naquilo «nm-ii ¡íi o Comme da Me nha¡ . e, do qual ou uni presidente, punha a. luto dotado e poder no er zndor, discutindo o tornando ruxoluçñe¡ em relação ao¡ problemas . niniam. VM. ticos o de orqanizacao. A lripulocío do navio ara (lei ao partida bolchcvique n i Revolução n.

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