Sonhode um dia de Primavera<br />
Em tempos remotos, trabalhava num belo palácio uma criada de uma idade já avançada, a querida Rosalina. Era conhecida pela...
Tinha um aspecto catito e ternurento, típico das avós da época. Nunca tinha chegado a casar, nem a ter filhos. Por isso, s...
Certo dia de Primavera, altura para fazer<br />grandes impezas, deparou-se com um<br />objecto estranho e reluzente por tr...
Quando, finalmente, conseguiu apanhá-lo, deu um grande               e               atéao <br />fundo do quarto. Levantou...
Pasmada com a situação, ainda não tinha reparado no objecto que segurava na mão. Este estremeceu e fez com que ela percebe...
— Que bom seria se todas as cozinheiras tivessem uma varinha mágica! <br />                        – exclamou ela.<br />
Começou a imaginar tudo o que poderia fazer, uma vez na posse de tal objecto: transformar-se numa jovemdonzela<br />e enca...
Estava ela em plenas<br />quando surgiram os seusjovens senhores<br />que ajudou a criar. Percebeu, então, que a vida que ...
Desde esse dia, ninguém sabe dizer onde foi parar a famosa varinha mágica. Talvez continue escondida num dos muitos quarto...
 elaborado <br />Trabalho por:<br />Cristina Teixeira<br />&<br /> Pedro Teixeira<br />
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Sonho de um dia de primavera

  1. 1. Sonhode um dia de Primavera<br />
  2. 2. Em tempos remotos, trabalhava num belo palácio uma criada de uma idade já avançada, a querida Rosalina. Era conhecida pela sua baixa estatura e feições<br />rechonchudas.<br />
  3. 3. Tinha um aspecto catito e ternurento, típico das avós da época. Nunca tinha chegado a casar, nem a ter filhos. Por isso, sempre cuidou, com grande entrega, dos filhos dos patrões. Só lhe conheciam qualidades. Porém, ficava<br />cada vez que via algo fora do lugar.<br />perturbada<br />
  4. 4. Certo dia de Primavera, altura para fazer<br />grandes impezas, deparou-se com um<br />objecto estranho e reluzente por trás de uma velha cómoda. Intrigada, tentou agarrá-lo. Todavia, sempre que se<br />o objectoparecia<br />aproximava,<br />afastar-se. <br />
  5. 5. Quando, finalmente, conseguiu apanhá-lo, deu um grande e atéao <br />fundo do quarto. Levantou-se, estremunhada, elhuem seu redor. O quarto já não era um quarto: era um belojardiminterior!!!<br />rolou<br />trambolhão<br />
  6. 6. Pasmada com a situação, ainda não tinha reparado no objecto que segurava na mão. Este estremeceu e fez com que ela percebesse o que segurava: umavarnha<br />mágca!!! Imediatamente se lembrouda <br />sopaqueteria de preparar para o jantar. Com esta varinha, iria ser um instante! <br />
  7. 7. — Que bom seria se todas as cozinheiras tivessem uma varinha mágica! <br /> – exclamou ela.<br />
  8. 8. Começou a imaginar tudo o que poderia fazer, uma vez na posse de tal objecto: transformar-se numa jovemdonzela<br />e encantar um belo cavaleiro<br />com o qual teria a vida tão desejada!<br />
  9. 9. Estava ela em plenas<br />quando surgiram os seusjovens senhores<br />que ajudou a criar. Percebeu, então, que a vida que realmente ansiava não era outra senão aquela que sempre viveu. Amou-os como seus próprios filhos e nada mudaria. <br />divagações<br />
  10. 10. Desde esse dia, ninguém sabe dizer onde foi parar a famosa varinha mágica. Talvez continue escondida num dos muitos quartos do palácio… <br />
  11. 11. elaborado <br />Trabalho por:<br />Cristina Teixeira<br />&<br /> Pedro Teixeira<br />

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