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Conhecida até 2014 como GL Garrad Hassan
– São 26 GW de projetos eólicos avaliados no Brasil.
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Incidência de sombras vs. Operação dos inversores
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Integração de parques eólicos e solares fotovoltaicos - Intersolar South America 2015

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A DNV GL participou do Intersolar South America 2015 apresentado os principais aspectos da complementaridade da energia eólica e solar e os principais riscos que devem ser considerados em uma integração entre estas duas fontes.
Veja os slides da apresentação realizada por Eduardo Marques na íntegra.

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Integração de parques eólicos e solares fotovoltaicos - Intersolar South America 2015

  1. 1. DNV GL © SAFER, SMARTER, GREENERDNV GL © Integração Parques Eólicos e Solares Fotovoltaicos 1 Intersolar 2015 Eduardo Marques
  2. 2. DNV GL ©2 DNV GL é a maior empresa de consultoria em renováveis no mundo. 3000 projetos avaliados em todo mundo. Mais de 1000 especialistas focados em renováveis
  3. 3. DNV GL © Experiência DNV GL Conhecida até 2014 como GL Garrad Hassan – São 26 GW de projetos eólicos avaliados no Brasil. – Desde 2012, acumulamos uma experiência de 3 GW de projetos solares FV no Brasil (mais de 25 GW no mundo). 3 26 GW 3 GW
  4. 4. DNV GL © Motivação Crescente interesse em integrar plantas FV aos parques eólicos  Devido:  Espaço existente nos parques;  Estrutura existente;  Pessoal de manutenção mobilizado;  Propriedade e permissões já regularizados. 4
  5. 5. DNV GL © Avaliações Importantes 5 Produção de energia Shadow Flicker Infraestruturas em comum
  6. 6. DNV GL © Em alguns locais os recursos podem ser complementares. RECURSOS DIÁRIOS Estudo de energia nas áreas disponíveis poderia trazer um benefício extra para o projeto. 6 0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 0 2 4 6 8 10 12 14 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 Horas Recurso Eólico Solar Horário - Site Bahia Vento [m/s] Solar [Wh/m2] 0 100 200 300 400 500 600 700 800 5 6 7 8 9 10 11 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 Horas Recurso Eólico Solar Horário - Site Pernambuco Vento [m/s] Solar [Wh/m2]
  7. 7. DNV GL © RECURSOS MENSAIS 7 0 100 200 300 400 500 600 700 800 5 6 7 8 9 10 11 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 Horas Recurso Eólico Solar Horário - Site Pernambuco Vento [m/s] Solar [Wh/m2] 50,00 70,00 90,00 110,00 130,00 150,00 170,00 190,00 210,00 230,00 250,00 5 6 7 8 9 10 11 12 0 2 4 6 8 10 12 Meses Recurso Eólico Solar Mensal - Site Pernambuco Vento [m/s] Solar [Wh/m2] 120 140 160 180 200 220 240 4 5 6 7 8 9 10 11 12 0 2 4 6 8 10 12 Meses Recurso Eólico Solar Mensal - Site Bahia Vento [m/s] Solar [Wh/m2]0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 0 2 4 6 8 10 12 14 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 Horas Recurso Eólico Solar Horário - Site Bahia Vento [m/s] Solar [Wh/m2]
  8. 8. DNV GL © PRODUÇÃO DE ENERGIA 8  Avaliar o recurso local  Área disponível Estimativa de Capacidade Instalada Área de 116 ha. C-Si Filme Fino C-Si +tracker Filme Fino +Tracker Ocupação de Terra (ha/MWp) 1,4 1,6 2,2 2,7 Capacidade Instalada (MWp) 82 72 52 43 Seleção de Tecnologia
  9. 9. DNV GL © PRODUÇÃO DE ENERGIA Eólica: 16 MW, FC 42% Solar: 80 MW, FC 19% - 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 7.000 Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec KWh Produção Site Pernambuco Prod. Eólica Prod. Solar Media Eólica Media Eólica+Solar - 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 6.000 7.000 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez KWh Produção Site Bahia Prod. Eólica Prod. Solar Media Eólica Media Eólica+Solar 60 % Produção Média
  10. 10. DNV GL © PRODUÇÃO DE ENERGIA 10  Avaliar o recurso local  Área disponível  Definir tecnologia  Potencial de produção de energia Estimativa de Capacidade Instalada Área de 116 ha. C-Si Filme Fino C-Si +tracker Filme Fino +Tracker Ocupação de Terra (ha/MW) 1,4 1,6 2,2 2,7 Capacidade Instalada (MW) 82 72 52 43 Definir Layout dos módulos
  11. 11. DNV GL © ESTUDO DE SHADOW FLICKER Instalar uma planta FV perto de aerogeradores pode trazer tanto sombra intermitente, como sombra da própria torre.  Avaliar estes impactos pode ajudar ao desenvolvedor a: – Estudar a análise dos riscos da integração; – Otimizar o layout para mitigar os impactos; – Criar um regime para operação. 11
  12. 12. DNV GL © ESTUDO DE SHADOW FLICKER 12 1 8 15 22 29 36 43 50 57 64 71 78 85 92 99 106 113 120 127 134 141 148 155 162 169 176 183 190 197 204 211 218 225 232 239 246 253 260 267 274 281 288 295 302 309 316 323 330 337 344 351 358 365 0 6 12 18 24 Day Hour Efeito SF  Locais com sombreamento  Momentos de sombra  Definir locais mais afetados
  13. 13. DNV GL © ESTUDO DE SHADOW FLICKER 1 8 15 22 29 36 43 50 57 64 71 78 85 92 99 106 113 120 127 134 141 148 155 162 169 176 183 190 197 204 211 218 225 232 239 246 253 260 267 274 281 288 295 302 309 316 323 330 337 344 351 358 365 0 6 12 18 24 Day Hour  Quantificar impacto das sombras  Estudar melhor regime de operação dos inversores Horas/ano Perdas Inversor 50 1,3%
  14. 14. DNV GL © Incidência de sombras vs. Operação dos inversores OPERAÇÃO DOS INVERSORES 14 Fonte: http://sargosis.com/articles/science/how-shade-affects-a-solar-array/
  15. 15. DNV GL © Incidência de sombras vs. Operação dos inversores OPERAÇÃO DOS INVERSORES 15  Sombras  Multiponto de MPPT  Inversor não encontra ponto de operação Impactos Opções  Desliga-se inversor  Ponto fixo de Operação Decisões  Quantifica-se as perdas  Consulta-se os fabricantes
  16. 16. DNV GL © PRODUÇÃO DE ENERGIA 16  Avaliar o recurso local  Potencial de produção de energia  Área disponível  Definir tecnologia  Configuração do Layout  Regime Operação Inversores  Layout dos módulos  Operação do Inversores Resultados do Shadow Flicker
  17. 17. DNV GL © INFRAESTRUTURAS EM COMUM Para áreas de parques existentes, a instalação de parques fotovoltaicos pode ser facilitada devido a infraestrutura presente, diminuindo assim o investimento.  Principais vantagens poderiam ser destacadas: – Utilização da terra; – Estrutura elétrica; – Baixo impacto no parque eólico; – Otimização e aumento da produção. 17
  18. 18. DNV GL © INFRAESTRUTURAS EM COMUM 18  Grande parcela de terreno dísponível;  Permissões regularizadas Utilização da terra Estrutura elétrica  LT / Subestação  Equipe manutenção  Estabilidade na geração
  19. 19. DNV GL © Infraestruturas em comum Além das vantagens como utilização de espaço e estrutura elétrica, devem ser destacadas: – Baixo impacto no parque eólico: Fluxo de vento não se altera. – Otimização e aumento da produção. 19 Vantagens  Utilização espaço  Estrutura  Pouco Impacto  Aumento da produção
  20. 20. DNV GL © Conclusões 20 Produção de energia Shadow Flicker Infraestruturas em comum Com um estudo dos pontos apresentados é possível:  Obter mais energia, no espaço disponível.  Criar o melhor layout possível.  Aproveitar melhor as estruturas existentes. Importante que deve-se avaliar:  Expansão da rede para atender ambas produções.  Estudar a estabilidade da rede.
  21. 21. DNV GL © SAFER, SMARTER, GREENER www.dnvgl.com 21 Eduardo Marques Eduardo.marques@dnvgl.com 21 3722.7411 To learn more visit: www.dnvgl.com/solar

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