O poema descreve a relação contraditória entre o "você" que inventa coisas positivas como amor, luxo e leis, e o "eu" que é forçado a inventar coisas negativas como solidão, lixo e obediência. Ao longo do poema, essas invenções opostas são repetidas em versos paralelos, com o "eu" expressando dor e sofrimento em contraste com as criações do "você".