Introdução ao Teste de Software - Uma abordagem prática

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Apresentação do curso "Introdução ao Teste de Software - Uma abordagem prática", ministrado por Fabrício Ferrari de Campos no primeiro Ensina aí! realizado na Voice Technology.

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Introdução ao Teste de Software - Uma abordagem prática

  1. 1. Introdução ao Teste de Software Uma abordagem prática
  2. 2. Licença Creative Commons
  3. 3. Mas antes disso... • O quanto é o seu software?
  4. 4. Análise de Teste de Requisitos aceitação Design do Teste de sistema sistema Design da Teste de arquitetura integração Design dos Teste de módulos unidade Codificação
  5. 5. Ativação: Análise dos riscos: determina objetivos, avalia alternativas; alternativas e restrições identifica e resolve riscos Planejamento da próxima iteração Desenvolvimento: desenvolve; verifica
  6. 6. Alguns modelos do processo de desenvolvimento de software • RUP
  7. 7. Alguns modelos do processo de desenvolvimento de software • Ágil
  8. 8. O processo de Teste de Software • Dependerá do processo de desenvolvimento de software • Comparação com irmãos siameses
  9. 9. As atividades de Teste de Software Planejar Controlar Analisar Modelar Implementar Executar Avaliar critérios de saída e reportar resultados Encerramento
  10. 10. O que testar/avaliar? • Norma ISO/IEC 9126/1991 ou NBR 13596: O que testar
  11. 11. A importância dependerá do software sob teste (SUT) Sistema embarcado Web Site no carro Funcionalidade Confiabilidade Usabilidade Eficiência Manutenibilidade Portabilidade
  12. 12. Verificação X Validação • Verificação: – estamos desenvolvendo o produto corretamente? • Validação: – estamos desenvolvendo o produto correto?
  13. 13. Teste Estático X Teste Dinâmico • No teste estático: – O código é examinado. • No teste dinâmico: – O código é testado.
  14. 14. Técnicas Estáticas • Revisões: – Revisão informal; – Acompanhamento; – Revisões técnicas; – Inspeção. • Análise estática: – Objetivo encontrar defeitos no código/modelagem; – Geralmente utilizando uma ferramenta.
  15. 15. Teste de Caixa Branca e Caixa Preta • Teste de Caixa Branca: teste baseado na análise da estrutura interna de um componente ou sistema. • Teste de Caixa Preta: teste funcional ou não funcional, sem referência à estrutura interna do componente ou do sistema. Como testar
  16. 16. Níveis de teste • Unidade: teste realizado com os componentes individuais de um software, na maioria das vezes feito pelo desenvolvedor. • Integrado: teste realizado com a finalidade de expor defeitos nas interfaces e nas interações entre componentes ou sistemas integrados. Quando testar
  17. 17. Níveis de teste • Sistema: testa um sistema integrado para verificar se ele atende aos requisitos especificados. Realizado pelos testadores. • Aceitação: Teste formal relacionado às necessidades dos usuários e aos requisitos e processos de negócios. Realizado pelos usuários/stakeholders para estabelecer a confiança no sistema. Quando testar
  18. 18. Planejamento do Teste de Software • Definir o objetivo do teste; • O que testar? Como testar? Quando testar? • A estratégia que será adotada; • A equipe de teste; • O ambiente de teste; • Análise de riscos.
  19. 19. IEEE 829 • É o padrão criado pelo IEEE para documentação de Teste de Software; • A melhor fonte para criarmos nossos próprios documentos; • Mais uma vez devemos avaliar quais documentos e itens podem ser úteis para a nossa realidade.
  20. 20. IEEE 829 • Apresenta 8 documentos: – Especificação • Plano de Teste; • Especificação de Projeto de Teste; • Especificação de Caso de Teste; • Especificação de Procedimento de Teste. – Relatório • Log de Teste; • Relatório de Incidente de Teste; • Relatório de Sumário de Teste; • Relatório de Encaminhamento de Item de Teste.
  21. 21. Relação dos documentos com o processo de Teste de Software Especificação de Documentação do Projeto de Teste Plano de Teste Projeto & Desenvolvimento Especificação de Relatório de Especificação de Documentação do Procedimento de Encaminhamento Caso de Teste Item Teste de Item de Teste Execução dos testes Relatório de Log de Teste Incidente de Teste Relatório de Sumário de Teste
  22. 22. O Plano de Teste • É o documento mais importante! • Deve ser feito a partir da documentação do projeto e do desenvolvimento do software; • Todos os demais documentos serão baseados nele.
  23. 23. Prática 1
  24. 24. de Teste de Software.
  25. 25. Técnicas de modelagem de testes • Baseadas em especificação • Baseadas em estrutura • Baseadas na experiência
  26. 26. Baseadas em especificação • Partição de Equivalência • Análise do Valor Limite • Tabela de Decisão • Teste de Transição de Estados • Teste de Caso de Uso
  27. 27. Partição de Equivalência • Aplicada em qualquer nível de teste • É muitas vezes uma boa técnica para ser aplicada primeiro • Muitos testadores aplicam ela sem saber (informalmente) • O seu uso formal pode proporcionar melhores resultados
  28. 28. Partição de Equivalência • A idéia é divivir/particionar as entradas em grupos que tenham um comportamento similar, podendo ser tratados da mesma forma • Se tiver tempo, você pode tentar mais de um valor por partição, principalmente, se quiser confirmar uma entrada típica do usuário
  29. 29. Partição de Equivalência Exemplo bolo: • Vamos imaginar que esse delicioso bolo ao lado, tem 6 sabores: chocolate, nozes, morango, maracujá, baunilha e limão. • Quantos testes são necessários, usando a técnica de partição de equivalência?
  30. 30. ~ ^ Partição de Equivalência Temos 6 sabores diferentes, e a técnica de partição de equivalência, diz que precisamos dividir as entradas, fazendo com que cada divisão/partição , seja equivalente com um comportamento do sistema. Ou seja, precisamos dividir o bolo em pedaços de diferentes sabores. Totalizando 6 pedaços (partições) de bolo, que equivalem aos 6 sabores.
  31. 31. Análise do Valor Limite • Complementar a técnica de partição de equivalência; • Limites são áreas onde os testes estão mais propensos a indicar defeitos; • Os valores limites de uma partição são seu máximo e seu mínimo.
  32. 32. Análise do Valor Limite Voltando ao bolo... Agora vamos considerar que cada “camada” do bolo tem 10cm. Desta maneira, o nosso bolo tem 60cm, sendo composto de: 10cm de chocolate 10cm de morango 10cm de nozes 10cm de maracujá 10cm de baunilha 10cm de limão Portanto, agora é a hora de fazer um teste mais “guloso”...vamos lá
  33. 33. Análise do Valor Limite No teste anterior... Comemos 6 pedaços de bolo para verificar se o bolo contém os seis sabores mesmo. Agora... Além de verificar se o bolo contém os seis sabores, vamos verificar cada sabor tem exatamente 10 cm de altura. O teste usando a técnica de análise do valor limite, irá resultar em 24 entradas diferentes, ou seja, iremos precisar comer 24 pedaços de bolo, nada ruim, neh...
  34. 34. Análise do Valor Limite Entendo melhor Usando a análise de valor limite são 14 pedaços de bolo, necessários para o teste. O motivo para esse resultado é: Valor limite máximo inválido (chocolate) = 11cm Valor limite mínimo válido (nozes) Valor limite máximo válido= 10cm Valor limite mínimo válido= 1cm Valor limite mínimo inválido= 0cm Assim sendo iremos cortar os seguintes centímetros do bolo: 0, 1, 10, 11, 20, 21, 30, 31, 40, 41, 50, 51, 60 e 61. Logo, teremos 12 pedaços de bolo e mais 2 “pedaços” vazios, que são equivalentes aos valores inferiores inválidos 0cm e 61cm. Totalizando 14 pedaços. BOM APETITE!
  35. 35. Tabela de Decisão • Focada nas regras de negócio • É uma boa maneira de lidar com combinações de valores de entrada • As condições de entrada e ações são declaradas de uma forma que possam ser entendidas, como verdadeiras ou falsas • Às vezes, é chamada de “causa e efeito”
  36. 36. Tabela de Decisão • O grande ganho na utilização da tabela de decisão, é que ela cria combinações de condições que, geralmente, não foram exercitadas durante os testes • Pode ser aplicada a todas as situações quando a execução do software depende de muitas decisões lógicas
  37. 37. Tabela de Decisão • O grande ganho na utilização da tabela de decisão, é que ela cria combinações de condições que, geralmente, não foram exercitadas durante os testes • Pode ser aplicada a todas as situações quando a execução do software depende de muitas decisões lógicas
  38. 38. Tabela de Decisão Condições de entrada Ações/ Resultados Regra
  39. 39. Tabela de Decisão Condição Regra 1 Regra 2 Regra 3 Regra 4 Valor>100 V F V F quant>100 V V F F Ações dar brinde X dar desconto X mensagem X de erro
  40. 40. Teste de Transição de Estados • É utilizado quando algum aspecto do sistema pode ser descrito usando uma máquina de estados • Ou seja, o sistema pode ter um número (finito) de estados diferentes, e as transições de um estado para outro são determinadas por regras de "máquina"
  41. 41. Teste de Transição de Estados • Os testes podem ser construídos para cobrir uma sequência típica de estados, cobrir todos os estados, exercitar todas as transições, exercitar uma seqüência específica de transições ou testar transições inválidas
  42. 42. Teste de Transição de Estados insere digita cartão senha NOK NOK NOK OK OK OK
  43. 43. Teste de Caso de Uso • Ajuda a identificar casos de testes que exercitam todo o sistema, transação por transação, do início ao fim • Baseada em casos de uso • Um caso de uso é a descrição de um uso particular do sistema feito por um ator (usuário do sistema)
  44. 44. Teste de Caso de Uso • Casos de uso muitas vezes são tratados como cenários, e úteis para construir testes de aceite com a participação do usuário final • Eles podem ajudar a descobrir defeitos de integração causados pela interação e interferência de diferentes componentes, que testes individuais de componentes podem não ter detectado
  45. 45. Teste de Caso de Uso • Casos de uso são definidos de acordo com o autor, não com o sistema, descrevendo o que o ator ver, mais do que as entradas e resultados esperados do sistema • Eles costumar usar uma linguagem e termos a nível de negócio, ao invés de termos técnicos, especialmente quando o ator é parte do negócio
  46. 46. Teste de Caso de Uso Ator Sistema Criar post Publicar post
  47. 47. Teste de Caso de Uso Cenário – criar post (fluxo principal) Pré-condição: A: ator Usuário logado no sistema S: sistema Cenário: 1. A: Seleciona opção de novo post; 2. S: Abre página de postagem; 3. A: Digita post; 4. A: Seleciona opção de salvar o post; 5. S: Salva o post; 6. S: Carrega a página com o post salvo.
  48. 48. Teste de Caso de Uso Caso de teste – criar post Pré-condição: Usuário logado no sistema Cenário: 1. Clicar no botão ‘novo post’; 2. Digitar texto; 3. Clicar no botão 'salvar como rascunho‘. Resultado esperado: Sistema salvar o post e apresentar a página com o post salvo.
  49. 49. Saiba mais: Técnicas de modelagem de teste (parte 2) (QualidadeBR)
  50. 50. Baseadas na experiência • Suposição de erro • Teste exploratório
  51. 51. Especificação dos Casos de Testes • Basicamente: pré-condições, ações, resultado esperado e pós-condições; • Organizado em suítes de testes = conjunto de casos de testes; • Deve ser de auto-explicativo; • Defina padrões entre a equipe. Saiba mais: Test Case Writing Best Practices (SlideShare)
  52. 52. Prática 2
  53. 53. Implementação de Teste • Criar o procedimento de execução dos testes, priorizando-os; • Criar massa de dados, caso necessário; • Preparar o ambiente de teste; • Escrever scripts para automatização dos testes.
  54. 54. Preparando o ambiente de teste • O ambiente de teste deve ser o mais próximo possível do de produção; • O procedimento de criação do ambiente de teste deve ser documentado; • O ambiente de teste deve ser isolado dos demais; • Caso seja preciso, envolver o pessoal de infra o mais cedo possível.
  55. 55. Prática 3
  56. 56. Nunca é demais lembrar... • Documente toda execução dos testes; • Tenha todos os casos de testes prontos e atualizados; • Use a sua experiência e conhecimento ao seu favor; • Testar não é só seguir um procedimento! • Se algo estiver errado no caso de teste, avise! • Atenção é a palavra chave!
  57. 57. Top Five: 5 métodos para encontrar falhas • Aprenda a quebrar as regras, de vez em quando. Explore! • Busque padrões! • Toque onde dói mais! • Escute os passos do bug se aproximando! • Dois é melhor do que um. Trabalhe em par!
  58. 58. O custo dos defeitos
  59. 59. Reporte de falha • Detalhe ao máximo! – A caixa de mensagem não segue o padrão. – Após não preencher os dados de critério do filtro de mensagens, a mensagem de erro foi apresentada num message box diferente do padrão das demais mensagens de erro. • Descreva o passo-a-passo, informe as configurações do ambiente de teste, prioridade, impacto, tipo, coloque provas do incidente (ex. log, printscreen, etc).
  60. 60. A falha foi corrigida, e agora? • Reteste; • Teste de regressão.
  61. 61. Prática 4
  62. 62. Gerenciamento de incidentes • Incidente = qualquer evento que requeira investigação; • O gerenciamento de incidentes é uma tarefa em conjunto da equipe de desenvolvimento e testes; • Máquina de estados definida de acordo com as necessidades da equipe; • Uma ferramenta bug tracking pode ajudar.
  63. 63. Ferramentas Bug Tracking • Bugzilla; • Eventum; • Jira; • Mantis; • Trac; • Etc. Saiba mais: Comparação de ferramentas bug tracking (Wikipedia)
  64. 64. Avaliar critérios de saída e reportar resultados • Checar os registros de teste (logs) mediante o critério de encerramento especificado; • Avaliar se são necessários testes adicionais ou se o critério de saída especificado deve ser alterado; • Elaborar um relatório de teste resumido para os interessados.
  65. 65. Prática 5
  66. 66. Quando os testes devem parar? • O número de bugs achados que estão fechados é maior do que o número de bugs que se esperava achar; • Todos os testes foram executados; • A porcentagem de cobertura da aplicação pelos testes já é o suficiente; • Todas as funcionalidades funcionam corretamente; • O sistema atende as métricas de confiabilidade, disponibilidade e durabilidade definidas no Plano de Teste; • O software tornou-se confiável; • A estabilidade alcançada atingiu o esperado; • O número e severidade dos bugs caíram a um nível satisfatório; • O tempo médio entre defeitos encontrados é muito alto.
  67. 67. Relatório de Resumo de Teste • O objetivo é resumir os resultados da atividades de teste executadas e prover avaliações baseadas nesses resultados; • Nele também é registrado o que foi testado e em quanto tempo; as melhorias identificadas e qualquer plano futuro de teste; • É o documento final que apresenta, se o que foi acordado no plano de teste, foi realmente realizado ou não.
  68. 68. Prática 6
  69. 69. Carreira – Teste de Software
  70. 70. Carreira – Teste de Software • Tester: responsável pela execução dos testes, que em muitas vezes incluem as seguintes atividades: testar configurações de hardware e software, executar scripts simples de teste, reproduzir e reportar bugs. • Analista de Teste: responsável pela modelagem e elaboração dos casos de teste e pelos scripts de teste.
  71. 71. Carreira – Teste de Software • Analista de Automação de Teste: tem como objetivo principal, buscar a automatização de testes, sempre que ela for possível e viável. • Arquiteto de Teste: responsável pela montagem da infra-estrutura de teste, monta o ambiente de teste, escolhe as ferramentas de teste e capacita a equipe para executar seu trabalho nesse ambiente de teste.
  72. 72. Carreira – Teste de Software • Líder de Teste: responsável pela condução dos testes e pela equipe de Testes. Geralmente é um profissional com alto grau de conhecimento da área de Teste de Software. • Gerente de Teste: tem como função primordial a iniciação do projeto de teste a ser realizado no produto a ser testado. Lida com todas tarefas gerenciais.
  73. 73. Carreira – Teste de Software • Os cargos e as tarefas dos cargos podem variar (muito) de empresa para empresa; • A área de Testes está a pleno vapor e os seus profissionais são cada vez mais valorizados; • É difícil encontrar profissionais qualificados.
  74. 74. Saiba mais: Guia Completo para Certificações em Teste de Software (TestExpert - Fábio Martinho Campos)
  75. 75. Saiba muito mais! • Grupos de discussão: – Agile-Testing; – BSTQB; – Certificações - Qualidade e Teste de SW; – DFTestes; – GUTS; – QAI-Brasil; – etc.
  76. 76. Saiba muito mais! • Sites e blogs: – Diário da Qualidade; – Ensaios de Qualidade; – Falando em Teste e Qualidade de Software; – One Stop Testing; – QualidadeBR; – Sem Bugs; – StickyMinds; – TESTAVO; – TestExpert. – zezologs; – etc.
  77. 77. Saiba muito mais! • Livros: – Agile Testing; – Análise de Riscos Em Projetos de Teste de Software; – Base de Conhecimento em Teste de Software; – Critical Testing Processes: Plan, Prepare, Perform, Perfect; – Garantia da Qualidade de Software; – How We Test Software at Microsoft; – Lessons Learned in Software Testing; – Pragmatic Software Testing: Becoming an Effective and Efficient Test Professional; – etc.
  78. 78. Saiba muito mais! • Twitter; • Troca de e-mails; • Eventos; • etc.
  79. 79. Obrigado! • E-mail/gtalk: ffc.fabricio@gmail.com • MSN: ffc_fabricio@hotmail.com • Twitter: fabricioffc • Blog: qualidadebr.wordpress.com • Ensina aí! – ensinaai@voicetechnology.com.br – ensinar.wordpress.com
  80. 80. Fonte • ISO/IEC 9126 – http://pt.wikipedia.org/wiki/ISO/IEC_9126 • Deception and Self-deception in Software Testing – www.stickyminds.com/se/S15016.asp • Testing Lessons - Top 5 Secrets to Bug Hunting Success! – http://software-testing-zone.blogspot.com/2007/09/testing-lessons- bug-hunting-success.html • Aulas da professora Dra. Eliane Martins (UNICAMP) – http://www.ic.unicamp.br/~eliane/Cursos/ • Comparison of issue tracking systems – http://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_issue_tracking_systems • Black R. Advanced Software Testing Vol. 1. Rocky Nook, 2008.
  81. 81. Fonte • BSTQB. Base de Conhecimento para Certificação em Teste - Foundation Level Syllabus . 2007br. • D. Grahan; V. Veenendaal; I. Evans; R. Black. Foundations of Software Testing: ISTQB Certification. Cengage Learning Business Press, 2006. • ISTQB – Glossário de Termos de Teste (Versão 1.3 – Português/Brasil). • Bastos, A.; Rios, E.; Cristalli, R. & Moreira, T. Base de conhecimento em teste de software. São Paulo, Martins Fontes, 2007.

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