O texto discute como cada pessoa desempenha um papel na vida, seja como protagonista ou antagonista, e que devemos ser mais tolerantes com os diferentes papéis uns dos outros, da mesma forma que são necessários diferentes papéis para tornar uma peça interessante. A autora argumenta que criticamos com muita aspereza como nós mesmos e os outros desempenhamos nossos papéis na vida, quando na verdade a diversidade de papéis é o que traz cor e tensão dramática para a vida, assim como para uma peça.