O autor relata sua experiência com o uso de drogas, começando com CDs de música sertaneja leve e evoluindo para gêneros musicais mais intensos como pagode e funk, o que levou a uma decadência com delírios e isolamento social. Após reconhecer os perigos, ele agora faz tratamento em clínica com doses de MPB, bossa nova e música clássica.