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  1. 1. Unidade 2 Linguagem Procedural -Stored Procedures - Triggers 1
  2. 2. Unidade 2Linguagem Procedural - Procedures - Triggers Linguagem Procedural para Manipulação de BD Relacional – PL/SQL Stored Procedures Stored Functions Triggers Exercícios 2
  3. 3. PL/SQL• PL/SQL É uma ferramenta manipulação de dados do Oracle que pode ser usada internamente (dentro do próprio Oracle) ou externamente (nos aplicativos) de diversas maneiras.• Tópicos de PL/SQL - Trata-se de uma linguagem procedural (Procedural Language/SQL) associada ao SQL. - Associa as vantagens das linguagens de Terceira Geração (Linguagens Procedurais como a linguagem C) com as de Quarta Geração como o SQL. - É uma linguagem estruturada bastante poderosa e de fácil interação com a Base de Dados. 3
  4. 4. Sintaxe e Estrutura• Sintaxe e Estrutura de PL/SQL - Todos os scripts PL/SQL são compostos de comandos procedurais ou comandos SQL. - Blocos procedurais incluem declarações de variáveis, chamada de procedimentos e construção de loops. - Comandos SQL são usados para acessar a base de dados. - A unidade básica de qualquer programa PL/SQL é chamada de bloco. 4
  5. 5. BLOCOS PL/SQL• Estrutura Básica de um Bloco PL/SQL DECLARE Seção de Declaração onde estão declarados: - Variáveis PL/SQL - Cursores - Subprogramas Locais BEGIN Contém o conjunto de comandos que formam a seção executável. EXCEPTION Área que contém os comandos de identificação de erros e tratamento dos mesmos END; 5
  6. 6. BLOCOS PL/SQL• NOTAS: - Somente a Área executável é essencial. As demais são opcionais. - O uso da Área de DECLARE é válida somente na composição de triggers que serão vistos mais adiante. - Nos Procedimentos, Funções e Packages palavra DECLARE é substituída por AS ou IS. - A área de Exception é utilizada para responder em tempo real aos erros ocorridos na interação com a base de dados. 6
  7. 7. Identificadores PL/SQL• Identificadores São usados para nomear objetos como variáveis, cursores e subprogramas.• Regras - No máximo pode ser composto por 30 caracteres. - Não podem possuir espaços em branco. - Devem iniciar sempre com uma letra. - Caracteres especiais não podem ser usados. 7
  8. 8. Declaração de Variáveis• Variáveis e Tipos - As informações são transmitidas entre o PLSQL e a Base de Dados através de variáveis. - Uma variável é uma área de memória alocada que pode ser lida pelo programa. - Toda variável possui um tipo associado a ela. - O tipo de variável definirá a gama de informações que ela poderá armazenar. Sintaxe de Declaração nome_da_variável tipo [CONSTANT] [NOT NULL] [DEFAULT] [:=valor] 8
  9. 9. Declaração de Variáveis• Exemplos: DECLARE v_curso1 NUMBER NOT NULL; v_curso2 NUMBER NOT NULL := 1; v_curso3 NUMBER DEFAULT :=1;• Tipos de Variáveis PL/SQL - Os tipos de variáveis existentes no PL/SQL são semelhantes aos existentes no ORACLE na declaração das colunas das Tabelas. - Existem algumas diferenças que podem causar problemas na hora da programação. - O PL/SQL permite a declaração de variáveis a partir dos campos existentes numa tabela. 9
  10. 10. Declaração de Variáveis• Number Igual ao tipo NUMBER da Base de Dados. Sintaxe: NUMBER (P,S) ,onde P é a precisão e S a escala.• Varchar2 Semelhante ao tipo na Base de Dados, porém seu tamanho máximo é de 32767 bytes. No SQL é de 2000 bytes.• Char Semelhante ao tipo na Base de Dados, porém seu tamanho máximo é de 32767 bytes. No SQL é de 255 bytes.• Long Semelhante ao tipo na Base de Dados, porém seu tamanho máximo é de 32767 bytes. No SQL é de 2G bytes ou 65535 bytes dependendo da versão. 10
  11. 11. Declaração de Variáveis• Raw Semelhante ao tipo na Base de Dados, porém seu tamanho máximo é de 32767 bytes. No SQL é de 255 bytes.• Long Raw Semelhante ao tipo na Base de Dados, porém seu tamanho máximo é de 32767 bytes. No SQL é de 2G bytes ou 65535 bytes dependendo da versão.• Date• Boolean Pode assumir como valores TRUE ou FALSE 11
  12. 12. Declaração de Variáveis• Usando o Comando %TYPE Define que a variável é do tipo do campo de uma tabela. É usado quando uma variável recebe a informação de uma tabela. Assim o tipo de variável será idêntica ao da coluna da tabela. Caso haja uma mudança na tabela, não será necessário mudar o programa. Exemplo: DECLARE v_SetorCod curso01.setor.SetorCod%TYPE 12
  13. 13. Escopo e Visibilidade de Variáveis • Escopo de uma Variável Escopo de uma variável é a porção do programa na qual uma variável pode ser acessada. A figura a seguir ilustra o escopo de uma variável DECLARE v_Number NUMBER (3); { BEGINV_Number DECLARE v_String VARCHAR2(10); BEGIN ... } V_String END; END; • Temos indicado o escopo das variáveis v_Number e v_string. O escopo é sempre finalizado por um END que termina o bloco básico. 13
  14. 14. Escopo e Visibilidade de Variáveis• Visibilidade de uma Variável É a porção do programa onde a variável pode ser acessada de forma única sem ser sobreposta por outra variável de mesmo nome. DECLARE v_Number NUMBER (3); v_String VARCHAR2 (40); BEGIN (1) DECLARE v_String VARCHAR2(10); BEGIN (2) ... END; (3) END;• A variável v_Number é visível e esta dentro do escopo em todo o programa (nas regiões 1, 2 e 3). Já a variável v_String varchar(40) está dentro do escopo nas regiões 1, 2 e 3, porém só é visível na região 1 e 3. Na região 2 passa a existir a variável v_String varchar2(10). 14
  15. 15. Conversão Entre Tipos de Dados• Conversão entre tipos de dados É possível convertermos todos os tipos de dados sem restrições. A não ser pelas restrições de tamanho de dados. Não pode-se, por exemplo, converter um CHAR(10) em um VARCHAR(5). Existem basicamente dois tipos de conversão: a implícita e a explícita.• Conversão Implícita PL/SQL automaticamente, realiza a conversão entre tipos de dados diferentes quando isso é possível. 15
  16. 16. Exemplo• Exemplo: DECLARE V_String VARCHAR2(5); BEGIN SELECT campo_number INTO V_string FROM nome_da_tabela WHERE codigo=1; END;• Conversão Explícita Será vista adiante com as funções de conversão de dados. 16
  17. 17. Estruturas de Controle• Estruturas de controle são as mais importantes extensões de SQL do PL/SQL.• Permite processar dados utilizado comando condicionais, iterativos e com controle de fluxo. – IF ... THEN ... ELSE ... – FOR ... LOOP – WHILE ... LOOP – EXIT WHEN 17
  18. 18. Controle Condicional IF ... THEN ...• Forma mais simples de desvio condicional. IF Condição THEN seqüência de comandos; ELSE seqüência de comandos; END IF;• Exemplo 1:IF salario < 1000 THEN UPDATE funcionario SET salario = salario * 1,20;ELSE UPDATE funcionario SET salario = salario * 1,10;END IF;• Forma mais simplificada:IF x > y THEN maior := x; END IF; 18
  19. 19. IF-THEN-ELSIF• Desvio condicional para selecionar alternativas mutuamente exclusivas.IF condição1 THEN seqüência de comandos 1;ELSIF condição2 THEN seqüência de comandos 2;ELSE seqüência de comandos 3;END IF;• Exemplo:BEGIN ... IF vendas > 50000 THEN bonus := 1500; ELSIF vendas > 35000 THEN bonus := 500; ELSE bonus := 100; END IF; INSERT INTO pagamento VALUES (matricula, bonus, ...);END; 19
  20. 20. Controle InterativoLOOP -- sequência de comandosEND LOOP;Executa um laço infinito.Ex.:LOOP ... IF Qtde_Produto > 10 THEN ... EXIT; -- abandona o laço * END IF;END LOOP;* Este comando pode ser utilizado somente para abandonar um laço 20
  21. 21. EXIT WHEN• Este comando permite abandonar um laço se um processamento for impossível ou indesejável.• Quando se encontra o comando EXIT a cláusula WHEN é avaliada.• Se o resultado for verdadeiro o laço é abandonado.Exemplo:LOOP ... total := total + salario; EXIT WHEN total > 25000; -- sai do laço se esta -- condição for satisfeitaEND LOOP; 21
  22. 22. WHILE ... LOOP• Associa uma condição com um seqüência de comandos. Antes de cada iteração do laço a condição é avaliada.• Se a condição resultar em verdadeiro o conjunto de comandos do laço é executado e novamente avaliada a condição.• Se a condição for FALSA ou NULA o laço é ignorado e o controle passa para o próximo comando.• No exemplo a seguir, pode-se encontrar o primeiro empregado que possui um salário maior que 4000 e possui posição superior de comando que o empregado 7902. 22
  23. 23. WHILE ... LOOP ExemploDECLARE salario emp.sal%TYPE; matricula emp.mat%TYPE; nome emp.nome%TYPE; mat_inicial CONSTANT NUMBER(4) := 7902;BEGIN SELECT sal, mat INTO salario, matricula FROM emp WHERE matricula = mat_inicial; WHILE salario < 4000 LOOP SELECT sal, mat, nome INTO salario, matricula, nome FROM emp WHERE mat = matricula; END LOOP; INSERT INTO historico VALUES (NULL, salario, nome); COMMIT;END; 23
  24. 24. Laço FORFOR counter IN [REVERSE] min..máx LOOP comandos;END LOOP;Dentro de um laço FOR, o valor do contador pode ser utilizado para asoperações necessárias mas não pode receber atribuições.FOR ctr IN 1..10 LOOP ... IF NOT finished THEN INSERT INTO ... VALUES (ctr, ...); -- certo factor := ctr * 2; -- certo ELSE ctr := 10; -- ERRADO END IF;END LOOP; 24
  25. 25. CURSORES - PL/SQL• O Oracle usa áreas de trabalho para executar comandos SQL e armazenar a informação processada.• Um cursor é uma área de trabalho nomeada.• Cursor implícito declara uma área de trabalho para todos os comandos SQL de manipulação de dados, inclusive para as consultas que retornam somente uma linha.• Para consultas que retornam mais de uma linha, pode-se explicitamente declarar um cursor para processar cada linha individualmente.DECLARE CURSOR c1 IS SELECT mat, nome, cargo FROM emp WHERE nu_depto = 20; 25
  26. 26. Manipulando Cursores• Um programa PL/SQL abre um cursor, processa as linhas resultantes de uma consulta e finalmente o fecha.• Como um ponteiro de arquivo, um cursor marca a posição corrente em um arquivo aberto.• O comando OPEN executa a consulta associada a um cursor, identifica o resultado e posiciona o ponteiro para o primeiro registro.• O comando FETCH retorna o registro corrente e avança o ponteiro para o próximo registro.• Quando o último registro for processando, o comando CLOSE desabilita o cursor. 26
  27. 27. Abrindo uma Variável Cursor• OPEN-FOR associa uma variável cursor com uma consulta.OPEN (cursor_variable_name ) FOR select_statement; Ex.IF NOT emp_cv%ISOPEN THEN /* Abre uma variável cursor */ OPEN emp_cv FOR SELECT * FROM emp;END IF;• Atributos que possuem uma variável do tipo cursor.%FOUND,%NOTFOUND%ISOPEN%ROWCOUNT• Para abrir a mesma variável para uma outra consulta deve- 27 se primeiro fechar a variável.
  28. 28. Percorrendo uma Variável Cursor• O comando FETCH retorna uma linha de cada vez e atualiza o ponteiro para o próximo registro.FETCH (cursor_variable_name) INTO (variable_name[, variable_name]... | record_name);LOOP /* Percorrendo o cursor */ FETCH emp_cv INTO emp_rec; -- Abandona o laço no último registro da consulta. EXIT WHEN emp_cv%NOTFOUND; ....END LOOP;• Para cada coluna da variável cursor deve existir uma variável compatível correspondente na cláusula INTO.• O número de colunas deve ser igual ao número de variáveis. 28
  29. 29. Fechando uma Variável Cursor• O comando CLOSE desabilita a variável.CLOSE ( cursor_variable_name );LOOP FETCH emp_cv INTO emp_rec; EXIT WHEN emp_cv%NOTFOUND; ...END LOOP;/* Fechando a variável */CLOSE emp_cv; 29
  30. 30. Programas PL/SQL• Objetos de Blocos PL/SQL - Um Bloco PL/SQL pode ser criado como um objeto ORACLE. - Sendo o bloco PL/SQL um objeto, ele estará armazenado na Base de Dados e poderá ser chamado por outros programas. - Os Blocos PL/SQL podem ser criados como procedures, funções, packages e triggers. 30
  31. 31. Procedures• Procedimentos - Procedimentos e funções PLSQL podem ser definidos como subprogramas se compararmos com as linguagens de terceira geração. - Quando um procedimento é criado, este fica armazenado na Base de Dados na sua forma executável, para que possa ser usado, eventualmente, por outro bloco PL/SQL. - Quando um procedimento é chamado pode receber parâmetros do bloco PL/SQL que o chamou. - Um procedimento não pode ser chamado como parte de uma expressão. Quando um procedimento é chamado o controle passa a primeira linha de comando executável do mesmo. Ele retornará ao bloco PLSQL de origem ao terminar sua execução. 31
  32. 32. Procedures• Sintaxe. CREATE [OR REPLACE] PROCEDURE procedure_name [(argument [{IN | OUT | IN OUT}] type, ... argument [{IN | OUT | IN OUT}] type)] {IS | AS} procedure body• Cláusulas procedure_name - nome do procedimento a ser criado. or replace - se já existir um procedimento com esse nome este será derrubado para que o novo procedimento possa ser criado. Caso seja omitida esta cláusula o Oracle não permitirá a criação do procedimento se o se ele já existir com o mesmo nome. argument - São os parâmetros de entrada e saída que podem ser usados pelo procedimento. 32
  33. 33. Procedures• Exemplo: CREATE OR REPLACE PROCEDURE PcInsereSetor (p_SetorCodNr IN Setor.SetorCodNr%TYPE, p_SetorNomeVc IN Setor.SetorNomeVc%TYPE) AS BEGIN INSERT INTO Setor (SetorCodNr ,SetorNomeVc) VALUES (p_SetorCodNr ,p_SetorNomeVc); COMMIT; END; O procedimento acima pode ser executado da seguinte maneira: BEGIN PcInsereSetor( ‘3’, ‘Departamento de Vendas’); END; ou, SQL> EXEC PcInsereSetor( ‘3’, ‘Departamento de Vendas’); 33
  34. 34. Procedures• Argumentos do Procedimento Os argumentos de um procedimento podem ser classificados como parâmetros de entrada, saída ou entrada e saída. Exemplo: CREATE OR REPLACE PROCEDURE PcTesteParametros ( p_InParametro IN number, p_OutParametro OUT number, p_InOutParametro IN OUT number) AS BEGIN ... END;• Argumentos do Tipo IN O parâmetro é recebido pelo procedimento dentro do argumento do tipo IN. Este parâmetro não poderá ser modificado, pois ele pode ser usado apenas para a leitura. 34
  35. 35. Procedures• Argumentos do Tipo OUT Qualquer valor passado na chamada do procedimento para argumentos do tipo OUT é ignorado. Este parâmetro é somente de escrita, ou seja, não é possível atribuir valor a outras variáveis a partir deste parâmetro. Quando o procedimento termina, este retorna ao bloco PL/SQL que o chamou atualizando a variável do bloco com o valor passado pelo procedimento.• Argumentos do Tipo IN OUT Como o próprio nome diz é uma combinação dos argumentos do tipo IN, OUT, ou seja, o parâmetro recebido servirá para escrita ou leitura. Ao retornar ao bloco PL/SQL que o chamou, atualiza a variável do bloco com o valor passado pelo procedimento. 35
  36. 36. Procedures• Exemplos: CREATE OR REPLACE PROCEDURE PcTesteParametros ( p_InParametro IN number, p_OutParametro OUT number, p_InOutParametro IN OUT number) AS v_VariávelLocal NUMBER; BEGIN v_VariávelLocal := p_InParametro; --Legal p_InParametro := 7; -- Ilegal v_VariávelLocal := p_OutParametro; -- Ilegal p_OutParametro := 7; -- Legal v_VariávelLocal := p_InOutParametro; -- Legal p_InOutParametro := 7; -- Legal END; 36
  37. 37. Notas - Parâmetros IN sempre do lado esquerdo - Parâmetros OUT sempre do lado direito - Parâmetros IN OUT e OUT deverão sempre ter uma variávelcorrespondente no bloco PL/SQL que chamou o procedimento. Exemplo: DECLARE v_variavel1 NUMBER; v_variavel2 NUMBER; BEGIN PcTesteParametros(3, v_variavel1, v_variavel2); END; 37
  38. 38. Procedures• Restrições nos Argumentos dos Procedimentos. Na declaração dos argumentos não podemos especificar o tamanho dos parâmetros. Exemplo: CREATE OR REPLACE PROCEDURE PcTesteParametros ( p_InParametro IN NUMBER (12), -- Ilegal p_OutParametro OUT NUMBER) ... 38
  39. 39. Procedures• O tamanho do parâmetro de entrada é referenciado com o tamanho da variável correspondente no bloco PL/SQL que chamou o procedimento. Exemplo: CREATE OR REPLACE PROCEDURE PcTesteParametros ( p_InParametro IN OUT VARCHAR2) AS BEGIN ... END; Executando o procedimento: DECLARE p_InParametro será um v_variavel1 VARCHAR2(10); VACHAR2 (10) BEGIN PcTesteParametros(v_variavel1); END; 39
  40. 40. Funções• Funções - Funções são muito similares a procedimentos. - Possuem os mesmos tipos de argumentos e restrições. - Uma função deve retornar um valor• Sintaxe. CREATE [OR REPLACE] FUNCTION function_name [(argument [{IN}] type, ... argument [{IN}] type)] RETURN return_type {IS | AS} function_body 40
  41. 41. Funções• Cláusulas function_name - nome da função a ser criada. OR REPLACE - se já existir uma função com esse nome esta será derrubada para que a nova função possa ser criada. argument e type - similares aos dos procedimentos RETURN - O tipo do valor que a função irá retornar. Dentro do corpo da função, o comando RETURN é usado para retornar o controle para o bloco PL/SQL que chamou a função. 41
  42. 42. ExemploCREATE OR REPLACE FUNCTION RetornaCodigo RETURN NUMBERAS v_FuncCod NUMBER; BEGIN SELECT sequencia.NEXTVAL into v_FuncCod from DUAL RETURN v_FuncCod; END; 42
  43. 43. FunçõesCREATE OR REPLACE FUNCTION RetornaTipoSalario (p_FuncCod INNUMBER) RETURN VARCHAR2 AS v_FuncSalario NUMBER; BEGIN SELECT FuncSalarioNr INTO v_FuncSalario FROM Funcionario WHEREFuncCodNr = p_FuncCod ; IF v_FuncSalario <= 100 THEN RETURN ‘Salário Muito Baixo’; ELSIF v_FuncSalario <= 500 THEN RETURN ‘Salário Baixo’; ELSIF v_FuncSalario <= 1000 THEN RETURN ‘Salário um Pouco Baixo’; ELSE RETURN ‘Salário Razoável’; END IF;END RetornaTipoSalario; 43
  44. 44. Triggers• Triggers (Gatilhos) - Triggers são similares a procedimentos, onde possuem áreas de declaração, execução e tratamento de erros. - Procedimentos são executados explicitamente por outro bloco. Um trigger é executado implicitamente sempre que um evento de disparo ocorre. - Os eventos de disparo que podem chamar um trigger são: INSERT, UPDATE ou DELETE• Uso de Triggers - Para elaborar restrições de integridade complexas impossíveis de serem geradas na criação das tabelas. - Para registrar informações diversas sobre modificações de tabelas. - Para sinalizar outros programas sobre as modificações ocorridas. 44
  45. 45. Triggers• Sintaxe CREATE OR REPLACE TRIGGER trigger_name {BEFORE | AFTER} triggering_event ON nome_tabela [FOR EACH ROW [WHEN trigger_condition]] trigger_body;• Cláusulas trigger_name - nome do trigger. triggering_event - especifica quando o trigger será disparado. nome_tabela - nome da tabela na qual será usado o gatilho. trigger_condition - se estiver presente será validada primeiro. O trigger só é executado se a condição retornar TRUE. 45
  46. 46. Triggers• Exemplo: Um trigger que garante que o nome do funcionário e o seu endereço sempre serão inseridos em letras maiúsculas. CREATE TRIGGER trgcurso BEFORE INSERT OR UPDATE ON funcionario FOR EACH ROW BEGIN :new.FuncNome:=upper(:new. FuncNome); :new.FuncEnder:=upper(:new. FuncEnder); END; 46
  47. 47. Triggers Cláusula BEFORE/AFTER• São cláusulas obrigatórias que especificam quando deve ser disparado o gatilho.• Deve ser declarado antes do corpo do código.• No exemplo anterior, o código do gatilho deve ser disparado antes das operações especificadas. 47
  48. 48. Triggers Comandos de gatilho: DELETE, INSERT e UPDATE.• Um, dois ou todos os três comandos podem ser incluídos na especificação do gatilho.• Deve ser definida uma única tabela associada com um gatilho. Não pode ser uma visão (VIEW).• Para o exemplo anterior, qualquer um dos comandos abaixo ativará o gatilho.DELETE FROM funcionario;INSERT INTO funcionario VALUES ( . . . );INSERT INTO funcionario SELECT . . . FROM . . . ;UPDATE funcionario SET . . . ;• Se um gatilho especifica a atualização de uma lista de colunas, então o gatilho será disparado somente se alguma coluna desta lista for alterada.... BEFORE DELETE OR INSERT OR UPDATE OF funcnome ON funcionario ... 48
  49. 49. Triggers Cláusula FOR EACH ROW• Determina se o gatilho é de linha ou um gatilho de comando.• Se for especificado FOR EACH ROW, o gatilho é ativado sempre para cada linha da tabela que é afetada pela definição do gatilho.• A ausência desta cláusula significa que um gatilho é ativado somente uma vez para cada comando aplicável, mas não separadamente para linha afetada pelo comando.CREATE TRIGGER log_salary_increaseAFTER UPDATE ON empFOR EACH ROWWHEN (:new.sal > 1000)BEGIN INSERT INTO emp_log (emp_id, log_date, new_salary, action) VALUES (:new.empno, SYSDATE, :new.sal, NEW SAL);END; 49
  50. 50. ExemploCom o comando abaixo:• UPDATE emp SET sal = sal + 1000.0 WHERE deptno = 20;• Se existirem 5 funcionários no departamento 20, o gatilho será disparado 5 vezes, pois 5 linhas serão afetadas.• O gatilho abaixo será disparado uma única vez, para cada atualização na tabela EMP.CREATE TRIGGER log_emp_updateAFTER UPDATE ON empBEGIN INSERT INTO emp_log (log_date, action) VALUES (SYSDATE, EMP COMMISSIONS CHANGED);END; 50
  51. 51. Triggers Cláusula: WHEN• Pode-se definir um gatilho restrito a uma definição especificada para uma expressão booleana SQL na cláusula WHEN.• Quando definida esta cláusula, a expressão é avaliada para cada linha afetada pelo gatilho.• Se a expressão retornar VERDADEIRA (true) para uma linha, o gatilho será ativado para a linha.• Se a expressão retornar FALSA (false) ou Não VERDADEIRA (null) para a linha, o gatilho não será ativado para a linha 51
  52. 52. Triggers Corpo do Gatilho• O corpo do gatilho é um bloco PL/SQL que pode conter comandos SQL e/ou PL/SQL.• Serão executados sempre que os comandos forem disparados e as restrições, desde que especificadas, forem satisfeitas.• Para gatilhos de linha existem alguns predicados especiais. INSERTING, DELETING e UPDATING.• No corpo de um gatilho de linha, o comando PL/SQL pode acessar os valores novos e antigos do registro corrente afetados pelo gatilho.• Duas palavras chaves são utilizadas para cada coluna que esta sendo modificada.OLD para o valor antigoNEW para o novo valor• Dependendo do tipo de comando de gatilho, certos nomes não tem significado. 52
  53. 53. Triggers• Um gatilho ativado com um comando INSERT pode acessar somente a coluna NEW, pois não existe valor antigo.• Um gatilho para o comando UPDATE pode acessar o valor NEW e OLD tanto para a cláusula BEFORE e AFTER de cada linha.• Um gatilho ativado com um comando DELETE pode acessar somente a coluna.• Ex.IF :new.sal > 10000 . . .IF :new.sal < :old.sal . . .• O valor NEW pode ser mudado quando utilizado com a cláusula BEFORE.• Se uma cláusula BEFORE muda o valor de NEW.COLUNA um gatilho associado à cláusula AFTER é disparado no mesmo comando. 53
  54. 54. Exercícios1) Criar as tabelas: Funcionario Matricula Numérico 5 dígitos Chave primária Nome Varchar2 30 dígitos DataNasc Date DataAdm Date Salario Numérico 8 dígitos inteiros e 2 dígitos decimais Relatório Relcodnr Numérico 8 dígitos Chave primária Matricula Numérico 5 dígitos Chave estrangeira da tabela Funcionário (Matricula) Reldescrvc Caracter 100 dígitos Relobsvc Caracter 50 dígitos Reldatadt data 54
  55. 55. Exercícios2) Crie um procedimento que acrescente 30% ao salário de todos osfuncionários que foram admitidos após 01-01-2007.3) Crie um procedimento que recebe a matrícula do funcionário e retorneo nome e o seu respectivo salário. Faça um programa chamador paraeste procedimento. 55
  56. 56. Exercícios4) Crie uma função onde o parâmetro de entrada é o código dofuncionário, e que retorne como parâmetro (de saída) as seguintesmensagens: mensagens condição Tem salário menor que $200 Funcionário nessa faixa salarial Tem salário maior que $300 Funcionário nessa faixa salarial Tem salário entre $200 e $300 Funcionário nessa faixa salarial 56
  57. 57. Exercícios5) Crie uma função onde o parâmetro de entrada é o código do funcionário, eque retorne como parâmetro (de saída) as seguintes mensagens: mensagens condição Tem menos de 20 anos Funcionário com menos de 20 anos Tem mais de 40 anos Funcionário com mais de 40 anos Tem entre 20 e 40 anos Funcionários entre 20 e 40 anos6) Crie um procedimento (usando as funções anteriores) e que insira osseguintes dados na tabela relatório: Relcodnr Numérico sequencial Matricula Código do funcionário Reldescrvc O funcionário “nome_do_funcionário” “mensagem_1” e “mensagem_2” Reldatadt Data do sistemaOnde:mensagem_1= mensagem retornada pela função do exercício 2mensagem_2=mensagem retornada pela função do exercício 3 57
  58. 58. Exercícios7) Crie um procedimento que seja ativado automaticamente quando umaoperação de delete ocorrer na tabela Funcionario. Esse procedimentodeverá registrar em uma tabela Hist_Funcionario o usuário que estáexecutando a operação e a data. 58

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