O texto resume:
1) O autor critica frases comumente usadas para falar sobre a gripe suína, como "não há razão para pânico", apontando contradições nelas.
2) Ele explica que "pânico" é irracional, então não há como ter "razão para pânico", e que sempre há um "motivo para pânico".
3) O autor usa maiúscula em "Pânico" para enfatizar a diferença entre o sentimento e a pessoa.