O documento critica os sindicatos CGTP, FENPROF e UGT por promoverem greves frequentemente por motivos políticos em vez de defender os interesses dos trabalhadores. Afirma que os líderes sindicais vivem bem às custas dos contribuintes sem produzir nada para o país. Defende que a democracia significa que quem quer fazer greve pode fazê-la, mas também permite que quem não quer aderir possa trabalhar livremente.