O documento descreve as difíceis condições de transporte coletivo no Senegal e na travessia entre o Senegal e a Gâmbia, com ônibus superlotados e em péssimo estado. Relata também a corrupção e cobrança abusiva de taxas pelos policiais de fronteira, que afetam desproporcionalmente os mais pobres e reforçam as desigualdades sociais. Questiona como as fronteiras artificiais criadas durante a colonização ainda dificultam a livre circulação de pessoas na África.