A CORRENTE RACIONAL-TECNOLÓGICA E A CIBERCULTURA
A CORRENTE RACIONAL-TECNOLÓGICA
A corrente racional-tecnológica corresponde à concepção que tem sido
designada de neotecni...
METODOLOGIA
Caracteriza-se pela introdução de técnicas mais refinadas de
transmissão de conhecimentos incluindo os computa...
HABILIDADES
Uma derivação dessa concepção é o currículo por
competências, na perspectiva economicista, em que a
organizaçã...
MODALIDADES
Apresenta-se sob duas modalidades:
a) ensino de excelência, para formar a elite intelectual e
técnica para o s...
OUTROS TRAÇOS DESSA CORRENTE
Centralidade no conhecimento em função da sociedade
tecnológica, transformação da educação em...
A CIBERTULTURA E A CORRENTE RACIONAL-TECNOLÓGICA
A cibercultura é a cultura contemporânea estruturada pelo uso das
tecnolo...
Os espaços multirreferenciais de aprendizagem são aqueles que contemplam
e articulam diversos espaços, tempos, linguagens,...
Para Santaella, “o ciberespaço é todo e qualquer espaço informacional
multidimensional que, dependente da interação do usu...
PROFESSORES NA CIBERCULTURA
O professor tem papel de grande importância
na mediação do grupo no ambiente de aprendizagem,
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Referências Bibliográficas
LIBÂNIO, J.C As teorias pedagógicas modernas resignificadas pelo
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Apresentação a corrente racional tecnológica e a cibercultura

  1. 1. A CORRENTE RACIONAL-TECNOLÓGICA E A CIBERCULTURA
  2. 2. A CORRENTE RACIONAL-TECNOLÓGICA A corrente racional-tecnológica corresponde à concepção que tem sido designada de neotecnicismo e está associada a uma pedagogia a serviço da formação para o sistema produtivo. Essa corrente pressupõe a formulação de objetivos e conteúdos, padrões de desempenho, competências e habilidades com base em critérios científicos e técnicos. Do cunho acadêmico da pedagogia tradicional, a corrente racional- tecnológica busca seu fundamento na racionalidade técnica e instrumental, visando a desenvolver habilidades e destrezas para formar o técnico.
  3. 3. METODOLOGIA Caracteriza-se pela introdução de técnicas mais refinadas de transmissão de conhecimentos incluindo os computadores, as mídias. O uso de tecnologias, como internet e computadores, pode ser aproveitada nessa corrente, com o objetivo de criar oportunidades de informações, privilegiar interconexão de sujeitos, de espaços e ou cenários de aprendizagem, exigindo novas ações curriculares.
  4. 4. HABILIDADES Uma derivação dessa concepção é o currículo por competências, na perspectiva economicista, em que a organização curricular resulta de objetivos assentados em habilidades e destrezas a serem dominados pelos alunos no percurso de formação.
  5. 5. MODALIDADES Apresenta-se sob duas modalidades: a) ensino de excelência, para formar a elite intelectual e técnica para o sistema produtivo; b) ensino para formação de mão de-obra intermediária, centrada na educação utilitária e eficaz para o mercado.
  6. 6. OUTROS TRAÇOS DESSA CORRENTE Centralidade no conhecimento em função da sociedade tecnológica, transformação da educação em ciência (racionalidade científica), produção do aluno como um ser tecnológico (versão tecnicista do “aprender a aprender”), utilização mais intensiva dos meios de comunicação e informação e do aparato tecnológico
  7. 7. A CIBERTULTURA E A CORRENTE RACIONAL-TECNOLÓGICA A cibercultura é a cultura contemporânea estruturada pelo uso das tecnologias digitais em rede nas esferas do ciberespaço e das cidades. Tais esferas como espaçostempos cotidianos de ensinoaprendizagem, que preferimos nomear de redes educativas ou espaços multirreferenciais de aprendizagem. Redes educativas são espaçostempos que se instituem em múltiplos contextos, nos quais vamos tecendo o conhecimento (Alves, 2010).
  8. 8. Os espaços multirreferenciais de aprendizagem são aqueles que contemplam e articulam diversos espaços, tempos, linguagens, tecnologias para além dos espaços legitimados pela tradição da ciência moderna. Aprendemos com a diversidade e a pluralidades de referências. Essas referências são compreendidas como “estruturantes”, e não meros adereços (Macedo, 2011). Os primeiros estudos sobre cibercultura sinalizavam que esta era a cultura do ciberespaço, que é um hibrido da internet, infraestrutura tecnológica, com os seres humanos em movimento e em processos de comunicação e de redes sociais.
  9. 9. Para Santaella, “o ciberespaço é todo e qualquer espaço informacional multidimensional que, dependente da interação do usuário, permite a este o acesso, a manipulação, a transformação e o intercâmbio de seus fluxos codificados de informação” (2004, p. 45). Esse espaço informacional se constitui e é constituído pelas tecnologias digitais em rede, que é para nosso tempo um dos mais importantes artefatos técnico-culturais, pois ampliam e potencializam a nossa capacidade de memória, armazenamento, processamento de informações e conhecimentos, e, sobretudo, de comunicação. A comunicação caracterizada pela liberação do polo da emissão, pela reconfiguração das mídias e pela conectividade generalizada, características tratadas por Lemos (2003) como “leis da cibercultura”.
  10. 10. PROFESSORES NA CIBERCULTURA O professor tem papel de grande importância na mediação do grupo no ambiente de aprendizagem, provocando novas discussões e novos percursos ,tornando-se o incentivador no processo de ensinar e aprender. Isso será possível com novas atividades na formação do professor para o mesmo dominar o sistema operacional , a internet a didática do computador tonando-se enfim um disseminador da cibercultura.
  11. 11. Referências Bibliográficas LIBÂNIO, J.C As teorias pedagógicas modernas resignificadas pelo debate contemporâneo na educação. São Paulo. 2005 SANTOS, E. A cibercultura e a educação em tempos de mobilidade e redes sociais: conversando com os cotidianos. PROPED/UERJ. 2010 profvanes.wordpress.com www.comdpi.com.br cibercultura20602086.blogspot.com www.jornalistasconcurseiros.com.br Créditos das imagens Criação: Carmen Sylvia Castro Informática Educativa I - Uff

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